ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 520 - 9/2/2010
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FOGO SOBRE GAZA
A grande mídia e a grande mentira

Por Alexandre J. Eisenberg em 13/1/2009

"Nunca passaria por suas cabeças inventar mentiras colossais, nem acreditariam que outras pessoas fossem atrevidas a ponto de distorcer a verdade de maneira tão infame. Mesmo que os fatos demonstrem claramente tratar-se de uma grande mentira, ainda assim duvidarão, hesitarão e continuarão a pensar que deve haver outra explicação" [Adolf Hitler, Minha Luta, vol. 1, cap. X].

O trecho acima, retirado de um livro publicado em 1925, revelava uma verdade há muito conhecida por líderes e pensadores políticos, desde Tito Lívio, passando por Maquiavel, até os dias de hoje. As diferenças entre a antiga propaganda romana e as grandes empresas de comunicação de nosso tempo estão antes nos meios que nos fins. Os meios sofreram uma grande mudança no século 20 devido à adoção no Ocidente, após os horrores da II Guerra Mundial, do "ideal democrático". Nas chamadas democracias, quando os meios se tornam impopulares é preciso trocá-los, o que não necessariamente implica em trocar os fins.

Se por um lado é verdade que o acesso à informação é hoje muito maior que em qualquer época passada, por outro lado a qualidade da informação, embora melhor que antes, não melhorou na mesma proporção. Isto porque aqueles que determinam o nosso futuro nunca abandonaram o antigo ideal romano de paz – a pax romana, que hoje as grandes empresas de comunicação, os governantes das democracias e a maior parte de nossos intelectuais exigem do Estado de Israel. Mas não apenas de Israel. Já o exigiram da ex-Iugoslávia, entregando a Croácia aos ustasha fascistas e a Bósnia aos radicais islâmicos, em seguida da Sérvia – que perdeu o Kosovo para os radicais islâmicos – e em breve também o exigirão da Índia e do Sri Lanka. Mas cada um a seu tempo, pois a grande mentira só é eficaz se ubíqua e duradoura, e não seria possível mentir tanto sobre Israel se a grande mídia dividisse o seu foco com a recente invasão de Kilinochchi e a arrasadora derrota, pelo governo do Sri Lanka, dos separatistas tigres tamil, que buscavam um Estado independente dentro daquele país, usando para tanto do mais bárbaro terrorismo, semelhante àquele preferido pelo Hamas e pelo Fatah na Palestina, ou Terra Santa, ou Terra de Israel. Nem seria possível mentir tanto sobre Israel se o foco fosse dividido com o recente genocídio de negros no Sudão perpetrado pela elite árabe que domina esse país. Afinal, quem olharia com tanta atenção para os cerca de 800 árabes mortos (a maioria dos quais militantes do Hamas) em Gaza nos ataques israelenses se fossem igualmente (isto é, diariamente pela TV) expostos às cenas do gigantesco mar de cadáveres (as cifras mais confiáveis variam de 300.000 a 500.000) e desabrigados-desapropriados-famintos (mais de dois milhões) do Sudão?

Omissão e desinformação

Mas a estratégia dos grandes empresários da mídia internacional, de quem a mídia brasileira cada vez mais reproduz informação, e cujos interesses são os mesmos dos governos dos países ricos, não se restringe à desinformação. Tão importante quanto desinformar é omitir. A cobertura do conflito árabe-israelense se divide em duas frentes: (1) a cobertura das guerras em si (não apenas a atual em Gaza) e (2) "resumões" da história da região. Na cobertura das guerras, a mídia relega a plano secundário ou omite completamente os ataques do lado árabe, focando no que descreve como "desproporcionalidade" e "desumanidade" dos ataques israelenses. E os "resumões" da história da região produzidos por meios como BBC, CNN, Time, Le Monde, O Globo ou Folha de S.Paulo, embora também desinformem, primam pela omissão.

No primeiro caso, o das guerras em si, o espectador (pois a força da cobertura está nas imagens pela TV) vê os ataques israelenses e seus resultados e apenas raras cenas de foguetes ou mísseis lançados pelo Hamas. As redes internacionais de TV não estiveram nas cidades do sul de Israel desde a retirada de Gaza em 2005 até o início da atual reação israelense para filmar as centenas de foguetes e mísseis lançados de Gaza às cidades de Sderot, Ashkelon, e mais recentemente Ashdod e Beer-Sheva, onde atingiram casas e escolas, matando, ferindo e traumatizando a população local. Se o público espectador tivesse recebido informações diárias sobre os ataques do Hamas e da Jihad Islâmica contra Israel a partir de Gaza desde 2005, no mínimo acharia estranho que, justo após a retirada israelense total de Gaza, com direito à expulsão sumária de 9.000 judeus que ali viviam, os árabes de Gaza, que tanto reclamavam da ocupação, viessem a retribuir Israel com foguetes e mísseis.

No segundo caso, os "resumões" sobre o conflito na grande mídia omitem informações cruciais e, não raro, simplesmente desinformam.

Problema não é territorial

A Folha de S.Paulo, por exemplo, assim como toda a grande mídia, se refere aos habitantes não-judeus daquela região como "palestinos" (confira aqui). Está desinformando, já que palestinos são todos os nascidos na Palestina, independente da etnia a que pertençam. Palestina nunca foi nacionalidade ou etnia, mas tão somente uma região geográfica (para a origem do termo, clique aqui). O uso do termo "palestino" para designar o árabe da Palestina surgiu a partir de 1967 quando, após a derrota na Guerra dos Seis Dias, a OLP, aproveitando-se da simpatia das esquerdas ocidentais e da URSS por conta de uma nascente ajuda militar estadunidense a Israel no contexto da Guerra Fria, passou a usar o termo "palestino" para forjar a idéia de que os árabes da região seriam autóctones e os judeus seriam imigrantes usurpadores – uma forja especificamente voltada para atrair a simpatia das esquerdas ocidentais, cuja irracionalidade em seu combate ao racionalíssimo establishment americano é responsável por sua decadência atual e conseqüente subserviência a este. Falhada a guerra convencional, teve início então a guerra da propaganda, que Israel vem perdendo desde então com incompetência vexatória.

Mas dois fatos-chave dentre os omitidos pela grande mídia são fundamentais para compreender a derrota de Israel na guerra da propaganda:

1) Ao contrário do que se reporta, a grande maioria dos palestinos não-judeus é descendente de imigrantes que chegaram à Palestina no fim do século 19 e início do século 20, ou seja, à mesma época das primeiras migrações sionistas. Parte desses imigrantes não-judeus eram muçulmanos de diferentes regiões do império turco – inclusive da Bósnia – realocados pelas autoridades turcas para a Palestina num esforço de evitar uma maioria judaica na região. Os demais imigrantes não-judeus eram árabes de outras partes do império turco atraídos para a Palestina por razões de oportunidades econômicas (veja documentação aqui), da mesma maneira que muitos árabes, judeus e magrebinos migraram de países islâmicos para a França ou EUA no século 20 atraídos por melhores oportunidades. A população árabe palestina de hoje é, portanto, em sua grande maioria, tão descendente de estrangeiros quanto a população judaica.

2) O barbarismo da violência de grupos como o Hamas e o Fatah contra Israel não tem nada a ver com a ocupação dos territórios da Judéia, Samária e Gaza a partir de 1967. Em 1929, o chefe religioso muçulmano da Palestina britânica, Amin al-Husseini, organizou o pior massacre de judeus na cidade de Hebron. Esses judeus não eram imigrantes, mas sim, nativos religiosos, descendentes dos poucos judeus que voltaram à sua terra natal pouco após a expulsão promovida pelos romanos no século 2, o que mostra que o problema não era territorial, e sim, a transgressão da dhimma, norma islâmica que obriga a submissão de judeus e cristãos em terras do califado.

Propaganda nazista

Mais adiante, durante a II Guerra Mundial, o mesmo Amin al-Husseini se tornou um nazista atuante, tendo sido responsável não só por recrutar um batalhão muçulmano na Bósnia para as forças alemãs (a divisão Handzar) como foi um dos arquitetos do genocídio que dizimou mais de 5 milhões de judeus europeus (ver documentação aqui). Foi procurado posteriormente por crimes de guerra não só na Alemanha, mas principalmente na Iugoslávia, onde foi pessoalmente responsável pelo assassinato de dezenas de milhares de sérvios, judeus e ciganos.

Al-Husseini, do mesmo clã de Yasser Arafat (cujo nome completo era Mohammed Abdel Rahman Abdel Raouf Arafat al-Qudwa al-Husseini) foi o mentor de Arafat e o pai ideológico do Fatah (documentação aqui e aqui). Quanto ao Hamas, sua origem está na Irmandade Muçulmana, sediada no Egito, a qual também se aliou a Hitler na II Guerra Mundial (ver aqui). A carta de fundação do Hamas é explícita em sua meta única de destruir Israel, e sua linguagem anti-judaica é inteiramente retirada da propaganda nazista (leia aqui).

Versão islâmica de Hitler

Diante desses fatos, pode-se observar que a atual propaganda anti-Israel predominante na grande mídia se usa, em alguns casos inadvertidamente, exatamente da tática da "grande mentira", descrita na citação que abre este artigo. O objetivo da demonização de Israel na mídia é a deslegitimação deste país e sua possível dissolução através de tropas internacionais, provavelmente da Otan, como foi no caso da Iugoslávia. Trata-se de uma empreitada difícil, mais difícil do que foi a dissolução da Iugoslávia nos anos 1990, pois é preciso primeiro convencer o Ocidente de uma malignidade intolerável do Estado de Israel através justamente de uma campanha de propaganda maciça, como a que vemos hoje em toda a grande mídia, bem como nas mídias alternativas de extrema-esquerda e extrema-direita, semelhante à campanha de demonização dos sérvios que preparou o Ocidente para o bombardeio de Belgrado.

Na Alemanha nazista, a "grande mentira" era a de que os judeus eram perigosíssimos porque conspiravam pela dominação do planeta. De nada adiantava olhar para a realidade nua e crua da pobreza da maior parte dos judeus europeus, pois os séculos de doutrinação anti-judaica das igrejas pesavam mais que aquilo que os olhos podiam ver por si mesmos. Os europeus só caíram em si quando tiveram de olhar de frente para os horrores do Holocausto, que tacitamente lhes revelou que o "grande poder" dos judeus era uma farsa que levou a Europa à ruína.

Mas o Holocausto passou longe do Islã e por isso a doutrinação nazista de Amin al-Husseini e da Irmandade Muçulmana nunca arrefeceu. Ao contrário, fundiu-se com a jihad conclamada pelo líder muçulmano dos árabes palestinos que havia escapado dos tribunais europeus, dando origem ao Fatah e posteriormente ao Hamas. A propaganda anti-Israel da grande mídia hoje nada mais é que a versão islâmica, devidamente ocidentalizada, da "grande mentira" de Hitler, por herança direta do próprio.

Expansão muçulmana na Ásia

Resta compreender por que o Ocidente comprou o islamo-fascismo disfarçado de socialismo e anti-colonialismo. Como foi possível jogar no lixo as duríssimas lições da II Guerra Mundial a ponto de termos hoje "a grande mentira" de novo estampada em todos os jornais e canais de TV, nas grotescas inversões de um José Saramago, para quem Israel é "um Estado nazista", um cardeal Martino, alto representante do Vaticano, para quem Gaza é "um campo de concentração", ou um ex-estadista, Jimmy Carter, para quem Israel pratica o apartheid?

A tática de Hitler, a mesma de Tito Lívio e Maquiavel, funcionou então e está funcionando hoje. Não basta mentir pouco. É preciso dizer que preto é branco e que branco é preto para obter credibilidade pelo medo. É preciso que o mesmo Vaticano que articulou a dissolução do partido central católico alemão para que Hitler chegasse ao poder, e que hoje canoniza o homem que realizou este feito, diga que Gaza é um "campo de concentração", ou que o mesmo Jimmy Carter que, na contramão da história ocidental, patrocinou o islamismo radical para erradicar a URSS, diga que Israel é um apartheid para que o Ocidente mais uma vez acredite que os judeus, hoje na forma de seu país, são um grupo maldito e perigoso, cuja perfídia ameaça a todos.

Quando a grande mídia banaliza ou destrói o significado de palavras como "genocídio", "campo de concentração", "nazismo" ou "apartheid" é porque o Ocidente mais uma vez está por afundar no caos e, obviamente, não será a dissolução ou destruição do Estado judeu que resolverá o problema, assim como o assassinato em massa dos judeus europeus entre 1939 e 1945 não resolveu este mesmo problema há apenas 63 anos.

Por fim, o foco único da grande mídia sobre a guerra em Gaza tem por objetivo a dissolução do Estado judeu, que é o preço exigido pelo Islã para apoiar o projeto estratégico dos EUA e seus aliados europeus de fomentar e financiar o separatismo das enormes minorias islâmicas da Índia e da China e a radicalização das antes seculares repúblicas soviéticas de maioria islâmica. Sem a expansão do terrorismo islâmico na Ásia – a única força capaz de conter e sabotar o crescimento econômico das potências asiáticas –, a hegemonia ocidental sobre o planeta tem os seus dias contados. Dissolver Israel pode custar caríssimo em perdas humanas numa grande guerra regional, mas talvez não tão caro quanto custou o financiamento do III Reich pela elite americana. Portanto, para os donos do dinheiro vale o risco. Talvez não seja por outra razão que o príncipe saudita Alwalid bin Talal, o quinto homem mais rico do mundo, já possua bilhões de dólares investidos tanto na News Corporation (Fox News e outros), como na Time Warner (CNN e outros), supostamente concorrentes entre si. Afinal, a propaganda não é a alma do negócio?

Comentários (62)
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Mario Kalil , Goiânia-GO - empresário
Enviado em 16/10/2009 às 16:13:06
E por artigos como esse aqui de cima que eu acho perda de tempo estudar com os professores de universidades...
Hélio Santos , Cuiabá-Mt - Historiador
Enviado em 28/1/2009 às 15:47:23
Caro Fábio Mercadante, parece-me que se interessou muito com meu comentário, pois só me agride, nem sequer resvala com o assunto do artigo. E até mesmo descobriu coisas sobre a minha pessoa: não será algum conhecido usando pseudônimo? Mas quero responder-lhe: a) não usei historiador como argumento de autoridade; formei-me em História, julgo-me historiador. Você assinou como porteiro com que interesse? b) Lembrei o embuste de A. Sokal não para desfilar uma “história charmosa” e exibir-me culto, mas por entender que o texto do autor não era para levar a sério – continuo entendendo assim: complô anti-judaico? c) reconheço que errei ao sugerir veto ao artigo; d) ameacei deixar de ler o OI porque textos como esse do Alexandre, muito se assemelha aos publicados em Veja, Época, etc. Como eu não leio tais publicações, não seria diferente com o OI; e) de fato, no Arquivo público encontro documentos interessantíssimos para me ocupar não só as tardes, mas todo o dia. Dito isso, vou me calar, já que você usa sua autoridade para me falar que eu não tenho autoridade para comentar qualquer assunto.
Marcelo  Rodrigues , Porto Alegre-RS - médico
Enviado em 27/1/2009 às 11:02:47
Muito bom o teu artigo, Alexandre! O que tu escreveste se confirma ao lermos os comentérios abaixo! Estão repetindo exatamente o que a mídia mostra para eles. Nenhum destes grandes detentores da verdade falou dos ataques de foguetes contra o território Israelense e do objetivo do Hamas e outros grupos terroristas de EXTERMINAR Israel. Israel está defendendo o seu território e seus habitantes, judeus ou não. Há OITO ANOS vem sendo alvo de ataques contra seu território. Nenhum outro país aceitaria isto! Nós aqui já ficamos com raiva somente pq o presidente do Paraguai ameaça não cumprir o acordo que tem com o Brasil. Imagina se o Paraguai começasse a nos atacar com foguetes e matar brasileiros? As morte de civis são realmente uma lástima! Eles são inocentes e não deveriam morrer. Mas o culpado disto é este grupo terrorista que os usa como escudo! Para o hamas, quanto mais crianças morrerem, melhor, pois transforma Israel em um monstro perante a opinião mundial! O que Israel mais quer é um estado palestino independente! O problema são estes grupos terroristas que não aceitam Israel! É claro que há extemistas judeus, mas estes são contidos pelo governo israelense. O fim do conflito somente poderá ocorrer qndo os extremistas mulçumanos sejam contidos por um governo palestino. Somente assim judeus e árabes poderão caminhar lado a lado construindo um futuro melhor.
Fábio  Mercadante , Rio de Janeiro-RJ - Porteiro
Enviado em 23/1/2009 às 01:03:46
Curioso o comentário que apareceu aqui do Hélio Aparecido dos Santos. Como tantos outros, prima pela retórica. Assina "historiador" como argumento de autoridade. Desfila uma história charmosa de Sokoal para exibir-se culto, ocupando boa parte do seu comentário, essencialmente vazio. Novamente retórico, sem apresentar qualquer argumento, o mestre historiador desconsidera totalmente o conteúdo do artigo e busca (outra falácia) atacar o autor daquele. E ainda reclama da falta de "veto" do OI para artigos. Curiosa postura. Ou evidencia de ignorancia, despreparo intelectual ou, no mínimo, preguiça. Por fim, ameaça deixar de ler o OI. Seria pirraça ou será que teria encontrado documentos mais interessantes no rico arquivo público de Mato Grosso, de modo a ocupar-lhe as tardes ali? Desça do seu pedestal, você não é o Sokoal e até aqui não mostrou conhecer nada para assinar com propriedade "historiador". Nem aqui e tampouco na academia, sua produção acadêmica é pífia, inexistente.
Hélio Santos , Cuiabá-Mt - Historiador
Enviado em 20/1/2009 às 10:47:09
Lendo esse texto, recordei a tão famosa e hoje quase esquecida polêmica que o físico A. Sokoal protagonizou. Em abril de 1996, Alan Sokal publicou um artigo na ‘conceituada’ revista Social Text, texto repleto de argumentações infundadas e sem sentido. O mesmo Sokal desmascarou sua paródia com a publicação de outro artigo na edição de maio/junho de 1996 em outra revista, desta vez na Língua Franca. No segundo artigo, Sokal detalha as incoerências existentes no primeiro e explica algumas de suas motivações em evidenciar os usos indiscriminados de conceitos por parte de alguns intelectuais ‘pós-modernos’. E por que me lembrei de Sokal? Porque não passa pela minha cabeça que alguém escreveu o que esse tal “Alexandre J. Eisenberg”, sem ter sido um pastiche, uma ‘pegadinha’ de péssimo gosto para ridicularizar o OI pela sua publicação. Ora, o OI sempre preza pelo rigor no que vincula, mas o tal Alexandre conseguiu vincular um texto cheio de incoerências e erros, com falsificações e supostos documentos que comprovam. É provável que os responsáveis pelo OI publicaram o texto com medo de vetá-lo, pois isso poderia soar como anti-semitismo. Então publicaram. Espero que o autos faça, como fez Sokal, o desmascaramento desse seu ‘artigo’. Mas, se isso não foi de fato o que aconteceu, o OI perde em credibilidade e, com mais alguns casos desses, irão perder um de seus leitores.
Marcos Van Acker , SP-SP - escriba
Enviado em 19/1/2009 às 13:41:58
É de espantar; bem, os árabes que têm muito dinheiro são donos ou participam das maiores companhias dos EUA e do mundo, pagando regiamente aos corretores (mesmo judeus) que lhes indicam e faem negócio em nome deles. Então são donos do mundo. [E como com os Rotschild e outros na época de Hitler. ou antes. Israel pode nem ser um estado nazista, mas que nãio falta quem queria gritar Heil. A insistente vitimização do judeu mesmo quando agride com uma máquina bélica fortíssima é enojante. [ ]
Fabiana Tambellini , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 19/1/2009 às 12:32:21
Nossa, que paraóia delirante! O Hamas pauta a mídia internacional para a destruição do estado de Israel! A verdade é que os dois lados têm motivos de sobra para acusarem-se mutuamente, é um conflito inteminável, sangrento e sem heróis. Não existe apenas UM culpado.
Cláudia Stefani , São Paulo-SP - Engenheira
Enviado em 19/1/2009 às 11:47:37
Por que deveria eu dar crédito a um texto que faz uso exatamente daquilo que critica, isto é, que para combater o que chama de propaganda anti-Israel faz propaganda anti-islâmica?
Lugon de Souza , Rio de Janeiro-RJ - Economista
Enviado em 18/1/2009 às 22:18:00
Nelson Rodrigues também cunhou a seguinte pérola: "O cinismo escorre por toda parte, como a água das paredes infiltradas". Sendo assim, o OI precisa urgentemente contratar um encanador. NR também cometeu o termo "cretinos fundamentais", mas este soa meio agressivo e pejorativo, por isso não quero usá-lo aqui, embora ache muito adequado, dado o entorpecimento intelectual desse artigo vergonhoso.
barcelos marcio , porto alegre-RS - estudante
Enviado em 18/1/2009 às 20:56:38
Texto ridículo, que tenta inverter tudo!!! Israel é o queridinho do ocidente, ora bolas!!!
Amilcar  Moreira , Rio de janeiro-RJ - fotógrafo
Enviado em 18/1/2009 às 05:43:56
Excelente o seu texto. Vai contra a corrente "bem informada" sobre aquilo que ela adora ler. Levanta, tanto a inépcia, quanto a lavagem cerebral que está ocorrendo através de algumas midia. Parabéns pelo desassombro de publicar sua opinião, mesmo que ofenda "a unanimidade. E o que mesmo o Nelson Rodrigues sobre a unanimidade? Muito bom.
Gerson Chagas , Mogi das Cruzes-SP - Professor
Enviado em 18/1/2009 às 01:32:30
Classifico este como o texto mais asqueroso, vil e - como bem disse o outro leitor - pusilânime , já publicado neste Observatório. E é incrível a característica comum aos que tentam de forma absurda justificar o genocídio perpetrado pelo estado israelense : a frieza. E sao esses os mesmos que vociferam contra o Holocausto de outrora, e agora chancelam sua reedicao ? Sinceramente, vergonhoso. Bem-vinda seja a internet, a qual tem proporcionado, embora em escala ainda incipiente , o desmascaramento de tamanha desfaçatez. [ ]  Não é à toa que a Educacao carece cada vez mais de pessoas dotadas de Sabedoria, que utilizam o conhecimento em prol da disseminação do Bem, e não apenas como uma vil ferramenta de propagação do abjeto rancor e do pútrido sectarismo.
Fernando Pinto , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 17/1/2009 às 19:03:46
Há muito não lia nada tão pusilânime. Destila ódio, falta argumento. Um horror!
Carlos Martins , Rio de Janeiro-RJ - Economista
Enviado em 17/1/2009 às 18:08:20
Com a publicação dessa coisa, AD e o Absolvitório da Mídia rasgam a fantasia e soltam a franga de vez... Pegando carona, por que o Absolvitório ignorou totalmente as denúncias (documentadas) contra a "correspondente" global na "Terra Santa", que pulularam na internet nas últimas semanas? É coisa séria, como seria o reverso, um/a "correspondente" filiada, digamos, à Jihad Islâmica.
Fábio de Oliveira Ribeiro , Osasco-SP - advogado
Enviado em 17/1/2009 às 11:39:18
Você começa com Hitler e usa as tecnicas do Dr. Goebels para defender NAZISRAEL. Muito apropriado. Mas não pense que você me engana. Eu conheço o mapa de Israel em 1948 e também conheço o mapa de Israel nos dias atuais. Desde que foi criado Israel tem ocupado mais e mais territórios destinados aos palestinos. A guerra de conquista é proibida pela ONU. Portanto, Israel é um país duplamente fora-da-lei. Israel é fora-da-lei porque ignora os limites territoriais que lhe foram destinados pela comunidade internacional. Também é fora-da-lei porque insiste em realizar guerras de conquista territorial. O resto, meu caro, é mentira desvalada. [ ]
Marco  Vitis , São Paulo-SP - Professor
Enviado em 16/1/2009 às 20:01:45
Sr. Alexandre O sr. tem toda razão. A tática de Hitler vem sendo utilizada fortemente. Por Israel.
José Menezes , Rio de Janeiro-RJ - ilustrador
Enviado em 16/1/2009 às 17:48:01
O retrato das barbaridades perpetradas por Israel em território palestino seria pior se lá fosse permitida a entrada de jornalistas. O mundo poderia ver de perto o drama de centenas de inocentes que tiveram suas vidas destruídas por uma política de estado. Você devia se envergonhar de escrever tanta mentira.
Viviane  Gonçalves , SALVADOR-BA - Secretária Executiva
Enviado em 16/1/2009 às 16:36:57
Senhor articulista, seu artigo é uma piada de péssimo gosto!!!!Uma tremenda lástima!!!!
Flavio Salles , Belém-PA - Filosofo
Enviado em 16/1/2009 às 15:50:09
Sobre o assunto visitem o link abaixo, trata-se de um outro angulo não tratado pela Mídia (que eu saiba) : www.December18th.org
José M. Marques , Natal-RN-RN - procurador federal
Enviado em 16/1/2009 às 13:54:12
As existência de gás na faixa de gaza (Comentário de Fábio) me eram desconhecidas. A valer o raciocínio, não longe da verdade, rezemos para que o preço do petróleo continue a inviabilizar no curto/médio o pré-sal, senão, seremos nós os agendados para o futuro, sem contar que os agressores terão forte aliado na elite econômica deste país, claramente subservientes à Potência Dominante do momento, como, aliás, ocorre em todo o mundo, e agora começo quase a ter plena certeza de que a principal mídia brasileira caminha no mesmo sentido. Também pudera, quanto lucro não lhes proporciona a ascendência americana sobre o mundo de hoje. No artigo não vislumbrei, smj, a atuação de nenhum jornalista brasileiro do lado dos mais fracos (perdedores), o que é, no mínimo estranho. O artigo tenta demonstrar a coragem do jornalismo pátrio (incluido o autor), na cobertura dos conflitos dos últimos 20 (?) anos. Sei que há perigo, mas muito maior entre os os que atuam na faixa de Gaza, cujo Centro de Operações foi atacado 2x. Haverá jornalista brasileiro lá? Se sim, aí você terá um herói de verdade, como o são os que lá registram os terríveis efeitos da bliktzkrieg do estado nazista moderno, sim, porque Israel colheu de Hitler o que de pior este representou, em vez de buscar o caminho da paz, indicado pela ONU, para fazer cessar o terrorismo judeu pior do que o Hamas e Hesbolah.
Wagner Alemeida , São Paulo-SP - enegenheiro
Enviado em 16/1/2009 às 11:19:50
O artigo é unilateral e tendencioso, por isso não tem valor nenhum, mas o último paragrafo só pode ser piada: os Americanos, para desestabilizar a Ásia vão colaboarar com dissolução de Israel!? Já li muita asneira sobre esse conflito mas essa ganha disparado.
Frederico  Müller , Belo Horizonte-MG - Estudante de jornalismo
Enviado em 16/1/2009 às 09:31:50
Meu caro Eisenberg. A "grande mídia" não demoniza o Estado judeu. Acredito que o próprio governo acaba por despertar o repúdio das pessoas. Aliás, sobre a "grande mentira", não permitir que jornalistas, sejam eles da "grande mídia" a que você se refere, seja de qualquer outro véículo de comunicação tenham acesso a zona de conflito, é um grande desserveriço a tão defendida "verdade".
Thiago Amorim Caminada , Itajaí-SC - Estagiário
Enviado em 16/1/2009 às 01:10:48
Caro Eisenberg, analisando o seu discurso podemos concluir, portanto, que a Itália, o Japão e a própria Alemanha são "terroristas". Afinal, esses países formavam o eixo Nazi-fascista durante a segunda guerra. Se o senhor deseja atrelar os grupos palestinos que fazem parte da conjuntura atual aos horrores do nazismo isso também deveria ser feito com essas 3 nações. Além disso, a organização que pratica morticínios pelo Oriente Médio, tentando fazer uma limpeza etnica, é o exercito de Israel, tentando garantir o seu "espaço vital". Por fim, essa sua referencia à Hitler e todo seu ódio carnavalesco ao nazismo, me parecem esconder um simpatizante da ideologia fascitóica.
Thiago Passos Cerqueira , Belo Horizonte-MG - Analista de Negócios
Enviado em 16/1/2009 às 00:45:54
Lixo de artigo. O nível do Observatório da Imprensa caiu bastante, para se rebaixar a publicar tão descarada propaganda sionista. A constatação de que praticamente todos oa articulistas que se prestam a defender esses delitos contra a humanidade que estão acontecendo em Gaza são judeus é uma coisa óbvia. Se dão-se ao trabalho de escrever artigos defendendo crimes, não adianta reclamar de antisemitismo depois. Quem procura acha.
Gisele Marques , Rio de Janeiro-RJ - Enfermeira
Enviado em 15/1/2009 às 20:43:57
Fazia tempo que não visitava o Observatório. Depois de ler tel artigo acho que não volto mais.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - ATRFB
Enviado em 15/1/2009 às 20:39:08
Pelo tanto de papo-furado que há nesse texto, pensei que ele tivesse sido escrito por Paulo Bandarra. Mas o formidável sabe-tudo anda pontificando como nunca, nos comentários. E diz que o Hamas se esconde covardemente em áreas densamente povoadas. E eu pergunto: e iria se esconder onde, combater onde, se Israel não deixa nada entrar ou sair de Gaza? Ou ele não sabia, também, que Israel embarga Gaza há mais de um ano? Vai ver ele não sabia, pois não sabia nem mesmo que Israel impôs censura à imprensa...
Eduardo Prado , SÃO PAULO-SP - Historiador
Enviado em 15/1/2009 às 18:36:29
Artigo míope, infeliz e carregado de distorções históricas. Não vou comentar mais porque outros leitores expuseram muito bem o que eu também penso a respeito desse artigo e de seu autor. Quero, no entanto, expressar meu pesar e decepção por ter lido algo assim no Observatório, um espaço que eu sempre respeitei. O autor abre o artigo falando em mentira, pois bem, talvez esse espaço esteja perdendo a credibilidade que seus criadores se esforçaram tanto por construir.
Novaes Novaes , São Bernardo do Campo-SP - Tradutor
Enviado em 15/1/2009 às 18:17:36
Prezado senhor: Acho que deveria assistir à entrevista do historiador Ilan Pappe para ficar melhor informado sobre história. http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM944425-7823-SILIO+BOCCANERA+ENTREVISTA+ILAN+PAPPE,00.html Atenciosamente,
Ronald W , Miami-IN - publicitario
Enviado em 15/1/2009 às 18:16:11
Excelente artigo. O simples fato de ter sido criticado no blog do Idelber Avelar mostra que o autor acertou na mosca. E melhor, fez com que os anitesemitas de plantao aparecessem...
ALBERTO AFONSINO , RIO-RJ - PEDREIRO
Enviado em 15/1/2009 às 17:40:51
o estado terrorista de israel assassina 350 crianças até o momento e o culpado é o hamas, entendi mais não compreendi!
Bruno Galvao , Rio de Janeiro-RJ - Economista
Enviado em 15/1/2009 às 17:32:59
Simplesmente ridiculo o artigo.
Breno Gonzaga , Brasília-DF - assistente
Enviado em 15/1/2009 às 14:13:02
Artigo deplorável sob vários ângulos. Dizer que a grande mídia está contra Israel é surreal! Delírio! Loucura! Discordo completamente da visão do autor. Se fosse editor, jamais publicaria tamanho absurdo.
Paulo  Campos , João Pessoa-PB - eng.
Enviado em 15/1/2009 às 13:18:41
abrir o texto citando Hitler seria cômico se não fosse trágico. Fechar o texto associando Bin Talal à CNN , elite americana e II I reich seria trágico se verdadeiro. Felizmente é só hilariante. Querem saber o que pensam os generais do IDF? acessem http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3605863,00.html e vejam até onde se avoluma a desrazão .
gabs moreira , brasilia-DF - adv
Enviado em 15/1/2009 às 12:15:18
Além de inúmeras nojeiras, esse artigo é incrivelmente racista. O autor está no ponto que Golda Meir estava a 30 anos atrás. Negar a existência de uma nacionalidade palestina é demais. Deixa eu ver então: os israelenses são um povo por constituirem uma etinia distinta das demais (em termos); os europeus, em geral, são povos também. Já os palestinos, assim como brasileiros, norte-americanos, canadenses, africanos em geral, australianos, como não possuem uma etinia individualizada. Não são nacionalidades. Portanto, podem ser ocupados. É isso mesmo? Como é que se publica esse tipo de coisa?
Edinei Bezerra , Cotia-SP - Estudante
Enviado em 15/1/2009 às 12:09:13
Prezado articulista, seu artigo demonstra de forma clara o que seu próprio tema se propunha a demonstrar: Como desinformar. É uma vergonha que o Observatório da Imprensa, espaço outrora sério e referencial, esteja hoje praticando este nível de "informação". O prezado articulista poderia ler um pouco mais sobre a ocupação da Palestina, começando pelos estudos do historiador israelense Illan Pappe. O que vemos não se trata de uma guerra, e sim de um massacre cuja única finalidade é a limpeza étnica.
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 15/1/2009 às 12:00:12
Israel ataca hospital, prédio da ONU e centro de mídia em Gaza. Vai ver que havia militantes do Hamas disparando foguetes dessespontos... Não acredito que um professor universitário é capaz de afirmar que "o foco único da grande mídia sobre a guerra em Gaza tem por objetivo a dissoulução do Estado judeu". Por que será que o professor não menciona a criação do Estado Palestino, juntamente com o Estado do Israel? Santa desonestidade intelectual.
Joao Sabóia Jr , São Paulo-SP - Gerente Comercial
Enviado em 15/1/2009 às 11:44:15
Sr. Alexandre J. Eisenberg, A grande mídia internacional e nacional é pro-Israel, é só assistir, ouvir os noticiários na tv e no rádio. O notíciário distorce o que vem ocorrendo na Palestina e não informa devidamente sobre o massacre de Israel contra os palestino. Mas, vamos aos fatos. Em 1922 ano em que a Declaração Balfour é sacionada pela Liga das Nações é incentivada a migração judaica para a Palestina e isso causa descontentamento arabe e iniciam-se conflitos. O ataque árabe em 1929 foi motivado pela negação dos ingleses de impedir a crescente migração judaica para a Palestina pois isso permitia aos poucos a criação de um estado judeu, nada a ver comdhimma, era sim uma questão territorial e só para lembrá-lo nesse momento nasce a Haganah e seus braços terroristas Irgun e Stern, lembra do atentado ao Hotel Rei Davi? Uma falácia da sua parte tentar ligar os árabes ao nazismo, como seria da minha parte tambemdizer que os sionistas colaboraram com o nazismo pq o Grupo Stern chegou a negociar com nazistas para que os ataques aos britânicos, que controlavam a Palestina, aumentassem em troca de um governo totalitário israelense na região. Bem estou me alongando demais. Sugiro conhecer o livro do Ilan Pappe - historiador judeu - The ethnic cleansing of Palestine, http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM944425-7823-SILIO+BOCCANERA+ENTREVISTA+ILAN+PAPPE,00.html
Paulo Soares , Brasília-DF - professor
Enviado em 15/1/2009 às 11:20:25
Deixe-me ver se entendi. Os palestinos estão mancomunados com os nazistas, por isso merecem morrer pelas bombas israelenses. É isso? Bem... não encontro outra palavra para descrever seu raciocínio que "lixo", puro e completo lixo. Sofismas rasteiros que, em nada, justificam 300 crianças assassinadas em menos de 20 dias no mais recente massacre promovido pelo Estado de Israel. É importante lembrar que o Estado de Israel não é idêntico ao povo judeu. Criticar o Estado de Israel não é ser anti-semita. Criticar o Estado de Israel, no massacre a Gaza, é obrigação de todos os que entendem o que significa direitos humanos .
Lu  Estevam , Belo Horizonte-MG - Historiador
Enviado em 15/1/2009 às 10:27:40
Com todo respeito, senhor Eisenberg, o seu pensamento, ao contrário do que prega, condiz exatamente com quase toda mídia ocidental que banaliza e destrói significados, atuando a favor da causa sionista.
Maurício  Santos , Poa-RS - estudante
Enviado em 15/1/2009 às 10:26:39
Israel massacra covardemente uma população civil que já estava confinada no seu território, a beira de uma crise humatitária. Israel mata mais de 250 crianças (por enquanto) + mulheres e civis. Israel desrespeita convenções da ONU, invade territórios, expulsa populações. Mas, se criticamos, somos taxados de antisemitas! Ou de apoiadores do Hamás (antes o problema era a OLP). Antisemitas uma ova! Somos contra o terrorismo em qualquer forma, principalmente o de estado. É um tremendo cinismo chorar a morte de um soldado (SOLDADO!) e ser indiferente à morte de centenas de civis indefesos. Isso sim é fundamentalismo. E esse papo furado de antisemitismo é pura paranóia! Israel manipula a ONU como bem quer... com o apoio do grande irmão. Assassinos, assassinos e assassinos, é isso que são. Matadores de crianças! Dizer isso não é apoiar o hamás. Só mesmo muito fanatismo étnico, religioso e midiático para defender este massacre. Felizmente, há muito judeus criticando essa insânia em vez de ser coniventes como os que enviaram mensagens aqui. E o oservatório de imprensa decepciona ao publicar este lixo, se estivesse na europa em 45, publicaria as "opiniões" dos "dois lados" também? Éca.
Patrick Lucas , MOSSORO-RN - Estudante
Enviado em 15/1/2009 às 09:49:58
Qualquer coisa que não seja o imediato cumprimento das resoluções da ONU (todas!), sob a égide do Direito Internacional, é ilegal, imoral e retira toda e qualquer amparo às atitudes do Estado de Israel.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 15/1/2009 às 08:57:35
Havia sete milhões de refugiados fugidos do Talibam em países vizinhos quando do ataque das torres gemeas. Que fim levaram eles? Para os jornalistas não éinformação que interessa.
Mauro Wainstock , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista
Enviado em 15/1/2009 às 08:07:56
Quando lidamos com o mundo gago, repetitivo, que fala em genocídio e desproporcionalidade, de maneira tão constante quanto hipócrita; tão convincente quanto cínica, e que reluta em ouvir as palavras paz e justiça, ele se transforma no mundo surdo, mais pela inércia e pelo desconhecimento, do que pela deturpação proposital da inegável racionalidade. Que apelida o terrorismo de resistência, e qualifica a morte como bênção divina. É o verdadeiro mundo míope. Vencer a guerra é conseguir fazer com que o mundo da paz acorde o mundo consciente e, juntos, eliminem o mundo irracional. Por que os "humanistas" de plantão, especialistas em diabolizar Israel, que surgem como técnicos de futebol em ano de Copa do Mundo não alertam para as “areias movediças” do mundo selvagem, como a divulgação de fotos deturpadas, informações manipuladas e declarações teatralizadas ? O mundo da inteligência precisa encontrar urgentemente o mundo da ação – e da conciliação. Que o mundo da paz possa comemorar algum acordo definitivo no Oriente Médio e que as palavras “Shalom” e “Salam” sejam realmente sinônimas de harmonia, convivência e civilidade no mundo do futuro.
Jorge  Mercadante , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista
Enviado em 14/1/2009 às 23:44:30
Se Israel realmente quisesse matar todos os palestinos como acusam por aqui, teria já feito isso de forma mais rápida e barata, não deixando pedra sobre pedra. Quanto as criticas ao ultimo parágrafo do articulista, só dizer que tal coisa não existe não basta. É preciso argumentar solidamente.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 14/1/2009 às 17:19:53
Lider do Hamas nega que grupo tenha aceitado negociações de paz! Só muito antisemitismo para inverter os fatos.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 14/1/2009 às 17:12:22
AH!!!! Alexandre Carlos Aguiar já ouviu falar em efeitos colaterais quando forças hostis usam os civis de escudo para atacar países e soldados inimigos. No caso, usando as suas próprias crianças e civis, paios das mesmas que votaram para que o Hamas expulsasse a FATAH e realizasse a guerra santa que estava morna. Jamais seria a obrigação dos palestinos protegerem os seus filhos colocados na linha de frente. Jamais do Hamas em usá-las como objeto de barganha na luta armada! Israel é culpada porque não faz o mínimo que seria obrigação dos palestinos. Não usarem as mesmas para deter as tropas inimigas. Armazenarem toneladas de arma e explosivos, túneis, tudo em região superhabitada. Usar casas como base de lançamento. Armazenar explosivos e armas em escolas. israel que é culpado pelos país irresponsáveis que votaram e são ao mesmo tempo incentivadores do Hamas e combatentes! Como diz o autor judeu deste texto, a grande mentira. Os pais responsáveis pela situação que criaram não tem responsabilidade nenhuma e nem pedem cessar fogo. Esta deve ser uma obrigação do país atacado.
Alexandre Carlos Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 14/1/2009 às 13:37:15
Ah, entendi, Bandarra. Aquelas crianças que aparecem ensanguentadas, mortas ou sob escombros em Gaza (que faz parte de Israel, diga-se) são os alvos, pois são capazes de portar bazucas e fuzis. Não são efeitos colaterais, como se pensava. Algumas delas, inclusive, foram apanhadas portando uma cintura com bombas, prestes a explodir, não é isso? Elas, sim, merecem morrer, né não? Caramba, e a comunidade mundial não sabe disso, vejam só!
Adriano Vianna , Belém-PA - Estudante
Enviado em 14/1/2009 às 13:18:16
Queres dizer que a grande midia está cem por cento contra israel? "Meu Deus do céu, que palpite infeliz!"
Felipe  Faria , Rio-RJ - estudante
Enviado em 14/1/2009 às 13:00:38
Essa "judiação"tem que acabar.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 14/1/2009 às 12:01:25
Não seria, caro Alexandre, pelo singelo motivo de que os palestinos que vivem em Israel não jogam bombas, não lançam foguetes, não se explodem entre civis, não atiram em transeuntes? Será que é só para não atingir os judeus que eles não perdem este tempo? E o façam em Gaza que possui um grupo eleito pelo povo para fazer atentados, lançar foguetes e fomentar o ódio religioso?
Sergio de Oliveira , Rio de Janeiro-RJ - Advogado
Enviado em 14/1/2009 às 10:48:32
Gostaria que o autor do texto informasse quais são as duas resoluções da ONU que Israel se recusa a cumprir e o motivo. Por que não aceitam dividir o território com os palestinos? Por que insistir em construir em território ocupado? Não sou contra Israel - pelo contrário. Acredito que ruim com os judeus, pior sem eles. São a única nação democrática naquele ambiente de trevas que é o oriente islâmico. Tem algumas atitudes absurdas contra os não judeus, é verdade, há uma forte discriminação contra negros e outros, mas nada que justifique uma política de eliminação total como a das nações islâmicas. Mas tomar as terras alheias, invadir na cara de pau e colonizar sem esperar retorno... aí é querer demais.
Alexandre Carlos Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 14/1/2009 às 10:09:32
Pois é, se todo palestino é considerado, pela ótica conspiracionista israelense, uma potencial arma viva, um sujeito que quer exterminar Israel e os judeus, porque os soldados israelenses não jogam bombas em suas cidades principais (Tel-Aviv, Jerusalém, Haifa), infestadas dessa gente, de modo a diminuir uma "provável" rebeldia? Ah, já sei, já sei. Isso poderia matar também suas mulheres e crianças. Matar mulheres e crianças palestinas tudo bem, é efeito colateral. Faz parte da guerra.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 14/1/2009 às 08:28:34
O último parágrafo é delírio. Mas o autor esqueceu-se de mencionar que vivem em Israel mais palestinos do que na faixa de Gaza. Apenas vivem em coexistência pacífica. Não lançam foguetes, não explodem homens bombas e nem se armam. Não vivem bloqueados por falta de agressão aos cidadãos israelenses (eles mesmos). Os palestinos podem não aceitar o estado de Israel e jurarem os mesmos de morte até a última criança. (Judeu também tem filhos, por incrível que pareça) Mas não podem não se queixar dos resultados da sua vida dedicada ao ódio. Quem semeia ventos colhe tempestades.
Reinaldo Silva , Sao Paulo-SP - analista sistemas
Enviado em 14/1/2009 às 08:17:32
E pensar que o Sr. ainda teve alguma educação. Que frieza. Já é lamentável que um local como o Observatório permita este tipo de desinformação, o que dizer quanto a desumanidade do artigo acima. Contudo ainda temos esperança a julgar pelos comentários dos leitores, pessoas de bem.
Rubens Wiseman , sao paulo-SP - aposentado
Enviado em 14/1/2009 às 00:40:51
Afinal, vcs querem o quê? Olha o sobrenome do cara... Só por curiosidade, leiam o outro artigo pró-Israel. De quem seria? Milman, é lógico. Isso é constatação, não antissemitismo, como, obviamente, será alegado, como sempre, pelos autores...
Alexandre Carlos Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 13/1/2009 às 16:57:41
Depos da maconha, da cocaina, do crack e do êxtase, inventaram outra droga por aí. Anestesia e aliena o usuário. Só assim para compreender a razão de alguém ter escrito o texto acima. Das dezenas de crianças mortas pela invasão não se fala nada? Ah, já sei: criança é um futuro homem-bomba, então matem-nas agora e resolvam o problema adiante. E da falta de energia, do telefone, dos transportes, das escolas fechadas, coisas usadas por civis, também ninguém menciona? Pois é, quem mandou os palestinos (sim, os palestinos) se rebelarem. Alguém sabe da história dos hicsos, dos hapirus? Seria bom os contadores de verdades nos ensinarem isso por aqui. Olha, o que me revolta nessa história não é a defesa intransigente de Israel. Qualquer cidadão defende aquilo que lhe é caro. Mas a cara de pau, a omissão dos fatos, a vitimização para justificar a matança. Que ataquem os tais terroristas, que criem leis severas para os atentados que sofrem, que movam a sociedade para a defesa de seus civis. As pessoas de bem não defendem o Hamas como se está pregando por aí. Ao contrário, desejam que sejam punidos. Mas bombardear escolas e equipamentos da ONU, impedir que a Cruz Vermelha socorra as vítimas e tente esconder do mundo as atrocidades que comentem, sob o epíteto de "efeito colateral", ah, isso não dá. Essa sua verdade, caro articulista, tem cheiro de coisa arrumada. Vá contá-la pra sua turma!
Jose  Cunha , Rio de Janeiro-RJ - Professor
Enviado em 13/1/2009 às 16:36:27
Prezado Sr. Eisenberg, Quanta cara de pau. Israel j a matou aproximadamente 1000 (mil) pessoas somente nessa última investida. E o senhor gastando palavras para discutir a semântica e a correção ou não de se usar o termo "Palestino" para designar os não-judeus daquela área. Que vergonha rapaz. E os 1000 mortos, e as mães, pais e parentes desses mortos. Qual a importância do termo usado para designá-los? Ainda assim estão mortos. E nós (eu e você Sr. Eisenberg) sabemos quem matou.
Marta Camilo , Uberaba-MG - Bióloga
Enviado em 13/1/2009 às 15:47:16
Caro Alexandre, abri seu artigo guiado pelo título, pois eu também sou obcecada por verdades. Mas fiquei frustrada. Explico a razão: a primeira vista, o texto parece complexo e rico, mas além de suas informações (não que eu afirme que elas sejam mentirosas) ironicamente, as fontes que você indicou no referido artigo, além de estarem escritas em outros idiomas (o que torna difícil à informação por parte da maioria que fala português e lê artigos no Observatório) são também artigos publicados na imprensa, a mesma que você chamou de omissa e mentirosa. Por que você não citou fontes mais seguras (documentos oficiais e registros em livros de história)?
Roberto Oliveira , São Paulo-SP - Consultor em Marketing
Enviado em 13/1/2009 às 15:31:44
Sr. Eisenberg, Israel, roubou as terras dos palestinos, bloqueia os territórios ocupados impedindo a circulação de pessoas, a entrada de alimentos, combustível e medicamentos e vem dizer que Israel é vítima. Ora, por favor, vem com este texto maluco ([ ]), contar uma história surreal. A Verdade é que Israel é um problema há 60 anos. E com esta massacre contra uma população indefesa, passa a ser um problema não só para os palestinos , mas também para toda a humanidade. Israel é um Estado Covarde, Assassino e Genocida.
Gregório Guerra , São Paulo-SP - Professor
Enviado em 13/1/2009 às 14:14:19
Caro Alexandre J. Eisenberg, mentiras a parte, mas quanta confusão no seu longo escrito! Veio para confundir? Então todos mentem, omitem... Pelo jeito nenhuma empresa da grande imprensa é confiável, que diremos das pequenas... E onde está a milagrosa fonte das verdades, que só o senhor sabe? Se a grande mídia tem omitido, a culpa não é só dela, pois o próprio governo de Israel tem impedido a imprensa de ter acesso ao local dos conflitos. Saberia nos dizer por quê? “Resumões”! Finalmente eles chegaram! Só agora com um maior poder de comunicação, o mundo está podendo enxergar os que os livros de história omitiram por tanto tempo. “...retirada israelense total de Gaza, com direito à expulsão sumária de 9.000 judeus que ali viviam...” Retira ou estratégia de aprisionamento dos palestinos de Gaza? Pois bloquearam tudo. E o rico Estado de Israel, amparado pela maior potência militar e econômica (apesar de meio capenga, ultimamente) do planeta, tem a “humildade” de esconder seus mortos, feridos e prejuízos, para que o mundo não veja... CONTA OUTRA PIADA, POIS ESTA FOI BEM SEM GRAÇA!
Felipe Faria , Rio-RJ - Rio
Enviado em 13/1/2009 às 12:54:19
cumpre separar nos EUA 2 grupos, os da elite mundialista, e os demais. Obama é pau mandado dessa elite. israel vai ter que lutar muito, que se prepare.
Daniel Mendes , Brasilia-DF - professor
Enviado em 13/1/2009 às 10:55:42
Prezado articulista, depois de ler este artigo, percebo que o senhor esta "viajando". O seu ultimo parágrafo é simplesmente surrealista. Ou melhor, resumindo: é o samba do ocidental doido!!!!
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