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Na semana passada, Thomas Haffa anunciou que a EM.TV, sua companhia de mídia em Munique, Alemanha, perdeu US$ 1,6 bilhão em 2000 – mais de duas vezes seu faturamento. Há um ano, Haffa comprou várias revistas de negócios, enquanto sua companhia fechava acordos milionários com a Jim Henson Co. e adquiria metade da Slec, que controla a Fórmula 1. Hoje, está pagando por esses pecados. O valor das duas aquisições caiu paulatinamente e quem sofre as conseqüências é a EM.TV. Haffa crê que saldar a dívida será a última de uma série de catástrofes, e pretende voltar à estaca zero. Os interesses da EM.TV agora estão encolhendo em vez de inchar. A companhia investirá em programas infantis – embora tenham apresentado déficit no ano passado. As informações são da revista The Economist (3/5/01).



Ajustes de última hora

A revista sobre mídia Brill’s Content não passará a se chamar Inside Content, segundo anúncio feito há pouco mais de um mês, quando também foi declarada a fusão da revista com a Inside. Steven Brill, fundador da revista, disse em 4 de maio que o nome não mudará, mas será trimestral (atualmente, há 10 edições por ano). Segundo Alex Kuczynski [The New York Times, 5/5/01], Brill disse que o plano de juntar as duas revistas sobre mídia é impraticável, devido à queda de anúncios. A Inside.com começará a cobrar taxas por artigo, a menos que se compre o pacote de assinatura mensal.



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