11/12

Envie para um amigo  Imprima esta página  Procure no arquivo

TELETIPO
Desempregados na Playgirl

Cinco funcionários da falida Enron tiraram tudo na frente das câmeras da Playgirl, no dia 19. "A Enron me deixou com uma mão na frente e outra atrás", brinca Mark Zebrowitz, ex-gerente de produção da empresa texana de energia. O cenário da sessão fotográfica é uma sala de diretoria, imitando escritório da Enron. Para a edição, que deve sair em setembro, houve seleção entre 35 candidatos. Os escolhidos receberão mais dinheiro para exibir seu corpo do que ganharam na demissão – US$ 5,6 mil, que muitos reclamam nunca ter recebido. A Playboy, diz a CNN [20/5/02], lançará no fim de julho a edição com ex-funcionárias.



Mídia turca sob controle

O parlamento turco aprovou lei que subordina os meios de comunicação, inclusive a internet, aos governos locais. A BBC [15/5/02] conta que a discussão entre os congressistas quase acabou em pancadaria. Agora, está proibido publicar conteúdo sobre violência, discriminação e hostilidade ou que viole "valores nacionais e espirituais da estrutura familiar turca". Para opositores, a decisão fere a liberdade de imprensa e pode dificultar a entrada da Turquia na União Européia. Autoridades turcas freqüentemente já tiravam emissoras de rádio e TV do ar. Estações regionais correrão risco de falência com as altas multas que poderão ser aplicadas. O presidente Ahmet Sezer vetara a lei no ano passado por rejeitar "a monopolização do rádio e da TV pelo grande capital". Agora não pode impor outro veto, somente recorrer à Corte Constitucional.



Casos sem solução

A Justiça ucraniana inocentou Yuriy Verediuk da acusação de assassinato do jornalista Igor Alexandrov. O juiz responsável pelo caso considerou a argumentação da promotoria sem fundamento. Alexandrov foi espancado em 3/7/01 quando chegava à emissora TOR, onde era diretor, na cidade oriental de Slaviansk. Foi a segunda morte de um jornalista de oposição no país, depois do assassinato de Heorhiy Gongadze, que editava um informativo de internet. Este caso, que causou revolta e protestos na capital, Kiev, também segue sem solução. A Associação de Jornalistas da Ucrânia pediu que promotores revelassem todos os resultados de investigações de violência contra jornalistas no país, informa a AP [20/5/02].

Mande-nos seu comentário


Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe