ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 499 - 9/2/2010
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CASO NOVOJORNAL
Um esqueleto no armário

Por Marco Aurélio Carone em 19/8/2008

"Quando se busca o entendimento de determinados acontecimentos é regra necessária retroagir no tempo para encontrar e entender os verdadeiros motivos do ocorrido no presente."

Após desligar o telefone celular que me informara que uma promotora – acompanhada de uma dezena de policiais, dois fardados e o restante em traje civil  – acabava de entrar na redação do portal Novojornal para cumprir um mandado de busca e apreensão, veio-me a mente meus 10 anos de idade, na solidão de um colégio interno no interior de Minas Gerais, indagando ao padre Henrique, um salesiano franzino e de fala baixa, sobre o que estava acontecendo no mundo real, fora da fortaleza do Colégio Dom Bosco, instalado no antigo quartel da cavalaria da guarda imperial portuguesa, onde serviu o alferes Tiradentes, em Cachoeira do Campo, na época distrito de Ouro Preto. Estávamos no período conturbado que antecedeu o golpe de 1964. Dentre outros ensinamentos, aprendi com o padre Henrique o método reproduzido na epígrafe deste texto.

As indagações feitas com meu inseparável e eterno amigo, depois compadre, hoje falecido, Roberto Versiani Valadares, diziam respeito às notícias que chegavam através do rádio e tinham a ver com meu pai, que ocupava na época o cargo de prefeito de Belo Horizonte. Meses depois seria afastado e cassado em seus direitos políticos.

O tempo passou, vieram às eleições estaduais de 1982 e Tancredo Neves elegeu-se governador de Minas Gerais. Participei ativamente de sua campanha, minha gráfica confeccionou gratuitamente todo material dos candidatos que o apoiavam na região metropolitana de Belo Horizonte.

Depois de eleito, devido à estreita relação de minha família com a de Tancredo, o governador mandou me chamar a seu apartamento situado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Ele solicitou então que ajudasse seu neto, Aécio, porque ele estava vindo morar em Minas.

Foi o que fiz. Briguei com todas as jovens lideranças do PMDB, principalmente as da capital, e participei das articulações que elegeram Aécio Neves dirigente do PMDB Jovem. Ali começava a vida política do atual governador de Minas. Juntos, participamos da Campanha das Diretas e a seguir da campanha de seu avô à Presidência da República. Com a morte de Tancredo, afastamo-nos. Em 2002 nos reaproximamos novamente, ao disputarmos a eleição para governador de Minas. Muitos inclusive afirmavam que minha candidatura servira apenas para auxiliar Aécio, no combate ao candidato Newton Cardoso.

Objetivo maior

Aécio foi eleito e implantou medidas de austeridade, mas ao término do primeiro mandato já integravam seu governo figuras totalmente descomprometidas com a moralidade pública. Seu comportamento ultrapassava em muito o limite ético e até mesmo cerimonial exigido de um governador. Mas eu tomava conhecimento desses fatos apenas por intermédio de políticos adversários do governador, e por isso suspeitos em seus relatos.

Eu havia mudado para minha terra natal, Visconde do Rio Branco, interior de Minas. Lá permaneci até julho de 2004, quando sofri um acidente automobilístico que me obrigou voltar a Belo Horizonte e permanecer na cama, em recuperação, por mais de um ano. Foi quando comprei um computador com conexão à internet, e um mundo todo novo se abriu para quem não se adaptara sequer às modernas máquinas de escrever elétricas.

Já tinha experiência da área jornalística, pois havia dirigido dois jornais diários na capital, o Jornal de Minas e Diário de Minas. Na internet, evidentemente estava atrás de notícias. E percebi então que existia uma enorme fatia de mercado disponível para ser ocupado por um sítio de notícias online.

Não deu outra: em 2006, ao sair da cama, aluguei uma loja, comprei quatro computadores a prestação, providenciei a instalação de cabos, redes e outras adaptações necessárias para funcionamento do Novojornal, agora retirado do ar pelo Ministério Público de Minas e pela Polícia Militar [ver "O empastelamento do Novo Jornal"].

De volta ao meio jornalístico no início de 2006, tomei conhecimento do que estava acontecendo em Minas Gerais. Denúncias, acompanhadas de farta documentação comprobatória das irregularidades, chegavam diariamente à nossa redação. Diversas vezes fui questionado pela não publicação desse material.

Crente no espírito cristão da recuperação humana – e em função do respeito que sempre tive em relação ao seu avô Tancredo –, entregava pessoalmente as denúncias contra Aécio Neves à sua irmã Andréa, aconselhando que tomassem as medidas necessárias. De nada adiantou. Diante disso, fiquei decepcionado e com a consciência pesada – assim como grande parte dos companheiros de Tancredo – por ter ajudado a introduzir na política do estado um político que liquidaria qualquer princípio ético e moral da sociedade mineira para, em seu nome, utilizar-se de um cargo público para chegar à Presidência da República.

Decidi que dali em diante os assuntos relativos a irregularidades praticadas pelo governo mineiro, assim como pelos demais poderes, seriam apuradas e, se comprovadas, publicadas pelo Novojornal.

Artifício capcioso

Sem qualquer dependência comercial, com custos baixos e vivendo apenas do arrecadado por meio de anúncios, o Novojornal foi um sucesso. E isto deve ser creditado à independência e qualidade de nossos jornalistas, à publicação de matérias investigativas e à ajuda e assessoria da velha guarda do jornalismo mineiro.

Todas as matérias investigativas publicadas pelo Novojornal foram sempre acompanhadas de documentos e provas que as fundamentavam. Nas poucas vezes que fomos questionados judicialmente, argüimos a exceção da verdade e provamos que o noticiado era verdadeiro. Este procedimento passou a incomodar aos poderosos, que perderam a tradicional prática chantagista de ameaçar "processar" o contendor.

A esta altura, não era mais segredo para ninguém que em Minas a censura à imprensa transformara-se em regra oficial. A publicação de matérias no Novojornal questionando o comportamento de autoridades como o governador, procurador-geral, presidente da Assembléia Legislativa, deputados estaduais, conselheiros do Tribunal de Contas, para ficar apenas no plano estadual, destoava do noticiado pelos demais veículos – o que os obrigava a abordar, mesmo que superficialmente, esses assuntos.

A denúncia de irregularidade em licitações de obras e compras do governo estadual nas empresas Cemig, Copasa e Codemig, além de algumas prefeituras municipais, inclusive a da capital, passaram a incomodar, além dos governantes, empresários de diversos setores.

O comportamento do procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares, de impedir o andamento de investigações contra integrantes dos três poderes e de grandes empresas foi amplamente noticiado e questionado pelo Novojornal. Quando o Ministério Público lançou a campanha "O que você tem a ver com a corrupção", aproveitando-se do tema e do selo o Novojornal dirigiu a pergunta ao procurador-geral. Este não aceitou a crítica e ofereceu uma denúncia que, ainda na fase de inquérito, sem sequer ter-se transformado em um processo, recebeu decisão favorável de um juiz para a retirada do Novojornal da internet.

Ao contrário do argumentado pelo Ministério Público, o Novojornal encontra-se rigorosamente dentro da lei, inclusive com diretor-responsável registrado na DRT, detentor do MTE nº 000311/MG, respondendo o mesmo por todas as matérias não-assinadas publicadas no Novojornal. Prática adotada conforme disposto no art. 8º I e 28º II da lei 5.250/67 e art. 5º do Decreto-Lei nº 927/69, alterado pela Lei nº 5.696/71 e nº 6.612/78 e nº 6.727/79 e nº 7.360/85. Dessa forma, comprovado está que jamais existiu o anonimato argüido pelo MP-MG. Inclusive o diretor-responsável e o endereço de sua sede encontram-se registrados no Registro.br, cadastro oficial de todos os sítios da internet no Brasil.

Como os artigos nº 20, 21 e 22 da Lei de Imprensa estão suspensos por decisão do Supremo Tribunal Federal, para atender o interesse do procurador-geral utilizaram-se do lamentável artifício de argüir o anonimato. Evidente que ao Ministério Público caberia evitar que ocorresse a quebra da liberdade de imprensa. Mas deu-se o contrário: por esse artifício, o MP-MG vem descumprindo a Constituição Federal, que atribui à polícia civil a competência de polícia judiciária.

Negócio nebuloso

Instalado no 3º andar da sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Belo Horizonte, há um serviço de informação administrado e operado por militares da área de informação da Polícia Militar, oriundos da Casa Militar do Palácio da Liberdade. Por meio de um sofisticado equipamento de espionagem, que inclui escuta telefônica, o Executivo mineiro é municiado diariamente de informações que seriam legalmente de domínio e conhecimento apenas do Poder Judiciário, mediante autorização de um juiz.

O Novojornal estava com uma matéria pronta para ser publicada, comprovando o monitoramento realizado por esse serviço clandestino de informação das atividades de deputados estaduais, desembargadores, alguns juízes das varas da Fazenda Pública e delegados, líderes sindicais, religiosos e partidários mineiros. Este "SNI" do MP-MG vem monitorando até mesmo funcionários públicos suspeitos de serem contrários ao governo. A justificativa para existência desse serviço secreto é a de combater o crime organizado.

Já havíamos noticiado que o "SNI" do MP-MG há mais de um ano vinha nos monitorando "informalmente". Agora, comprovadamente o está fazendo de maneira oficial desde junho deste ano, conforme demonstra o inquérito nº 0024.08.141.377-5.

Cabe uma indagação. Por que estavam monitorando quem acessava o Novojornal à procura de notícias? Que crime esse ou essa internauta estaria cometendo? Desde 2007, toda a rede de internet que serve a repartições do governo mineiro impede o acesso ao endereço do Novojornal.

A busca e apreensão efetuadas na quinta-feira (14/8) por agentes da PM 2 no Novojornal tinham outras finalidades: estavam à procura da documentação que nos permitiria comprovar duas matérias praticamente nascidas em nossa redação: a lista de Furnas e a compra da Light pela Cemig.

No caso da lista de Furnas, os arquivos procurados demonstram que a lista confeccionada por Dimas Toledo não é apenas legítima, mas foi baseada em outra lista constante de uma correspondência encaminhada pelo secretário de Governo Danilo de Castro, em papel timbrado do governo de Minas Gerais e em nome do governador.

No caso Light-Cemig, as declarações de imposto de renda da empresa Lidil Comercial Ltda. dos exercícios de 2006 e 2007, tornadas públicas nos autos de Ação Popular, Processo nº 0024.08.008.068-2 em tramitação no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Empresa detentora de apenas 4% do capital da Light S/A, as declarações comprovam que a Cemig, ao adquirir a Lidil por meio da Rio Minas Energia (RME), assumiu uma dívida de R$ 482 milhões – e desta forma pagou por 4% das ações da Light S/A quase o mesmo valor pago por 75% de ações da mesma empresa.

Instituição desvirtuada

Foi imposta ao Novojornal uma condenação antes mesmo da apuração da denúncia, que se procedente transformar-se-ia em processo onde poderíamos nos defender. O Ministério Público requereu e o juiz autorizou que o Novojornal fique fora do ar "enquanto durarem as investigações".

O método adotado não é novo. Em 1995, o atual procurador-geral Jarbas Soares, na condição de promotor eleitoral, fez o mesmo com o jornal Diário de Minas, também em período eleitoral, por causa de denúncias publicadas sobre irregularidades praticadas pelo então candidato ao governo de Minas, Eduardo Azeredo. O jornal ficou impedido de circular durante o período das eleições. Depois do pleito, uma juíza hoje desembargadora desculpou-se, liberando a circulação do jornal e confessando que estava enganada. O jornal foi prejudicado na sua periodicidade, perdeu anunciantes e foi obrigado a fechar as portas.

Outra vez, coincidentemente no período eleitoral e um dia após a publicação de uma entrevista com o ex-deputado Rogério Correia, dissidente e opositor da candidatura da aliança "informal" PT-PSDB à prefeitura de Belo Horizonte, denunciando o comportamento do governador mineiro, principal articulador da aliança, ocorre a "busca e apreensão" e a retirada do ar do Novojornal.

Empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), inconformados com a entrevista, avisaram-me que estávamos atrapalhando o projeto político do governador. Para os que apóiam o candidato da coligação "informal" PT-PSDB, foi estratégico o bloqueio do servidor de um sítio de internet que contém uma enorme quantidade de matérias denunciando práticas criminosas do candidato apoiado pelo governador, e que fatalmente seriam utilizadas no horário eleitoral gratuito.

Se estávamos atrapalhando o projeto político do atual governador de Minas Gerais não sabemos: cumpríamos apenas nosso dever de informar.

Todos mineiros com alguma responsabilidade assustam-se com o comportamento dos integrantes dos poderes legislativo e judiciário, que fazem de conta não estar vendo que somos governados por alguém que não governa, apenas atende aos interesses dos grupos econômicos que comandam o estado.

Pior ainda: o Ministério Público, que em outras épocas chegou a destituir um de seus membros por envolvimento com a máfia dos caça-níqueis, nada faz diante do comportamento de seu atual procurador-geral, que primeiro transformou a instituição numa repartição do Executivo, depois num enorme incinerador de investigações e, agora, em serviço de informação e repressão política, ideológica e partidária.

O procurador desvirtuou uma instituição criada para fiscalizar e defender o cumprimento das regras do Estado Democrático de Direito, transformando-a em embrião de um temido e tenebroso Estado de exceção. Promotores e procuradores do Ministério Público mineiro com mínimo conhecimento de suas funções deveriam comparecer ao 3º andar do prédio da sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Belo Horizonte, para conhecer o que ali se encontra instalado.

Poderes transitórios

O Novojornal reconhece de público a existência em Minas Gerais de juízes, desembargadores, promotores, procuradores e membros da Polícia Militar Gerais que não concordam com o que está acontecendo. Ao contrário do que se imagina, querem mudanças e precisam apenas do apoio da opinião pública para promovê-las, mantendo a autonomia e a independência de cada instituição.

O Novojornal foi apenas o primeiro. Se providências não forem tomadas, outros serão igualmente sacrificados. Nossas reportagens jamais tiveram o objetivo de difamar ou prejudicar a carreira do governador ou de qualquer político. Seus aliados podem cometer a arbitrariedade de retirar Novojornal do ar, mas honrosamente não vamos negociar: recorreremos ao Poder Judiciário na busca da correção dessa injustiça.

Ao contrário do que alegam, não existe qualquer anonimato. O responsável pelo Novojornal de acordo com a lei sou eu: Marco Aurélio Flores Carone. O procurador-geral de Justiça e o governador de Minas sabem onde me encontrar. Humildemente lanço um desafio público a eles, para que me processem e provem que o Novojornal em qualquer momento publicou uma notícia que não estivesse fundamentada em documentação e provas.

Ao contrário do que imaginam o governador e o procurador-geral, o fechamento do Novojornal, assim como seus transitórios poderes, não será capaz de impedir a retirada de um esqueleto do armário da política nacional. Antes que ele venha assombrar as futuras gerações.

Leia também
O empastelamento do Novo Jornal – José de Souza Castro
Comentários (46)
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Roberto  Staino , Belo Horizonte-MG - Jornalista/Artista plástico
Enviado em 26/8/2008 às 10:46:41
O fato de o jornal ter saído do ar não impede que as notícias venham ao público! Porque as matérias denunciadoras não estão publicadas em outros meios? Se o esforço feito para que soubéssemos da censura fosse aplicado na divulgação das denúncias que geraram a propria censura o fato de o jornal ter saído do ar seria apenas um sintoma, pios seu objetivo pétrio ("informar") teria sido cumprido. Publique! Imprima e distribua! Crie um novo sítio hoje mesmo com uma caixa de texto e as informações! É fácil! Me envie por e-mail como fez com a denúncia de censura que eu mando para um monte de gente, que por sua vez manda para mais um monte e ao final mais pessoas saberão disso do que as que liam sua ex-publicação normalmente Aguardo seu retorno. Att.: Roberto Staino
José de Souza  Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 25/8/2008 às 14:37:50
Há 11 dias o Novo Jornal foi censurado. Há cinco dias a advogada do Novo Jornal protocolou no Tribunal de Justiça de Minas o Mandado de Segurança com Pedido de liminar urgente. A última movimentação do pedido pode ser lida no site do TJ. Ontem, lia-se lá:"Última movimentação: Remetido ao CODISTR 25/08/2008". É O Processo, de Kafka, revisitado. Eu e Rui Barbosa acreditamos que não se pode considerar como normal que o Ministério Público peça e o juiz aceite decretar segredo de Justiça em um processo dessa natureza, sem maiores justificativas. Para Rui Barbosa, aliás, qualquer justificativa que se desse não seria aceitável, pois a publicidade é indispensável, na opinião dele, para que de fato se faça justiça em qualquer caso e, com muito mais razão, num caso como este envolvendo a liberdade de imprensa e o poder público. No livro "Zola/Rui Barbosa - Eu acuso!", com textos de vários autores organizados por Ricardo Lísias sobre o processo do capitão Dreyfus, publicado em 2007, diz Rui: "Esse hábito de colocar os direitos permanentes da justiça em altura inacessível às conveniências do Governo, às crises da política, ao clamor das tormentas populares, é a virtude cardeal da Inglaterra. Todas as opiniões e todos os partidos, aqui (ele escrevia de Londres em janeiro de 1895, três anos portanto de Zola), estão unificados no sentimento inerradicável desta necessidade" (da publicidade).
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 24/8/2008 às 18:50:18
"isso não está acontecendo só em Minas e sim no país inteiro": essa mafia em particular so esta em MG mesmo. Tanto que nao sai noticia de la. Ja viu o que aparece na falha, estadao, e oGlobo a respeito de MG? Da vontade de colecionar tanta manchete que berra "falta de importancia". So acontece crime da semana e acidente da semana em MG? Porque nao sai noticia de la? (Lembro me uma vez que uma luz nova ia ser colocada numa esquina de Rathdrum: deu primeira pagina!)
Marcos Amorim , Belo Horizonte-MG - Estudante de Jornalismo
Enviado em 24/8/2008 às 12:46:45
Começo esse comentário a respeito desta vergonha que está acontecendo em nossa MINAS GERAIS, e também nesse nosso grande Brasil sobre a liberdade de imprensa, citando uma grande pensadora politica Hanna Arendt, "Não há esperança de sobrevivência humana sem homens dispostos a dizer o que acontece e o que acontece porque é...." Esta frase diz tudo a respeito de uma sociedade que queremos. Cabe a nós enquanto cidadãos e principalmente estudantes de jornalismo divulgar esta informação a todos, principalmente os mais desfarecidos aqueles que não tem a oportunidade que estamos tendo de estarmos dentro de uma universidade. Mas, precisamos lutar contra essas mafias que estão no comando do nosso Estado, e isso não está acontecendo só em Minas e sim no país inteiro. Bando de aloprados......
Marcio Flizikowski , Curitiba-PR - Professor
Enviado em 22/8/2008 às 12:33:25
Encontramos nos comentários a mesma tática já comumente utilizada. Aos comentaristas que estão atacando a imagem do autor do texto e responsável pelo Nossojornal, uma pergunta: o fato de Roberto Jeferson não possuir uma boa imagem, desacredita suas denúncias sobre o mensalão? Estão desvirtuando o debate, assim como no caso da operação Satyagraha, em que vez de se debater os crimes, estão preocupado com as formas de apuração. Aqui parece acontecer a mesma coisa. Deixou-se de se discutir se houve abuso de poder, censura etc, para se discutir se o sr. Carone é correto ou não. Enfim. Tática já manjada e muito utilizada por alguns jornais e jornalistas.
josé  nascimento , Belo Horizonte-MG - estudante
Enviado em 21/8/2008 às 20:21:41
Isto é uma afronta ao Estado Democrático de Direito. Tb divulgarei aos meus contatos. A voz das Minas se levantará nestas eleições.
Ricardo Luiz , Belo Horizonte-MG - Aeroviário
Enviado em 21/8/2008 às 19:29:51
sempre acompanhei as divulgações do NOVO JORNAL e sou testemunha que o que se lia naquelas paginas e posts não se lê nos demais veículos de pelo menos toda a região metropolitana de BHZ. Este texto divulgado aqui no Observatorio segue fielmente a linha de pensamento e atitudes que sempre permearam no Portal, por isso, independente da vida pregressa do Sr. Carone, creio eu que a realidade do que acontece em MG não se lê no "Estado de Minas" "Hoje em Dia" "O Tempo" e demais tabloides e sim no jornalismo informativo verdadeiro e não acomodado/alinhado ao Palacio da Liberdade do NOVO JORNAL. Este é o motivo para tamanha arbitrariedade. Pois fique sabendo nosso Aécinho que quanto mais dias esta vergonha permanecer menos votos o Sr. terá para seus intentos pessoais futuros assim como para seu cupixa Marcio Lacerda.
Marcelo Ramos , São Paulo-SP - Publicitario
Enviado em 21/8/2008 às 17:02:04
Engraçado, em geral, quem falava muito de conspiração eram os integrantes da direita. Conspiração bolivariana, implantação do comunismo e coisas do gênero. Como mencionou o Alexandre Carlos, parece estar acontecendo uma conspiração... para sequestrar o voto do cidadão, para manter o cidadão na ignorância. Se eu dissesse isto há alguns anos, iam me botar no hospício, mas agora, com o que estamos presenciando, só se pode mesmo dizer que é uma conspiração. O que podemos mesmo fazer é divulgar esses artigos e cantar aquela música do Sting/The Police:"Every breathe you take I m watching you." Parece brincadeira o que vou dizer mas esse pessoal conseguiu criar um comunismo de direita, o controle total das informações. Aliás, total não. Afinal, estamos observando. Por isso acho ótimo o estado democrático.
Paulo Henrique Machado , BH-MG - jornalista free-lancer
Enviado em 21/8/2008 às 16:59:06
Tão lamentável quanto a truculência cometida contra o Novojornal é o silêncio gritante, subserviente e cúmplice, da imprensa mineira. Há anos amordaçada e colocada em posição súcuba pelo Governo de Minas, finge não ver a censura / autocensura que mancha nossa história. Na terra de Tiradentes e da Liberdade, está faltando indignação, altivez, caráter! Dia há de chegar em que esta conta será cobrada.
Ana Clara Otoni , Belo Horizonte-MG - Estudante de Jornalismo
Enviado em 21/8/2008 às 15:50:13
Estou indignada e cada vez mais desconsertada com tudo o que estamos vivendo aqui em Minas. Peço, encarecidamente, que todos vocês que leram este artigo nos ajudem. Se manifestem nos seus estados, divulguem este artigo, faça alguma coisa por nós! É sofrível e muito triste ver-me ainda na faculdade, com ideiais e vontades e temer não poder exercer a profissão que escolhi. AJUDEM-NOS!
Nilton Bergamini , Bauru-SP - Micro-Empresário
Enviado em 21/8/2008 às 15:13:44
Pontos marcados até aqui: Marco Aurélio Carone e a liberdade de imprensa - 31 X Jornalistas chapa-branca que ganharão um extra(Eleonor Pinto Rosa, Maria Medeiros, Ludimila Lopes, Jose Messias abrahão) e Aécio Neves - 4 pois é, parece que a liberdade da imprensa responsável e verdadeira ainda é preferência nacional! Abraços!
Alexandre Carlos  Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 21/8/2008 às 09:49:02
O que é estranho é que coisas esquisitas estão ocorrendo no Rio Grande do Sul, no meu Estado, SC, em São Paulo, no Mato Grosso, em Goiás e agora em Minas. E sabe-se que estes estados são governados pela mesma ideologia política. Se cutucar sai sangue.
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 21/8/2008 às 00:48:12
A informação é uma arma preciosa. Por isso, vamos divulgar ao máximo este artigo. Vou enviá-lo a todos os meus contatos. Quem achar que vale a pena, faça o mesmo. Um abraço.
Marcelo Ramos , São Paulo-SP - Publicitario
Enviado em 20/8/2008 às 23:42:00
Oh, dona Eleonor, insinuar adianta alguma coisa? Destilar veneno adianta alguma coisa? O cara escreveu um artigo e está embasado e documentado. Nesse caso, diante dos fatos apresentados. a história do sujeito fica em segundo plano. Os fatos que o autor relata são graves, se a senhora tem conhecimento de algo muitíssimo grave, sugiro que relate ou escreva um artigo. Insinuar que uma história é mentira é uma prática comum no jornalismo? Se a senhora sabe de algo, bote pra fora... se não, fica parecendo apenas leviandade.
Eleonor Pinto Rosa , BHZ-MG - Jornalista
Enviado em 20/8/2008 às 21:16:49
Hunnnn!!! Quer dizer que o caráter das pessoas não tem mais importância? Pode até ser, o mundo mudou tanto! Mas quando o que ele tem a oferecer é o próprio testemunho dos fatos, a sua própria “história de vida”, ai as coisas mudam de figura.
Marcelo Ramos , São Paulo-SP - Publicitario
Enviado em 20/8/2008 às 21:02:24
Tempos negros mesmo, dona Eleonor. Mesmo que o cara fosse dono de prostíbulo ou michê, o passado dele não é mais importante do que os fatos que ele aponta. A pergunta permanece: os fatos que ele relata são verdadeiros? Então, não adianta lamentar, é preto no branco. Há uma conspiração acontecendo em Minas, assim como existe uma outra para blindar o José Serra, assim como outra que blindou o Eduardo Azeredo, e por aí vai. Há tempos se sabe que os donos (sejam donos de jornais ou de agência de publicidade) tem seus próprios interesses. E se seus comandados não escreverem o que o dono manda, podem procurar outro emprego. Basicamente, funciona como aquele dístico antigo: escreveu, não leu, o pau comeu.
Eleonor Rosa , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 20/8/2008 às 20:20:17
Tempos negros estes! Até o Carone está ai em pose de vítima. Logo ele, quem o conheceu lá na redação do Diário de Minas e Jornal de Minas, sabe bem o que é a peça. Mas o mais engraçado é esta defesa canhestra que lhe fazem. Para alguns “comentaristas” pouco importa o caráter do “articulista”! Pois é, que coisa não.
José de Souza Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 20/8/2008 às 20:12:55
Foi com base num relatório de 357 páginas do capitão PM Dario Vitorino de Carvalho Silva, das quais 323 com cópias xerox de notícias do Novo Jornal e as restantes relacionadas a ações contra Marco Aurélio Flores Carone (e não contra seu jornal eletrônico) que o Ministério Público de Minas pediu e o juiz José Ricardo dos Santos de Freitas autorizou o empastelamento do Novo Jornal. O processo corre em segredo de justiça, mas o blog Tamos com Raiva (www.tamoscomraiva.com.br) obteve uma cópia, cuja leitura ainda não concluí. Escrevi a respeito um artigo no blog, agora há pouco, em que reproduzo parte da nota à imprensa assinada pelo vice-presidente da Associação Nacional de Jornais Júlio César Mesquita, datada do dia 15 de agosto, protestando contra a decisão do juiz. Uma pesquisa no Google revela que apenas três jornais (Tribuna do Norte, de Natal; O Povo, de Fortaleza; e Jornal de Tocantins, de Palmas) publicaram esse protesto da ANJ. Talvez nunca um protesto da associação contra censura à imprensa tenha tido tão pequena repercussão, o que parece confirmar a suspeita de que os donos dos grandes jornais decidiram mesmo blindar Aécio Neves, como fizeram em 1990 com Fernando Collor de Mello, para derrotar Lula. A Federação dos sindicatos de jornalistas não se manifestou ainda, até onde sei. Nem ela nem os donos dos jornais parecem preocupados com a censura na Internet.
Paulo Albertino , Fortaleza-CE - Engenheiro
Enviado em 20/8/2008 às 18:19:36
Quando vi a matéria no nosso jornal, O POVO, fiquei um tanto intrigado, comentei com um colega de obra sobre o ocorrido. Agora, ele acaba de chegar em minha sala, e fala que "andando" pela net viu o comentário sobre o empastelamento do novojornal, e veio comentar mais sobre assunto, já que havia agora tomado mais ciencia do ocorrido. Pesquisamos, acabamos vendo este texto do Sr Marco Carone. Lemos juntos, e a reação, ao terminarmos de ler, foi como diz ao texto, de assombrar. Diante da atitude destes governantes perante este portal, é de ficar avexado.Como que pode uma pessoa, pública, que ocupa o cargo que ocupa, como o Governador do Estado e seu Procurador Geral, se prestarem este papelão!Será que eles imaginaram que ninguém ia ver?Pelo o que vi, ai em Minas só este novojornal é que tinha a coragem de falar, fechando ele realmente eles imaginaram que ninguém mais iria falar,ou melhor noticiar.Mas como não poderia ser diferente,este caso absurdo, que afronta e agredi qualquer ser humano que preserva o estado democrático de direito, por isto que digo, não poderia ser diferente, a notícia tinha que chegar aqui em nosso Estado, e se depender de nós (eu e meu amigo de trabalho) isto não ficar somente noticiado ai em Minas, vamos dar continuidade ao trabalho do jornal de nossa cidade, O Povo, transmitindo o ocorrido.Acordem Mineiros, não deixe estes sujeitos amarrarem vocês.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - ATRFB
Enviado em 20/8/2008 às 17:59:56
"...Promotores e procuradores do Ministério Público mineiro com mínimo conhecimento de suas funções deveriam comparecer ao 3º andar do prédio da sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Belo Horizonte, para conhecer o que ali se encontra instalado." E então? Ninguém irá ao 3º andar do prédio da sede da Procuradoria Geral de Justiça em Belo Horizonte? Ninguém está interessado no que se passa nesse 3º andar? Nem mesmo os jornalistas que estão desqualificando Marco Aurélio Carone? E Alberto Dines? Será que se manifestará sobre esse empastelamento?
Juarez Carvalho , Mogi das Cruzes-SP - Dentista
Enviado em 20/8/2008 às 17:47:39
Concordo quando é falado que devemos nos centrar no ponto certo da questão: A Liberdade de se noticiar o que está acontecendo. Uma dúvida, o novojornal foi tirado do ar, por suspeita de ter cometido um crime?!E o crime, que as matérias são anonimas?!Isso justifica o ato estúpido,agrassivo, do governo de MG?!Olha, isto me assusta muito também. Imagino que deveria existir várias outras formas, legais, de se averiguar as duvidas quanto as matérias. Mas talvez, não fosse interessante, para quem quis calar a boca deste portal jornalistico,ouvir ou fazerem ouvir a verdade.Acho que todo o povo brasileiro já passou da hora de acordar.E a vocês, mineiros, meu sinto muito, e rezo que isto corra pelo nosso Brasil, para que as pessoas vejam quem é este Governante,Aécio Neves. Chega de ver as coisas e deixar para lá.Eu vou fazer questão de enviar este link para meu email, e enviar a todos meus amigos. Porque é junto, acreditando na coletividade, que vamos conseguir um mundo bem melhor.Como diria a música, " Vem vamos embora que esperar não é fazer, quem sabe faz a hora, não espera acontecer..." Mineiros, Paulistas, Baianos, Gauchos, enfim, Brasileiros, vamos LUTAR por aquilo que é nosso!!A nossa LIBERDADE.
Marcelo Ramos , São Paulo-SP - Publicitario
Enviado em 20/8/2008 às 15:26:47
Engraçado, vivemos em uma época de distorções. Desde quando a índole do articulista está em questão? E mesmo que estivesse, a índole, a personalidade do articulista não é o tema mais importante. Uma simples pergunta tem que ser feita: os fatos que o sr. Carone aponta são verdadeiros? Se são, falar sobre a personalidade dele apenas demonstra que, quem fala, tem algo a esconder, ou tem algum ciúme profissional, ou lucraria com uma das licitações viciadas. É muita criancice tentar desviar o foco de um assunto grave como esse tentando insinuar/acusar falhas de caráter. Acorda, galera.
Nilson  Damole , São Paulo-SP - Analista
Enviado em 20/8/2008 às 14:53:40
A China é aqui!
Claudio Gonçalves , Belo Horizonte-MG - Eletricitário
Enviado em 20/8/2008 às 13:43:54
Caros jornalistas, vocês podem até estar certos quanto à índole do sr. Carone. Não o conheço e não o julgo. Não conheço também o Gov. Aécio Neves e também não o julgo. Porém, alguns fatos parecem pertinentes: o adulamento da imprensa mineira ao governador é patente aos olhos. Por outro lado, nossos governantes alcançaram um descrédito tão grande (ajudados pelo poder judiciário) que qualquer denúncia "cola" com a maior facilidade. Vai chegar a hora em que nem os inocentes irão escapar. Há desconfiança suficiente pra desestabilizar qualquer projeto político, por mais honesto que seja. Seja vítima ou não, o certo é que ações como essa de fechar o NovoJornal aumentam ainda mais nosso descrédito na justiça brasileira.
Marco Antônio Leite , São Caetano do Sul-SP - TST
Enviado em 20/8/2008 às 12:54:57
O ranço da ditadura militar continua com força total, ou seja, democracia só existe para aqueles que são donos do sistema capitalista, bem como seus cães de guarda espalhados pelos portões e muros dos Castelos e Palácios espalhados pelo país. No bojo desse ranço continua o voto obrigatório, votar aos dezesseis anos, voto do analfabeto, povo sem voz e vez para que sua liberdade de expressão seja ouvida pelos coronéis da política. Profundamente lamentável retirar Novojornal do ar, isso prova que a "democracia" ainda esta longe de atender toda há demanda necessária para que tenhamos um país de todos e para todos. Não somente da elite dominante e seus proxenetas de plantão?
Bischof Ole , Reutlingen-PI - Journalist
Enviado em 20/8/2008 às 12:27:57
There is a backup of www.novojornal.com.br at http://rapidshare.com/files/138763257/novojornal.tar.bz2.html good luck with your fight against censorship!
caio  brandao , belo horizonte-MG - advogado e jornalista
Enviado em 20/8/2008 às 11:14:14
Telefono, todos os dias, para o Carone e pergunto pelo retorno do jornal. Sou seu leitor de carteirinha e, inclusive, colaborardor do site, onde costumo comentar, em matérias assinadas, sobre licitações públicas de caráter temerário. Quanto à ilegalidade da violência cometida contra o NovoJornal, não tenho dúvida. O jornal não é anônimo e o seu diretor responde pelas matérias não assinadas. Cabe àqueles que se julgarem ofendidos pedirem o direito de resposta e ajuizarem as ações pertinentes no sentido do ressarcimento cabível no tocante a eventuais danos morais. Logo, é uma questão técnico/jurídica, que será resolvida logo, mercê da avaliação e o julgamento de juizes probos e competentes. Quanto ao mérito das acusações do NovoJornal, não comento. Comento, na qualidade de advogado e jornalista, o direito de o NovoJornal publicar aquilo que julgar cabível e assumir, não debaixo de medidas arbitrárias, mas, na forma da Lei, a responsabilidade por aquilo que publica. É isso aí, meu querido amigo e conterrâneo da Zona da Mata, Marco Aurélio Carone: não esmoreça em sua luta porque por mais sombrio que este momento possa lhe parecer, amanhã há de ser outro dia. Abração do Cáio Brandão
Virgínia Medeiros Pereira Leite , BH-MG - servidora pública estadual
Enviado em 20/8/2008 às 02:21:04
Sabendo que o Grande Irmão está entre nós, não é possível calar diante da ofensa à liberdade de consciência e expressão. Censura nunca mais. Virgínia
Marcelo Juarez , Lagoa Santa-MG - Administrador
Enviado em 19/8/2008 às 23:44:12
Estou acostumado a ouvir aqui na cidade, certamente por estarmos no meio da "obra de arte de aécio" algumas histórias sobre o nosso governador.Sobre este Sr. Carone,ja ouvi falar de nome, mas não o conhecia,resolvi dar uma olhadinha,mas posso dizer que ele é no minimo muito corajoso, arrojado, independente de processos ou sei la o que, porque não é isto, eu acho né, que nos prejudica. Num site, estante virtual,aonde vende-se livros eu vi três deste senhor, um do ano de 1997 e outro 1986, que falam Minas Caixa, Queima de Arquivo e Um outro Minas Gerais 20 anos de coisa nostra.Comprei diante da curiosidade pelo título do livro.Vamos torcer para que tudo isto se resolva da melhor forma possível, respeitando o que há de mais importante, e que nós brasileiros lutamos tanto, a LIBERDADE DE IMPRENSA!!
Marcela Freire , Belo Horizonte-MG - Estudante
Enviado em 19/8/2008 às 23:25:52
Quando li o final do texto"Antes que ele venha assombrar as futuras gerações",diante do contexto da imprensa de MG e o que envolve todo acontecimento com o novojornal,posso dizer que já me assombra a bastante tempo.Acho impressionante pessoas que tem um grau de conhecimento,como jornalistas,que se deixam levar por vaidade,ou para fazer o "para casa"falarem sobre uma pessoa,esquecendo que o que está acontecendo. Será que um dia o que está acontecendo não possa vir e bater em sua porta?!Ou será que não?!Talvez não né?!Porque talvez,seja capaz de falar o que todos querem ouvir.Imagina se quem fez as historinhas de criança falasse no final,que não viveram felizes para sempre,que o principe encantado,nem sempre é tão encantado e que a princesa não é tão formosa quanto imaginamos,ele estaria morto de fome,ou não teria publicado nem meia página né?!Mas como aqui,não é feito matérias "conto de fadas"e que depois de certa idade,infelizmente,temos que ver que o mundo não é o reino encantado,realmente é muita frustação.Quem não ficou triste qd descobriu que papai noel não existia?!Por este motivo que falo,a realidade é dura,e o melhor é enfrentá-la independente de qualquer coisa,porque senão corre o risco do lobo mau nos engolir.Fingir ou desvirtuar a realidade IMPORTANTE do que está acontecendo,para defender o errado é muito feio e deprimente.
Jordane Lima , Volta Redonda-RJ - promoter
Enviado em 19/8/2008 às 23:08:14
Boa noite!!! Senhores, não conheçco esse tal de Carone, mas o que me parece estar sendo manifestado aqui não é a favor ou contra a pessoa deste Carone, mas sim este fato amedrontoso em que os governates estão usando do abuso do seu poder para bloquear a imprensa negativa aos interesse políticos pessoais, percebo aqui que muitos brasileiros estão desvirtuando os fatos para difamar ou defender esse Carone aí, e infelismente poderiam estar contribuindo para devender a liberdade de expressão e de imprensa, percebo mais que a conta gotas a ditadura está voltando, srs jornalistas, o mometo aqui é delicado, daqui a pouco a profissão dos senhores será uma profissão de cabresto, portando não permitam que isso aconteça com outros meios, como até aqui mesmo, jájá se os coronéis continuarem a ditar as regras o voto do brasileiro vai ser tão secreto que nem mais o prõprio cidadão vai poder saber em quem estará votando..... pensem e reflitam.
Cléver Borges Aragão , Fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 19/8/2008 às 23:00:28
*** continuação *** então criada a poucos dias!!! parece muito conveniente, eleições ai, o jornal noticiava denuncias sobre o candidato a prefeitura de Belo Horizonte, aquele da aliança; PT PSDB , e o pior que mais assusta, aqui no nordeste é muito forte este comentário, refirindo-se ao muito acessado por estas bandas, novojornal.com.br, e ao tomar uma atitude de bisbilhoteiro e curioso como sou, encontrei artigos RELATANDO OPNIÕES CONTRÁRIAS do que esta acontecendo com o empastelamento do novojornal, de nada mais nada menos de que, a ANJ ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS JORNAIS, de DIVERSOS SINDICATOS MINEIROS, e o que MAIS me ASSUSTOU foi o fato de o SINDICATO DOS JORNALISTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, nem uma NOTA TER DIVULGADO!!!! Deixo aqui peus pesares, mas desta ves me cheira muito esquisito o estado da INCONFIDÊNCIA, que por muito lutou para a independência do BRASIL, agora estar sendo liderado por um Governante que me suspeita querer tornar seu PODER em algo ABSOLUTO, mas muito ABSURDO!!!! DEUS TOMA CONTA!!! PADIM CÍCERO TAMBÉM...
Cléver Borges Aragão , Fortaleza-CE - Comerciante
Enviado em 19/8/2008 às 22:51:33
Fico espantado, por me deparar com o caminhar dos fatos, estive em Belo Horizonte a muito pouco tempo e fiquei assustado com o "COLISEU" que o governador está construindo para instalar a nova sede do Governo, ali em minas me comentaram fatos absurdos, mas como se é normal, não sou daquele estado, apesar de ter inumeros amigos naquela Capital, comfesso que não dei muita importãncia aos fatos em que me foram relatados, que referiam-se a "MORDAÇAS" impostas aos principais meios de comunicação informação e jornalismo do Estado de Minas Gerais, porém somente pude tomar parâmetros da plenitude dos acontecimentos, com este ato abrupto contra o sítio noticioso, o " PORTAL JORNALÍSTICO NOVOJORNAL.COM.BR" para se ser imparcial é necessário ouvir as duas partes, como a imagem da justiça tem os olhos vendados e uma balança em uma das mãos, a justiça deveria fazer valer "O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO" não simplesmete adentrou a redação do novojornal, com a cobertura policial feita pela PMMG POLICIA MILITAR DE MINAS GERAIS, não com a cobertura da POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE MINAS GERAIS, (quase ia me esquecendo que a Polícia Civil de MG e o Governador Aécio, não se cheiram!) , e confiscaram os servidores da empresa, e mais substituiram a página do site por uma da Procuradoria de prevenção e Combate aos Crimes Cibernéticos, (esta criada a poucos dias). *** continua ***
Júlio César , Montes Claros-MG - Advogado
Enviado em 19/8/2008 às 21:48:23
Incrivel como determinadas pessoas colocam sua raiva, vingança, inveja ou frustação acima da razão. Que a imprensa em Minas esta amordaçada pelo Governo do Estado, todos sabem, porém, até agora pelo visto, em Minas Gerais o único veiculo que publicava matérias contrárias ao Palacio da Liberade era novojornal, de propriedade deste Sr. Carone. Li atentamente a matéria, um esqueleto no armário, por duas vezes após o afirmado pelo internauta José Messias Abrahão de Ipatinga, e verifico que o mesmo acusa Carone, de não querer ser julgado. Ao contrário, o que li foi Carone defasiando Governador e Procurador, para que o processasse. Prefiro admitir que o Sr. Abrahão tenha raiva, inveja ou queria vingar-se do Sr Carone, que admitir estar o mesmo utilizando-se deste espaço democrático de comentário para destorcer fatos. Alias prática do Procurador, "anonimato" denunciada pelo Sr. Carone. Julgo que está na hora de nós mineiros realizarmos uma profunda reflexição a respeito das práticas do Governador Aécio. Fato que já vem sendo feito por todo o país.
Mateus Nascimento , Belo Horizonte-MG - Estudante
Enviado em 19/8/2008 às 21:36:52
Foi arbitrária sim, independente da possivel desonestidade do autor do site, o motivo que a justiça alega é o tal do ANONIMATO, e claramente é uma legação estapafúrdia.
Jose Messias abrahão , ipatinga-MG - jornalista
Enviado em 19/8/2008 às 20:53:54
Marco Aurèlio Carone foi proprietário de revista e jornais em Minas. Essa experiência serviu para que acumulasse algumas dezenas de processos trabalhistas e cíveis. Sempre foi irresponsável e julga que o seu veículo de comunicação não deve prestar conta de nada. A liberdade de imprensa exige responsabilidade e postura ética diante das denúncias, que devem ser comprovadas. E pergunto: e a liberdade de imprensa para quem não tem jornal ?
Ludimila Lopes , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 19/8/2008 às 19:41:42
É mole? O Brasil “mobilizado” na defesa do Carone! Quem acredita nisso? Quem conhece bem a peça sabe como é que se faz o “Novo Jornal”. Este “conto da meia-noite” é a melhor demonstração disso.
José da Silva Silva , Belo Horizonte - MG-MG - Bancário
Enviado em 19/8/2008 às 18:32:11
Temos visto falar muito de "presunção de inocência" no Brasil. Assim os políticos brasileiros nunca têm suas candidaturas impedidas pois, tendo direito a infinitos recursos, os processos nunca chegam ao fim. O notório Paulo Maluf é um exemplo emblemático. Afirma peremptoriamente que nunca foi condenado pela justiça brasileira... O mesmo acontece com os crimes de natureza financeira onde a "presunção de inocência" vigora indefinidamente e os crimes ficam eternamente impunes. O que chama a atenção nesse caso do Novo Jornal é a rapidez. Tudo indica que essa história de "presunção de inocência" não é para todos e, ao que parece, o Sr. Marco Carone andou aprontando coisa muito séria e indesculpável pois, no país da impunidade, em vez de uma "presunção de inocência" tivemos o reconhecimento muito rápido de uma "presunção de culpa" ...
Fabiano  Cintra , São Paulo-SP - Vendedor
Enviado em 19/8/2008 às 17:14:51
Ao contrário do que imaginam o governador e o procurador-geral, o fechamento do Novojornal, assim como seus transitórios poderes, não será capaz de impedir a retirada de um esqueleto do armário da política nacional. Antes que ele venha assombrar as futuras gerações. Ô Carone, o esqueleto existe mesmo rapaz? Já se ouviu muito falar. Mas talvez você tenha as provas, né? Sangue de Jesus tem poder!
marcio  WILKOMM , Sinop-Mt - cartorário
Enviado em 19/8/2008 às 17:06:26
Não é incrível, casos como este, e a corrupção da Governadora gaúcha não serem comentados na grande mídia? Por que? Os diretores de redação tem alguma esperança que alguém do PSDB venha a se eleger predidente da república? Deve ser.....
Enio Modesto , Passos-MG - Jornalista
Enviado em 19/8/2008 às 15:33:20
Estarrecedores e, à primeira vista, reveladores esses artigos do Marco Aurélio Carone e José de Souza Castro. Esperamos ver o fim dessas "investigações" e como irá tramitar o processo judicial - se é que isso realmente irá ocorrer. A alegada estratégia do governador Aécio de "calar a boca" de jornais mineiros é comentada à boca miúda há tempos aqui em Minas Gerais, mas denúncias públicas como essas são novas e assustadoras. Fechar um jornal*, mesmo que virtual, não é coisa de uma sociedade democrática, com imprensa livre (para apurar e publicar, doa a quem doer). * Leia-se, jornal feito por jornalistas éticos.
Sérgio Henrique Cunha Zica , Taguatinga-DF - Técnico - Informática
Enviado em 19/8/2008 às 12:31:34
Engraçado... É só o Caroni "abrir a boca" que aparecem um monte de jornalistas mineiros descendo o pau... Creio que vão precisar de muitas peneiras... O sol anda querendo brilhar...
Francisco Balthazar , Criciúma-SC - advogado
Enviado em 19/8/2008 às 12:17:02
Acho que o ilustre jornalista deveria publicar as matérias que, segundo o texto, estavam prontas quando da medida arbitrária sofrida pelo Novojornal, sobre monitoramento ilegal de privacidade, num outro espaço. Quem sabe aqui no OI mesmo?
Ronaldo Cézar , Belo Horizonte-MG - comerciante
Enviado em 19/8/2008 às 11:39:41
E agora josé?! NOVOJORNAL mata a cobra e mostra o pau!!! O desafio ai em baixo, será que vai ser aceito?! Sou mineiro e estou decepcionado com o GOVERNADOR!!!!
Maria Medeiros , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 19/8/2008 às 11:27:03
È um doce esse Carone! Falando assim em “sentimentos cristãos” é ainda melhor. Para quem não o conhece é uma boa pedida.
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 19/8/2008 às 10:43:50
"Empresários ligados à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), inconformados com a entrevista, avisaram-me que estávamos atrapalhando o projeto político do governador": o projeto politico do governador ja esta cumprido. Aecio Neves NUNCA vai chegar aa presidencia do Brasil.
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