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DIRETΣRIO ACADΚMICO SALA DE AULA para a prática jornalística Ruben Dargã Holdorf (*)Allan Macedo de Novaes, Fernando Marcondes de Torres e Sergio Marques Telles (**) Introdução (***)A necessidade de um instrumental prático para o exercício jornalístico dos alunos de Comunicação Social do Unasp estimulou a criação do LabCom Laboratório de Comunicação, em parceria com o Paraná OnLine, site da Editora O Estado do Paraná S/A. Devido ao crescimento da demanda de notícias locais, professor e alunos lançaram o projeto do que viria a ser a Unaspress <www.unaspress.unasp.br>, inicialmente chamada de Agência IAE de Notícias. Deve-se ressaltar que todos os projetos de design do novo site foram construídos pelo aluno Lisandro Winckler Staut, ficando a manutenção e adaptações sob a responsabilidade de outro graduando, Siloé João de Almeida Júnior, hoje na Universidade Católica de Brasília. Desde o início de 2000, duas turmas trabalharam diariamente, no decorrer do ano letivo, participando das reuniões de pauta, recebendo orientação e supervisão do professor responsável pelas disciplinas Introdução ao Jornalismo e Jornalismo Especializado. Por ocasião do Encontro Anual de Iniciação Científica (Enaic), em novembro de 2001, apresentou-se o projeto da agência de notícias online e seus resultados práticos na formação básica daqueles que optaram pelo jornalismo. Portanto, trata-se de iniciativa experimental ímpar, desenvolvida exclusivamente neste campus, integrando professor-aluno ao processo de aprendizagem. 1. Prática jornalística A exigência do competitivo mercado de trabalho e o recente aperfeiçoamento das tecnologias de informação conduzem as instituições de ensino em direção a adequações e modificações de suas metodologias, currículos e estruturas. O novo mercado de trabalho requer profissionais com sólidos conhecimentos em computação, capacidade para atuar nas várias seções do jornalismo (impresso e eletrônico), além da perícia em conteúdos e habilidades convergentes para a atividade jornalística profissional. Na esfera educacional, mais precisamente no ensino superior de Jornalismo, tais características são ministradas aos graduandos mediante disciplinas práticas, que simulam a realidade da profissão e antecipam a rotina do ofício. Obviamente, o ensino de Jornalismo não deve ser considerado exclusivamente como tecnicista, mas prático por essência e finalidade. No jornalismo, a ausência da teoria revela uma prática alienada e não conscienciosa. Por conseguinte, a ausência da prática revela a teoria como desfuncional e antipragmática. Somente a harmoniosa integração entre teoria e prática fornece aos universitários habilidades e características indispensáveis de um jornalista competente. Hélio Schuch (2000) defende a integração teoria-prática ao afirmar que o ensino de Jornalismo e seu plantel de disciplinas técnicas e não-técnicas devem convergir para o desempenho profissional a finalidade para a qual ambos se destinam para que haja união entre o conceito e a teoria. O debate intra e extra-universitário sobre a ênfase de matérias de ciências humanas e sociais versus técnicas ocorre quando os jornalistas, ex-universitários, percebem que não há retorno de conhecimento efetivo e prático no exercício da profissão em decorrência do tempo investido no estudo de disciplinas humanísticas e sociais desvinculadas do cotidiano das redações. A ausência de retorno efetivo no mercado de trabalho é fruto de um método de ensino não-integrado, no qual não há relação direta entre o estudo de disciplinas teóricas e a necessidade de mercado (Schuch, 2000). Gerson Martins (2001), Adhemar Altieri (2000) e Schuch (2000) criticam o enfoque das disciplinas teóricas das instituições de ensino que oferecem o curso de Jornalismo e desaprovam a demora dos universitários em entrar em contato com a realidade da profissão. Nilson Lage (1999), a favor do exercício prático desde o início do curso, propõe, para a grade curricular, a presença percentual de 50% de disciplinas técnicas e práticas, e não mais que 10% de disciplinas direcionadas para o ensino das teorias da informação e da comunicação. A porcentagem restante seria voltada para as informações humanísticas e sociais básicas, comuns em cursos da área humana. Embora seja visível a insistência de inúmeros educadores em apregoar a implementação do exercício prático como finalidade e presença dominante no ensino de Jornalismo, são poucas as universidades e faculdades que operacionalizam essa proposta. A grade curricular de tronco comum na qual predomina com exclusividade nos dois primeiros anos a teoria, e que nos dois anos seguintes prevalece a prática, mostra-se mais propícia para prover o pseudojornalismo (Martins, 2000). A insistência em reunir sob um mesmo propósito e enfoque os alunos de diversas habilitações contribui para o aumento da indecisão quanto à escolha da profissão. A demora em se ter contato direto e real com a prática profissional produz um conhecimento superficial da habilitação escolhida, pois não há direcionamento de matérias toda a grade curricular visa a formação básica dos alunos de todas as habilitações, para só então, geralmente no terceiro ano, ocorrer a divisão de graduandos em suas respectivas áreas. Além de propiciar um estado de hesitação na escolha da área profissional, a divisão tardia de habilitações resulta em uma situação de dúvida quanto à certeza vocacional. Tal contexto robustece as dificuldades dos graduandos em conhecerem, pela prática, a realidade do jornalista, uma vez que há proibição legal do estágio para universitários na maioria dos estados do país. Contudo, a relação consciente com as tecnologias midiáticas, o domínio do idioma e das linguagens audiovisuais e a habilidade nos processos desenvolvidos no exercício da profissão são características essenciais ao futuro jornalista, haja ou não possibilidade de se fazer estágio. Obviamente, esses requisitos tornam-se funcionais e completamente disponíveis apenas mediante a vivência e a prática jornalística, características pertencentes às disciplinas específicas e técnicas. Schuch (2000) define bem essa realidade: "Colocação no mercado de trabalho é assunto e preocupação de qualquer curso universitário. É um assunto que deve fazer parte do desenvolvimento de um curso afinal, os alunos buscam uma profissão na universidade. Ocorre que esta profissão, estudada enquanto curso universitário, deve se realizar no mercado de trabalho. Em outras palavras, se a capacidade profissional é formada ao longo de um currículo, deve ser colocada em ação após a conclusão do curso. Por isso, deve haver vinculação entre o aprendido e o que deve ser executado." 1.1 pragmática e jornalismo Não apenas a voz das evidências da experiência profissional e educacional e da realidade do mercado de trabalho dita argumentos sobre a necessidade do exercício prático na formação acadêmica do futuro jornalista. As pesquisas realizadas por Manuel Chaparro (1994), à luz da doutrina da pragmática de Charles Peirce, também facilitam a compreensão e a aceitação teórico-filosófica da importância da prática no ensino de Jornalismo. No pragmatismo de Peirce, citado por Chaparro (1994), o conhecimento é uma ferramenta a serviço da ação, e a função do pensamento é gerar hábitos de ação. No seu entender, o significado de uma concepção se expressa em conseqüências práticas. Daí a sua máxima pragmática: "Considerem-se quais efeitos efeitos que possam concebivelmente ter conseqüências práticas imaginamos possua o objeto de nossa concepção. Nesse caso, nossa concepção de tais efeitos constitui a totalidade de nossa concepção do objeto." Por conseguinte, Chaparro (1994) comprova que, enquanto processo social de comunicação, o jornalismo situa-se no campo da pragmática doutrina que deriva do pragmatismo e sob os ditames da mesma pragmática, e em nenhuma outra teoria o jornalismo deve ter fundamentações teóricas para ser pensado, compreendido, realizado e aprimorado. A própria conexão teórica entre o jornalismo e a pragmática se assenta no reconhecimento de que a utilização da língua não se reduz a produzir um enunciado, senão que esse enunciado é a execução de uma ação social (Van Dijk, in Chaparro, 1994). Portanto, o jornalismo é um instrumento que visa a prática tanto quanto a pragmática visa hábitos de ação, conforme sua origem proveniente do pragmatismo. A doutrina original de Peirce favorece uma maior compreensão da estreita relação entre o jornalismo e a pragmática. Sua doutrina fundamenta teoricamente a importância da prática jornalística nas instituições de ensino como simulacro da ação jornalística a finalidade pela qual existe o curso. Ora, se o jornalismo e a pragmática são indissociáveis, cria-se um forte vínculo entre o pragmatismo e o jornalismo; assim, espera-se que o ensino de Jornalismo não fuja a essa realidade. É importante ressaltar a diferença conceitual não uma diferença de princípio e essência entre a pragmática e o pragmatismo. O primeiro termo refere-se ao campo da lingüística, que propõe integrar o estudo da linguagem ao papel dos usuários e é originada do pragmatismo; o segundo termo designa o sistema filosófico no qual a prática é o critério de verdade. Ambos relacionam-se com o jornalismo e apontam para a importância da ação e da prática jornalística como propósito de existência e finalidade da profissão e, conseqüentemente, do ensino do ofício. 2. Agência, um meio eficaz De modo distinto e inovador, a agência de notícias proporciona aos graduandos de Jornalismo instrumentais técnicos para a prática. Rompendo a tradicional idéia de predominância de disciplinas técnicas somente aos dois últimos anos da graduação, possibilitou-se ao estudante o contato com a realidade da profissão. A Unaspress (agência de notícias online do curso de Jornalismo) revela-se o meio mais eficaz para que os alunos se envolvam na realidade da profissão. O pioneirismo foi uma característica da agência. A Unaspress tornou-se a primeira agência de notícias online de uma instituição acadêmica cujos responsáveis são alunos do primeiro e segundo anos. Ressalta-se ainda a periodicidade diária da Unaspress comparada à periodicidade semanal, quinzenal e até mensal de agências e revistas eletrônicas de outros centros de ensino, comprovando assim superior volume de notícias veiculadas. À luz da proposta de instituições de ensino de êxito que aderiram à ênfase prática do curso, a Unaspress surgiu como: 1)resposta aos requisitos do novo mercado de trabalho; 2)solução à fragilidade e ausência de prática do curso de Comunicação Social do Unasp devido ao tronco comum; 3)ferramenta para exercício da profissão por meio de estágios profissionais. A mais recente e promissora modalidade de jornalismo chamado instantâneo ou online foi escolhida para inserir os alunos na vida real do ofício desde o primeiro ano. Assim, a escassez ou falta de disciplinas específicas de Jornalismo desde o primeiro ano do curso e a carência de matérias que proporcionam instrumentais técnicos significativos e direcionados próprios de cursos de Jornalismo não-puros e não-plenos não comprometem a formação profissional, atendida com eficácia pela participação intensa dos universitários na Unaspress. Fundada em 2 de maio de 2000, a Unaspress é um instrumento propício para a familiarização dos universitários com os veículos de comunicação de massa e com a realidade profissional. Os alunos atuam em funções diversas, como repórteres, revisores, redatores e fotógrafos, simulando, assim, o dia-a-dia das redações dos jornais e da equipe de reportagem de rua, proporcionando ao estudante contato direto com todas as modalidades e funções do jornalismo. Assumem também cargos de chefia, como secretaria de redação, chefia de reportagem e supervisão de editorias, de modo que haja melhor distribuição de tarefas e maior organização no cumprimento da pauta. Esta, por sua vez, é discutida semanalmente por professor e alunos para definição das matérias, ou seja, que fatos ou eventos devem ser atendidos e destacados, como fazer, fontes a serem consultadas ou pesquisadas ou mesmo para decidir-se qual enfoque terá a matéria. Todos os alunos, inclusive aqueles que assumem cargos de chefia, estão sob a tutela e a orientação do editor-chefe: o professor responsável. Essa integração orientada entre alunos e professor estimula a prática jornalística eficiente. A comprovação da melhoria do desempenho dos estudantes que, mediante participação ativa na Unaspress, põem em prática os conceitos aprendidos em sala de aula desde o primeiro ano do curso, é demonstrada nas estatísticas das atividades realizadas na agência de notícias. Nestes dois anos, 57 alunos editaram 500 matérias, 53 editoriais, 60 textos para debate, 45 textos de opinião e cerca de 3.000 fotos. A divisão da Unaspress em sete editorias permite uma aproximação real das atividades realizadas nos vários setores do jornalismo profissional, oferecendo instrução básica geral sem restringir demais especializações. Desse modo, o professor pode orientar os alunos de maneira mais bem-sucedida do que o faria em sala de aula. Por meio da vivência prática, os universitários imergem no mundo do jornalismo e tornam-se conscientes de seu dever como profissionais. Segundo Mário Erbolato (2001), as duas principais tarefas do jornalista são: 1)saber o que se deve publicar; 2)saber como se deve publicar. São exatamente essas duas características que, peculiares a jornalistas experientes, são transmitidas pelo professor aos alunos por ocasião das reuniões de pauta e durante o processo de preparação de matérias. Entre as várias vantagens da prática jornalística desde o primeiro ano do curso superior pela participação na Unaspress está a melhoria visível na habilidade de escrita na linguagem jornalística, a conseqüente intimidade com os meios de comunicação, crescente interesse na leitura de periódicos relacionados ao jornalismo e satisfatório domínio das técnicas de reportagem características indispensáveis para a formação de um jornalista, como o curso almeja e propõe. Além disso, o ativo e interessado envolvimento na Unaspress desde o primeiro ano do curso adianta descobertas vocacionais que apareceriam somente a partir do terceiro ano da graduação, como acontece comumente em outras instituições educacionais de nível superior. A realização da prática jornalística, tão logo se inicie o curso, exige do aluno interesse, força de vontade e vocação. Proposital e conscientemente, a Unaspress é um meio de descoberta vocacional precoce, a fim de que haja identificação com a habilitação de sua preferência e escolha da área de atuação. A superioridade e a excelência do ensino pragmático de jornalismo também são asseveradas mediante a inclusão de matérias e reportagens de alunos em grandes veículos de comunicação nas esferas regional, nacional e internacional, relacionadas à comunicação da mantenedora ou não. Evidência dessa excelência e importância da Unaspress como ferramenta da prática jornalística universitária consta em algumas das matérias veiculadas pela agência de notícias que receberam destaque na imprensa secular. A Unaspress não restringe sua área de atuação ao incentivar a prática jornalística universitária como solução para a fragilidade de cursos de tronco comum essencialmente teóricos e como escape à lei que proíbe o estágio. A Agência de Notícias também colabora com a divulgação da imagem da instituição, sua filosofia educacional e os recursos por ela oferecidos, similarmente à missão da publicidade e do marketing. Embora esta não seja sua meta, nem principal e mais eficaz atividade, a divulgação institucional é perfeitamente associada ao trabalho realizado pela Unaspress. Em conformidade com o regimento e a filosofia educacional da instituição, assim como da ética profissional, a Unaspress assume como alvo secundário a publicidade da instituição educacional. Sendo a Editoria Campus a principal seção temática da Unaspress, ditando o perfil da manchete e das matérias de destaque, vê-se o claro compromisso da agência em colaborar para a divulgação de eventos, fatos e projetos acadêmicos e sociais do campus. Esse compromisso de forma alguma anula o direito à informação e à liberdade de expressão, muito menos limita a ação jornalística ao jogo de interesses arbitrário de poderes e regimentos superiores (Michel Foucault, in Chaparro, 1994). No ano de 2000 e 2001, a média de acessos diários ao site foi de 77,5. De 2000 a 2002, constataram-se aproximadamente 30.000 acessos. Esse poder de extensão da Unaspress é uma importante ferramenta de divulgação, que permite o acesso de milhares de internautas a informações de relevância que tratam, direta ou indiretamente, de assuntos relacionados ao campus. Usando o serviço de mala-direta via correio eletrônico e mediante informações fornecidas por sites que veiculam notícias da Unaspress, estima-se que as reportagens realizadas pelos universitários integrantes da agência de notícias sejam lidas por dois milhões de pessoas em todo o mundo, em oito idiomas. Além disso, a Unaspress está cadastrada em sites de busca de grande acesso, como Cadê, o que facilita a propagação das notícias relacionadas à instituição. O poder de alcance das reportagens da Unaspress mostrou-se relevante a ponto de merecer, em 28 de novembro de 2000, uma Moção de Apoio e Congratulações. Aprovada semanas depois, essa moção ressaltou o trabalho acadêmico da agência como instrumento de disponibilização dos fatos locais para vários países, tornando a cidade de Engenheiro Coelho e as cidades da região conhecidas internacionalmente. De fato, o contador eletrônico constatou as origens dos acessos e revelou que inúmeras pessoas de outros países navegaram pelo site da Unaspress, a saber, Estados Unidos, Camboja, Argentina, Israel, Itália, Japão, Nova Zelândia, Espanha, Dinamarca, México, Canadá, Rússia, Albânia, Portugal e França. A Unaspress ainda conta com colaboradores em alguns estados da Federação e no exterior, como Estados Unidos e Usbequistão. Considerações finais A prática aliada às ferramentas laboratoriais não aliena de forma alguma os alunos do ensino teórico, mesmo porque a carreira jornalística requer ampla gama de conhecimentos das mais diversas áreas. A parceria professor-aluno se revela como troca de experiências e aperfeiçoamento acadêmico-profissional. Enfatize-se que o melhor marketing institucional é aquele em que os próprios alunos repassam a imagem e a qualidade do curso onde se preparam para o mercado. O contato pessoal traz muito mais resultados positivos, em termos de retorno de alunos e novas matrículas, do que o investimento na mídia. Esses objetivos poderão ser alcançados se houver investimento não só financeiro e de equipamentos, mas de apoio aos projetos criativos construídos em sala ou laboratórios. Somando todos os itens, podemos determinar que a Unaspress é o veículo de maior divulgação dessa instituição em extensão territorial por meio do correio eletrônico. (*) Jornalista, professor do Curso de Comunicação Social no Centro Universitário Adventista (Unasp), Campus Engenheiro Coelho, São Paulo; mestrando em Educação/Unasp; ex-editor online de Paraná OnLine, jornal O Estado do Paraná, Curitiba; e-mail: <dargan_holdorf@hotmail.com>; sites: <www.unaspress.unasp.br>; <www.canaldaimprensa.com.br> (**) Estudantes do curso de Comunicação Social-Jornalismo/Unasp; e-mails: <allannovaes@hotmail.com>, <fernandonews@hotmail.com> e <sergiotelles@yahoo.com.br> *** Condensado do texto produzido para a revista Acta Científica/Humanas, da Imprensa Universitária do Unasp, n.Ί 2, maio 2002 Referências bibliográficas ALTIERI, Adhemar. "Diploma, exigência absurda." In: Anuário de Jornalismo. São Paulo, ano 1, n.Ί 1, pp. 91, 93 e 94, 2000. CHAPARRO, Manuel C. Pragmática do Jornalismo Buscas práticas para uma teoria da ação jornalística. Summus Editorial. São Paulo, SP; 1994, p. 14 a 25. ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo redação, captação e edição no jornal diário. Editora Ática. São Paulo, SP; 2001, p. 19 e 20 FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Citado em Chaparro, p. 79 e 80. LAGE, Nilson. A formação universitária dos jornalistas. Site: www.saladeprensa.org ; Ano II, v. 2, outubro de 1999. Manual da Redação Folha de S. Paulo, PubliFolha; São Paulo SP; 2001, p. 23 e 26. MARTINS, Gerson. Produção e fluxo de informação: a qualidade da formação jornalística. Site: www.gersonmartins.jor.br ; 2001. PEIRCE, Charles S. Lecciones Sobre el Pragmatismo. Citado em Chaparro, p. 15 e 16. SCHUCH, Hélio A. Qualidade no ensino de jornalismo. Site: www.saladeprensa.org ; Ano III, v. 2, maio 2000. VAN DIJK, Teun A. La notícia como discurso comprensión, estructura y producción de la información. Citado em Chaparro, p. 47 a 53. | ||