ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 532 - 9/2/2010
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LEITURAS DA FOLHA
Fonte desmente "seqüestro de Delfim" e acusa jornal de má-fé

Por Antonio Roberto Espinosa em 7/4/2009

Carta enviada em 5/4/2009 ao Painel do Leitor, Ombudsman e Redação da Folha de S.Paulo

Chocado com a matéria publicada na edição de hoje (domingo, 5/4), páginas A8 a A10 deste jornal, a partir da chamada de capa "Grupo de Dilma planejou seqüestro de Delfim Neto", e da repercussão da mesma nos blogs de vários de seus articulistas e no jornal Agora, do mesmo grupo, solicito a publicação desta carta na íntegra, sem edições ou cortes, na edição de amanhã (segunda-feira, 6/4), no "Painel do Leitor" (ou em espaço equivalente e com chamada de capa), para o restabelecimento da verdade, e sem prejuízo de outras medidas que vier a tomar. Esclareço preliminarmente que:

1. Não conheço pessoalmente a repórter Fernanda Odilla, pois fui entrevistado por ela somente por telefone. A propósito, estranho que um jornal do porte da Folha publique matérias dessa relevância com base somente em "investigações" telefônicas;

2. Nossa primeira conversa durou cerca de 3 horas e espero que tenha sido gravada. Desafio o jornal a publicar a entrevista na íntegra para que o leitor a compare com o conteúdo da matéria editada. Esclareço que concedi a entrevista porque defendo a transparência e a clareza histórica, inclusive com a abertura dos arquivos da ditadura. Já concedi dezenas de entrevistas semelhantes a historiadores, jornalistas, estudantes e simples curiosos, e estou sempre disponível a todos os interessados;

3. Quem informou à Folha que o Superior Tribunal Militar (STM) guarda um precioso arquivo dos tempos da ditadura fui eu. A repórter, porém, não conseguiu acessar o arquivo, recorrendo novamente a mim, para que lhe fornecesse autorização pessoal por escrito, para investigar fatos relativos à minha participação na luta armada, não da ministra Dilma Rousseff. Posteriormente, por e-mail, fui novamente procurado pela repórter, que me enviou o croquis do trajeto para o sítio Gramadão, em Jundiaí, supostamente apreendido no aparelho em que eu residia, no bairro do Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. Ela indagou se eu reconhecia o desenho como parte do levantamento para o seqüestro do então ministro da Fazenda Delfim Neto. Na oportunidade disse-lhe que era a primeira vez que via o croquis e, como jornalista que também sou, lhe sugeri que mostrasse o desenho ao próprio Delfim (co-signatário do Ato Institucional número 5, principal quadro civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades, assassinatos e torturas).

Erros e mais erros

Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o seqüestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anticampanha contra a ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseira de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos, entre os quais por dois meses na Última Hora, sob a direção de Samuel Wainer (demitido que fui pela intolerância do falecido Octávio Frias a pessoas com um passado político de lutas democráticas). A respeito da natureza tendenciosa da edição da referida matéria faço questão de esclarecer:

** A VAR-Palmares não era o "grupo da Dilma", mas uma organização política de resistência à infame ditadura que se alastrava sobre nosso país, que só era branda para os que se beneficiavam dela. Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes covardemente assassinados nos porões do regime, como Chael Charles Shreier, Yara Iavelberg, Carlos Roberto Zanirato, João Domingues da Silva, Fernando Ruivo e Carlos Alberto Soares de Freitas. O mais importante, hoje, não é saber se a estratégia e as táticas da organização estavam corretas ou não, mas que ela integrava a ampla resistência contra um regime ilegítimo, instaurado pela força bruta de um golpe militar;

** Dilma Rousseff era militante da VAR-Palmares, sim, como é de conhecimento público, mas sempre teve uma militância somente política, ou seja, jamais participou de ações ou do planejamento de ações militares. O responsável nacional pelo setor militar da organização naquele período era eu, Antonio Roberto Espinosa. E assumo a responsabilidade moral e política por nossas iniciativas, denunciando como sórdidas as insinuações contra Dilma;

** Dilma nem sequer teria como conhecer a idéia da ação, a menos que fosse informada por mim, o que, se ocorreu, foi para o conjunto do Comando Nacional e em termos rápidos e vagos. Isto porque a VAR-Palmares era uma organização clandestina e se preocupava com a segurança de seus quadros e planos, sem contar que "informação política" é algo completamente distinto de "informação factual". Jamais eu diria a qualquer pessoa, mesmo do comando nacional, algo tão ingênuo, inútil e contraproducente como "vamos seqüestrar o Delfim, você concorda?". O que disse à repórter é que informei politicamente ao Nacional, que ficava no Rio de Janeiro, que o Regional de São Paulo estava fazendo um levantamento de um quadro importante do governo, talvez para seqüestro e resgate de companheiros então em precárias condições de saúde e em risco de morte pelas torturas sofridas. A esse propósito, convém lembrar que o próprio companheiro Carlos Marighela, comandante nacional da ALN, não ficou sabendo do seqüestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick. Por que, então, a Dilma deveria ser informada da ação contra o Delfim? É perfeitamente compreensível que ela não tivesse essa informação e totalmente crível que o próprio Carlos Araújo, seu então companheiro, diga hoje não se lembrar de nada;

** A Folha, que errou a grafia de meu nome e uma de minhas ocupações atuais (não sou "doutorando em Relações Internacionais", mas em Ciência Política), também informou na capa que havia um plano detalhado e que "a ação chegou a ter data e local definidos". Se foi assim, qual era o local definido, o dia e a hora? Desafio que os editores mostrem a gravação em que eu teria informado isso à repórter;

Seleção arbitrária

** Uma coisa elementar para quem viveu a época: qualquer plano de ação envolvia aspectos técnicos (ou seja, mais de caráter militar) e políticos. O levantamento (que é efetivamente o que estava sendo feito, não nego) seria apenas o começo do começo. Esta parte poderia ficar pronta em mais duas ou três semanas. Reiterando: o Comando Regional de São Paulo ainda não sabia com certeza sequer a freqüência e regularidade das visitas de Delfim a seu amigo no sítio. Depois disso seria preciso fazer o plano militar, ou seja, como a ação poderia ocorrer tecnicamente: planejamento logístico, armas, locais de esconderijo etc. Somente após o plano militar seria elaborado o plano político, a parte mais complicada e delicada de uma operação dessa natureza, que envolveria a estratégia de negociações, a definição das exigências para troca, a lista de companheiros a serem libertados, o manifesto ou declaração pública à nação etc. O comando nacional só participaria do planejamento, portanto, mais tarde, na sua fase política. Até pode ser que, no momento oportuno, viesse a delegar essa função a seus quadros mais experientes, possivelmente eu, o Carlos Araújo ou o Carlos Alberto, dificilmente a Dilma ou Mariano José da Silva, o Loiola, que haviam acabado de ser eleitos para a direção; no caso dela, sequer tinha vivência militar;

** Chocou-me, portanto, a seleção arbitrária e edição de má-fé da entrevista, pois, em alguns dias e sem recursos sequer para uma entrevista pessoal - apelando para telefonemas e e-mails, e dependendo das orientações de um jornalista mais experiente, no caso o próprio entrevistado -, a repórter chegou a conclusões mais peremptórias do que a própria polícia da ditadura, amparada em torturas e num absurdo poder discricionário. Prova disso é que nenhum de nós foi incriminado por isso na época pelos oficiais militares e delegados dos famigerados DOI-CODI e Deops e eu não fui denunciado por qualquer um dos três promotores militares das auditorias onde respondi a processos, a Primeira e a Segunda auditorias de Guerra, de São Paulo, e a Segunda Auditoria da Marinha, do Rio de Janeiro. [Osasco, 5 de abril de 2009]

***

Atualizado em 8/04/09:

A Folha de S. Paulo publicou nesta quarta-feira uma versão resumida da carta de Espinosa no Painel do Leitor, acompanhada de resposta da repórter e uma Nota da Redação, material que vai reproduzido a seguir.

Dilma

"Em respeito à inteligência dos leitores, e para amenizar os danos à imagem e à honra da ministra Dilma Rousseff, aceitei a proposta do editor deste "Painel do Leitor" para escrever uma nova carta, num espaço exíguo, mas sob o compromisso de publicação na íntegra.

Segundo seu editor, o "Painel do Leitor" só publica cartas inéditas, e a que enviei, ainda no domingo, mas não publicada na edição de segunda-feira, como seria de esperar de um jornal sério, já repercutiu reproduzida em outros veículos de imprensa, cuja leitura recomendo.

Para os leitores que tiverem interesse, dou três endereços: www.paulohenriqueamorim.com.br, http://colunistas.ig.com.br/luisnassif e www.zedirceu.com.br. Sob o título geral "Grupo de Dilma planejou sequestro de Delfim Netto " (Brasil, 5/4), a Folha utilizou-se de uma entrevista por telefone a uma jovem repórter. Lamento que o maior jornal brasileiro use a fonoportagem, o lamentável e preguiçoso vício da "investigação" por telefone.

Segundo os editores, o sequestro de Delfim Netto em 1969 "chegou a ter data e local definidos ". A que hora e em que local, então, ocorreria? A Folha não informa. O mais grave: acusa a ministra pela ação, lançando uma sórdida anticampanha contra a sua virtual candidatura a presidente. É possível que Dilma, pelas suas tarefas na organização, sequer tenha sido informada sobre o levantamento realizado. Entretanto, a edição oportunista transformou um não fato do passado (o sequestro que não houve) num factoide do presente (o início de uma sórdida campanha), que vai desacreditar ainda mais o jornal da "ditabranda".

Esclareço que Dilma pertencia, sim, à VAR-Palmares, e era uma militante séria, corajosa e humana, mas que era uma militante somente com ação política, ou seja, sem envolvimento em empreendimentos armados. E digo isso com a autoridade de quem era o responsável pelo setor militar da organização, assumindo a responsabilidade política e moral pelas iniciativas da VAR-Palmares.

Por isso, desafio a Folha a esclarecer todos os pontos nebulosos da reportagem de domingo e a publicar a íntegra da entrevista, de mais de três horas, para que os leitores a comparem com a imundície publicada, que constitui um dos momentos mais tristes da liberdade de imprensa e uma vergonha para a imprensa brasileira. ANTONIO ROBERTO ESPINOSA, jornalista, doutorando em ciência política pela USP (São Paulo, SP)

Resposta da repórter Fernanda Odilla

A reportagem não afirmou que Dilma Rousseff planejou o sequestro de Delfim Netto. Trouxe, sim, declarações do ex-dirigente da VAR-Palmares, que, pela primeira vez, assumiu que o plano existia e que ele foi seu coordenador. À Folha, Espinosa disse que, no final de 1969, todas as tarefas (as "políticas" e o "foco guerrilheiro") da VAR "eram do comando nacional", citou três vezes Dilma Rousseff como um dos cinco integrantes desse colegiado e, indagado pela Folha em diferentes momentos, afirmou que "os cinco sabiam" do plano de sequestro e que "não houve nenhum veto" deles à ideia. Todas as suas declarações estão gravadas. Na entrevista, Espinosa informou que o sequestro ocorreria num sítio no interior de São Paulo em dezembro de 1969 - informação que reiterou, com mais detalhes, em posterior troca de e-mails com esta repórter.

Nota da Redação - A primeira carta do missivista chegou à Redação às 21h58 do domingo; o "Painel do Leitor" fecha às 20h.

Comentários (37)
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rafael palomino , araraquara-SP - professor
Enviado em 19/4/2009 às 18:36:23
É a palavra de um contra a de outro. Para esclarecer, basta que a Folha aceite o desafio lançado por Espinosa e divulgue a entrevista inteira. Quem não deve não teme. Mas tem mais uma coisinha. Pode até ser que essa história do sequestro de Delfim seja verdade - que sabemos nós? Mas trazê-la à tona neste momento, sendo que o sequestro jamais se realizou, e considerando que seu suposto planejamento ocorreu num contexto histórico bastante delicado, isso cheira a armação contra a Dilma, na certa. Por que a Folha levantaria essa suspeita a tão pouco tempo da disputa pela presidência? É relevante a suspeita de que esse sequestro estava sendo planejado? Ele nunca se realizou. O que querem com isso, então? Acusar Dilma do crime que ninguém cometeu?
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 14/4/2009 às 14:33:06
Pô, exiga da tal Folha (de S. Paulo, hein! -sic-) a tal gravação. Exiga que a tal Folha ponha a (verdadeira!) "entrevista" no tal UOL. Ou na Folha Online. Há também o rádio UOL (na internet). Com áudio!. Observação: Não me responsabilizo pela tal Folha. O responsável pela tal Folha é o Diretor Editorial Otavio Frias Filho. Comunique-se com ele e exiga o que é o seu direito!. Ou contate o octavioman (antigamente, ombudsman) da tal Folha. Continuo achando que cada entrevistado -da mídia- deve se cuidar gravando -concomitantemente- a entrevista. Mas vale a sua indignação: Pensando bem, o entrevistado (no caso, o "contrarrevolucionário", ou melhor, o contragolpista" deveria ter o direito de "obter" do "veículo" que é a tal Folha uma cópia (na íntegra) da gravação da sua entrevista. Acho mesmo que a entrevistadora não pode ter o sobrepoder da matéria gravada. Acho que a parte "fraca" deve, sim, ter o direito à gravação. Cabe ao (futuro) doutor Espinosa exigir o que é o seu direito. Caso não consiga "amigavelmente", então que vá à Justiça imediatamente. E peça uma liminar. Pois, é caso de liminar. Que é para se proteger (moralmente). Obtendo-a, que ponha a gravação na internet!. Mas, sem editá-la, hein!. Essa história de "atingir" a tal Dilma Filha é desculpa de perdedor. Pô, espere perder primeiro para depois reclamar. Vai que a companheira Dilma ganhe!. Nada contra a sua vitória!!.
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 13/4/2009 às 15:07:09
"Pô, só a Folha (de S. Paulo, hein -sic!-) é desonesta?. Dilma Filha e Espinosa são impolutos?": ate a gravacao aparecer, sao sim e nao ha maneira de se desviar disso. Voce o reconheceu ao dizer que pra dar entrevista no Brasil as pessoas teem que gravar las, futuramente. O presente eh o assunto, e somente existe uma gravacao, e ela esta com a falha, que nao se acha no dever de apresentar la. Traducao: factoide inventado pra atingir Dilma.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 13/4/2009 às 14:19:13
Pô, só a Folha (de S. Paulo, hein -sic!-) é desonesta?. Dilma Filha e Espinosa são impolutos?.
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 13/4/2009 às 03:40:32
"Relativamente à tal "gravação" sugiro que os "entrevistados" pela Folha (de S. Paulo, hein! -sic-) gravem suas "entrevistas"": finalmente concordo com voce: a falha (de Sao Paulo, hein!) foi desonesta. Mesmo.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 12/4/2009 às 17:05:47
Sei das minhas insuficiências!. Eu mesmo sou o meu antípoda. Portanto, nem preciso de "críticos" aos meus "comentariozinhos". Mas, alguém lá dos cafundós de Nova Jersey exigir que eu explique a ele o que comentei não dá, né?!!!. Relativamente à tal "gravação" sugiro que os "entrevistados" pela Folha (de S. Paulo, hein! -sic-) gravem suas "entrevistas". Assim sendo, não é necessário nem esmolar nem desafiar pela "publicação" (na íntegra!). É que os "métodos" da mídia e da "guerrilha" são semelhantes, né!!!. Ih!. Agora são treze os meus "comentariozinhos". Ainda bem que estamos numa "democracia", pois, se estivéssemos na democratura dos "resistentes" não haveria nem sequer 1 (um) comentariozinho!. Para o deleite dos moraes!.
Pedro Pereira Pereira , Palmas-TO - oleiro
Enviado em 11/4/2009 às 19:13:45
¨Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes............ Onde consigo achar a agenda democrátia da VPR ou da VAR palmares.Todos os artigos relacionados dão como agrupamentos que tinham como objetivo aplicar a cartilha stalinista e maoista no Brasil, que raios de democracia existia na china e na urss que a gente nunca percebeu? Na Internet tem uma afirmativa de um revolucionario de que chamava Daniel( Nome? COdinome?) que não existia tal agenda democrática.Onde consigo encontra-la SR\ESpinosa... Poderia me explicar como se conjuga democracia e socialismo nos modelos da época em que militava?
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 9/4/2009 às 23:12:14
"Resposta da repórter Fernanda Odilla": irrelevante. A resposta que o desafio do autor pediu foi a gravacao, somente a gravacao, e nada mais que a gravacao.
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 9/4/2009 às 23:09:56
Ney, voce nao tem material suficiente pra 1 post em qualquer assunto que seja, muito menos 12. O que significa "Lula III (ou tri-Lula)" e o que significa "companheira (agora branda)", e quem eh "Dilma Filha", e o que significa "Folha (de S. Paulo, hein!)"? Isso ta suposto a ser engracado? Se eh piada, passe me o microscopio porque nao vi.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 18:28:39
Resposta da repórter Fernanda Odilla: Pô, se a reportagem não (repito, não) afirmou que Dilma Rousseff planejou o sequestro de Delfim Netto, por que ela (a Dilma Rousseff) foi entrevistada pela própria repórter que não afirma que a Dilma Rousseff planejou o sequestro?. Se o "foco" da reportagem era o tal sequestro do tal Delfim (que nem sequer houve) os entrevistados deveriam ser os planejadores do tal sequestro. Evidentemente se estiverem vivos, não né?!. Relativamente à tal "ditabranda" a Folha de S. Paulo "esclarece" à página A8 Brasil de terça-feira, 7 de abril de 2009 que ... "o termo "ditabranda", empregado recentemente em editorial da Folha e que o jornal retificou a seguir". Ora, a tal Folha de S. Paulo não retificou o tal termo "ditabranda" a seguir. Aliás, quase ratificou. A Folha de S. Paulo somente se retratou devido à indignação da sociedade civil (ainda há sociedade civil no Brasil?). Ao menos, ainda há um certo pudor em não descaracterizar a tal ditadura (a mais recente, né!). Mas, essa história de "qualificar" politicamente correto a guerrilha de "resistência" também é hipócrita. Pois, os próprios guerrilheiros asssim a denominam. Aquela cópia enviada ao octavioman (ombudsman, antigamente) não serve para absolutamente nada, pois, ele não tem função executiva. Ele apenas encaminha as reclamações à tal direção da Folha. Pelo jeito, sem muito êxito. Encerro aqui!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 17:31:41
... "É possível que Dilma, pelas suas tarefas na organização, sequer tenha sido informada sobre o levantamento realizado [o planejamento do tal sequestro, o qual não houve mesmo]". Essa frase afirma que a tal Dilma [Filha] (pelas suas tarefas na organização), sequer (ao menos ou pelo menos) tenha, sim, sido informada sobre o planejamento do tal sequestro. "Sequer é afirmativo!". Pô, acho que está explicado a ruindade da tal entrevista (matéria jornalística, hein!). O entrevistado considera ruim a repórter por ser "jovem". E o entrevistado é ruim por ser "velho" (ou idoso)?. Pô, a companheira Dilma Filha era mesmo "séria". Risonha ela está agora. Na campanha eleitoral!. Tomara que a tal Folha (de S. Paulo, hein!) não aceite o desafio do companheiro Antonio Roberto Espinosa jornalista e doutorando em ciência política pela USP (pela USP, hein!) em publicar 3 horas de "entrevista" dirigida "caridosamente" pelo entrevistado. Se a primeira publicação já foi uma "tragédia", uma segunda publicação seria uma farsa. Prefiro aguardar a decisão "transitado em julgado" no STF (Supremo Tribunal Federal). Se a Folha perder, publicará. Mas, não lerei. Aliás, o melhor mesmo seria que o tal STF determinasse a tal abertura dos arquivos da tal ditadura. E também da "resistência"!. Por que enviar cópia da reclamação ao octavioman. Deveria ter enviado cópia ao Conselho Editorial. Rarará!. É só?.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 16:53:17
... "No caso dela, [Dilma] sequer tinha vivência militar". Ora, o tal Espinosa afirma que a tal Dilma tinha, sim, vivência militar. Sequer significa "ao menos ou pelo menos". Portanto, "sequer" é afirmativo. Pô, entrevistado dando "orientações" à entrevistadora!. Que promiscuidade, hein!. Ou foi caridade, mesmo?. Ah!. subversivo ou guerrilheiro ou terrorista ou combatente ou resistente que nem sequer foi "denunciado" [processado formalmente] pela burocrata "ditadura militar de direita" nem merece ser entrevistado!. Mesmo que pela tal Folha (de S. Paulo, hein!). Rarará!.
Adriana Araújo Alves , Brasília-DF - Jornalismo
Enviado em 9/4/2009 às 15:57:38
A folha derespeita a inteligência e o senso crítico do leitor, depois da "ditabranda" mais essa. O jornal vai perder qualquer tipo de credibilidade, pois até os esclarecimentos da Folha são hipócritas.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 15:56:01
A matéria foi publicada nas páginas A8 (e) -não a- A10. Na página A9 havia, evidentemente, propagandaa. Praticamente não há mais "entrevista" pessoal. Agora só por telefone ou pelo tal e-mail. Talvez haja outros instrumentos, mas, pessoalmente, é folhaticamente proibido. Pois, o custo é mais alto. E "perde-se" tempo. Afinal, croqui ou croquis?. Realmente o tal Delfim era da tal ditadura, mas, agora ele é da "lulocracia". Então, o planejamento do sequestro do então (futuro) companheiro Delfim é um "não fato"?. Pô, que decepção!. O futuro companheiro Delfim era signatário do AI-5 e principal civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades e dos assassinatos e das torturas, e, mesmo assim não foi objeto de "justiça" por parte da tal resistência?. Grafar nome e título educacional e outros dados é perfeitamente folhático. Mas, exigir "respotsa para isso" é demasiadamente espinoso. Pô, achava que a tal companheira Dilma Filha tinha um cargo melhorzinho n a tal resistência!. Ser demitido pelo tal "publisher" Octavio Frias de Oliveira não é mérito nem demérito de ninguém. Assim como não é nenhum heroísmo ter trabalhado no tal Última Hora com o então alcândor Samuel Wainer. Alias, o tal S.W. ganhou o tal Última Hora de "presente" do tal Getúlio Dorneles Vargas. "Acho" que o PIG do B -Partido da Imprensa Governista do Brasil- teve início da promiscuidade do S.W. com o Getúlio!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 14:29:29
Com o companheiro Lula III (ou tri-Lula) ou com a companheira (agora branda) Dilma Filha ou com o (anticompanheiro de "confiança" lulática) José Serra ou com o reizinho (não de Roma, mas, das Alterosas) Aecinho Neves da Cunha -neto do cooptado pela ditadura (vide farsa das (não) Diretas Já- ou com o anti-oligarquia, porém, pró-patriciato Ciro Ferreira Gomes nenhum "empresário" amateiro ou não, deixará este país!. Pô, em que país há a mamata (Lula nunca mais "proferiu" a tal palavra "mamata" -por quê?-) de pegar financiamento de longuíssimo prazo no BNDES a 6% ao ano e aplicar a sobra (o excesso,né!) de "caixa" a 12% ao ano nos tais "fundos de curtíssimo prazo de dívida pública", vulgo, "over-nigth"?. Isso é que é "spread", hein!. E assim continua a eterna antropofagia ou autofagia ou canibalismo mesmo financeira deste país!. E agora, para piorar um pouquinho, querem (e conseguirão, hein!) implantar a antropofagia ou autofagia ou canibalismo mesmo da democracia. Como se não bastasse a antropofagia ou autofagia ou canibalismom mesmo econômica!. E vamos lular e vamos dilmar e vamos serrar e vamos aeciar e vamos cirar. E o mais importante: Vamos faturar!. Aliás, "vão" faturar!. Pois, na locupletação geral e ampla e irrestrita não cabe o tal "povo!". Aliás, tradicionalmente, a locupletação é forjada -embora "transparentemente" contra o próprio "povo!". O povo brasileiro!.Há mais!.
Thiago Marcondes , São Paulo-SP - Estudante de Jornalismo
Enviado em 9/4/2009 às 13:47:07
Vamos deixar as grosserias da Folha de São Paulo, jornal que sou assinante, e vamos pensar o seguinte: O Delfim Neto continua mesmo depois da ditadura!!! Não me conformo nem com ele e nem com o jornal.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 09:27:47
E se a tal Folha (de S. Paulo, hein!) quer mesmo reportar a tal ditadura prepare-se para a guerrilha!. E o povo novamente pagará a conta. Enquanto o companheiro Lula paga (com o dinheiro do povo) um preço altíssimo para a tal governabilidade remunerando de udenistas a comunistas, o próprio Lula fomenta a (des)governabilidade ao antecipar o seu terceiro mandato que (será?) exercido pela sua criatura -vítima da tal ditadura-. Como não temos capacidade para lidar com a democracia e a civilização, então, voltemos à estupidez pré-64. E sua continuidade pós-64. O "povo" (tão aclamado pela companheirada, e, principalmente, pelo companheiro-mor desta República) será mais uma vez a "verdadeira vítima". Mas, os "heróis" passarão à história. Com muita fama. E também com muitíssima ... grana!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 09:14:23
E depois da ditadura teremos a brandura. Protagonizada pela companheira Dilma, a linha-dura. Um caso para a psiquiatura!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 9/4/2009 às 09:09:09
Depois da ditadura e da guerrilha vêm a bajulatura e a camarilha. Abram os tais arquivos da ditadura e da guerrilha e veremos que essa história foi uma tragédia, mas, a sua repetição é uma farsa. A ditadura foi uma tragedura e a guerrilha foi uma farsilha. É horripilante ter de enfrentar uma ditadura ou uma anarqura. Mas, o pior mesmo é ressuscitá-las por causa de uma presidencialula numa República nula!. E a tal Anistia só serviu para a indenizatura. Não serviu para a ruptura. A ruptura da demagogiatura e da corruptura.
andre rezende souza , sp-SP - liberal
Enviado em 9/4/2009 às 02:42:28
Neste video o Bispo Edir Macedo abre fogo contra a Folha. Ainda bem que a Folha tenha medo ou se incomode com alguém neste Pais. É que o coitado do Antonio Spinoza teve suas declarações fraudadas para que a Folha publicssse a capa várias páginas sobre uma história sem pé nem cabeça, uma suposta tentativa de sequestro contra Delfim Neto na década de 70. O coitado do Spinoza, ao ver que sua fala foi fraudada, ficou mendigando por um pequeno espaço para desmentir a Folha na seção de leitores. O dito ficou pelo não dito. É que o Spinoza não tem o poder de fogo do bispo. Assista ao vídeo http://www.youtube.com/watch?v=dYHJ9vD2SlQ&feature=related
RONALD  BITTENCOURT , CURITIBA-PR - analista de sistemas
Enviado em 9/4/2009 às 01:00:37
cade a opiniao do LUIS WEIS E DO ALBERTO DINES SOBRE ESTA PALHAÇADA DA FOLHA?????????
Miguel Álvares Cardoso "Cardoso" , Rio Verde-GO - Professor aposentado
Enviado em 8/4/2009 às 22:56:57
Se houve mobilização da influência ministerial (que, também, estou inclinado nessa crença) para pressionar um caseiro, de outra parte, houve também a influência dos poderosos que tinham sob seu controle uma CPI fajuta, tendenciosa, cuja toda a sua sagacidade enfocava para o fito de desmoralizar um ministro e por conseqüência, o governo. Todo o mundo viu, e se alguém não viu foi por alergia a náuseas. O caseiro, (presume-se), sentiu extorquido no seu direito, mas não foi o Palocci que o convocou para participar de uma fraude que, também, estou inclinado na crença de que o mesmo tinha plena consciência da representação do seu papel. Essa é a minha ponderação no que foi aquele imbróglio político mal feito entre Garibaldi e Ifraim e que agora, se revelaram o quanto foram na direção do Senado.
Miguel Álvares Cardoso "Cardoso" , Rio Verde-GO - Professor aposentado
Enviado em 8/4/2009 às 22:53:31
Desde quando se publicou uma ficha da dona Dilma, certamente fabricada nos porões da ditadura e que só a imprensa venal tem acesso a tais documentos, não perdem a oportunidade de envolvê-la sempre em quase todas as atividades da resistência àquele período negro da nossa história. Verdade ou mentira, sempre dão um jeitinho de atingi-la. Nenhuma das nossas mulheres representativas, vivas, ofereceu folha tão rica de préstimos aos que defendiam a liberdade naquela época, como essa mulher, cuja vida servir, não foi um pretexto, mas, uma fatalidade e quantas vezes dramática, do próprio destino. Mulher corajosa, caráter íntegro e de uma solidariedade invejável. Acompanhei a sua trajetória através do noticiário daqueles dias horríveis. Aproveito o espaço para um recado ao Celso Lungaretti:. Ontem, tentei acessar a página “Palpite infeliz”do seu blog Náufrago da Utopia e, infeliz, não consegui fazer o login complicadíssimo de tantos caminhos exigidos para isso. Sou fã dos seus comentários sobre a vida pública de alguns que não devem fazer política e o fazem desavergonhadamente, talvez, confiados na transitória potestade no poder de que se julgam assaltados. Agora, para mim como para tantos, desta vez você pisou na bola. Sei, também, que para outros, não, com relação ao Palocci versos Francelino (caseiro) naquela pantomima da CPI dos Bingos.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 8/4/2009 às 17:53:43
Que "resistência" chinfrim, hein?. Não pensaram nem sequer em sequestrar o (futuro) companheiro Delfim?!. Rarará!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 8/4/2009 às 17:40:25
Não é verdade que o tal "Painel do Leitor" da tal Folha (de S. Paulo, hein!) só publica "cartas inéditas". O tal Adilson Laranjeiras ([ ]) do tal Maluf tem suas cartas "iguais e idênticas" publicadas no tal Painel do Leitor. O tal Laranjeiras ([ ]) -ex-ombudsman da extinta (ufa!) Folha da Tarde?- sempre repete -literalmente- que o ([ ]) não tem dinheiro no exterior. Pô, se não tem, então de quem é aquele dinheiro?. Da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo?. Pô, o tal regime militar cassou o tal Adhemar Pereira de Barros e não cassou o tal Paulo Salim Maluf. Por quê?. Qual a diferença do original e da cópia?. Em tempo: O atual companheiro Paulo Salim Maluf (deputado federal (PP-SP)) é da tal "base aliada -aliadíssima, aliás" do governo lulático!. [ ]!.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 8/4/2009 às 17:25:59
Pô, o companheiro Lula não sabia de nada. A companheira Dilma não se lembra de nada. Achava que para ser presidente ou presidenta deste país era necessário saber e lembrar. Pô, mas, que guerrilha mequetrefe, hein!. Nem sequer pensaram ou planejaram sequestrar o tal Delfim?. Isso é que é resistência (chinfrim, né!) ao regime "ditatorial", hein!. E o dinheiro (pô, 2 milhões e 400 mil dólares na época dava para derrubar qualquer ditadura!. Rarará!. É verdade que aquilo foi uma "legítima" expropriação. Pois, a guerrilha (ou a "resistência" -não resistiram muito a tanta grana- roubaram um dinheiro que fora antes também roubado. Pelo tal Adhemar Pereira de Barros (rouba, mas, faz.-o original!-). Adhemar Pereira de Barros -avô dos proprietários do Grupo Bandeirantes- foi cassado pelo tal regime militar. Por ser ladão do erário e/ou do "povo!". É que os tais militares -ingenuamente- quiseram implantar um regime político "impoluto". No Brasil, hein!. Mas, quanto à grana "expropriada" a companheira Dilma (era ou não era a "tesoureira") e sua companheirada da tal "resistência" devem ainda muitas explicações. Embora o que já disse já dá para imaginar o destino do tais dólares adhemarianos. Mas, comunista por comunista, e alguns também "assaltantes" há-os também em outros partidos. No estado de São Paulo, por exemplo, tem um que quer ser governador. Entrevista nele, Folha!.
Daniela Prado , São Paulo-SP - professora de francês
Enviado em 8/4/2009 às 13:11:12
A luta armada contra a sucessão do presidente Lula começou. Arma usada: a palavra.
Ivan Moraes , Newark, NJ-PA - sem profissao
Enviado em 8/4/2009 às 10:30:31
"Ditadura branda, informações falsas, que mais vem aí?": Protogenes. Deve comecar a qualquer minuto.
Alexandre Carlos Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 8/4/2009 às 07:35:36
Pedro Pereira, é a mesma democracia que os grupos de resistência defendiam na 2a. Guerra. Os grupos armados se formaram para lutar contra a tirania do nazismo, da mesma forma que aqui na América Latina, contra os regimes militares. E não havia apenas comunistas nos grupos, era gente de todos os matizes ideológicos. A diferença, ao que parece, é que lá era chique, era patrocinado pelas inteligências americana e britânica, e tinha em seus grupos até embaixadores. Aqui, era por estudantes, intelectuais, um jornalistazinho aqui outro ali, um ou outro militar e alguns pobres operários, e era cada um por si. Não dava status, por certo!
Jeferson de Andrade Andrade , Belo Horizonte -MG - Escritor
Enviado em 7/4/2009 às 22:52:56
Nossa, a Folha está afundando. Ditadura branda, informações falsas, que mais vem aí?
Pedro pereirra Pereira , Palmas-TO - oleiro
Enviado em 7/4/2009 às 22:16:09
Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes covardemente assassinados nos porões do regime, como Chael Charles Shreier, Yara Iavelberg, Carlos Roberto Zanirato, João Domingues da Silva, Fernando Ruivo e Carlos Alberto Soares de Freitas. Democracia? qual democracia? a mesma instalada em cuba ou a mesma sovietica onde foram fazer cursos para defender a DEMOCRACIA. O resto do texto até que está muito bom, define claramente a opçaõ dos Democratas pela violencia explicta e seus métodos que eram somente e apenas o espelho da ditadura. Ate onde e quando essa gente vai levar a mentira de que eram gente boazinha e valentes brasileiros?
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 7/4/2009 às 21:27:10
"as erratas serão pífias e fora de prazo, se houver": oh, nao seja tao descrente, no final das contas eles publicaram a correcao do nome... isso eh, pelo menos reconhecem que se esquivocaram. Alias, se esquivocar deve ser uma especializacao la na falha, ate o nome ja diz.
Jose  Ximenes , Brasilia-DF - Advogado
Enviado em 7/4/2009 às 19:55:00
Nao entendendo o motivo das criticas. O jornal sempre foi cabo eleitoral da dupla psdb-dem. O passado da Dilma Roussef será devidamente desconstruido para retrata-la como "terrorista" por ocasiao de sua participaçao na resitencia à ditadura. É apenas o inicio da campanha contra sua candidatura. Na "ditabranda" idealizada pela folha a ministra foi sequestradora.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 7/4/2009 às 17:49:53
Delfinete: Companheira Dilma que na "ditadura" quis dar fim no companheiro Delfim. E na "democracia" é sua tiéte!. Rarará!.
Jorge Washington Astigarraga , Araraquara-SP - Técnico mecânico aposentado
Enviado em 7/4/2009 às 16:45:39
Seria o caso de se perguntar ao sr. Alberto Dines,onde está a tão falada mudança feita na linha editorial da Folha de São Paulo. Menos de um mês depois de anunciada, já deve ser a quarta vêz que o jornal recebe críticas por reportagens veículadas em suas páginas. Sem comentários............
Alexandre Carlos Aguiar , Florianópolis-SC - Biólogo
Enviado em 7/4/2009 às 14:56:37
Espinosa, é óbvio que a presença de Dilma daqui pra frente no processo político incomodará. Se assim não fosse a verborragia da dupla Maindardi/Azevedo não seria tão contundente. Rola na internet um e-mail perguntando "Você conhece a Dilma?" apresentando-a como guerrilheira, com foto em um documento da época, etc, etc. Ou seja, ficará pior daqui pra frente. Então, entrevistas pra gente da destra é um prato cheio, pois as erratas serão pífias e fora de prazo, se houver. Por tudo isso mesmo Dilma deve eleita presidente do país, pois seu incômodo a essa gente será grande. Será que dessa vez os 800 empresários do Amato irão mesmo embora? Tomara!
Darlan Feitosa , Açailândia-MA - Administrador
Enviado em 7/4/2009 às 13:54:16
Prezado Espinosa, estranha o amigo conceder entrevista para este tipo de jornal manipulado. Com sua vasta experiência sobre as atitudes desses "brasileiros de faixada", não deu para perceber que eles estão pouco se lixando para mostrar a verdade aos brasileiros? Na minha opinião o amigo, deveria cobrar juridicamente um direito de resposta, pois isso não pode ficar em pune.
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