ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 506 - 9/2/2010
  Jornal de Debates
Início > Índice Geral > Jornal de Debates + A | - A
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
 

SIP MIGRA PARA A ESPANHA
O Senhor Mercado não manda mais

Por Alberto Dines em 7/10/2008

"Acabo de regressar da Europa. Lá como cá, os jornais investem pesado na tentativa de fidelizar leitores etc. etc." Este é o arrebatador início da maçaroca quinzenal assinada pelo guru da mídia, Carlos Alberto Di Franco [O Globo (pág. 7) e O Estado de S.Paulo, (pág. 2) de segunda-feira (6/10)].

Não é preciso ir à Europa, à Espanha ou mais precisamente a Navarra para saber o que está acontecendo na mídia impressa no Novo e no Velho Mundo. Ela não está se reinventando. Está desabando.

Basta ler El País, um dos melhores jornais da atualidade, escrito num idioma capaz de ser entendido pela maioria dos brasileiros de nível superior e que pode ser entregue na porta junto com os jornalões locais. É caro, custa 8 reais, mas a leitura da edição de sábado e/ou domingo é suficiente para satisfazer as necessidades daqueles que precisam entender a conjuntura mundial em qualquer esfera.

Pois o denso e fascinante El País começou a publicar no sábado (4/10) a cobertura preliminar da 64ª Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), que congrega 1.300 publicações das Américas e Europa e que pela primeira vez se reúne em Madri.

Aqui surge o primeiro mistério: por que razão o evento madrileno está sendo praticamente ignorado pela mídia impressa brasileira reunida em torno da Associação Nacional de Jornais (ANJ)?

Se a entidade brasileira sempre foi o braço local da SIP, como explicar o súbito silêncio em torno do evento anual da entidade? Alguma ruptura entre os grandes? Alguma birra ideológica entre a turma de Miami (à qual a ANJ sempre esteve ligada) e o grupo Prisa (que edita o diário espanhol), à sua esquerda, anfitrião desta cúpula?

Matriz das distorções

Convém registrar que, depois do México, os EUA são o segundo país hispanófono do mundo – e em 2050 serão certamente o primeiro. A investida do El País em cima da SIP é um lance político de alta significação, além de brilhante jogada de marketing global. Daí o empenho do governo espanhol em prestigiar a Assembléia com a presença do rei Juan Carlos, do chefe do executivo José Luis Zapatero, do ex-premier Felipe González, e de diretores dos grandes jornais liberais ou progressistas como The Washington Post e Le Monde.

Alguns jornalistas brasileiros estiveram presentes à Cumbre del Periodismo (Cúpula de Jornalismo) na capital espanhola e certamente devem explicar o que efetivamente aconteceu na mídiaesfera ibero-americana. Este Observatório da Imprensa está à disposição.

Por ora interessa a surpreendente notícia publicada pelo tablóide espanhol em sua edição de sábado (4/10), na página dedicada à cobertura da Cúpula de Jornalismo (ver aqui): o presidente francês Nicolas Sarkozy, um dos mais extremados defensores das leis de mercado, produziu um documento sobre a sobrevivência da mídia impressa francesa que está sendo bem avaliado por todos os setores.

Os desdobramentos dessa agenda serão coordenados por um socialista, Bernard Spitz, e englobam questões de grande relevância e urgência:

** O futuro das profissões jornalísticas;

** O processo industrial da imprensa;

** A imprensa digital;

** As relações da imprensa com a sociedade.

O dado novo é que alguns dos relatórios serão produzidos pelos jornalistas franceses aos quais foi dado o prazo de dois meses para elaborar propostas destinadas a melhorar a qualidade e a competitividade da imprensa francesa. Nada de consultorias ou pressões corporativas, Sarkô quer jornalistas cuidando do futuro do seu ofício.

No mesmo documento, o presidente francês vai sugerir modificações na lei que proíbe a concentração da mídia. É desconhecido até agora o teor das modificações que Sarkozy vai propor. Mas a questão é central, matriz das distorções que relativizam o projeto sempre sonhado e raramente alcançado de uma imprensa livre, responsável e isenta.

Perigo no ar

A Cúpula de Madri ocorre num momento de grande perigo. A crise financeira internacional vai certamente forçar uma desconcentração dos meios de comunicação. Impossível gerir mastodontes empresariais no exato momento em que ficou transparente a responsabilidade dos executivos de grandes conglomerados financeiros no crash mundial.

A recessão e/ou a queda acentuada do ritmo de crescimento na maioria dos países, associadas às dificuldades de crédito, vão produzir inevitavelmente um desmembramento dos grandes grupos jornalísticos. As empresas terão que ser enxugadas – sobretudo as gigantes, responsáveis por mais desperdício e mais redundâncias.

A montagem de grandes operações digitais paralelas exigirá investimentos proibitivos que certamente afetarão as atividades-fim. A implantação de empresas multimeios terá que ser adiada sob pena de apressar a quebradeira geral no setor.

O meteorito que vai acabar com os dinossauros da indústria jornalística foi o mesmo que liquidou instituições financeiras seculares: uma bolha, a bolha hipotecária americana. Nosso amigo foi à Europa e não viu a cena mais importante do mais empolgante romance escrito pela dialética: o Senhor Mercado não manda mais.

***

Em tempo, às 14h10 de 7/10: A grande imprensa brasileira segue ignorando completamente a 64ª Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Na edição desta terça, dia 8, nenhuma linha sobre o assunto na Folha, uma notícia secundária no Estadão.

Comentários (15)
Comentar
Compartilhe
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
Este é um espaço de diálogo e troca de conhecimentos que estimula a diversidade e a pluralidade de idéias e de pontos de vista. Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem a intolerância ou o crime. Os comentários devem ser pertinentes ao tema da matéria e aos debates que naturalmente surgirem. Mensagens que não atendam a essas normas serão deletadas – e os comentaristas que habitualmente as transgredirem poderão ter interrompido seu acesso a este fórum.

ATENÇÃO: Será necessário validar a publicação do seu comentário clicando no link enviado em seguida ao endereço de e-mail que você informou. Só as mensagens autorizadas serão publicadas. Este procedimento será feito apenas uma vez para cada endereço de e-mail utilizado.
         
Nome :   Sobrenome :
E-mail:   Profissão:
Cidade:   Estado:
Comentário:


para o limite de 1400.
 
The CAPTCHA image
Clique aqui para ouvir o
texto soletrado(mp3)
Digite no campo abaixo o texto
que você vê na imagem ao lado.

 
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 9/10/2008 às 00:28:19
"por que razão o evento madrileno está sendo praticamente ignorado pela mídia impressa brasileira reunida em torno da Associação Nacional de Jornais (ANJ)? ": porque a media brasileira segue a extrema direita e nao quer atrair atencao para um "encontro" de onde serao adotadas as novas ordens da extrema direita internacional, com as quais a media brasileira desgraca o Brasil, e com as quais sempre atacou diretamente os interesses da populacao. Em suma, num pais aonde ate os gatos e cachorros sabem da espionagem escancarada da media nao se pode falar em encontro de espionagem. Nem sequer em outro pais.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 8/10/2008 às 16:52:46
Jornalecões e revisticonas e tevezonas e radiozãos e internetões deverão, sim, diminuir e diminuir e dimunir e diminuir e dimunuir as remunerações (salariais) de seus figurões e de suas figuronas. Vide o exemplo dos tais "executivos" do sistema financeiro global. Além de virtualizar (ou encilhar -nativamente-) os "ativos e derivativos dos ativos" ainda encheram os bolsos com os bônus. Esvaziaram as bolsas e encheram os bolsos. Muito semelhante é o que ocorre na "mídia" tupiniquim ou tapuia ou de Pindorama. As tais empresas "jornalísticas" sempre em "crise", dispensam os "operários" pioram o "produto", mas, os figurões e as figuronas, além da fama, continuam com muita e muita e muita e muita e muita grana. Tem jornal que tem (um só título) 10 (dez!) conselheiros "editoriais"!. O restante de empresas "midiáticas" não é diferente, não!. Elas recebem de graça a concessão. As "impressas" têm até isenção tributária (ou pior, imunidade), mesmo assim, são devedoras do Erário (Fisco). Por falar, em Erário, o Tesouro Nacional tem uma dívida ativa tributária (ou de outra natureza) de centenas de bilhões de reais. Nenhuma relação é publicada. Sem sequer o valor é mencionado. Sem sequer há editoriais a respeito de tal relapsia financeira governamental. Mas, quando um candidato ou uma candidata deve R$500,00 da taxa do lixo!. Dá-lhe cobrança!. E constrangimento!. A imprensa está em subprime.
Liber  Matteucci , lisboa-IN - publicitário/Jornalista
Enviado em 8/10/2008 às 12:29:52
A respeito da suposta mosca que o OI teria comido (comentário do Ubirajara Souza), parece-me que o verbo auxiliar "ser" tanto pode concordar com o sujeito como com o predicativo do sujeito, ou seja, "os EUA é o segundo país" é uma frase tão correta como "os EUA são o segundo pais", concordando ora com "EUA", plural, ora com "o segundo país", singular. Só não sei se, tendo dito "depois do México", o lógico não seria acrescentar que "os EUA é/são o primeiro país hispanófono do mundo". Falei bonito ou só colaborei ainda mais para o FEBEAPÁ?
Jorge Guedes , Pesqueira-PE - servidor público
Enviado em 8/10/2008 às 11:42:33
Um dado interessante é que uma imprensa que se pretende alternativa, está utilizando elementos capitalistas para encontrar soluções para seus problemas de permanência no mercado de periódicos e continuar a promoção de suas matérias livres das ingerências de praxe. Um paradoxo, a meu ver. Estas propostas atuam superficialmente nas conseqüências da crise pela qual este segmento da mídia passa, sem alcançar estruturalmente as dificuldades reais que é essência do problema. O sistema capitalista com o qual estão alinhados os grandes grupos da mídia nacional e internacional tem adotado uma sistemática mais ampla junto a seus potenciais consumidores de sorte que as respostas pretendidas são eficazes na ótica da acumulação selvagem de bens. A ética, a moral, a dignidade, e outros valores sociais que danem. Ou seja, o leitor que hoje devora maciçamente a imprensa parcial, é inconscientemente preparado durante sua vida. Walt Disney, Hollywood, novelas da Globo e etc. só para citarmos alguns instrumentos. A atual conjuntura requer a busca de alternativas consistentes para combater as causas da vulnerabilidade da imprensa imparcial frente ao Capital e suas mazelas. Particularmente, acredito que a criação de jornais voltados para o público infanto-juvenil ou outras propostas que alcançassem as crianças e os adolescentes cujo conteúdos desenvolvessem nos mesmos uma visam crítica da real
Admar Branco , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista, Professor e Compositor (Música e Cordel)
Enviado em 8/10/2008 às 07:06:54
Prezadíssimo mestre Alberto Dines, Faço coro ao autor do comentário inaugural (Mendes, Porto Alegre): o programa de ontem na TV Brasil pecou pela falta de nomes aos bois, dando a impressão de ser censurado ou desubiquado (com o perdão da apropriação da língua de Cervantes). A Secretaria de Comunicação da Presidência da República acaba de enviar para seu portentoso mailing um mote para o Dines glosar: http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/eq710/ Hoje, dia do combate aos cartéis, o Governo federal escolhe exatamente os aeroportos para dar partida à distribuição de material de propaganda. Peraí. Aeroporto? Faz lembrar a notícia que segue, de 98, quando o próprio presidente do Cade foi vítima de um cartel de taxistas na chegada de um vôo: http://veja.abril.com.br/120898/p_120.html 2) Mais intrigante ainda, e já nascido como pauta para o mass criticism é o finalzinho do comunicado oficial, que dá exemplo dos jornais do Rio como case de cartel. Vamos dar nome a essa boiada, Dines? Ab. Admar
Jonas Paulo  Negreiros , Jundiaí-SP - técnico em eletrônica
Enviado em 8/10/2008 às 06:44:24
Não existe mercado. O que existe é a ditadura do produtor. Taí a industria da moda que não me deixa mentir. A moda não é ditada pelo costume, mas pelo que se encontra para comprar. Isso vale para tudo que é servido e produzido na "civilização". Eh, eh, ô vida de gado...
Ricardo Nunes , São Paulo-SP - Químico
Enviado em 8/10/2008 às 00:16:43
O mercado ainda manda sim. Todo o sistema capitalista ainda não está pendendo para o controle estatal, como afirmam alguns observadores dos EUA. A maior força do mundo ainda tem muitas cartas na manga.
Thomaz Magalhães , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 8/10/2008 às 00:14:32
Sobrou para astros como o estilista John Galliano, o cineasta Woody Allen, a revista "Olá" e a cantora Carla Bruni serem criticados pelo Nobel de Literatura Vargas lossa hoje, numa conferência da Sociedade Interamericana de Imprensa. Foram chamados de membros da “civilização do espetáculo”. Como conseqüências da civilização do espetáculo, a literatura, as artes plásticas, a crítica, o cinema, a política, o sexo e o jornalismo desapareceram em sua essência mais pura. Isso ocorre, disse Vargas, porque há um total desdém por tudo o que lembra que a vida não só é diversão, também drama, dor, mistério e frustração. E no jornalismo, a difusão da frivolidade se alimenta do escândalo. "A revista Olá e seus congêneres são os produtos mais genuínos da civilização do espetáculo porque dão respeitabilidade ao que antes era produto marginal e quase clandestino: escândalo, intriga e inclusive a calúnia". "A triste verdade é que nenhum meio pode manter um público fiel se ignora a moda imperante", disse o escritor, baseando sua conclusão de que o problema não está no jornalismo mas num estilo de vida que tem no entretenimento passageiro a maior aspiração humana.
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 7/10/2008 às 23:42:38

Do texto, preocupou-me mais este escrito:"Convém registrar que, depois do México, os EUA é o segundo país hispanófono do mundo ..."Sou eu que estou errado ou o OI "comeu mosca" na hora da revisão? Não seria: "os EUA são o segundo...? Um abraço.

Nota do OI: a correção foi feita. Agradecemos o alerta.

Marcos Chaves Chaves , Belo Horizonte-MG - Func. público
Enviado em 7/10/2008 às 22:24:24
Mino estamos aguardando o posicionamento desse observatório sobre a matéria jornalística publicada pela Revista Carta Capital sobre presidente supremo Mendes. Não se esconda, como observador da mídia nativa, esqueça as crise econômica, os congressos de imprensa, os 100 ou 200 anos imprensa no Brasil. Fale desse fato investigado e publicado. Você deve concordar ou descodar. Precisamos de seus "isento" posicionamento. Um pedido simples para o exercício da liberdade de imprensa e no meu caso de expressão: Publiquem o meu post.
Marcos Chaves , Belo Horizonte-MG - Funcionário público
Enviado em 7/10/2008 às 22:18:51
Se não for pedir muito Dines, peça a sua assessoria que lhe mantenha informado do retorno de seus leitores, quiçá, muito mais atento aos acontecimentos nacionais do este cínico observatório. Vamos ao que interessa neste momento: Por vezes um colonista aqui outro acolá faz repercutir uma notícia ou uma informação publicada por algum outro veículo de comunicação. Impressionou-nos o silêncio e talvez o desconhecimento dos nossos senhores doutores profissionais midiáticos em não se manifestarem a respeito da publicação assinada por Mino Carta na Carta Capital dessa semana. Das duas uma: ou a matéria é incontestável e envolve também banda podre do jornalismo e talvez por isso o silêncio sepucral ou por outro lada o semanário não é merecedor de credibilidade, o que por sua vez devesse merecer uma reprimenda de todos os nossos potentosos defensores de uma imprensa ética como o senhor próprio custuma se intitular. Uma imprensa livre e de credibilidade não pode se cegar a tão grave reportagem investigativa. Se assim está e nada se faz certamente é por que a máfia de fato chegou ao poder. Lamentável Brasil varonil. POR ÚLTIMO! Em nome da liverdade de imprensa peço que publiquem este meu post.
dante caleffi , rio de janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 7/10/2008 às 18:20:09
A grande imprensa ignorou, a 64a assembleia da SIP? Estranho. Aqui,sempre sugeriu uma intimidade com essa organização ,sediada em Miami, que abriga veículos conservadores,para não dizer reacionários."El Mercúrio,Chile;"Miami Herald",de Nova Iguaçú;"El País",de Espanha Franquista,por la gracia de Diós;e "O Globo",dos ""Irmãos Marinho". É nela que a [ ] liberal recorreu quando Chávez,liquidou com o reinado da "vênus platinada" de lá.Promotora do golpe de 48 horas, que apeou-o do poder. De lá emanam os temores pela "liberdade de imprensa", que ronda à nação!Como diziam no Pasquim,"são uns pândegos"!
Gilberto  Gonçalves , Campinas-SP - jornalista
Enviado em 7/10/2008 às 17:28:13
Ás 17;21 horas, Dines, fiz uma busca no Google usando: 64ª Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa. SAbe qual é o resultado? A primeira informação da lista é do Portal da Imprensa, do dia 21/07/2008 dando conta de que Madri é definida como sede da 64ª Assembléia da Sociedade Interamericana de Imprensa.
Menjol Almeida , São Paulo-SP - Analista de Cobrança
Enviado em 7/10/2008 às 15:04:17
Gostaria de saber por que uma revista semanal faz uma matéria de capa contando em detalhes as falcatruas do presidente do STF e nenhum outro veículo de comunicação do país repercute, ou acrescenta qualquer informação. Ah! A tiragem! Deve ser a tiragem... muito pequena, ou talvez porque a tal revista receba anúncios do Banco do Brasil e da Petrobrás, já que somente essa revista recebe esse tipo de anúncio... E por que diabos será que o observatório não observou tal fato?
Lau Mendes , Poa-RS - SST
Enviado em 7/10/2008 às 14:49:44
Então Senhor Dines, nos brinde, não seja apenas o arauto de alem mar. Chute o nosso elefante todos os dias, de nomes, aproveite o crédito daqueles que o lêem por vezes teimosamente quando sua fala parece vir de algum muro. O cidadão agradece.
Compartilhe este texto
Blig Blig BlinkList BlinkList BlogBlogs BlogBlogs BlogLines BlogLines Delicious del.icio.us
Digg Digg Furl Furl Google Bookmarks Google Bookmarks Linkk Linkk Magnolia ma.gnolia
netscape Netscape netvibes Netvibes newsvine Newsvine reddit reddit Stumble Upon Stumble Upon
Technorati Technorati Twitter Twitter Windows Vista Windows Vista Yahoo! MyWeb Yahoo! MyWeb Facebook
Outros artigos desta Seção
SIP MIGRA PARA A ESPANHA
O Senhor Mercado
não manda mais

Alberto Dines
7/10/2008
ELEIÇÕES 2008
Debates na Globo e
o interesse público

Venício A. de Lima
7/10/2008
Candidatos desconsideram
as políticas de comunicação

Ana Rita Marini e Pedro Luiz S. Osório
7/10/2008
IMPRENSA & CULTURA
O jornalismo e
a blogosfera

Muniz Sodré
7/10/2008
ENTREVISTA / FERNANDO GONZÁLEZ URBANEJA
"Estamos em uma
situação de crise"

Rogério Faria Tavares
7/10/2008
DIREITOS AUTORAIS
Lawrence Lessig: "Criminalizar internautas é um erro"
Marco Aurélio Canônico
7/10/2008
CRISE FINANCEIRA GLOBAL
E a bolha estourou
Ivo Lucchesi
7/10/2008
Ficção e realidade
na crise bancária

César Fonseca
7/10/2008
MÍDIA & POLÍTICA
A toalha do Gabeira
Paulo Cezar Guimarães
8/10/2008
Imprensa menospreza a
performance das candidatas

Ligia Martins de Almeida
8/10/2008
MERCADOS EM PÂNICO
Cobertura da crise: sobra
sobe-desce, falta análise

Alberto Dines
10/10/2008
DIREITO À INFORMAÇÃO
Bisbilhotices, grampos e sigilo da fonte
Eugênio Bucci
13/10/2008

Últimos 5 artigos de
Alberto Dines
BIG BROTHER, PAUTEIRO
O jornalismo de resultados
26/1/2010
MÍDIA, LÁ E CÁ
A importação indevida
26/1/2010
JN NO HAITI
O cansaço prematuro da catástrofe
19/1/2010
OS ESPELHOS, O HORROR
Mídia à beira de um ataque de nervos
19/1/2010
DIREITOS HUMANOS
ANJ primeiro atira, depois pergunta quem vem lá
12/1/2010
Mais artigos de
Alberto Dines >>