ISSN 1519-7670 - Ano 15 - nº 414 - 2/1/2007
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CAMPANHA DO BANCO DO BRASIL
Bancários reagem, imprensa finge que não vê

Por Alberto Dines em 5/1/2007

Comentário para o programa radiofônico do OI, 5/1/2006

A quem cabe discutir uma discutível campanha publicitária? E a quem cabe defender o patrimônio e a imagem de um banco público como o Banco do Brasil?

Nos dois casos, a resposta é: a imprensa. Mas como é que a imprensa pode discutir uma campanha que ela própria vai veicular sem colocar em risco o seu faturamento como empresa?

Pois é: como a imprensa demorou em perceber o desperdício de dinheiro representado pela nova e milionária campanha de anúncios do Banco do Brasil, quem saiu em defesa da instituição foram os seus funcionários, os bancários. Eles não gostaram da idéia de trocar o nome na fachada de trezentas agências em dez estados brasileiros. No lugar da marca tradicional, as agências seriam rebatizadas de Banco do João, Banco da Maria, Banco do Raimundo, Banco da Ana – com o mesmo desenho e cores do original. Mais tarde, evidentemente, os painéis das fachadas serão novamente trocados.

Os bancários condenam o custo da brincadeira publicitária e não concordam com o desrespeito a uma marca que em 2008 completará duzentos anos de existência. Aliás, o pretexto para a campanha é justamente iniciar as comemorações para o ducentésimo aniversário do banco.

A imprensa pode até defender a validade comercial e mercadológica da campanha, mas não pode ser a última a divulgar as discordâncias que está gerando. Fica parecendo que a imprensa não tem coragem para enfrentar os anunciantes. E, convenhamos: às vezes não tem mesmo.

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O banco de cada brasileiro – Paulo Rogério Caffarelli

Comentários (57)
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sergio pinheiro guerra Guerra , Rio de janeiro-RJ - Aposentado ( professor)
Enviado em 3/2/2007 às 01:08:12
No jb de 22.01.07,em cartas, eu escrevia: O banco do Brasil é do Brasil e, portanto, nãopode serde qualquer joão, Antonio ou sergio- xcomo alguns entreguistas querem transformá-lo. Essa campanha, gastando valores altíssimos, deve ser condenada por todos os brasileiros. Toda essa publicidade visa preparar o Banco do Brasil para a privatização. Estou certo, no entanto, que esse crime de lesa-patria o governonão permitirá. Lula foi eleito pela maioria do povo brasileiro como uma respostaà política de privatizações do governo FHC.
Jordani Cantelli , Jacinto Machado-SC - Designer / redator
Enviado em 25/1/2007 às 18:25:03
"Fica parecendo que a imprensa não tem coragem para enfrentar os anunciantes. E, convenhamos: às vezes não tem mesmo". Dines, nunca tem. Coloco a mão no fogo se um dia um órgão de imprensa quiser queimar alguém que lhe sustenta.
Jurandyr Passos , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 19/1/2007 às 17:56:24
Insisto: A campanha é muito melhor do que, por exemplo, a mudança de nome da Petrobras para Petrobrax.
Luiz Pryzant , São Paulo-SP - Designer
Enviado em 16/1/2007 às 15:13:54
Se este posicionamento da campanha refletisse o verdadeiro foco da instituição , não só agregaria um enorme valor à Marca, como atrairía um contingente descomunal de clientes de outras instituições financeiras, que pela falta de concorrência, cobram serviços caríssimos em um país de juros imorais. Clientes buscam um banco que realmente esteja a seu serviço e sairíam correndo para um Banco que cobrasse taxas razoáveis e juros justos, criando um relacionamento simbiótico onde todos ganham. Nenhum banco, privado ou público, quer atender clientes como se eles fossem os donos do Banco, eles automatizaram suas operações, exploram os funcionaram que restaram e extraem lucros indecentes, ocupando um desonroso segundo lugar como parasitas da sociedade. http://www.sopadeletrinhas.com.br
Bruno Resende , Belo Horizonte-MG - Estudante/ Funci. BB
Enviado em 8/1/2007 às 21:47:05
Em respeito aos leitores não me alongarei em responder ao velho Cid [ ] no mesmo tom. A verborragia pedante deste sempre, sempre desinformado "leitor" no melhor estilo Boris Casoy, fala por si. Direto ao assunto. (data das notas à imprensa veiculadas em todos os jornais de grande circulação. ): Ano 2005: 15/06-29/07 -27/07 -07/07 -30/08 - 18/08 -02/09-19/09 -16/09-30/09-31/10-21/12 -29/12. Ano 2006: 31/01-30/01- 19/01- 11/01- 17/02 - o melhor de todos 30/03. Fora as aventuras do Aloprado Expedito Veloso . Compreendo o desespero e ignorância de alquém que não lê jornais. É !!!As Elites encrustradas no aparelho do Estado agradecem !!
nelson  perez de oliveira junior , iturama-MG - bancario
Enviado em 8/1/2007 às 20:37:30
Essa é muito boa, a imprensa é a fiscalizadora de tudo e de todos, é a BIG BROTHER, mas, ela é uma empresa e veicula com lucro o que deve criticar, se isto fosse o PT o Dines caia de pau dizendo que é conflito de interesses e imoral e ilegal e engorda($$$). Eu sou bancario da CAIXA FEDERAL e acho a jogada de MARKETING GENIAL, mas, eu acho interessante a hipocrisia de muitas pessoas que acham que são donas do patrimônio público em horas como estas, são as mesmas que sonegam impostos, mentem para o fisco alegando que não querem sustentar os políticos. Para cada real arrecadado em impostos pelo menos 1 real é sonegado, e pelos críticos e hipócritas de plantão, os que não pagam nada e sonegam tudo, são informais, liberais e imorais. Eles acham que empréstimo habitacional na CAIXA e agrícola no BB são para não ser pagos, nem se importam que a sua inadimplencia causará menos crédito para outrem. Aí todo mundo acha bonito a propaganda do BRADESCO E OS DESENHOS NO AR BOBOS DO ITAU, lá também tem dinheiro do povo, e nenhum investimento na infra estrutura deste país, porque quando os empregados destes gigantes privados querem comprar a casa prórpria eles vem na CAIXA ELES TAMBÉM. VÃO. Em tempo, ABRIL está chegando e eu acho a época mais generosa do mundo, onde todos são pobres e encaixam tantos dependentes no IRPF, que parecem MADRES TEREZA. A ONU AGRADECE.
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 8/1/2007 às 19:09:47
Doido será aquele que quiser agradar a todos. Quando o Banco dava prejuízo, todo mundo malhava. Retiraram as verbas governamentais (famosa conta movimento) e o Banco teve que disputar o mercado e tornou-se essa potência que é, graças sim, ao esforço e à competência do seu quadro funcional. Fosse ele um banco dos EUA, seria um dos orgulhos do seu povo. Aqui não. Aqui, o que dá certo, procura-se menosprezar; avacalhar, até. Com certeza, quem é acionista do BB está satisfeito com os resultados alcançados. Quanto aos que só malham, procurem buscar informações sobre qual é o banco, no Brasil, que aplica mais no social; na agropecuária; no comércio e na indústria. Busquem saber qual o banco que cobra as menores taxas do mercado e orgulhem-se de ter um banco como o Banco do Brasil. Quanto à Previ, é um dos maiores fundos privados do mundo. Graças, também, ao zelo e competência de suas diretorias. Essa, também deu certo. Quanto à propaganda, é assim mesmo. Quem quer crescer; quem quer disputar mercado, tem que investir em marketing. Querem exemplos: a Coca Cola; a Brahma; a Ford, só para citar alguns poucos, no universo de tantos. Não discuto futebol, pois entendo muito pouco. Nem religião, pois respeito as convicções de cada um e gosto que respeitem as minhas. Falar é fácil, o difícil é ter base pra falar. Aqui no OI todo mundo é doutor em tudo. Todo mundo sabe tudo. É impressionante.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 8/1/2007 às 18:49:51
Ao contrário da professora Maria Izabel,não dou sequer um bezerro para entrar em discussões insossas ,quanto mais uma boiada.Primeiro porque seria perda de tempo,já que tenho na imprensa minha principal referência,uma verdadeira heresia para os petistas.Depois,de que adianta debater com gente que mal consegue processar as informações que recebe,o que resulta em toda sorte de opiniões desencontradas,que só servem para levar no bico os incautos que não sabem nada de nada.Dizem que o pior mentiroso é o que acredita na própria mentira,só isso explica a veemência com que continuem martyelando em teses furadas que nem os economistas simpáticos a Lula ousam endossar,como a defesa do modelo estatizante,que vem sendo abortado mesmo nos regimes mais fechados.Em nome do partidarismo cego,preferem ignorar que a liquidação do grandioso" patrimônio representado por uma quase totalidade de elefantes brancos,verdadeiros sumidouros de erário público,era uma necessidade vital para o equilíbrio das contas públicas,e algo do que Lula se beneficiou enormemente.O mesmo pode ser dito em relação ao Proer,cuja execusão,ao contrário do que pensam alguns ceguetas,não visou favorecer os banqueiros,e sim os milhares de correntistas que ficariam a ver návios caso o governo não intervisse,sem falar no abalo que isso causaria no mercado financeiro.Lamentável,isto sim,é a impunidade dos responsáveis.
Teresa Silva , NOVA FRIBURGO-RJ - Bibliotecária
Enviado em 8/1/2007 às 17:51:21
Se o banco é nosso, por que não destinar os gastos com essa campanha para descontos proporcionais nas tarifas e serviços? Os donos ficariam agradecidos.
Haroldo M. Cunha , São Gonçalo-RJ - Gestor Social desempregado
Enviado em 8/1/2007 às 15:39:57
"A quem cabe discutir uma discutível campanha publicitária? E a quem cabe defender o patrimônio e a imagem de um banco público como o Banco do Brasil?" "Nos dois casos, a resposta é: a imprensa." ?????????Custo a entender o porque dessa campanha anti-governo do Sr. Dines. Qualquer coisa feita pelo governo é logo taxada de, no mínimo, burrice! A imprensa não tem que discutir nada neste país, ela tem que informar o público sobre algo, o julgamento cabe às pessoas isentas, ou seja, a população. Não preciso explicar, pois o próprio Dines explica isto. Verba publicitária ~do Banco do Brasil não é verba pública, advem do recursos captados pelo banco. Pública é a verba que foi retirada do tesouro (várias vezes) para cobrir rombo no seu balanço, com as dívidas dos usineiros, incorporadores, empresas financeiras etc. Aborde o caso e aí teremos uma concordância.
ney candia , cáceres-Mt - comerciario
Enviado em 8/1/2007 às 15:15:10
era só a imprensa publicar comentários contra a campanha para começarem a surrada ladainha de golpe das elites, oposição raivoza etc.. e etc..
Eduardo Mesquita , Goiânia-GO - Psicólogo
Enviado em 8/1/2007 às 15:14:09
Seguindo a posição de se "exigir" provas factuais para cada "eu acho" derramado por aqui, o Sr. Antônio Lopes deveria nos provar que o minuto de propaganda na Globo é mais caro que trocar - e "destrocar" - os luminosos do Banco do Brasil. Ousaria dizer TODOS os luminosos, mas não acredito que farão isso em cada agência do banco pelo país, mas apenas em grande parte com uma segmentação bem feita baseada na rentabilidade de cada uma. Sr. Antônio Lopes, tem condição de provar a discrepância de valor entre essa mão de obra toda (sem contar os inúmeros luminosos que se quebrarão no processo e coisa e tal) e a propaganda global? Se tiver, seria generoso nos mostrar, se não tiver então não fique falando besteiras com a intenção de bancar o advogado do molusco. Mas é esse o padrão, não é mesmo? Joga-se um factóide pra cima e aguarda-se o tumulto. Nunca na história dessepaiz tivemos tanta gente falando besteira por se sentir no direito, por estar agora "representado". Tenha santa paciência. Mas reitero meu pedido, se tiver os números, gentileza mostrar.
francisco ribeiro , osasco-SP - funcionario publico
Enviado em 8/1/2007 às 15:02:12
Tratar relações de mercado com romantismo, não tem espaço. Os funcionários se quiserem realmente defender a marca BB devem se preoculpar com a qualidade no atendimento aos clientes. Ajudaria a imagem do banco junto ao povo e perpetuaria a marca. A area de publicidade do BB agradeceria e os clientes tambem.
Clovis Pereira , Florianópolis-SC - Professor
Enviado em 8/1/2007 às 14:05:42
Não é ilegal Sr. Amorim. 20% é a taxa normal da comissão publicitária. Só que é uma receita extra muito generosa não há de se negar. Alguém lucrou mais com essa campanha nunca disse ilegal, mas nos dias de hoje, poderia se considerar amoral.
André Amorim , Brasília-DF - Economista e Funcionário do BB
Enviado em 8/1/2007 às 11:18:55
Professor Clóvis, Os dados contábeis dos Bancos, S.A. s, etc, são públicos. Assim, para saber "onde vai o lucro do Banco", acesse: http://www.bb.com.br/appbb/portal/ri/ret/MenuRet.jsp ,"Informações Úteis". Quanto a questão "o que são estes “fundo de pensão” do Banco do Brasil, a tal de Previ", http://www.previ.com.br/ Agora, Professor, o sr. não acha um pouco precipitado considerar que alguém está faturando ilegalmente em cima da campanha do Banco do Brasil, simplesmente por esta envlover muito dinehiro?
Marnei Fernando , Anapolis-GO - Publicitario
Enviado em 8/1/2007 às 10:40:31
Sou publicitário e achei a campanha do BB muito boa... O Banco do Brasil é o banco de todo brasileiro... é seu, é meu, é do João, é da Maria... a idéia é boa e louvável... A mídia e os própios funcionários estão dando pitacos preconceituosos ao caso... Será que se a campanha tivesse o Ronaldo Fenômeno e dissesse: O Banco do Ronaldo a mídia se importaria tanto? Se fosse Banco da Hebe Camargo teria tantos comentários contra? Mas se o banco é do Zé aí tem... Não se esqueça que proporcionalmente... o pobre tem muito mais assiduidade nos pagamentos que gente rica, no entanto, são mal tratados nas filas bancárias... Eu nunca ví uma pessoa da elite numa fila de banco... Você já?
Carlos Araújo , BRasília-DF - Funcionário do BB
Enviado em 8/1/2007 às 10:18:23
Esclarecendo: O funcionário do BB não é estatutários, e sim "CLTistas". Por isso, não tem estabilidade e podem sim, ser demitidos.
Clovis Pereira , Florianópolis-SC - Professor
Enviado em 8/1/2007 às 09:27:12
Para o André Amorim 1-Se o Banco do Brasil não desse lucro seria de estranhar. Só com taxas cobradas devem pagar a folha de pagamento completa, imagina com os juros exorbitantes que cobram. Bando dar lucro no Brasil é normal ou quebrar por fraude, e o governo não punir os responsáveis, também é normal. 2-Se o governo é o maior acionista, ele é maior parte pública. E uma coisa que o Amorim poderia me fazer o favor de informar é para onde vai o lucro do Banco do Brasil? Se for para investimentos, sei que cobra juros que vão render mais lucros ainda. Gostaria que o Amorim me explicasse o que são estes “fundo de pensão” do Banco do Brasil, a tal de Previ, não é? 3-A campanha é ostensiva. Agride quem sabe o custo de se fazer uma fachada. A parte da internet é fácil, só pagar bons programadores, mas foi sem aviso, várias pessoas que conheço acharam que é uma página falsa. Imagina o custo gráfico de uma campanha destas, na base do 20%, alguguém ganhou muito dinheiro com isto. 4-Vale lembra que algo neste país tem que ser social. Sei que um banco deve ser encarado como negócio, mas o Bando do Brasil a muito deixou de ser público, já é privado por alguma entidade muito misteriosa. Gostaria de saber pra onde vai este lucro todo. Se for para investimentos no próprio banco o Brasil não ganha nada. Só quero entender, afinal eu sou um leigo.
Cid elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 8/1/2007 às 00:44:00
Estudante e funcionário do BB, Bruno. Por gentileza, onde posso encontrar uma notícia que comprove as gravíssimas revelações que nos fizestes agora? Tens, como funcionário do BB muitíssimo bem informado que és, alguma resistência de nos trazer os nomes dos 3 vice-presidentes e dos 4 altos diretores, os quais indiretamente acusastes de estarem todos ENVOLVIDOS no tal do mensalão? Usando tuas palavras, poderias, quem sabe, nos revelar também quando e por ordem de quem "FORAM APOSENTADOS" sete altos funcionários (sete é conta de mentiroso, já dizia minha vó!)? Vamos lá! Ninguém está desqualificando-o, apenas esperamos que [ ] comprove as palavras que publicastes neste espaço. Estou convicto que [ ] não terás coragem de assumir que as informações aqui postadas por ti são incorretas, para não dizer falsas, mudarás de assunto no próximo comentário, atacando que te questionou ou te farás de abestado pra não responder, ou ainda pior, passarás um tempo desaparecido do OI...e então? Que dizes? Estaremos no aguardo, grato. * Te aconselho a não ler tantos jornais como tens feito, dá nisso que acabamos de ver.
Bruno  Resende , Belo Horizonte-MG - Estudante - Bancário/ Funci. BB
Enviado em 7/1/2007 às 22:33:39
Se o argumento é um "se"contrafactual não há o que discutir. Por princípio me desqualificam, não perderei tempo com alguém que "deve" ter laços "afetivos $$" com o BB. Privatização de fato já ocorreu. Falta apenas a formalização. Não à toa quando do escândalo mensalão 3 vice-presidentes e 4 alto diretores "FORAM APOSENTADOS". Sem contar o cargo do Sr. Caffarelli que antes quem ocupava era o Sr. Pizollato, lembram ???. Mesmo "se" apenas estágiario fosse mereceria algum crédito. Pelo menos de Quem "se" dá ao trabalho de ler jornais.
Daniela staub , floripa-SC - adIministradora
Enviado em 7/1/2007 às 21:40:29
Engraçado o sujeito de nome Bruno. Resolveu se identificar como bancário e func. do Banco do Brasil justamente quando o assunto do artigo levanta a bola para que apareçam supostos funcionários com disposição de espinafrar a instituição. Bruno, por que razão preferistes te mostrar como estudante e não como bancário e func. do BB em teus comentários recentes feitos no OI? Ficastes com receio de algum petista te taxar de parasita? Eu poderia apostar: 1- Tu não pertences nem pertenceu aos quadros do BB 2- Ou, se pertenceres, teu nome de batismo não é Bruno Rezende. Então, estou errada?
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 7/1/2007 às 20:58:48
Bruno Resende, você deve ser estagiário. Não conhece nada do BB. Palavra de quem conhece.
Antonio Lopes , são paulo-SP - professor
Enviado em 7/1/2007 às 17:41:49
Vcs sabem quanto custa um MINUTO de propaganda na rede globo no meio da novela ou do JN?É muito mais que os 300 luminosos com o nome das pessoas, então qual é a polêmica?Resposta: aporrinhar o LULA não é??E sinceramente gostei muito da idéia do publicitário!
Bruno Resende , Belo Horizonte-MG - Estudante - Bancário/Funci. BB
Enviado em 7/1/2007 às 13:59:41
O Banco do Brasil perdeu sua função pública há muito . É dirigida por um "ESTAMENTO BUROCRÁTICO" ( perdão Max Weber) de formação acadêmica média "pretensamente competente" que se esconde atrás da legislação e imagem de empresa Pública para manter seus cargos e salários. Pelos comentários vejo que não só o governo mas os Brasileiros desconhecem profundamente o que é o Banco do Brasil. Melhor exemplo (na acepção marxista) do discurso de uma classe aceito e disseminado como interesse /benefício de todos, no caso os "Brasileiros". Agências lotadas, poucos funcis atendimento, há agências que não emitem CPF numa tentativa de diminuir o fluxo de cidadãos, os recursos e funcionários são direcionados para atendimento de clientes perfil Alta Renda deixando o cliente pobre e médio sem tratamento adequado, 36 bilhões para "Agronegócio- 200 anos de Banco do Brasil" -, terceirização de serviços para ESTAGIÁRIOS, VALOR do Patrocínio à seleção de Vôlei não é DIVULGADO... O Banco Do Brasil já foi privatizado. O alto lucro de 2006 não passa nem longe por mérito dos diretores ou do Governo. É simplesmente resultado dos altos juros pagos pela população e Títulos do Governo - além de 800 milhões repassado pela PREVI numa manobra ardilosa que deixou de beneficiar os funcis participantes. Repito não se enganem !!! De Republicano só o discurso. O BB é tão PARASITA quanto qualquer outro Banco.
Fábio José  de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 7/1/2007 às 10:06:31
Fiquei mais bem informado lendo o comentário do André Amorim do que se tivesse lido dezenas de colunistas de Economia.
Gustavo Conde , Campinas-SP - lingüista
Enviado em 7/1/2007 às 01:04:00
Lendo esse artigo do Dines me lembrei dos pequenos jornais do interior, com aqueles geniais colunistas sem assunto. Faltou a propaganda do xarope.
Daniela staub , floripa-SC - adIministradora
Enviado em 6/1/2007 às 20:32:43
Senhor Berger, disse que o fhc torrou bilhões para evitar prejuízos aos correntistas, não foi? Tive a impressão que achaste correta a manobra traiçoeira do lesa-pátria repugnante. Me explique o que o povo brasileiro tinha a ver com o problema de pessoas que possivelmente não receberiam quantias aplicadas no banco X (porque o juro pago era bem acima do mercado), se elas optaram espontaneamente? Qual a razão pra socorrer banqueiros com dinheiro público se a situação da empresa deles ter sido causada por má gestão, irresponsabilidade ou quem sabe até uma falência jurídica forjada, visto antes terem combinado com um Armínio Fraga qualquer, o recebimento de seu quinhão no maldito proer? Segundo sua teoria o fhc também deveria ter salvo os participantes dos consórcios de carros que fecharam as portas dando cano em milhares de investidores, deveria ter salvo a Transbrasil onde eu perdi 5 passagens recém compradas para viajar de férias com minha família, deveria ter ajudado os clientes do Boi Gordo, etc. Mas cada um pensa de acordo com os valores morais recebidos ao ser educado pelos pais.
Francisco das Chagas Alves , PAULISTA-PE - Comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 18:06:38
A quem o geniozinho da propaganda quis agradar? Certamente, não foi à grande maioria da população que mantém laços afetivos com o maior banco do país. Digo que o geniozinho bajulava outro público por duas razões, entre outras: 1) o cidadão comum ao ver o letreiro do banco público alterado nunca dirá aos seus botões: "puxa, que sacada genial!" Aposto que seu pensamento será de apreensão pela mudança. Não foi para o cidadão comum que o geniozinho colocou o artigo definido diante de nomes próprios. Foi para um "nicho" (coisas do jargão de mercado) que gosta de lascar "os" e "as" onde não devia: o banco DA Ana, o banco DO Bruno.
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 6/1/2007 às 17:58:27
Sou correntista do Banco do Brasil e infelizmente cheguei a conclusão que estão usando o mesmo para aumentar o lucro abusivo dos demais bancos. Ora, se o Banco do Brasil está cobrando para saques nos caixas eletrônicos, nós tambem temos o direito de cobrar, nossas taxas são menores do que as do Banco do Brasil. Nesse vespeiro, acho que ninguem terá coragem de meter a mão.
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 6/1/2007 às 16:50:28
O grande mal do jornalismo de hoje está nos jornalistas. Malformados e mal informados. Trabalham no "achismo". Querem falar, ainda que besteiras. É preciso que a classe, que detém excelentes profissionais, atente para isso e tome providências. Tudo se extingue, se não bem conservado. No jornalismo podem-se admitir "pernas-de-pau". O perigo são os "munhecas-de-pau".
Cid elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 16:39:14
Ivan galáctico, quanto foram os bilhões "sacados"para cobrir o rombo da Petros? O tal rombo foi causado devido à ações protagonizadas por quem, quando e de que maneira? Se a notícia deste fato foi veiculada em 2005, estás então a insinuar que os tais Bilhões do deficit dos fundos de pensão da Petrobrás é resultado de dois anos da atual gestão? Aguardo estes complementos ao seu comentário, pois quando se afirma algo como se fosse a verdade absoluta, pressupõe-se que o autor da afirmação tenha dados concretos e confiáveis para embasar a informação dita. Outra questão se puderes responder: socorrer fundos de pensão como o Petros, garantindo complemento nas aposentadorias dos milhares de ex-funcionários, para o nobre jornalista comparativo é IGUAL a doar bilhões de reais a meia dúzia de banqueiros? *Tenho alguns arquivos com notícias sobre o caso, como este:"...do déficit de R$ 8 bilhões em suas contas. Por isso, os petroleiros descartam pagar pelo rombo, que deverá ser arcado integralmente pela Petrobrás. "Esse déficit ocorreu porque o fundo foi mal administrado e porque a gestão anterior trabalhou com premissas atuariais equivocadas", disse Antonio Carrara, coordenador da FUP.Entre as premissas erradas estariam a expectativa de vida subdimensionada, previsão equivocada de arrecadação futura." fonte-FSP
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 6/1/2007 às 09:13:45
Pois é,enquanto um governo torra bilhõs para sanear bancos falidos,para evitar prejuízo aos correntistas,outro saca outros tantos para cobrir o rombo da fabulosa Petrus,da fantástica Petrobrás.Quanto aos lucros descomunais do BB,até criancinha de chupeta sabe que isso está longe de significar competência administrativa,em vista das mamatas que o setor bancário vem obtendo pelo fato de os governos terem se tornado reféns do mercado,pela necessidade de financiar a bola de neve da dívida pública.Daí que citar o BB e a Petrobrás como paradigmas do modelo estatizante baseando-se em lucros fantásticos os quais,sejamos honestos,ambos não fazem mais do que sua obrigação em obter,só mesmo pela internet,sem correr o risco de levar aquela vaia sonora destinada aos cabeças de bagre.E depois eu é que sou o perna de pau.
Márcio Vieira , Salvador-BA - Jornalista
Enviado em 6/1/2007 às 00:51:37
Eis o grande problema enfrentado pela imprensa; a liberdade de empresa. O jornalista, dentro da sua concepção, quer e deve enfrentar os desafios, mas se depara com a grande questão que é não ter o poder de "soltar o verbo", pois, a empresa onde trabalha sempre estará presa ao cabresto da dependência econômica o que impede a democracia jornaíistica. Continuemos a lutar contra issso. Um dis, quem sabe...
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 5/1/2007 às 23:40:11
O Governo detém 51% do capital do BB, logo, o BB não é um órgão público, mas sim de economia mista. O que acham os seus demais acionistas ( os restantes 49%)? Acho que o Dines gosta mesmo é de gerar polêmica, claro que, sempre, vinculando-as ao atual governo . [ ]
Cid elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 5/1/2007 às 22:45:26
O economista e fucionário do Banco do Brasil André Amorim esclareceu, tentou abrir os olhos dos sabidinhos que adoram afirmar baboseiras sem entender patavina de nada, informou beeeem "mastigadinho" como funciona a instituição BB, que nesta gestão obteve o maior lucro da história, o maior da América Latina. Mesmo assim os sabidinhos não conseguem compreender que para se chegar a resultados tão positivos, somente com uma boa administração, investimentos em propaganda, etc. Prefiro que os bancos, seja o BB, Itaú ou Bradesco, lucrem alguns bilhões de reais, do que uma certa administração recente queimar 25 BILHÕES de reais do erário, na imoralidade acobertada pela imprensa amiga, a festança chamada PROER, quando os senhores que continuam com bola cheia nesta mesma mídia grande, "socorreram"(como é?) seus camaradas, "pobres banqueiros incompetentes coitadinhos", com a balela de evitar um colapso no setor! Colapso coisa nenhuma! Quebrou por má gestão, não cuidou do patrimônio próprio e dos investidos por terceiros?! E o quéco? Quéco povo brasileiro têm com isso? O Banco do Brasil agora é um orgulho, bem como a Petrobrás, provando que a falácia "estatal só dá prejuízo" foi repetida por estes vestais única e exclusivamente para justificar suas roubatizações criminosas, a ex. da da Vale do Rio Doce. Até hoje, eles não explicaram o que fizeram com 100 BI destas privatarias lesa-pátria.
Mauro d.Fant , Belo Horizonte-MG - Publicitário
Enviado em 5/1/2007 às 21:19:49
Que Banco? Hoje as agências do BB estavam simplesmente insuportáveis, não se vê nenhum funcionário do banco nas longas filas dos caixas eletrônicos, apenas um mero estagiário. Não tem caixas, gerentes? Dou uma pepita de ouro para quem me disser que conseguiu falar com um gerente do BB. Os funcionários do BB há muito se julgam donos do banco. O péssimo tratamento dado aos clientes é um exemplo, já que não podem ser demitidos. Gostei da idéia da campanha, mas só peço se forem utilizar o meu nome, que primeiro corrijam as gravíssimas falhas do BB, pois no meu banco quem vai mandar sou eu e não um gerentinho qualquer.
jose justino  souza neto , cabo frio-RJ - apos., ex-funcionário do BB
Enviado em 5/1/2007 às 19:45:47
No auge da fase de doação de estatais, o des-governo tucano e pefelista havia iniciado um projeto milionário de descaracterização do BB como patrimônio do povo brasileiro. O ponto de partida do projeto seria a mudança de nome: de "Banco do Brasil" para "Banco Brasil" trocando inclusive a fonte clássica e sóbria que acompanha há muito tempo o seu nome por outra de estética vulgar e "modernosa" (moderno duvidoso). Para isso, gastou uma fortuna em propaganda apenas com o público interno. A tentativa de descaracterizar o Banco esbarrou na resistência de seus funcionários mas na época não teve eco na imprensa e, tenho certeza, não foi motivo de comentários idiotas e caluniosos, como os que vejo neste blog, dos falsos moralistas "educados" pelo imprensalão e enviuvados com a morte política do fantoche da Opus-Dei.
Jose de Almeida Bispo , Itabaiana-SE - Publicitario, radialista e webmaster
Enviado em 5/1/2007 às 19:32:23
Na TV a propagando ficou uma graça. Coisa de gente grande, mesmo. Mas daí a radicalizar - com tremendo ônus, inclusive - e mudar nas fachadas... ora, o menos inteligente dos marketeiros sabe que a marca, por si só já é tudo. Ou alguém ficaria na dúvida sobre a que se refere um livro que tenha uma cruz impressa na capa? Logo, independente de intenções outras já expressas por aqui, me solidarizo com os funcionários.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 5/1/2007 às 18:37:56
Nada contra o BB,a Petrobrás,a Caixa,enfim,que qualquer estatal continue a gastar os tubos em campanhas publicitárias,patrocínios e até doações a ONGs ligadas ao governo,já que a propaganda é a alma do negócio.O problema é a manipulação e malversação dessas verbas milionárias,que historicamente tem sido desviadas para fins ilícitos,tipo caixa 2,valeriodutos e outros dutos tais e quais,inclusive para abastecer a imprensa amiga.Como não há um mecanismo eficiente de controle sobre a distribuição desses acepipes,é natiral que campanhas desse vulto chamem a atenção,ainda mais se de duvidosa qualidade,como parece ser o caso desta que os próprios funcionários do banco estão rejeitando.Não sei qual a agência responsável,nem os critérios pelas quais foi feita a escolha,mas considerando os antecedentes,não me surpreenderia que a coisa tenha caido nas mãos de amigos do rei,de repente do próprio Lulinha,cuja empresa,como se sabe,vai de vento em popa.Maldade minha ? Alguém se habilita a por a mão no fogo ?
Ítalo  Cavalcanti , Fortaleza-CE - Vendedor
Enviado em 5/1/2007 às 17:44:04
Vejo essa campanha publicitária ,altamente ,criativa. Nada mais justo comemorar os duzentos anos do Banco do Brasil com uma campanha inovadora,inteligente e prestigiando os "nomes" mais comum do povo brasileiro. O que me admira é o Sr. Dines criticar a imprensa, onde essa mesma "imprensa" fez uma cobertura parcial das eleições presidenciais e o mesmo Dines a defendeu com unhas de dentes. É, mais ,uma prova que temos uma crítica seletiva!!!
Silvano Carvalho , V. Velha-ES - Advogado
Enviado em 5/1/2007 às 17:24:37
Acho que AD gostaria que fosse assim: BB Ad. Que está parecendo que deu certo a mudança está, até o AD que só fala bem da mídia, está falando bem dos funcionários que quando fazem greve por melhores salários, são combatidos pela grande imprensa.
José Luiz Coelho , Curitiba-PR - Empresário
Enviado em 5/1/2007 às 17:20:14
As verbas de publicidade estariam para a Grande Mídia assim como a Bolsa-familia para os pobres? Eis a questão.
Nilton Andrade Bergamini , Bauru-SP - Micro-empresário
Enviado em 5/1/2007 às 15:09:38
Dines, concordo com você em relação à covardia da imprensa em não enfrentar seus patrocinadores, o que realmente nunca foi novidade. Aliás além de não enfrentá-los ainda fazem seu jogo, divulgando reportagens e noticiários em seu favor. Mas discordo sinceramente dessa visão retrógrada, o banco é uma instituição capitalista, uma empresa que visa o lucro sim e para isso tem que investir em publicidade sim. E tem feito isso muito bem, é uma campanha ousada que pode dar certo e trazer para o banco um retorno bem lucrativo. Para os funcionários pode parecer um desperdicio de dinheiro mas pode ter certeza que, tirando a picuinha que você tem com qualquer órgão vinculado ao governo atual, é um bom INVESTIMENTO e vai trazer retorno com certeza.
Fabio Alves , Brasília-DF - Bancário (CEF)
Enviado em 5/1/2007 às 14:35:15
O comentário foge do assunto, mas é uma reflexão que o texto me suscitou. "A quem cabe discutir uma discutível campanha publicitária?" Essa pergunta pode ser respondida de muitas maneiras, mas me levou a uma outra reflexão: "A quem cabe discutir a imprensa?" Se é papel da imprensa discutir todo e qualquer assunto que interesse à sociedade, é preciso que a imprensa funcione com uma auto-crítica constante, é fundamental essa auto-análise ininterrupta. Entretanto, considero sintomático que a imprensa, que analisa e fiscaliza tudo e todos, não aceite ser analisada ou fiscalizada senão por si mesma, embora não o faça. Vejamos o exemplo do CONAR, com sua proclamada "auto-regulamentação", que não funciona e não regula a publicidade com eficiência e imparcialidade. Da mesma forma, uma imprensa que solta gritos de liberdade e fala em volta da censura se "alguém de fora" ousar analisá-la, não funciona e não se regula. É preciso que a imprensa, que tanto aponta seus dedos, ainda que por força de sua natureza e missão, para tantas outras faces da sociedade, aprenda a lidar com os dedos alheios que lhe são apontados, sem sustos, sem drama, com maturidade. Parabéns ao OI pela tentativa de ser um canal maduro, profundo e isento de análise e crítica da imprensa do Brasil e do mundo!
Almir  Fernandes , Rio de Janeiro-RJ - Arquiteto e Urbanista
Enviado em 5/1/2007 às 13:48:49
Prezado Dines, Ouvi hoje na MEC seu comentário. V. acertou em tudo: na imprensa (sabe lá o que é uma página dupla colorida?); veiculando a reação dos funcionários; e levantando a conseqüêcia da "brincadeira . Exatamente: cada firma que foi paga p/ tirar o painel antigo e colocar o novo, vai ser paga de novo p/ tirar o novo e recolocar o antigo. Concordo com V. como cidadão, como acionista, como contribuinte do tesouro Nacional (maiior acionista e controlador) e como correntista do BB. Desde ontem estou tentando encaminhar minhas queixas à Ouvidoria do BB, via Internet, mas o sistema estava lerdo. Com o scumprimentos de Almir Fernandes.
André Amorim , Brasília-DF - Funcionário do BB, Economista e Analista
Enviado em 5/1/2007 às 13:31:38
... repete a tomada quando do projeto que sugeriu mudar o nome da instituição para “Banco Brasil”; 4- Também polêmica a postura do sindicato, que eu particularmente desaprovo, mas respeito; 5- Apesar da facilidade de mensurar os gastos de uma campanha publicitária de tal porte, é extremamente difícil apurar seus resultados, sendo necessário tempo para medir com mais substância os ganhos; 6- Mesmo assim, tem-se uma idéia de seu impacto pelo aumento expressivo de acessos ao site do Banco (de uma média de 700 mil/dia para 2.700 mil/dia no primeiro dia da campanha). Por isso, Sr Dines, dizer que o Banco do Brasil desperdiça dinheiro com sua campanha é uma OPINIÃO e deve ser tratada como tal. Dizer que é necessário defender a imagem e o patrimônio do Banco, são afirmações precipitadas que partem de premissas equivocadas: A imagem do Banco será fortalecida no caso do êxito da campanha, com conseqüente valorização e crescimento de seu patrimônio.
André Amorim , Brasília-DF - Funcionário do BB, Economista e Analista
Enviado em 5/1/2007 às 13:30:10
Muita desinformação e ignorância, tanto nos comentários quanto no artigo: Sobre o Banco: 1- O Banco do Brasil S.A é uma sociedade de economia mista, onde o governo é seu maior acionista; 2- É um Banco lucrativo, tendo atingido no ano passado recorde histórico, o maior da américa latina; 3- Sua receita provêm de seu negócio, sendo que o atual governo não gastou nenhum tostão com a instituição, o que é o ideal e esperado. Desta forma, achar que determinado gasto do Banco é fruto do imposto pago pelo cidadão é besteira. 4- Seu lucro é bom pro governo, que lucra como acionista, consequentemente é bom para o País; 5- Aliado a esse lucro, a ingerência federal cumpre seu papel no sentido de definir direcionamentos para o cumprimento da missão social do Banco, seja no formento à agricultura, à indústria, à micro-empresa, ao comércio exsterior, etc.. Sobre a campanha: 1- O gasto da campanha provêm do orçamento destinado ao marketing do BB que, importante frisar, é fruto do negócio extremamente lucrativo que o Banco tem, e não do dinheiro de contribuintes; 2- é polêmica e ousada, mas teve boa aceitação pelos clientes e parte dos funcionários; 3- Nosso sindicato se mostrou contra a iniciativa, alegando entre outros, que o objetivo é desvincular o nome do BB a seu cunho social, preparando terreno para uma futura privatização. Tal postura, aceita por muitos, ....
Admilson Santos , Salvador-BA - Jornalista
Enviado em 5/1/2007 às 13:22:24
Não há nada demais com a campanha, ao contrário, é ousada, criativa e surpreende. Se há descontentamento dos funcionários, ok, concordo que se tem aí uma pauta, mas endosso o que outros leitores já falaram: o BB fez uma bela campanha e está de parabéns.
ivan bispo , cristalina-GO - ambientalista
Enviado em 5/1/2007 às 12:44:53
O BB é uma sociedade de economia mista. Certo? Qual o pecado de uma campanha publicitária? É proibido as S.A fazerem propaganda? Tem algumas criticas, sinceramente, que não consigo ver um viés profissional nelas.
João Carlo Albuquerque , São José-SC - Comerciante Industrial
Enviado em 5/1/2007 às 12:33:57
Não esqueçamos que é Banco, mesmo sendo autarquia e estando subordinado ao Governo Federal. O Marketing e a propaganda (nunca gostei destas duas palavras) sempre foram aliadas e instrumento de atração deste tipo de Instituições. Agora não entendo, a Grande Imprensa não é Capitalista em sua essência? ou neste caso serrvem os princípios do Socialismo como contra-argumento? Com a resposta Vossa senhoria.
Carlos Alberto Silva , Florianopolis-SC - Engenheiro
Enviado em 5/1/2007 às 12:25:13
No caso, trata-se de uma reforma e rejuvenescimento do visual misturado com marketing, como seria uma mudança de logo por exemplo. A publicidade estaria subliminada, de forma indireta, mas certamente virá conjuntamente com uma ampla campanha na mídia para apresentação do novo "visual". No entanto, por tratar-se de dinheiro público, caberia sim um questionamento deste gasto em tempos de "vacas magras". Melhor seria ele aplicado no esporte de base ou na cultura de raíz. E por essas e outras que sou totalmente contrário à publicidade oficial, seja ela Municipal, Estadual o Federal (mesmo no caso da referida autarquia e sabendo tratar-se de un Banco). Aliás Dines, a Imprensa de modo geral nâo é a favor da Privatização? Ela que procure publicidade e anunciantes na iniciativa privada. Obra e ações de Governo enxergam-se na prática, não através de publicidade.
Marco Costa Costa , São Caetano do Sul-SP - T.P.A.
Enviado em 5/1/2007 às 12:04:18
Para que haja verbas para necessidades básicas, tais como: Saúde, educação, habitação, emprego, salário mínimo decente, o correto seria não fazer nenhum tipo de propagando de empresas vinculadas diretamente com a Federação, Estados e Municípios. Na realidade gasta-se fortunas em propagandas enganosas, pois quando vamos a essas empresas pôr imposição do sistema somos muito mal atendidos. Portanto, o que os governantes estão fazendo, nada mais é que jogar dinheiro fora e, também alimentar a corrupção, bem como agradar às empresas de comunicação, a fim de que as mesmas não façam oposição a seus mandos e desmandos.
Ricardo Fraga Lopes , Juiz de Fora-MG - WebMaster
Enviado em 5/1/2007 às 11:13:46
Não vejo nada de mais na mudança feita pela campanha publicitária. Afinal de contas, se é o banco "do Brasil", nada mais brasileiro que os Joãos e Marias que aqui moram. Achei muito interessante a campanha. Não é qualquer instituição (ainda mais uma que está prestes a completar 200 anos de existência) que se dispõe a mudar a fachada de suas agências para tentar ficar com a "cara" -no caso, o nome - de seus clientes, o povo Brasileiro. Parabéns ao Banco do Ricardo.
Menjol  Almeida , São Paulo-SP - Analista Cobrança
Enviado em 5/1/2007 às 10:57:35
Talvez os funcionários também devam questionar a publicidade do banco nos panfletos fascistas de absurdas tiragens, como Veja, ou a notória revista do acupunturista do Geraldo Alckmin, aquela que enriqueceu às custas de anúncios da Nossa Caixa.
renato vieira , Ribeirão preto-SP - ilustrador
Enviado em 5/1/2007 às 10:47:04
Sugestões de nomes: Banco do Marcos Valério, Banco do Delúbio, Banco do Silvinho, Banco do Lorenzetti, Banco do Pizzolato,Banco do...
Dante  Caleffi , rio de janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 5/1/2007 às 10:26:28
Por enquanto,nenhuma agência foi batizada de Luís Inácio.Isso já e´tranqüilizador. O foro adequado para essa discussão é a assembléia de acionistas.O Banco do Brasil ,tem o direito de adotar as estratégias mercadológicas convenientes aos seus objetivos.Desconhece-se ,manifestações de funcionários do BB,em favor dos clientes,contra taxas de juros,de administração,de tarifas, de filas de espera. Trata-se de disputas corporativas internas,tentando atrair atenções externas.
Pedro Levindo , Salvador-BA - administrador, estudante de jornalismo
Enviado em 5/1/2007 às 10:20:32
Não sei o custo da campanha, mas a idéia, de início, não me parece ruim, até porque naturalmente o banco não deixará de se chamar Banco do Brasil para virar Banco do João indefinidamente. Eu só me pergunto se os funcionários do Banco do Brasil se revoltam com o fato da instituição "deles" (no caso, minha também) financiar o MST por via de publicidade em revistas do grupo ou ser responsável por boa parte das receitas publicitárias de publicações pró-governo como a Carta Capital.
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