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SEQÜESTRO & CASCATA
Cidade Biz
"Época estampa Olivetto na capa e W abre mão da Editora Globo", copyright Cidade Biz (www.cidadebiz.com.br), 7/01/02
"Enquanto as rivais Veja e IstoÉ chegaram às bancas esta semana trazendo na capa a cantora Cássia Eller, morta no última dia 29, a Época resolveu apostar em outro personagem: Washington Olivetto, que esta segunda completa 27 dias em cativeiro. A revista quebrou o silêncio sobre o tema pedido pela família do publicitário e indignou a W/Brasil, que acabou por abrir mão das contas que atendia da Editora Globo, inclusive a da própria Época, para a qual desenvolveu premiadas campanhas.
‘Foi muito pesado’, explicou ao CidadeBiz a assessoria da agência. ‘Não havia para quê falar disso, não há novidades, a negociação ainda está ocorrendo.’ Ao que tudo indica, foi a capa da publicação o que mais irritou a W, já que as 16 páginas da matéria principal da revista utilizam o caso de Olivetto como ganhco para uma análise sobre a ‘indústria do seqüestro’ paulista. A reportagem divulga, por exemplo, que a ocorrência deste tipo de crime em São Paulo cresceu 323% desde 1996.
Com a decisão de romper com a Editora Globo, a W abre mão das contas da Época, Quem, Globo Rural e Galileu, além do Institucional da companhia. Este mês a agência completaria dois meses atendendo a empresa das Organizações Globo."
NO.
Comunique-se
"Dr$ Jereissati, o nó da briga pelo No", copyright Comunique-se (www.comunique-se.com.br), 4/01/02
"É iminente uma mudança no site no. Salário atrasado, tentativas constantes de intromissão no trabalho editorial, tudo caminha para o duelo final entre o pessoal que iniciou o site de informação e o terceiro sócio que entrou posteriormente - grupo Lafonte, comandado por Carlos Jereissati.
O site foi criado há um ano e meio, com a participação de um grupo de jornalistas, tendo à frente Marcos de Sá Correia, e os sócios financiadores - Banco Opportunity (Daniel Dantas) e Banco GP (Beto Sucupira). As coisas corriam muito bem entre eles, porque nem Daniel nem Beto davam o menor palpite na área editorial.
Mas, em determinado momento - por razões financeiras, estratégicas ou ambas - os dois bancos aceitaram um terceiro sócio, o grupo Lafonte. E, daí em diante, a situação piorou muito. Jereissari comprometeu-se, por exemplo, a depositar regularmente uma quantidade de dinheiro que garantia o pagamento da folha. Mas os depósitos se tornaram irregulares e Jereissati começou a sugerir pautas, nomes e, finalmente, sugeriu a contratação de Cláudio Humberto.
As relações entre os dois lados tornaram-se insustentáveis. Manuel Francisco Nascimento Brito, ex-dono do Jornal do Brasil e indicado por Daniel Dantas para dirigir o no., toma o partido da redação mas também vem tendo alguns problemas, por causa disso, com o Conselho de Administração.
O salário de dezembro deverá ser pago na próxima semana e, logo depois, deverá ser sacramentada a saída do grupo Lafonte. Ou ou."
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"Praticamente inviável’ desatar o nó do no.", copyright Comunique-se, 7/01/02
"O grupo Lafonte e seu principal representante, o empresário Carlos Jereissati, já não manifestam entusiasmo pelo site no, segundo disse a Comunique-se, nesta segunda-feira (7/1), uma fonte próxima ao grupo. As sucessivas desavenças com a redação e os constantes pedidos de reforço financeiro criaram uma situação - segundo a fonte - em que seria ‘praticamente inviável’ manter a atual sociedade entre Lafonte e os bancos Opoortunity e GP no site.
Outras fontes - próximas aos outros sócios - também acham que ‘a coisa não está dando certo’ e consideram iminente uma mudança. Salário atrasado, tentativas constantes de intromissão no trabalho editorial, tudo caminha para o duelo final entre o pessoal que iniciou o site e o terceiro sócio que entrou posteriormente - grupo Lafonte, comandado por Carlos Jereissati.
O site foi criado há um ano e meio, com a participação de um grupo de jornalistas, tendo à frente Marcos de Sá Correia, e os sócios financiadores - Banco Opportunity (Daniel Dantas) e Banco GP (Beto Sucupira). As coisas corriam muito bem entre eles, porque nem Daniel nem Beto davam o menor palpite na área editorial.
Mas, em determinado momento - por razões financeiras, estratégicas ou ambas - os dois bancos aceitaram um terceiro sócio, o grupo Lafonte. E, daí em diante, a situação piorou muito. Jereissari comprometeu-se, por exemplo, a depositar regularmente uma quantidade de dinheiro que garantiria o pagamento da folha. Mas os depósitos se tornaram irregulares e Jereissati começou a sugerir pautas, nomes e, finalmente, sugeriu a contratação de Cláudio Humberto.
As relações entre os dois lados tornaram-se insustentáveis. Manuel Francisco Nascimento Brito, o Kiko, ex-dono do Jornal do Brasil e indicado por Daniel Dantas para dirigir o no., toma o partido da redação mas também vem tendo alguns problemas, por causa disso, com o Conselho de Administração.
O salário de dezembro deverá ser pago na próxima semana e, logo depois, deverá ser sacramentada a saída do grupo Lafonte. Ou ou."
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