ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 469 - 9/2/2010
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A IMAGEM FIXA
(que, no entanto, se move)

A quem cabe o papel de Chapeuzinho Vermelho

Por Eugênio Bucci em 22/1/2008

Na quinta-feira (17/1), uma foto cobriu a maior parte da metade inferior da capa de O Globo. Feita por Gustavo Miranda, ela mostra o presidente Lula no instante em que cumprimenta, no Palácio do Planalto, o senador Edison Lobão (PMDB-MA), confirmado como o novo ministro das Minas e Energia. Ao fundo, à direita, um Cristo crucificado de cabeça baixa pende na parede em lambri de madeira. À esquerda, Lobão tem o semblante sério, circunspecto, como que cioso da responsabilidade. O presidente da República guarda uma fisionomia também séria, mas sua seriedade é menos cívica e mais taciturna, funérea, acabrunhada, como se desse os pêsames ao circunstante. Lula tem os olhos baixos, como Jesus Cristo, logo atrás. Seus, a bem da verdade, estão pregados no chão.

Governos habitualmente comemoram a chegada de novos ministros, anunciados com aquele ufanismo típico de "agora, sim, a coisa vai". Dessa vez, a cena transmitiu desaponto no rosto presidencial. A foto de Gustavo Miranda é o retrato da notícia, sem pôr nem tirar.

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Sem cair na lengalenga segundo a qual uma imagem vale mais que mil palavras – o que não é verdade, nem como força de expressão, pois a imagem, no jornalismo, enuncia parte do discurso, complementa-o, mas não é capaz de, sozinha, fazer o discurso, ou seja, ela "fala" ao lado das palavras, sem, contudo, substituí-las, tanto que precisa repousar sobre um alicerce de palavras a que chamamos legenda –,
podemos dizer que a fotografia, nessa capa do Globo, gritou em sintonia com a manchete, que dizia: "Lobão vira ministro apesar de denúncias e crise energética" (as denúncias diziam respeito ao filho do senador, seu suplente, e não vêm ao caso). Diante da foto pendurada na manchete, o leitor se dá conta de que o país tem um novo ministro e de que o presidente da República parece que teve de engoli-lo a contragosto. "Vai tu mesmo".

No dia seguinte, no mesmo jornal, um dos mais sagazes cronistas da política brasileira, Chico Caruso, que escreve com desenhos em lugar de frases, comentou a fotografia. Ele a recortou, eliminou o fundo – Caruso limou Jesus Cristo – e ali perpetrou o que os artistas chamariam de "intervenção".Sobre o vulto cabisbaixo do chefe de Estado e de Governo, rabiscou um capuz vermelhão, fantasiando Lula de Chapeuzinho Vermelho. Na legenda, um travessão abre a pergunta: "Mas por que essa tristeza tããão grande?" Dado o contexto, deduz-se que é o Lobo quem dirige a pergunta à Chapeuzinho. Que cala.

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***

E então? Por que tanta tristeza?

A fotografia, voltemos a ela, parece ter flagrado um descuido, um lapso do presidente, num momento que em que este, talvez distraído, deixou transparecer o seu verdadeiro estado de espírito. O leitor tem a sensação de que Gustavo Miranda fotografou em "raio-x", quer dizer, foi capaz de enxergar além das aparências convencionais. A imagem que capturou tem assim essa aura de ter descortinado o que não era para ser declarado.

O instituto da fotografia desfruta de uma autoridade imbatível no jornalismo. As recentes possibilidades das trucagens digitais, de manipulação eletrônica, não lhe retiraram a força. Imagens fotográficas são recebidas pela cultura corrente como um índice indiscutível da realidade. Dizem até que, diante de uma boa câmera, manuseada por um profissional atento, ninguém consegue fingir.

De outro lado, não se pode recusar a hipótese de que Lula, com seu talento nato e, depois, finamente trabalhado, de comunicador, não tivesse consciência de que sua expressão facial, se publicada na imprensa, funcionaria como nota oficial à nação. Assim como os editores de jornais recorrem às fotos para dar prolongamento ao sentido das palavras – as fotos muitas vezes informam aquilo que, não raro, os personagens que nelas aparecem não têm como ou por que proclamar de voz própria –, os políticos também recorrem à presença dos fotógrafos para dizer gestualmente o que preferem não dizer de voz própria. Um exemplo: conseguem falar sem falar quando, sabendo-se observados pelas objetivas, adotam um jeito específico de olhar, ou não olhar, para o interlocutor.

A imagem fotográfica é assim um ponto de encontro entre o dever de apurar os fatos, que cabe ao jornalista, e a vontade de aparecer desse ou daquele modo, que move o político. De forma privilegiada, é por meio dela que a cena teatral da política vai a público.

Quadro a quadro

Portanto, a pergunta "Por que tanta tristeza?" adquire um pouco mais de complexidade. A resposta obrigatoriamente transita entre duas alternativas. Se a tristeza é sincera, ela se deve ao inconformismo silenciado de quem teve de se dobrar diante de algum constrangimento. Se a tristeza é calculada, ela reflete a condição de quem gostaria que pensássemos que está constrangido. O mais interessante é que uma alternativa não exclui a outra: ambas podem muito bem se mesclar. O político seria aquele, então, que finge que é constrangimento o constrangimento que deveras sente – e o fotógrafo seria aquele que flagra como espontânea uma reação ensaiada, embora, em se tratando de política, sempre exista uma dose de imprevisibilidade no cálculo e uma forte presença de cálculo na improvisação e até mesmo no ato falho.

Frente a tantas sutilezas e ambigüidades, a interpretação, digamos, "cartunística" da fotografia no traço de Caruso tem o dom de reduzi-la a um jogo estanque entre bem e mal. Quando posto no lugar da pobre e indefesa Chapeuzinho Vermelho, assediada por um Lobo Mau que, se necessário, saberá se fazer passar por vovozinha, o presidente da República é retratado como uma vítima tristonha de algo que se
passou sob suas barbas sem que ele pudesse impedir. O leitor, sem se dar conta, vai se compadecer: pobre presidente. Desse modo, a charge tende a fixar uma moral da história, reduz as possibilidades de sentido da fotografia.

Ocorre que, na vida prática – e sobretudo na vida pragmática –, a moral da história, bem como a própria história, tem esse incômodo atributo de se mover, de ir para um lado, para outro, de deslocar-se mesmo quando posta em imagem congelada. Não por acaso, na capa de O Globo do sábado (19/1), fez-se necessária uma nova reinterpretação da fábula infantil mais perversa da semana que passou. Aí, o mesmo Chico Caruso arranjou um outro ator para fazer o papel de Chapeuzinho Vermelho ou, melhor, arranjou uma atriz, como convém. Vestiu de Chapeuzinho a ministra Dilma Rousseff. O seu desenho criou uma cena estapafúrdia e, por isso, cômica. Irrompendo por detrás de uma árvore, Lobão prega um baita susto na Chapeuzinho. Esta, com as feições da ministra, mas paramentada com um vestidinho ultra-infantil, dá um pulo em recuo, em marcha-ré. Na legenda, surge outra pergunta: "Por que esse apetite tão grande?"

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Não há como negar: ela fica melhor que o presidente na condição de vítima, mas ainda é o governo sendo vítima. Quanto à resposta à pergunta que ela faz, esta dependerá do desempenho de Lobão à frente de sua nova pasta. Veremos que apetite é esse a que se refere a Chapeuzinho-ministra. Por ora, não deixa de ser interessante que, na moral da história, que se move e se fixa como num filme quadro a quadro, o governo consiga figurar como vítima de um ato que ele mesmo praticou.

***

Começo aqui uma nova coluna no Observatório da Imprensa: "A imagem fixa (que, no entanto, se move)". Meu propósito é prestar atenção, de modo sistemático, regular, em um dos aspectos mais ricos do jornalismo impresso: o visual. De saída, admito que há, sim, um gosto pessoal na escolha do objeto: nada como ler jornal pelas figuras. A cada duas semanas, postarei um artigo. Comentarei imagens – fotos, charges, design, tipos, diagramação – e, por meio delas, quero ver se consigo tocar nos fios que fixam o sentido.

Para inaugurar a coluna, o caso do papel do Chapeuzinho Vermelho veio como que de encomenda. Não vejo, há tempos, uma seqüência tão eloqüente para demonstrar como, pela imagem no jornal, o sentido, o valor e a moral primeiro se fixam e depois vão mudando de lugar.

Comentários (21)
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Fernando Paiva , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 28/1/2008 às 08:55:46
Eugênio, meu caro, parabéns pela estréia! E, principalmente, pelo bom humor com que exerce seu espírito crítico. Faz bem ao fígado dos leitores, e este Observatório ganha com sua coluna um colaborador de peso.
René Amaral , Niterói-RJ - artista plástico
Enviado em 26/1/2008 às 01:41:57
Lula, pintado pela mídia mais bicuda, pra não dizer tucana, como ignorante, bronco, tosco, vagabundo, cachaceiro e outros epítetos menos respeitosos, demonstra senão uma habilidade, um ofício, mas mais que tudo uma intrínseca inteligência emocional. Não é só oratória, esta, quando fala para o povo, totalmente voltada para a platéia, patuléia, quando para os grandes chefes de estado surpreendentemente correta. Sua linguagem corporal convence tanto quanto suas palavras, grande ator, mais que tudo ele motiva suas platéias com suas atuações, inclusive de improviso, mesmo que sem ter 100% de sucesso acumula vitórias e parte do seu teflon político deriva daí. Passou exatamente o que queria, o ministro não era da escolha dele e se fizer "caca", a culpa é de quem o impôs! Lobão, te cuida, você encontrou foi o lenhador!!! Porque um machado tão grande?????
Sérgio Troncoso , Santos-SP - Industriário
Enviado em 25/1/2008 às 17:56:29
Aparentemente fui um dos que recebeu os recados dos colegas de blog.Sei pouco do jornalista Bucci,mas sei o suficiente,como por exemplo êle não pertencer aos jornalistas alinhados com o "mercado" do dinheiro fácil e nem tem a "pena alugada" a interesses corporativos.Mas mantenho a minha não "gostância" do texto.Divergir "faz parte".Abraços.
Fernando Pinto , São Paulo-SP - Jornalista aposentado
Enviado em 25/1/2008 às 10:27:25
Concordo inteiramente com a Adriana. Eugênio Bucci é um homem de trajetória digna. Não é quadro do PIG, longe disso, e o Observatório só tem a ganhar com seu ingresso como colunista fixo. Lembrem-se que ele presidiu a Radiobrás no governo Lula e releiam o texto.
Adriana Marques , São Paulo-SP - administradora
Enviado em 25/1/2008 às 08:53:11
Pessoal,o Eugênio Bucci é um jornalista conceituado e professor respeitado. Não vejo intenções anti-lulistas no artigo dele, não. Pelo contrário, é uma leitura interessante do uso da imagem. Vem-se somar ao Venício, Luciano, Luiz Antônio, Gilson e Muniz. Não o confundam com os reacionários que estão semanalmente aqui.
Nonato Menezes , Salvador-BA-BA - Aeronauta
Enviado em 24/1/2008 às 12:25:28
Meu caro Eugenio, tu poderias, talvez, usar mais imagens e menos palavras, pois vi muitas palavras em teu texto e pouca informação!
Helenise  Brant , Brasília-DF - jornalista
Enviado em 24/1/2008 às 12:02:29
Viva, Eugênio. Sua palavra é um jato de luz. Vida longa à coluna.
Sérgio Troncoso , Santos-SP - Industriário
Enviado em 24/1/2008 às 10:39:05
Sr. jornalista,não se trata aqui de ser contra ou a favor de nada ou de ninguém,mas o que o senhor construiu nêsse texto,foi uma peça de ficção em cima de uma percepção sua e do chargista.De minha parte,como não acesso o OI para ler contos,também fiquei com uma percepção...negativa.
Sérgio Baker , Fortaleza-CE - Servidor Público
Enviado em 23/1/2008 às 22:07:07
Como o sr. EB sabe o que se passava pela cabeça de Lula naquele momento? O próprio Lula lhe falou? Ou senhor EB tem poderes paranormais? Vamos usar o modelo Ali kamel de jornalismo, vamos testar hipóteses: Lula poderia estar preocupado com outros assuntos, pessoal ou da administração; Lula poderia estar cansado; Lula poderia estar destraído; Lula poderia estar realmente com o estado de espírito descrito por EB. Ou o sr. EB nos informa como chegou a tal certeza, ou vai ficar parecendo especulação maliciosa, com fins políticos de mais baixo jaez.
Marco Antônio  Leite , São Caetano do Sul-SP - TST
Enviado em 23/1/2008 às 19:29:10
Chapeuzinho Vermelho é a grande dama que dança conforme o ritmo do LOBO MAU. Já a VOVÓ dorme em berço esplêndido, sonhando com dias melhores. Contudo, o LOBO MAU rouba o sonho de todos os habitantes deste terrão, ou seja, de bebes, crianças, adolescentes, jovens, meia idade e aquele que tem muito tempo de existência, não permitindo dias melhores no que tange condições de vida. O LOBO MAU, mais conhecido como sapo funesto, tem deixado há desejar no aspecto de administrar esta quase nação para todos. Para poucos oferece democracia, facilidades para ganhar dinheiro e muita mordomia, já para muitos proporciona desemprego, baixos salários, mesa farta tudo que é necessário para dar uma boa qualidade de saúde, não aquela meia boca, a qual, hoje, o cidadão esta bem, amanhã esta doente. O LOBO MAU reside na capital Federal, quando forem para lá, cuidado com o LOBO, ele não esta para brincadeira, ele tem muita fome de impostos, guarde bem a carteira?
Nilton Bergamini , Bauru-SP - Micro-Empresário
Enviado em 23/1/2008 às 17:30:20
Ótimo artigo, só lamento que o analisado seja o Chico Caruzo que na minha opinião é horrivel e sem graça. Melhor que ele seria o Paulo, irmão gêmeo, que tem o traço e o timing muito melhores. Abraços !!
Marco Antônio  Leite , São Caetano do Sul-SP - TST
Enviado em 23/1/2008 às 16:24:44
Quem administra para banqueiros, empresários, intermediários, muambeiros e trambiqueiros, só pode ser lobo mau. Lobo mau que engana a população sofrida e marginalizada do Norte e Nordeste, não poderia nunca ser o "anjo Gabriel". Essa política é nefasta para o trabalhador, pois nas campanhas políticas o lobo mau prometeu criar dez milhões de empregos, porém além de não criar nem fasianídia, desempregou outros milhões de trabalhadores. Basta ver nas grandes cidades a multidão de camelôs, sacoleiros e gente abandonada a própria sorte. Esperar o que desse lobo feio, apenas demagogia e sofismas, a fim de angariar votos daqueles que trocam sua dignidade pôr uma cesta básica, na realidade estamos todos cestão fundido nesse esquema burguês de governar. Existem muitos lobos maus para poucos cofres públicos, ou muitas patas para pouco dinheiro público? Parafraseando o filosofo nené boca de ouro, o pobre se farta com o resto de fim de feira, já o rico se farta de comer Lulla com molho importado dos nossos patrões instalados lá na América do Norte e Europa!
Marcylene Capper , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista, professora
Enviado em 23/1/2008 às 15:31:32
Boa escolha. Já reservei para debater com os alunos de Ética Profissional em Jornalismo, Publicidade e Cinema na Puc-Rj. Ficarei atenta aos próximos artigos. Quando dava aula de Jornalismo Comparado usava sempre a imagem. Obrigado pelo colaboração.
Sidnei  liberal , Brasília-DF - médico
Enviado em 23/1/2008 às 12:54:04
Muito interessante a iniciativa do professor, do qual não tenho a menor referência. Somente lamento que o substrato da sua estréia tenha sido em cima de mais crise enérgética "iminente" e irresponsavelmente ficcional, como a da febre amarela. Abstraindo possíveis problemas do filho neo-senador, não vejo diferença entre o senador Lobão e outros políticos de um e outro lado. Como diz a demo-deputada Nice Lobão, todos têm o rabo preso mas são considerados santos, somente viram bandidos quando assumem função no governo Lula. Pra mim, o Lobo Mau, lamento, tem sido a nossa imprensa.
Bruno Duarte , BH-MG - Jornalista recém formado
Enviado em 23/1/2008 às 12:03:30
Quero parabenizar Eugênio Bucci pelo artigo tão bem pensado e escrito. A idéia dessa nova coluna do OI é muito boa e já quero deixar uma dica para que talvez seja comentada em outra edição da coluna. No fim das eleições para a prefeitura de São Paulo, a FSP exibiu uma foto em sua capa que muito me intrigou e não consigo esquecê-la. Era da Marta saindo da urna eletrônica e o foco da imagem era a palavra FIM exibida na tela da urna quando se encerra o voto. Com certeza o Bucci poderá fazer uma série de reflexões inteligentes sobre esse fato. Obrigado
Zélia Leal Adghirni , Brasilia-DF - Professora UnB
Enviado em 22/1/2008 às 17:42:20
Muito interessante o artigo do professor Eugênio Bucci.Vou trabalhar este texto com meus alunos de jornalismo na disciplina Análise e Opinião. Parabéns pela escolha do tema. Inaugura com originalidade sua coluna tratando de um tema escasso em nossa bibliografia: o estudo dos gêneros opinativos pela imagem. Obrigada. Vamos ficar atentos.
Marco Antônio  Leite , São Caetano do Sul-SP - TST
Enviado em 22/1/2008 às 17:16:17
O Lulla é o LOBO MAU, o Edison a VOVOZINHA, já o povão é o CHAPEUZINHO VERMELHO de sangue, o qual é sugado pôr esses vampiros de plantão todos os dias. Essas fotos mostradas pelo jornais de papel e pela TV, não passa de cena burlesca para a platéia acreditar que tudo aquilo seja verdade. Esse espetáculo dantesco já estava no roteiro da novela que dava posse ao Edison como novo Ministro do Apagão Futuro, é uma questão de tempo. Outrossim, vamos preparando os bolsos que logo, logo, teremos o desprazer de ouvir do novo Ministro que a conta de luz sofrera um reajuste para evitar um novo apagão. Quem viver, verá!
Lucas  Artur , Paiva-MG - estagiario
Enviado em 22/1/2008 às 17:08:09
Foi simples e enfatico com relação à sua analise, om relação ao colega de commentário, não se deve criticar um artigo tão bem ecrito só por que esta elogiando profissiomais competentes, que trabalham numa empresa na qual não o agrada, isso me parece falta de ética. Por que o que estava em questão não era os donos do jornal e sim os profissionais deste. Portanto meus parabéns ao professor Eugênio.
Willian Dias , Belo Horizonte-MG - Repórter-fotográfico
Enviado em 22/1/2008 às 16:05:16
Caros amigos do OI, parabéns por mais esta iniciativa. Não poderia ser alguém melhor. Realmente temos que comprrender a notícia em todo seu conteúdo. Importante analisar a fotografia e suas mensagens, principalmente quando ela está vinculada a um jornal como este. Fico aguardando a próxima
Dante Caleffi , Rio de Janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 22/1/2008 às 12:41:56
Meus pêsames.Começou mal.Analisar e comentar,produção jornalística das "Organizações Globo",como fonte de originalidade e talento, de "conteúdo político",lembra elogio ao próprio umbigo,perpretado pelos "irmão marinho".
Ana Rosa Vidigal , Belo Horizonte-MG - professora
Enviado em 22/1/2008 às 12:18:03
Prof. Bucci, gostaria de parabenizá-lo pela iniciativa, é grande a relevância desse novo tema em debate neste site: a leitura da imagem e sua aprendizagem é algo bem pertinente para a educação através de uma leitura crítica da mídia, que deve começar pela escola. É isso que vimos no Colóquio da ANDI, do qual participou em outubro, e do que muito precisa nosso povo.
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