18/20

Envie para um amigo  Imprima esta página  Procure no arquivo

TELETIPO
Repressão crescente no Sudão

As edições de três jornais sudaneses foram apreendidas e o repórter Osman Mergani, do diário Al Rai Al Aam, foi preso na semana passada porque criticaram a retirada do governo das negociações de paz com o Exército Popular de Libertação do Sudão, informou boletim dos Repórteres Sem Fronteira (RSF) de 9/9. O secretário-geral de RSF, Robert Ménard, disse que as "negociações de paz são parte crucial da vida política sudanesa, e a imprensa deve poder cobri-las sem pressões". No ano passado, 10 jornais foram fechados ou tiveram edições apreendidas, e vários jornalistas estão sendo processados.



Restrição à mídia em Islamabad

A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), em boletim de 9/9, apoiou o protesto de jornalistas paquistaneses contra três novos decretos sobre a imprensa: aumento das penalidades por difamação (de US$ 800 a sentença de prisão), exigência de autorização prévia para a mídia e a criação de um conselho de imprensa tutelado pelo governo, que reluta em divulgar a versão completa de lei sobre liberdade de imprensa, acordada há tempos com as associações de imprensa locais.



TV fechada no Líbano

Mais de seis mil advogados entraram em greve no Líbano após o fechamento, pela polícia, da Murr Television (MTV), o que consideram afronta à liberdade e à democracia, informou no dia 6/9 a BBC. O fechamento foi determinado pela Justiça, que condenou a emissora por suposta violação da lei eleitoral ao divulgar propaganda política. A Embaixada Americana denunciou o fato, que "põe em xeque o compromisso do Líbano com a liberdade de imprensa". A TV é de propriedade de Gabriel Murr, deputado cristão eleito em junho, que se opõe à influência síria no Líbano. O governo libanês é pró-Síria.

Mande-nos seu comentário


Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe