|
A PRODUÇÃO DA NOTÍCIA
O jornalismo independente
de Caros Amigos: um processo
de contra-hegemonia
Marcelo Barbosa Câmara (*)
Parte 2
[Clique em TEXTO ANTERIOR, no pé desta página, para ler a primeira parte desta matéria]
Globalização e o neoliberalismo em Caros Amigos
O que vêm a ser globalização e neoliberalismo foi preocupação de primeira ordem entre os colaboradores da revista. O processo ideológico e as conseqüências da hegemonia destas idéias na sociedade foram questões esmiuçadas em Caros Amigos. A aplicação dos dogmas destes preceitos no país foi tema de reportagens de colaboradores como Aloysio Biondi, quando desnudou o processo de privatização das estatais no Brasil e a política econômica do governo federal na era FHC. Em umas de suas matérias Biondi reproduz literalmente as palavras do então "menino-prodígio" da equipe econômica de FHC, Gustavo Franco, na época presidente do Banco Central, que denotam a "preocupação cívica" da área econômica do governo.
"(...) com a recessão, as empresas brasileiras enfrentarão problemas, ficarão ainda mais baratas, e por isso aparecerão grupos multinacionais dispostos a comprá-las com propostas irrecusáveis." (CA, n º 21, dez. 1998:15).
Se as grandes empresas de jornalismo entendiam Gustavo Franco como fonte para elaboração de suas analises e reportagens sobre economia, Caros Amigos e seu colaborador, pelo menos desta vez, também tiveram a mesma fonte; porém, é patente o tom de indignação que Biondi imprimiu à matéria ao repetir as afirmações do ex-presidente do BC.
A temática globalização e neoliberalismo é, do ponto de vista numérico, uma das mais recorrentes na revista; mas, do ponto de vista das relações da mídia e da política e do entendimento de como se produz notícia, interessa o quanto a revista é capaz de dar liberdade aos seus colaboradores para que critiquem e exponham suas concepções livremente e sem a preocupação de manter relações com os que estão no poder e mantê-los como fontes.
Sobre esta diferença no trato com as fontes jornalísticas entre o jornalismo das grandes empresas e o jornalismo independente de Caros Amigos, Sérgio de Souza observa: "A diferença de tratamento das matérias de Caros Amigos está no modo como olhamos o leitor – não nos colocamos na torre de marfim, não nos consideramos superiores a qualquer outra instituição, muito menos ao leitor, a quem a revista se dirige quase com intimidade, de forma bem diferente da assumida pela imprensa em geral, que é de distanciamento, porque os que comandam a imprensa em geral – donos e jornalistas de confiança – constituem uma casta, comportam-se como uma casta. Querem distância do homem comum, principalmente se for pobre. Sua afinidade é com o poder – econômico e político –, com o qual trocam informação e favores, mantêm a intimidade dos encontros secretos, da correspondência confidencial, uma proximidade tão promíscua como suspeita, que pode resultar no que deve e o que não deve ser divulgado, conforme as circunstâncias. Enfim, a diferença está no compromisso, na escolha entre o leitor e a conveniência." (Entrevista realizada em 15/6/2000, por e-mail, com Sérgio de Souza).
Enfim, se não há esta relação promíscua entre fonte e jornalista pode-se construir uma notícia que não apresente ao leitor uma quase reprodução do discurso dos que estão no poder. Eis aqui talvez uma maneira de se romper com o que se chamou de Esfera Pública refeudalizada. A negação da lógica desta relação que as grandes empresas de jornalismo mantêm com os donos do poder proporciona um jornalismo capaz de oferecer aos leitores uma abordagem não raras vezes totalmente distinta da que se tem ao ligar a televisão, conectar-se à internet ou ler jornais e revistas.
Algo além do neoliberalismo
Além de dar espaço para que se tornem públicas a organização e as perspectivas dos movimentos sociais, Caros Amigos concebe que em suas páginas ideologias diversas possam se expressar sem enquadramento desfavorável. É importante, porém, deixar claros os limites desta possibilidade de expressão. Não há espaço na revista para manifestações de políticos ou posturas ideológicas de colaboradores que fujam do escopo ou da esquerda ou de uma perspectiva crítica às concepções neoliberais; ou, mais especificamente, seus colaboradores, via de regra, têm alguma vinculação com interesses ligados ao campo democrático-popular; ou, ainda, fazendo uso da própria definição usada em editorial da revista, "pró-justiça social e pró-direitos humanos" (CA, editorial de março de 2002). A única exceção fica por conta dos direitos de resposta que a revista concedeu a Roseana Sarney, quando polemizou sobre algumas questões ligadas à cultura com o colaborador da revista Tom Zé.
Algumas perspectivas políticas merecem ser colocadas por terem freqüentado as edições da revista.
A concepção ideológica que ficou conhecida nos meios acadêmicos e na própria esquerda como populismo teve espaço na revista. Especificamente através das matérias de Gilberto Felisberto Vasconcelos, o legado de Jango, Brizola, Darcy Ribeiro foi exposto como algo plausível de ser tido como parâmetro de direcionamento político a ser seguido pela sociedade brasileira. Mais especificamente, Gilberto Vasconcelos desenvolveu na revista, no período pesquisado, questões ligadas à cultura brasileira, discutindo autores como Câmara Cascudo, Gilberto Freyre e a colaboração destes autores para o entendimento do homem e da cultura do Brasil, além de criticar o que chama um ideário formado pelo Cebrap e a USP, que consiste em desprezar o nacionalismo de Jango/Brizola, além de propor, com um ex-colaborador da revista, o físico e ex-quadro técnico do regime militar Bautista Vidal, o desenvolvimento da biomassa como saída energética para o país.
Roberto Freire, que foi editor da revista até seu rompimento, por entender que Caros Amigos trilhava o rumo da política partidária, durante sua permanência tratou do anarquismo, no que se refere a experiências práticas de gestão da sociedade. Matérias como "O cientista do orgasmo" (CA, jun. 1997) e "Christiania: A primeira cidade anarquista do mundo" (CA, ago.1997) mostraram a experiência libertária de Reich e a organização de uma sociedade, Christiania, em Copenhague, Dinamarca, sob a perspectiva anarquista.
Provavelmente a maior crítica a ser feita à linha editorial da revista é o fato de, após seu rompimento com Roberto Freire, não ter sido capaz de cobrir esta lacuna temática, dado que o movimento libertário converge com a perspectiva de emancipação do homem e está presente em manifestações populares pelo mundo.
A mídia vista por Caros Amigos
Poucos espaços na mídia no Brasil se dispõem a criticar o próprio meio em que estão inseridos. A velha lenga-lenga do ombudsman de jornais como a Folha de S. Paulo ou as seções de cartas de leitores destinadas também às críticas a estas mídias são incapazes de empreender uma crítica minimamente pertinente ao jornalismo produzido por estas mídias. Ou não têm expressão, como as tais seções, ou são, via de regra, pontuais como as dos ombudsman.
Há exceções a este estado de coisas, e uma delas é o site do Observatório de Imprensa, que publica artigos a respeito da mídia, proporcionando efetivamente um espaço de crítica da produção jornalística. Além do site, o Observatório mantém programa televisivo em que debates acerca do tema mídia/jornalismo são desenvolvidos.
A outra exceção fica por conta das matérias produzidas pelos colaboradores de Caros Amigos, que de forma contundente discutem, criticam e analisam o papel da mídia e do jornalismo nos esquemas que consolidam o poder político/econômico no Brasil e no mundo. Observa o editor especial de Caros Amigos José Arbex Jr.: "Essas redes midiáticas se tornaram essenciais ao funcionamento do capitalismo contemporâneo. Através de suas narrativas e explicações sobre os fatos do mundo, elas criam lógica e coerência onde não existem lógica e coerência alguma. Dão a sensação de que a economia pode funcionar, quando bilhões vivem à mingua para sustentar um ‘núcleo duro’ que nada em abundância." (CA, dez. 2000:13).
Não só a crítica dos efeitos e dos objetivos deste jornalismo praticado por esta rede deve ser empreendida, mas, mais do que isso, precisa ser mantida e ampliada uma rede de informação [Caros Amigos, Pasquim 21, Reportagem Oficina de Informações, a revista do MST são algumas iniciativas que caminham nesta direção] que se proponha a dar espaço a outras formas de pensar à sociedade e à política.
Os leitores de Caros Amigos
A impressão que os leitores de Caros Amigos têm da revista e do jornalismo praticado pelas grandes empresas de jornalismo e a preferência partidária destes leitores foi uma das questões tratadas em entrevista com 12 leitores. Apesar da amostra reduzida pode-se perceber se se reflete na percepção dos leitores o que foi observado no levantamento das temáticas da revista e da forma como a Caros Amigos procedeu ao tratamento da notícia e das reportagens que produz.
Propondo aos leitores que se manifestassem acerca das diferenças de linha editorial da revista e das grades empresas como República, Veja, Época e da mídia eletrônica, as respostas invariavelmente se concentraram no fato de que a Caros Amigos tem linha editorial independente do poder político e de grandes anunciantes.
"(...) Voltando a Caros Amigos, a grande diferença, realmente, está no fato de a revista não ter amarração com nenhum patrocinador, anunciante ou partido político (apesar de ser declaradamente de esquerda)." (AT, leitor de Santa Catarina).
"A diferença mais marcante é a abordagem dos temas, que traz fatos e raciocínios não revelados em outras publicações. Além disso, nas entrevistas, os debatedores não escondem suas opiniões pessoais e políticas, como fazem entrevistadores de outros meios." (DFCL, leitor do Paraná).
"(...) é a alma da revista, sua consciência humanitária-social, que faz a diferença, porque, afinal, alguém tem que ser diferente, discordar (...)." (SCL, leitor de São Paulo).
Quando indagados sobre sua preferência, "três votam no PT incondicionalmente, três votam no PT com restrições, dois votavam no PT, mas não pretendem mais votar neste partido, um vota incondicionalmente no PDT, um não tem preferência partidária definida e um deles votava no PDT, mas não se identifica mais com o partido". (Câmara, 2002:133)
Portanto, dos 12 entrevistados, somente quatro deles ainda têm um partido de sua irrestrita preferência; os outros oito leitores não vêem em nenhum partido político um discurso e uma pratica política capaz de dar conta de suas vontades enquanto eleitores ou cidadãos.
A falta de identificação de parte considerável dos leitores entrevistados em relação aos partidos políticos que mencionaram não permite que se chegue a conclusões definitivas, mas pode indicar alguns caminhos para o entendimento do fenômeno editorial da revista Caros Amigos e o que ela pode representar para seus leitores.
Mesmo não estando vinculada a partido ou a qualquer outra instituição, e nem tendo a pretensão de entrar no jogo da política partidária, Caros Amigos, durante estes anos, levou a suas páginas temas desprezados pelas grandes empresas jornalísticas ou que têm um enquadramento desfavorável.
Ao lado das temáticas e do enquadramento dado a suas matérias há um abandono, por parte dos partidos políticos mencionados por estes leitores, de muitas questões que dizem respeito à "vontade coletiva" (Gramsci 1984:6). Às voltas com a questão puramente eleitoral e com a manutenção de mandatos, partidos como o PT deixam em segundo plano antigas bandeiras de luta e centram suas forças no embate político/eleitoral, tratando de se mostrar cada vez mais palatável e menos disposto a grandes embates vinculados ao movimento popular.
Com o conjunto formado pela falta de publicidade ou a publicidade desfavorável e a falta de vontade de seus antigos partidos políticos em se empenharem em colocar em suas agendas determinadas questões, coube a uma revista o papel de pelo menos aglutinar e dar publicidade aos que estão à margem da grande mídia e da agenda de partidos políticos.
Observações finais
Publicações do gênero de Caros Amigos têm pautado muitas de suas matérias em assuntos relacionados à chamada globalização e seu irmão siamês, o neoliberalismo. Dissecar para seus leitores os fundamentos, os objetivos políticos e qual sociedade desejam os que defendem estas ideologias tem ocupado de 1997 para cá boa parte das páginas da revista. Matérias dessa natureza têm dado oportunidade aos leitores da revista de conhecer uma perspectiva crítica incomum no jornalismo, fato que se torna praticamente impossível fora do escopo do jornalismo independente.
A importância de esclarecer o leitor sobre questões dessa natureza é inegável. Porém, é na forma de se fazer jornalismo em Caros Amigos e em publicações [no esteio do jornalismo de Caros Amigos vêm surgindo outras publicações com perspectiva independente, iniciando a formação de uma rede que se contrapõe ao esquema das grandes empresas de jornalismo, ao seu adesismo ao poder, ao seu apego a certas fontes e às relações com o poder. As publicações – Pangea; Reportagem Oficina de informações e o recém-lançado O Pasquim21 - são exemplos de jornalismo que não "prestam favores editoriais", como observou em entrevista o editor de Caros Amigos, Sérgio de Souza.(Câmara: 2002, 139)] semelhantes que se encontra a diferença fundamental entre elas e as que produzem um jornalismo não-independente. Se levarmos em conta a independência enquanto forma de se classificarem produções jornalísticas, as categorias mencionadas neste artigo podem apontar alguns caminhos.
Temas como o neoliberalismo ou a globalização podem, com o passar dos anos, deixar de ser tão polêmicos e até passarem a ser tratados pelo jornalismo não-independente de maneira mais crítica, tendo em vista que podem ser postos de lado ou superados pelos que têm influência neste tipo de produção jornalística enquanto parâmetro de organização da sociedade e da política.
"Alguns temas e abordagens que fazem parte de Caros Amigos são de difícil trânsito na grande mídia, mesmo que a conjuntura e, portanto, os apoios da grande mídia tenham que mudar. O apoio a movimentos como o MST é inconcebível, dada a natureza das relações destas grandes empresas de jornalismo com a ordem política do Brasil. Uma abordagem sobre o dia-a-dia das periferias, a violência urbana e o caráter da polícia brasileira depende de uma postura editorial francamente voltada aos interesses das camadas populares da sociedade, fato que notadamente não se encontra na grande imprensa." (Câmara: 2002, 139)
Assim, não necessariamente são os temas que revelarão a natureza do jornalismo praticado por determinada mídia. A forma de se relacionar com suas fontes, a escolha destas fontes, a relação com anunciantes e o enquadramento dado às notícias são dados que permanecem parâmetros de avaliação dos produtores de notícia e denotam as relações destes produtores, suas mídias e a política.
Referência bibliográfica
ALBUQUERQUE, Afonso de. "Manipulação editorial e produção da notícia: dois paradigmas da análise da cobertura jornalística da política" in: Produção e recepção dos sentidos midiáticos. Rubin, BENTZ, I.M.G e PINTO, M.I. Ed. Vozes/COMPÓS 1998. RJ.
ANDERSON, Perry. "Neoliberalismo à brasileira". Pós-Neoliberalismo. Ed. Paz e Terra, 1998. SP.
ALMINO, João. O segredo e a informação – Ética e política no espaço público. Ed. Brasiliense, 1986
ARBEX Júnior, José. Shornalismo a notícia como espetáculo. Ed. Casa Amarela, 2001. SP.
AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa, Estado Autoritário (1968-1978) . Edusc, 1999. SP.
BIONDI, Aloysio. O BRASIL PRIVATIZADO - Um balanço do desmonte do Estado. Editora Fundação Perseu Abramo, 1ª edição 1999.SP.
BORON, Atílio. Estado, Capitalismo e Democracia na América Latina. Ed. Paz e Terra, 1994.
BOURDIEU, Pierre. Sobre a Televisão seguido de a influência do jornalismo e os Jogos Olímpicos. Jorge Zahar Editor, 1997.RJ.
CARDOSO, Célia Costa. Movimento: um jornal alternativo (1975 – 1981) Dissertação de Mestrado. SP, História PUC/SP, 1995.
CHAIA, Vera. Agenda política brasileira: alterações e seqüência. Revista Margem – Faculdade de Ciências Sociais nº6, EDUC/São Paulo 1997.
CHOSSUDOVSKY, Michel. A Globalização da Pobreza – Impactos das reformas do FMI e Banco Mundial. Ed.Moderna, 1997. SP.
FIORI, José Luís de.Moedeiros Falsos.4ª ed. Ed. Vozes, 4ª Ed. 1998 (Coleção Zero à esquerda). RJ
FONSECA, Francisco. Divulgadores e Vulgarizadores: a grande imprensa e a constituição da hegemonia ultraliberal no Brasil. USP/SP, 2001.
GOMES, Luiz Marcos. Os homens do Presidente.Ed. Viramundo, 2000. SP.
GOMES, Wilson. "Esfera Pública e media: Com Habermas, contra Habermas" – in: RUBIN, A.A C; BENTZ, I.M.G. e PINTO, M.J. Produção e Recepção dos Sentidos Midiáticos. Ed. Vozes – COMPÓS – Ass. Nac. dos Prog. de Pós Graduação em Comunicação. 1998. RJ.
GRAMSCI, Antonio. Maquiavel, a Política e o Estado moderno. 5ª ed. Ed. Civilização Brasileira, 1984.RJ.
HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública – Investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa. Ed. Tempo Brasileiro,1984.
HALIMI, Serge. Os novos cães de guarda. Ed. Vozes, 1998.RJ.
JOSÉ, Eiliano e MIRANDA, Oldack. Lamarca o capitão da guerrilha. 7ª ed.. SP, Global Editora, 1981.SP.
KUCINSKI, Bernardo. A síndrome da antena parabólica – ética no jornalismo brasileiro. Ed. Fundação Perseu Abramo, 1998
MARCONDES FILHO, Ciro. O capital da notícia (Jornalismo como produção social da segunda natureza). Ed. Ática, 1986 (Ensaios 121).
NEGÃO, João. Para conhecer o neoliberalismo. Ed. Publisher Brasil, 1998. SP.
OLIVEIRA, Francisco de. "Neoliberalismo à brasileira". Pós-Neoliberalismo Ed. Paz e Terra, 1998. RJ.
OLIVEIRA, Francisco de. "À sombra do manifesto comunista". Pós-Neoliberalismo II. Ed. Paz e Terra, 1999. RJ.
PADILHA, Mônica Soares Botelho. A racionalidade instrumental da equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso. Dissertação de Mestrado.São Paulo, PUC-SP, 1998.
PORTO, Mauro. "Muito Além da Informação - mídia, cidadania e o dilema democrático". São Paulo em Perspectiva. São Paulo, Seade, v.12, nº 4, out-dez 1988.
PETRAS, James. Neoliberalismo: América Latina, Estados Unidos e Europa. Ed. FURB - Universidade Regional de Blumenau, 1999 (Coleção Sociedade e Ambiente 3).
RIDENTI, Marcelo.Em busca do povo brasileiro artistas da revolução, do CPC à era da TV. Ed. Record, 2000. RJ.
ROGALSKI, Michel."Internacionalistas e novos mundialistas: a grande convergência um ano após Seattle". Lutas Sociais. São Paulo, Programa de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, nº 7, 2001.
RUBIM, Antônio C. Mídia e política: transmissão de poder – Mídia, eleições e democracia".Ed. Scritta, 1994.
SADER, Emir e BETTO, Frei. Contraversões –Civilização ou barbárie na virada do século. Editora Boitempo, 2000.SP.
SADER, Emir. 7 pecados do capital. Ed. Record, 1999. RJ.
VASCONCELLOS, Gilberto Felisberto. O xará de Apipucos - um ensaio sobre Gilberto Freyre. Ed. Casa Amarela, 2000.SP.
VASCONCELLOS, Gilberto Felisberto.Glauber Pátria Rocha Livre. Ed. Senac, 2001.SP.
VIDAL, Bautista e VASCONCELLOS, Gilberto. O poder dos trópicos. Ed. Casa Amarela. 2000. SP.
WOLF, Mauro. Teorias da comunicação mass media: contextos e paradigmas, novas tendências, efeitos a longo prazo, o newsmaking. Editorial Presença, 1985.
Coleção Caros Amigos
Caros Amigos Ano I – número1 – abril 1997 a Caros Amigos Ano V – número 60 – março 2002. Editora Casa Amarela
Edições Especiais de Caros Amigos:
Especial Hip Hop.
Especial Brazil Inc. Caros Amigos e Reportagem - oficina de informações. Dezembro 1998.
Especial Massacre de Eldorado dos Carajás. Novembro 1999.
Especial MST. Outubro 2000.
Especial Guevara. Outubro2000.
Especial Fórum Social Mundial. Março 2001.
Especial A universidade no espelho. Novembro2001
Especial Por trás da guerra. Caros Amigos e Reportagem - oficina de informações. Dezembro 2001
Caros Amigos . Literatura Marginal
Revistas
Veja – Ed. Abril – edição 1670 - ano 33 – nº 41 – 11/10/2000
Revista BUNDAS – site – (www.bundasnet.com.br/somos /somos.htm)
Revista Extra Classe ano 6 n.º 51 maio de 2001 (www.sinpro-rs.org.br/extra/ago99/entrevista.htm)
Revista República – julho 2001 –ano5
Revista República – agosto 2001 –ano 5
Revista República – outubro 2001 –ano 5
Revista Carta Capital – edição 158 - ano 8 –26/09/2001
(*) Mestre em Ciências Sociais/Política pela PUC-SP, integrante do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política – Neamp-PUC/SP
|
|