ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 576 - 9/2/2010
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Venda avulsa de jornalões brasileiros cai a índices surpreendentes
Postado por Carlos Castilho em 17/11/2009 às 12:42:18
 
 

Fala-se muito na crise das publicações impressas, como jornais e revistas, mas quando se analisa os dados reais percebe-se que a situação é muito mais grave do que imaginamos e que a busca por novos modelos de negócios é ainda mais urgente do que se previa.

 

Quando você descobre que a Folha de S.Paulo, considerada um dos três mais influentes jornais do país, vendeu em média 21.849 exemplares diários em bancas em todo o território nacional entre janeiro e setembro de 2009, é possível constatar a abissal queda de circulação na chamada grande imprensa brasileira. Em outubro de 1996, a venda avulsa de uma edição dominical da Folha chegava a 489 mil exemplares.

 

Segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC) a Folha é o vigésimo quarto jornal em venda avulsa na lista dos 97 jornais auditados pelo instituto, atrás do Estado de S.Paulo, em 19o lugar e O Globo, em 15o lugar. Somados os três mais influentes jornais brasileiros têm uma venda avulsa de quase 96 mil exemplares diários, o que corresponde a magros 4,45% dos 2.153.891 jornais vendidos diariamente em banca nos primeiros nove meses de 2009.

 

São números muito pequenos comparados ao prestígio dos três jornalões, responsáveis por boa parte da agenda pública nacional. Globo, Folha e Estado compensam sua baixa venda avulsa com um considerável número de assinantes, o que configura a seguinte situação: os três jornais dependem mais do que nunca das classes A e B, que são maioria absoluta entre os assinantes, já que a população de menor renda é a principal cliente nas compras avulsas em bancas.

 

Esta constatação não é nova, mas ela aponta um dilema crucial: as classes A e B são aquelas onde a penetração informativa da internet é mais intensa. Nesta conjuntura, o futuro de O Globo, Estado e Folha depende umbilicalmente das classes média e alta, o que levou a uma disputa acirrada para saber qual deles interpreta melhor a ideologia destes segmentos sociais.

 

O atual perfil da imprensa brasileira mostra que os três grandes jornais nacionais agarram-se à classe média para manter assinantes e influenciar na agenda política do país, mesmo com tiragens reduzidíssimas, correspondentes a menos de 5% da média da venda avulsa nacional.

 

Nos últimos nove meses houve uma pequena recuperação nos índices de venda avulsa do Globo, Estado e Folha em 2009. O IVC registrou um crescimento de 5,5 % em relação aos quatro últimos meses do ano passado. É um aumento bem acima da média dos 97 jornais auditados pelo IVC, cuja venda avulsa diária total subiu insignificantes 0,27% no mesmo período. Mas a recuperação tem que ser vista num contexto de patamares muito baixos e que não garantem a rentabilidade futura dos jornais.

 

Em compensação os jornais locais e populares ocupam um espaço cada vez maior na mídia nacional. Dos dez jornais com maior venda avulsa, segundo dados do IVC, nove são claramente populares, voltados para as classes C e D. Destes, dois são de Minas Gerais, um do Rio Grande do Sul, cinco do Rio e dois de São Paulo.  Somados eles chegam a uma venda avulsa diária média de 1.401.054 exemplares, ou seja 64,5% de todos os jornais auditados entre janeiro e setembro do ano passado.

 

O jornal Super Notícia, de Belo Horizonte,  vende em bancas, em média, 290.047 exemplares (13,47% de todos os jornais auditados pelo IVC) - o que corresponde a cerca de 13,2 vezes a circulação avulsa da Folha de S.Paulo, em todo o país. Números que indicam uma clara tendência do mercado da venda avulsa de jornais no sentido das publicações populares, regionais, com apelo sensacionalista.

 

Isto também significa que os grandes jornais, tradicionais vitrines da agenda nacional, dependem, hoje, mais do prestígio herdado do passado do que do fluxo de caixa. A sua principal matéria prima, a notícia, perdeu valor de mercado em favor da opinião. Um prestígio que ainda alimenta uma receita publicitária compensadora, principalmente no setor imobiliário, de supermercados e revendas de automóveis, mas cujos dias também estão contados porque a migração destes segmentos para a internet é cada vez maior.

 

O conglomerado Globo aposta cada vez mais nos jornais populares regionais e segmentados - como o Extra, no Rio. Talvez busque inspiração no caso do Lance!, um jornal esportivo que vende, na média diária, 124 mil exemplares em bancas e jornaleiros. No sul, o grupo RBS aposta no Diário Gaúcho, o terceiro em vendas avulsas no ranking nacional do IVC e 8,4 vezes maior do que a do carro chefe do conglomerado, o jornal Zero Hora.

Comentários (86)
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Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 24/11/2009 às 16:52:42

Ilustradíssima página E12 de 22 de novembro de 2009 na Folha de Notícias Populares de São Paulo (de S. Paulo, hein!): Mais uma "publicidade" da tal Rede TV. Dessa vez para apresentar os seus "camarins"!. E também os "arquitetos que arquiquetaram os "camarins"!.
Wendel  Anastacio, Vendedor (Barbacena/MG)
Enviado em 24/11/2009 às 11:38:49

Realmente as vendas estão despencando! Merecidamente? Em minha opinião sim! Em tempo: Quem escreverá o epitáfio da mídia? Uma sugestão: "Aquí jaz, muito a contragosto, quem cavou seu próprio buraco"!
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 23/11/2009 às 21:38:27

E os jornalecões precisam faturar muitíssimas granas para repassá-las aos seus figurões e às suas figuronas!. Observação: Mas, grana para "treinar" seus futuros jornalistinhas os jornalecões não têm, não!. E, portanto, recorrem (mendigam com permuta, né!) "patrocínios" de empresas que são "notícias"!. PS. No caso do jornalecão o (ex)-Folhão os patrocinadores são: Oi e Odebrecht e Philip Morris Brasil e Syngenta!. E é tudo trans.pa.ren.te!.
Maro  Lara Martins, sOCIÓLOGO (RIO DE JANEIRO/RJ)
Enviado em 23/11/2009 às 21:28:54

Os Jornais e Seus Públicos. Não há dúvida que a circulação de jornais impressos caiu muito nos últimos anos. Os principais jornais sustentam-se a partir de assinaturas oriundas da classe média brasileira. Entretanto, jornais on-line estão cada vez mais acessados e jornais de baixo custo são consumidos pela população de renda baixa.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 23/11/2009 às 19:14:36

Pô, petista com "p" maiúsculo, hein!. Que reverência!.
Clerton  de Castro e Silva, Engenheiro (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 23/11/2009 às 19:11:08

O que eu acho mais interessante é a cara de pau do Marcelo Ramos dizendo que não é Petista.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 23/11/2009 às 17:29:53

Acho que ninguém quer a ressurreição do tal "delegado" Sérgio Paranhos Fleury!. Mas, o tal "capitão" Carlos Lamarca foi ressuscitado, hein!. E continua sendo "terrorista"!. Embora nenhum lamarquista concorda que houve, sim, terrorismo lamarquista no Brasil!. Observação: Não só terrorismo "lamarquista", né!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 23/11/2009 às 15:43:17

Ler o que você lê!. Pô, leia os tais jornais e as tais revistas!. (Mas, o tal PIG do B não existe!. (-É invenção minha!-). Claro que podem -pagando bem que mal tem?-. Não acho isso (isso o quê?) hipocrisia!. Esse tal Luiz (?) Carlos Azenha era aquele repórter globático de esportes?. Faz você muito bem denunciar e criticar e até mesmo "sugerir" -não só o tal PIG, mas, também o tal PIG do B!. Numa de.mo.cra.cia deve se lutar para a que a "informação" não seja monopolizada nem manipulada nem nada!. Nem pelo PIG nem pelo PIG do B!. Repito: Não respondo pela Folha nem pelo Globo nem pelo Estado!. Observação: Na Folha há um tal Carlos Eduardo Lins da Silva que é o octavioman (vulgo ombudsman)!. Pô, da Folha reclame a ele!. E esses caras faturam uma grana altissima!. E no caso do tal Paulo Henrique Amorim não foi preciso nem "currículo" nem "boa sorte!". Bastou a va$$alagem ao ao tal "bispo" Edir Macedo Bezerra!.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 23/11/2009 às 12:41:02

Sr. Ney, ainda aguardo a resolução de algumas dúvidas: 1) o sr. me disse para "continuar lendo e percebendo". Ler o quê? Qual jornal ou revista veicula notícias do PIG do B? 2) Tanto o Luiz Nassif quanto o Paulo Henrique Amorim já trabalharam para veículos do PIG. Pergunta: então, porque esses jornalistas trabalharam para esses veículos, não podem vir a público criticá-los ou denunciar a manipulação da informação? Que alguns achem isso hipocrisia é café pequeno. A denúncia vinda desses dois (o Carlos Azenha trabalhou na Globo muito tempo) trás muito mais coisas positivas do que negativas. Essa eu respondo. Podem e devem. Quanto a reclamar com o PIG, eu até já reclamei mas hoje, não reclamo mais com Globo, Folha e Estado, pois minha ficha caiu faz tempo, sobre o que eles fazem. Mas venho aqui e nos sites desses jornalistas para denunciar, criticar e sugerir mudanças na legislação de imprensa. Como vivemos em uma democracia, tenho o direito de lutar por meus direitos e, entre outros, de a informação não ser monopolizada.
Carlos  Lamarca, terrorista nas horas vagas (Monte Aprazível/SP)
Enviado em 23/11/2009 às 07:21:08

Olá pessoal! Certo sempre esteve o nobre Barão de Itararé: "o Brasil possui a melhor imprensa que o dinheiro pode comprar". Os jornalões citados há muito deixaram de ser órgãos informativos. Hoje, são verdadeiros balcões de negócios. Encerro com a frase de um grande jornalista americano: "liberdade de imprensa só é boa para dono de jornal" (H.L. Mencken)
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 22/11/2009 às 00:23:15

E se a "Dilmão guerra e ódio" ou a companheira Dilma Rousseff for a presidenta eleita deste país ela será a legítima presidente desta República (le.gi.ti.ma.men.te) eleita!. Isso é que é de.mo.cra.cia!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 22/11/2009 às 00:17:28

Continuação: Não tentei "colar" o termo "Dilmão" em referência a "sapatão"!. Nem sequer ocorreu-me essa (improvável) conotação "sexual"!. Nem se trata de "alcunha"!. E se alguém está fazendo ou fez essa ilação é mesmo um golpe baixo, um golpe muito baixo!. Baixíssimo!. O termo "Dilmão guerra e ódio" é uma inferência minha!. Repito: Minha!. Falar em de.mo.cra.cia não é engraçado, não!. A de.mo.cra.cia é trágica!. A de.mo.cra.cia nem sequer é branda!. Realmente a equipe de marquetingagem da então candidata a prefeita de São Paulo (SP) Marta Suplicy (sexóloga por profissão) foi mesmo muito deselegante ao questionar a "sexualidade" do então concorrente Gilberto Kassab!. Os questionamentos sexuais em campanhas eleitorais são mesmo muito deselegantes!. Não só nas campanhas eleitorais, né!. Ao questionar a "sexualidade" do companheiro Gilberto Kassab a equipe de marquetingagem da companheira Marta Suplicy fez muito mal à própria Marta Suplicy e, talvez, quem sabe, né!- a Marta Suplity pudesse ter sido uma prefeita melhor do que o Gilberto Kassab prefeito!. Espera-se que na campanha eleitoral presidencial não haja questionamentos sexuais. né!. Mesmo porque esse assunto não diz respeito a campanhas eleitorais!. Acho que devemos ser muitíssimo de.mo.crá.ti.cos!. Mas, é necessário preservarmos nossas suscetibilidades (ou nossas sensibilidades)!. Caso contrário não haverá o tal "debate"!!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 23:54:34

continuação:
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 23:52:17

<<<
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 23:18:52

Não há mais "tribunais democráticos (?) antiterroristas (sem hífen) no Brasil, porque, no Brasil não há mais terrorismo!. Ainda há torturadores (oficiais)!. Também não há mais golpistas!. Ou há?. Os direitistas não foram eliminados não!. Os da UDN continuam com o PSDB e os da sub-UDN são diletos neocompanheiros do Partido dos Trabalhadores!. Por favor, quanto a tal Folha e o tal Globo e o tal Estado reclame com eles!. Não respondo nem pela Folha nem pelo Globo nem pelo Estado. Aliás sou censurado na tal Folha!. Quanto ao tal PIG do B é só você continuar lendo e "percebendo"!. Esse tal Na$$if até bem pouco tempo era conselheiro acácio da tal Folha!. E bajulava muito o tal "publisher" (ou comerciante) Octavio Frias de Oliveira!. Se você quer "denunciar" alguém faça você mesmo a sua "investigação"!. O tempo da alcaguetagem já passou!. Leia e "perceba"!. Por mim o tal Franklin Guerrilheiro Midiático do Governo Lulático Martins pode "pulverizar" as tais verbas publicitárias à vontade!. E também cooptar à vontade!. Afinal, cada país tem o Goebbels que merece ter!. Observação: Toda e qualquer publicidade (ou propaganda) dos governos é apenas uma "pulverização" de verbas aos tais veículos de comunicação social!. Aquelas publicidades (ou propagandas) são tão horripilantes que seria melhor dar a comissão às agências e o lucro aos veículos em espécie (dinheiro)!. Que tal essa "ideia"!!!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 22:42:06

Toda ditadura é no.jen.ta mesmo!. E não há ditadura (nojenta) do Lula, não!. "Muitas" pessoas querem falar de tudo, né!. Ouço, sim, o contrário!. Aliás, o que mais ouvimos num "debate democrático" é o contrário!. E a democracia não é fácil mesmo não!. Mas, a luta continua e continuará!. A favor dela!. Da democracia!. Repito tudo o que eu disser. Mas, caso eu disser alguma bobagem certamente retratarei!. Em caso de não haver retratação não me importo dar "explicação". Os "fatos históricos" à história pertencem. Não inverterei a história!. Mas, se quiserem invertê-la fiquem à vontade!. E o que eu falei falado está!. Observação: Tanto que a democracia não é fácil que muitos (ou alguns) preferem a di.ta.du.ra. E a última di.ta.du.ra no Brasil foi a ditadura militar de direita!. Tomara que a próxima (esforcemo-nos para que não a haja) será a di.ta.du.ra civil de esquerda?!. O que eu disse está dito. E o termo "terrorista" não é invenção minha, não!. Nem os termos "golpistas e torturadores"!. Esses termos foram "cunhados" pela história!. Ninguém é obrigado a acreditar na história, não!. Nem o PIG do B -Partido da Imprensa Governista do Brasil- nem o PIBE ao B -Partido Internacional da Bajulação Econômica ao Brasil- nem o PIC -Partido Internacional do Capital- nem o PIB do B -Partido Imprensático da Bajulação do PIB do Brasil- são invenções ou inversões minhas!. É o contrário do PIG!.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 21/11/2009 às 22:39:03

Até onde eu sei, e pelo que vejo entre as pessoas que frequentam o OI e sites como do Paulo Henrique Amorim, Carlos Azenha, Luiz Nassif, Mino Carta, da Carta Capital, Leandro Fortes e etc. o que esses jornalistas apontam -e que percebo- é manipulação, distorção e mentira sistematicamente perpetrados pelos grupos Folha, Globo e Estado. Por outro lado, estou muito curioso de conhecer os jornais que fazem parte do PIG do B. Será que é um, ou mais, daqueles pequenos jornais dentre os quais o governo pulverizou sua verba publicitária? Se for um desses, e se o sr. Ney lê, me indique o nome, para que eu possa denunciá-los aos "tribunais democráticos" anti- terroristas. A
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 21/11/2009 às 22:11:21

É, a democracia não é fácil, não é sr. Ney? As pessoas querem falar de tudo... mas não querem ouvir o contrário. E passam o tempo dizendo que não disseram o que disseram. Mas só pra me deter em temas menos espinhosos, PIG do B é uma inve(n)rsão sua. Se existe, o sr. faria muito bem em apontar que jornais ou TVs "servem" essa ditadura nojenta do Lula...
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 22:01:06

O meu "comentário" em "continuação" não foi publicado, talvez, por "problema" internético!. Fiz dois "comentários" conclusivos -semelhantes por substituição-, mas, nenhum foi "recepcionado". Concluirei numa próxima oportunidade!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 21:51:59

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Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 21:20:16

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Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 21:03:45

Não rotulei!. Quem acha que é "rótulo" é o companheiro!. Também não achava nada elegante os termos "subversivos e guerrilheiros e comunistas". Mesmo porque havia (do outro lado) os "golpistas e os torturadores e os direitistas". Quem lutava contra a ditadura militar de direita (por pouco, aliás, por muito, né! não houve a ditadura civil de esquerda) democraticamente (sem armas e sem violência e sem "justiçamento", inclusive) não recebeu mesmo o "rótulo" de subversivo ou guerrilheiro ou comunista!. Nem de ter.ro.ris.ta!. Que bom que o termo "terrorista" é "após" o 11 de Setembro!. Achava que o termo terrorista era original da própria "era" Bush!. É que o tal Bush foi beligerante, e beligerância é uma forma de terror!. FHC e o mano Caetano (Veloso) lutaram contra a ditadura "civilizadamente" e por isso jamais poderiam ser "rotulados" de terroristas".!. Portanto, tanto o tal FHC como o tal Caetano (Veloso) têm o direito (privilegiado) de se manifestarem politicamente!. Ou não?. Não acho "engraçado" citar "de.mo.cra.cia". A de.mo.cra.cia é trágica!. Nem sequer a de.mo.cra.cia é "branda". E a luta continua e continuará a favor da de.mo.cra.cia!. Não tentei nem tento nem tentarei "desqualificar" uma candidata "mulher" -obviamente-!. Nem tenho essa capacidade!. E se o Lula optou ser o Lulinha "paz e amor" a Dilma optou ser "Dilmão guerra e ódio". Não tenho culpa!. >>>>con.ti.nua>>>>.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 20:23:15

Como não rotulou? A própria ditadura chamava-os de subversivos, guerrilheiros, comunistas. O termo para identificar quem lutou contra a ditadura nunca foi terrorista. Isso é termo recente, da era Bush, pós 11/09. Ou alguém ouviu dizer que FHC e Caetano eram terroristas? Engraçado vc citar de.mo.cra.cia. Tentar desqualificar uma candidata mulher colando-lhe a alcunha de Dilmão, como se ela fosse "Sapatão", como estão fazendo é um golpe muito, muito baixo. Estão descendo ao nível da Marta ao questionar a sexualidade do Kassab. Pouquíssimo democrático.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 18:37:39

Não rotulei ninguém!. Assim como houve os "torturadores" houve também os "terroristas". Não tenho medo de Dilma presidenta, não!. Aliás, não tenho medo de ninguém presidente!. E nunca espalhei pânico!. Nunca disseminei e não dissemino e jamais disseminarei medo à população diferentemente do que fizeram "terroristas"!. Quaisquer "terroristas"!. Todos estão anistiados!. Tanto os "torturadores" quanto os "terroristas" (há muitos sinônimos para "terroristas"). Se quiserem podem chamar a tal Dilma de "heroína". Também não gosto do termo "terrorista" para "identificar" alguém que lutou contra a ditadura. Mas, que a companheirada (Dilma inclusive) praticou ações "terroristas" não há como omitir. Mas, insisto, acredito que a companheira Dilma Rousseff precisa, sim, adaptar-se à democracia!. Esse negócio de Dilmão guerra e ódio não é comigo não!. A de.mo.cra.cia está muito acima de ser presidente "interino" ou de ser presidente de "facto". Acredito que na campanha eleitoral ninguém explorará o fato da companheira Dilma ter sido "terrorista". Ao menos é o que se pressupõe numa "democracia". Mas, se ela vier com a história do "racionamento" darão o troco nela lembrando-a do tal "apagão" e do tal PAC da corrupção!. Lembro que se o próximo presidente desta República for o tal Serra ou a tal Dilma a política dos "20 anos" se completará em 2014!. Social-democracia (à brasileira)!.
Paulo  Enriquez, jornalista (Londrina/PR)
Enviado em 21/11/2009 às 18:27:05

Apostaram que a classe média continua sendo täo reacionária como era em 1950 ou 1960; apostaram errado. Hoje pouca gente cai no conto do "perigo vermelho". Esses jornais (e a Veja) tentam reeditar em 2009 um clima parecido com 64. Claro que näo vai colar. Mesmo o público de direita, a direita inteligente, näo quer ficar lendo histórias da carochinha. Se esses jornais näo voltarem a fazer jornalismo, väo morrer de irrelevância. Ou virar gueto.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 17:07:03

Fico muito preocupado com o uso indiscriminado do rótulo terrorista. Chegamos a um ponto onde rotula-se qualquer pessoa não-branca, não-cristã ou não-direita de terrorista. Se o amigo Ney puder citar um só atentado suicida mentalizado por Dilma ou qualquer explosão de ônibus escolar agradeço. Se alguém não pensa como eu penso, logo é terrorista. E deve ser exterminado, sem chance de defesa e sem qualquer direito humano. Esse tipo de intolerância é recorrente na história da humanidade: Infiéis, nas cruzadas. Bruxas. Escravos. Judeus. Nazistas. Fascistas. Comunistas. Subversivos. Imigrantes. Gays. Ateus. Terroristas. Petistas. Tucanos. Demos. Imperialistas. Chavistas. Todos sinônimos de cidadãos de segunda categoria, que devem ser caçados nos quatro cantos do planeta. E se alguém rotular o amigo "Ney" de terrorista, por tentar disseminar o medo na população em relação à candidata Dilma? Acho que Dilma está muito bem adaptada à democracia, pois é candidata, não presidenta interina ou de fato.
eduardo  salina, engenheiro (são paulo/SP)
Enviado em 21/11/2009 às 14:44:18

Pois é,pedagoga Eliane, pelo menos a sra. está dando ao seu jornal uma destinação mais nobre do que aquela que os cubanos dão ao Grsanma, o jornal único da verdade oficial, que é o modelo que muitos brasileiros gostariam de ter por aqui.E eles também não podem usar o jornal para embrulhar peixe, porque peixe não há.
Eliane  Silva, pedagoga (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 21/11/2009 às 10:14:07

Só mantenho a minha assinatura do jornal "O Globo" pq preciso de papel diariamente para cobrir o chão da gaiola do periquito e o banheiro da cachorra. Nem para embrulhar o peixe, os jornalões servem mais.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 20/11/2009 às 20:53:04

O nome do representante-mor da "rataiada" da privatização é Luiz Carlos Mendonça de Barros. Ele é "colunista" folháctico. E que fim levou o tal "procurador" Luiz Francisco?. Tem gente que acha que o tal Luiz Francisco é "jesuíta", mas, eu o acahva um "franciscano"!. Nada "insinuei" contra o tal Paulo Henrique Amorim. Apenas fiz afirmações!. Nem sabia que existem "amorinistas"!. E não inverti nada. O PIG do B -Partido da Imprensa Governista do Brasil e o PIBE ao B -Partido Internacional da Bajulação Econômica ao Brasil- não é uma "criação" minha!. Eles existem!. Mas, eles são "grosseiros". Por mim esse tal Paulo Henrique Amorim pode ter o melhor currículo do PIG do B. E ainda bem que o sarcasmo não é pecado, hein!. Pois, se o sarcasmo fosse [pecado] o tal Paulo Henrique Amorim teria de dar um dízimo ao procurador de Jesus o tal "bispo" Edir Macedo para ser perdoado. Sim, a ficha da companheira Dilma é falsa. Mas, a companheira Dilma foi, sim, terrorista!. Aliás, por falar na companheira Dilma Rousseff já está na hora dela se adaptar à democracia!. Essas louvaminhas a certos jornalistas (principalmente os do PIG do B) são bem mais deletérias do que às lulações ao companheiro Lula!. Abaixo as louvaminhices pigáticas do B!. Aliás, abaixo quaisquer louvaminhices!. Observação: A Associação das Jornalistas de Brasília precisa urgentemente de um "código de ética", né!. Quanta sedução!.
Ibsen  Marques, Técnico em Eletrônica (Caçapava/SP)
Enviado em 20/11/2009 às 15:02:54

Cadê o meu post? A comunicação via internet tem dessas; às vezes perdemos um tempo tentando elaborar um comentário que consiga, nas poucas linhas disponíveis, condensar o todo de um pensamento mais coerente, quando de repente você tem seu comentário enviado e no dia seguinte nota que sequer foi publicado. Como a publicação no código aberto não sofre censura, não há como não acreditar que foi uma daquelas falhas inexplicáveis da Internet. A pesar de conhecermos a tecnolgia básica que lhe organiza, sempre resta aquela idéia de que smepre há algum milagre em seu bom ou mau funcionamento. Que irritante!!!!!
eduardo  salina, engenheiro (são paulo/SP)
Enviado em 20/11/2009 às 13:38:30

Ah, e um adendo; se você encontrar na rua o Luis Eduardo Mendonça de Barros mande-lhe um abraço e diga-lhe que ele anda muito sumido.
eduardo  salina, engenheiro (são paulo/SP)
Enviado em 20/11/2009 às 13:34:12

Opa,Marcelo,desculpe pelo companheiro,já que você é um ser não engajado.Mas pelas respostas que você me dá,posso perceber claramente que você não entendeu nada do que eu disse, não conhece minimamente nada sobre os fatos que eu citei, tanto que misturou Mendonça de Barros com Luiz Francisco.Então vamos nos despedir cordialmente porque não pretendo gastar meu latim com alguém que sofre de dissonância cognitiva.
Marcio  flizikowski, Professor (Curitibia/PR)
Enviado em 20/11/2009 às 13:23:00

O artigo traz uma série de informações, mas que infelizmente são incapazes de realmente permitir dizer que os veículos impressos estão em crise (e olha que eu realmente acredito que existe uma crise de circulação e qualidade nos veículos impressos). Algums hipóteses podem ser levantadas somente com os dados apresentados. 1 - Houve uma que da circulação das edições vendidas em banca. Certo. Mas é fácil acreditar que um dos fatores que levaram a essa queda foi a migração do comprador do jornal em banca para o assinante. Existe um forte indício apontando para esse caminho, uma vez que houve aumento do poder aquisitivo da população. 2 Outro fator a ser considerado refere-se a questão da crise econômica. O alardemaneto da crise pelos próprios jornais levou a uma potencial retração dos consumidores que certamente influencio na aquisição dos jornais em banca.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 20/11/2009 às 10:20:04

Engraçado, já fui chamado de "companheiro" diversas vezes, por causa de minhas posições, embora não seja petista nem governista. Mas eu gostaria de apontar a dubiedade moral do Eduardo Salina, ao fazer perguntas das quais sabe a resposta. Mas vamos lá, respondo a você. Salinão, você é cara de pau o suficiente pra sustentar que a filha do Lula foi "descoberta" só no último debate do 2º turno das eleições de 89? E o PIG apoiou o Collor, vide entrevista recente no Estadão, qual a novidade disso, você está com falta de argumentos mais caras-de-pau? Ou na medida que o PIG é desnudado você fica sem argumentos mais convincentes?Você está misturando as coisas, o Luis Eduardo Mendonça de Barros é que "reclamava" da perseguição do procurador. Conheci esse procurador, ele parecia um padre Jesuíta. E você esqueceu de uma, ou melhor de muitas. Hoje, depois de muitas evidências de que o PIG mente, manipula e distorce, e depois de a circulação dos jornais continuarem caindo, você acha que é preciso provar que o PIG mente e manipula? Acorda cumpadre. Você acha que vou gastar meu português com pessoas que sabem o que está acontecendo mas preferem fazer como o PIG, tentar manipular e distorcer até o fim?
Alexandre  Pastre Gonçalves, contabilista (Andradas/MG)
Enviado em 20/11/2009 às 08:45:23

Ana Lucia, o artigo é sobre vendas avulsas, mas, realmente, talvez grande parte do público do jornal tenha migrado para a assinatura. Uma pesquisa de 2007 fez um retrato dos leitores da Folha: "68 têm nível superior (no país, só 11 passaram pela universidade) e 90 pertencem às classes A e B (contra 18 dos brasileiros)" - http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=459ASP002
Alexandre  Pastre Gonçalves, contabilista (Andradas/MG)
Enviado em 20/11/2009 às 08:33:01

Márcia, os próprios jornais devem tentar responder a essas questões. Não é difícil imaginar que todos esses fatores colaboram, alguns mais, dependendo de cada veículo. O Estadão sempre ilustra as capas dominicais com "artistas" globais, a exemplo do Super que sempre coloca alguma mulher "bonita" para chamar a atenção dos leitores. Para conquistar outros públicos, os jornalões devem tentar fazer parte de outras realidades. O Super custa R$ 0,25 (giro alto, margem pequena) e as notícias são bem concisas, então não é somente o apelo sensacionalista a grande sacada do veículo.
Ana Lucia  Yan, a (a/AC)
Enviado em 20/11/2009 às 01:36:22

falar em "abissal queda de circulação" sem nem sequer citar o número de assinantes é má fé, que a venda caiu todo mundo sabe, mas os assinantes mudam todo esse cenário. a folha é o jornal que mais vende no brasil --com assinantes--, e só depois vem o super notícia. caiu a venda em bancas, aumentou proporcionalmente as assinatutas. qualquer um que entenda de mercado sabe disso. quem afinal observa o que o observatório escreve?
Márcia  Pimentel, Jornalista (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 20/11/2009 às 01:21:23

Perguntou-se porque o leitor não compra os chamados jornalões? Há de se saber o motivo: preço? informação desinteressante? linguagem supostamente pouco atraente? ou o que? Sem saber o motivo pelo qual o leitor não compra os jornalões fica difícil debater.
eduardo  salina, engenheiro (são paulo/SP)
Enviado em 20/11/2009 às 01:15:47

Não se preocupe,caro advogado Prado.Ainda tem alguns países por aí onde a imprensa é estatal e só saem notícias a favor do partido que está no poder (mesmo porque não há outro). Nem por isso eles morreram de tédio.Os norte-coreanos,por exemplo, são felizes e estão sempre risonhos.Os cubanos também.É muito difícil encontrar papel higienico por menos de 20 centavos de peso cubano,preço (subsidiado) do Granma.O único problema desses países,é que lá os advogados são tão inúteis quanto as notícias que seus jornais publicam.
Luciano  Prado, advogado (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 20/11/2009 às 00:55:37

Já estou começando a ficar entediado só de pensar em um mundo sem o PIG. De quem vamos tirar sarro? As eleições vão ficar entediantes sem os escândalos e dossiês falsos. Não vamos mais poder desenvolver nossas teses sobre, por exemplo, os siameses Folha e Serra. Vai ficar sem graça a discussão sobre a ditabranda. O Arthur Virgílio e o Álvaro Dias não vão mais poder fazer denúncias vazias com base em recortes de jornais e nós não vamos mais poder desmascará-los. Acaba o jogo de mão dupla entre oposição e os jornalões. Ah, mas ainda vão restar os William’s Bonner e Waack para honrar o PIG.
Alexandre  Pastre Gonçalves, contabilista (Andradas/MG)
Enviado em 19/11/2009 às 23:37:55

Ótimo texto e que mostra claramente um cenário preocupante. A Folha de S.Paulo é mais plural que a tríade de jornalões e não merecia situação tão incômoda. Entretanto, creio que as assinaturas on-line do jornal, bem mais baratas, também sejam responsáveis por parte da baixa vendagem de exemplares avulsos. Em relação ao Super, já tive o acesso bloqueado ao site do jornal em consequência do limite excedido de leitores on-line. Ou as classes C e D, além de demais fatias do público, também fazem uso da internet para a leitura do jornal ou a mensagem é um convite para a banca.
Luiz  Serenini, Professor (Goiânia/GO)
Enviado em 19/11/2009 às 22:50:18

Eduardo, obrigado pelo debate. A lamentar apenas o fato inesperado de, até aqui, verificar a tentativa de polarização entre os uns e os outros. Como o observatório é da imprensa, minha intenção era apenas a de estranhar a censura que ela mesmo se autoimpôs há tanto tempo por quem tanto vocifera contra qualquer limitação que lhe seja imposta, independentemente de cores, partidos ou alfabetos. Esqueça Lula, Fhc ou quem quer que seja e pense no que move todo um sistema midiático a esta situação.
eduardo  salina, engenheiro (sao paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 22:38:49

Lembre-se,caro professor, que a mesma imprensa manteve o mesmo silêncio sobre o caso da filha do Lula, talvez pelo mesmo motivo; a absoluta irrelevância do fato.
Luiz  Serenini, Professor (Goiânia/GO)
Enviado em 19/11/2009 às 22:30:06

Eduardo. De fato não há relevância em relação à coisa pública, mas há muita no que refere-se ao tratamento que a mídia dá a uns e outros. Não parece estranho, nestes tempos de escândalos e espetáculos, que todos - absolutamente todos os veículos - tenham adotado tamanho silêncio, inclusive não repercutindo uma isolada tentativa de tocar no assunto, na revista Caros Amigos? Será que já estamos tão domesticados ao ponto de enxergar apenas a questão do filho fora do casamento?
eduardo  salina, engenheiro (sao paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 22:28:10

Companheiro Marcelo,me responda: o PIG era PIG quando silenciou anos a fio sobre a filha do Lula ? O PIG era o PIG quando ajudou o PT a derrubar Collor ? O PIG era PIG quando derrubou Luiz Carlos Mendonça de Barros do Ministério das Comunicações? O PIG era o PIG quando publicava todas as denúncias mentirosas do promotor Luiz Francisco contra o então governo de Fernando Henrique? O PIG era o PIG quando criou o mito do líder metalúrgico que queria mudar o País?
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 19/11/2009 às 20:49:24

Iiih, começou a viagem. S,r Ney, independente do estilo sarcástico do PHA, e independente de suas insinuações, o cara tem um currículo como poucos no Brasil. Já trabalhou em todas as grandes redes. Mas essa de PIG do B é uma criação sua que não tem nada que ver com a realidade. Antigamente, quando se falava em manipulação da mídia, muitas pessoas chamavam de teoria da conspiração. Os fatos, que incluem o "desaparecimento" do filho bastardo de FHC, demonstram que a teoria corresponde à realidade. Grupos de mídia tentam sim, interferir na agenda política. E a esse movimento difuso desses grupos, PHA cunhou de PIG. Mas é uma inversão grosseira chamar de PIG governista. É como querer provar que Dilma é terrorista e apresentar uma ficha falsa. Entendeu? Não é difícil.
eduardo  salina, engenheiro (são paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 20:28:02

Ora,professor Serenini, faltou apenas um Collor para contar que o FHC tinha um filho fora do casamento, como fez com o Lula,lembra? Antes do Collor qual foi o jornal que falou sobre a filha do Lula? E que jornal francês falou sobre a filha do Mitterand? E que importância tem para a gestão dos negócios públicos se o cara tem ou não um filho fora do casamento?
Luiz  Serenini, Professor (Goiânia/GO)
Enviado em 19/11/2009 às 20:12:48

É ASSUSTADOR o silêncio da mídia sobre o caso do filho de FHC escondido durante 18 anos, sob o conhecimento de todos. É IMPRESSIONANTE a fidelidade dos detentores da notícia sobre os requisitos necessários para conseguir tamanho prestígio. Ninguém vai explicar nada?
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 18:29:55

Carioca por carioca Roberto Marinho e Edir Macedo também o são!. E ainda há muitos outros [cariocas] virtuosos (e virtuoses)!. Mas, não se iluda, não!. Quando o tal Boris Casoy vassalava para o bispo Edir Macedo o tal pastor João Batista era um homem "sério e sereno". Depois que o tal Boris Casoy foi escorraçado da TV Record ele foi ao "Pânico no Rádio" para "debochar e debochar e debochar" do seu ex-patrão Edir Macedo. E a mesma coisa fez o tal Paulo Henrique Amorim. Na Rede Globo era um louvaminheiro do patrão Roberto Marinho. E depois que foi escorraçado da Rede Globo o tal Paulo Henrique Amorim foi ao "Pânico no Rádio" para debochar e debochar e debochar do seu ex-patrão Roberto Marinho. Observação: Esse tal Paulo Henrique Amorim é do PIG do B -Partido da Imprensa Governista do Brasil- aliadíssimo do PRB de propriedade do tal bispo Edir Macedo. Igreja Universal do Reino de Deus e TV Record e Paulo Henrique Amorim: Tudo a ver!. Ou haver, né!.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 19/11/2009 às 16:50:06

Prezado Paulo Athayde, quando eu era mais novo, a Veja (que inaugurou o caminho hoje trilhado pelos jornais) era referência para trabalho escolar. Falo em década de 80. A professora dizia "faça uma pesquisa na Veja". As revistas eram guardadas com carinho, como fonte de informação. Hoje, Veja e jornalões estão juntos no pântano onde deveria estar a vaca do dito popular. O que ocorre é que, falando um pouco mais tecnicamente, essas revistas e jornais, em suas propagandas, apelam direta ou subliminarmente para esse nosso senso de nostalgia, como deveriam ser as coisas, como esperamos que seja um jornal, como era a imprensa "antigamente", como "defendia as liberdades". Até mesmo a história de que a imprensa "defendia as liberdades" já caiu por terra, com revelações de que a Folha cedeu carros para o aparato repressor, na época do regime militar. Mas nunca veremos nenhuma propaganda sobre isso.
Paulo  Athayde, professor (Campinas/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 16:24:08

Eu assinei a Folha por mais de 10 anos. Pegar o jornal pela manhã era como eu costumava começar o meu dia. Entretanto, a Folha jogou a sua "história" e credibilidade no lixo quando começou a agir como um jornalzinho "oficioso" de cidade do interior - sem querer ofender aos jornais do interior - daí a "relação de amor e ódio" com o leitor, que sempre foi a linha editorial do jornal, resvalou para algo insuportável. Eu não só assinava, como fiz vários amigos e alunos assinarem. Espero que eles, também tenham caido na real e caido fora!
Marcos Vinicius  Gomes, Professor de línguas portuguesa e inglesa (Taboão da Serra/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 15:32:09

Parece um círculo vicioso, o jornal(ão) perde venda avulsa para os populares. Aqueles então dependem cada vez mais da ´classe média´ para se garantir como empresa rentável, porém com uma tendência, um partidarismo precário, que apenas adula o patrão mor (que não é o publisher, e sim o leitor que o assina). Daí a decadência no prestigio dos grandes jornais, algo que não havia sido explando de tal forma, tão aberta e objetiva. Temos que ficar atentos como citou o leitor Marcelo abaixo, para que não nos tomem este mecanismo democratizador da informação e da interação jornalista-leitor. E é evidente que devemos lutar pela democratização digital.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 19/11/2009 às 12:48:03

Pois é, Ney, até a definição de sofrimento é relativa. Mas o PHA, além de ser carioca, (o que por si só já é uma virtude) juntamente com outros jornalistas como Luiz Carlos Azenha, o Carlos Castilho, Luis Nassif, Rodrigo Viana, Leandro Fortes e alguns outros, formam a minha rede de informação confiável. Preferências pessoais à parte, cada um se informa onde quiser.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 11:51:23

Olá, tuuudo beeemmmmmmmm!!!. Pô, prestigiar "palestra" do tal Paulo Henrique Amorim, hein!. Tem leitor que sofre porque quer!. Observação: Esse tal Paulo Henrique Amorim se vangloriava de ser vassalo do então jornalista Roberto Marinho. Agora esse tal Paulo Henrique Amorim se vangloria de ser vassalo do bispo Edir Macedo!.
Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 11:44:27

O que é isso, companheiro Sandro Vaia?. Jornalistas na "rua"?. Só se for na rua do Release!.
Marcelo  Ramos, Publicitario (Brasilia/DF)
Enviado em 19/11/2009 às 11:09:47

Quando o Paulo Henrique Amorim veio à Brasília, para dar uma palestra no Iesb, fui lá prestigiar. O fluxo das coisas segue ininterrupto: como disse o autor, a tentativa (cada vez mais desesperada) de influenciar a agenda política gera (cada vez mais) perda de credibilidade aos jornais. Em uma sociedade democrática, mesmo com todas as relativizações, as pessoas ainda procuram/precisam de informação confiável. O modelo para se conseguir informação confiável na web é mais trabalhoso para o internauta, que tem de estabelecer filtros diversos e perder muito mais tempo. Mas parece que esse é um caminho sem volta. A internet sigfnifica a não-delegação a outrem de mediar a informação... com todas as suas consequências, boas e ruins.
Jorge Vieira  Vieira, Professor (Fortaleza/CE)
Enviado em 19/11/2009 às 11:06:26

Faltou uma informação importante: o ranque dos jornais, considerando o total de vendas, ou seja, vendas avulsas + vendas por assinatura
Carlos N  Mendes, industriário (Santos/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 10:44:16

"...Sua primeira missão foi cortar os jornais em pedaços para os pendurar em ganchos no WC. O clarividente Mauricio dizia que foi dessa maneira que se tornou jornalista." ISSO é que é começar por baixo!
Jaime  Collier Coeli, Aposentado (Itanhaem/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 08:24:03

O falecido Mauricio Loureiro Gama contava como foi seu primeiro contato com o jornal. Ainda garoto, foi ser atendente numa venda em Tatui. Sua primeira missão foi cortar os jornais em pedaços para os pendurar em ganchos no WC. O clarividente Mauricio dizia que foi dessa maneira que se tornou jornalista.
Luciano  Prado, advogado (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 19/11/2009 às 02:14:05

Só não ficou claro mesmo o dia do enterrro.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 01:26:18

Citar um artigo de um americano premiado com um prêmio pulitzer a mais de 60 anos quando estamos discutindo a grande imprensa brasileira atual é irrelevante. Nem nos Estados Unidos uma cobertura isenta como essa durante uma guerra é aceita atualmente. Essa época, dos jornalistas heróis correspondentes de guerra, está morta. Os EUA controlam com punho de ferro o fluxo de informações no front, e os jornalistas apenas repetem informações dos militares. Esse erro ninguém comete mais, nem os governos mais bobos. Podemos ficar discutindo aqui o jornalismo romântico que não existe mais. Mas o melhor jornalismo a que temos acesso HOJE é o feito por cidadãos comuns na internet (blogs de jornalistas independentes também se encaixam nesse conceito). O resto, o grande capital já controlou. A grande imprensa até amordaçou seus jornalistas na Internet, impedindo-os de se expressar livremente em ferramentas como o twitter ou em seus blogs pessoais!!!
Sandro  Vaia, Jornalista (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 00:46:25

Caiu uma bomba em Hiroshima é informação."Hiroshima" , de John Hershey,é jornalismo.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 00:36:25

Eu, em minha ignorância, juro que achava que troca de informações era jornalismo. Os internautas tinham acesso às vozes de ambos os lados, os manifestantes e o governo teocrático. Prisões na calada da noite e a repressão violenta foram denunciadas pelos manifestantes; Interferências de outros países foram denunciadas pelo regime; podíamos acompanhar quando e onde ocorriam manifestações contrárias ao regime; O regime tentava mostrar que a fraude não era tão grande e denunciava que os manifestantes eram de uma pequena elite, com sonhos capitalistas. Observávamos as reações favoráveis ou desfavoráveis de cidadãos comuns de outros países. Assistíamos ao grotesco vídeo da moça morta covardemente. Pensando bem, acho que vc tem razão. Isso não é jornalismo. Pelo menos não o que temos no Brasil. É muito melhor. É plural.
Cristiana  Castro, Advogada (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 19/11/2009 às 00:19:44

A grande imprensa está perdendo uma chance de ouro de integrar-se a rede e a sociedade de maneira geral. Essa semana, a partir desse site, tomamos conhecimento do programa do OI TV, sobre as relações entre mídia e governo na Venezuela. Assistimos ao programa e voltamos ao OI para os comentários e assim fecha-se um ciclo com a participação de todos em todas as etapas. Pois bem, se o OI consegue fazer essa integração, não há razão para que a voz das pessoas esteja excluída de programações do mesmo gênero. Além disso, tenho a impressão que essa " integração" aumenta tanto a audiência do programa qto os visistantes do site, o que é positivo. Um faz a publicidade do outro e nós acabamos por fazer a publicidade dos dois. Na minha família, ninguém posta aqui mas todo mundo assiste o OI na TV e já perguntam, antes, o que vai " ser" no OI TV daquela semana. A meu ver, o modelo ideal seria este. Imaginem essa mesma forma para o Canal Livre, o Roda-Viva... Ou ainda, um debate desses horríveis que assistimos nas eleições, elaborados nesses moldes. A p....é a audiência, o OI TV teria uma tremenda de uma audiência se a pessoas pudessem achar o canal, eu não sei o que é isso, mas aqui na minha casa o OI ( RJ ) é num canal, na casa da minha mãe ( TO ) em outro e na minha irmã ( PR ) é outro, sempre alguém fica sem ver. Pq p.... não é um canal só pra todo mundo?
Marcel  Stefano, Jornalista (Sorocaba/SP)
Enviado em 19/11/2009 às 00:06:08

Isso é resultado de anos e anos em que os jornais usaram do jornalismo para ditar. Nunca foram palco de discussão. nunca ouviram todos os lados. Nunca trabalharam com o contraditório. Só ditaram regras, apesar de não as cumprir. Não é a toa que um meio democrático - como a rede de blogs - ocupe tão rápido o lugar desses jornais.
Sandro  Vaia, jornalista (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 23:55:48

Caro Marcelo Silvestre: uma rede cidadã de troca de informações formada através do Twitter numa situação de emergência, sob um surto repressor de um governo autocrático ,por mais útil que seja, não tem nada a ver com jornalismo.Obviamente, estamos falando de coisas diferentes.
RIVALDO  Moraes, Auditor (Salvador/BA)
Enviado em 18/11/2009 às 23:24:37

Vale lembrar que vários goernos estaduais estão comrando milhares de assinaturas da FSP, Estadão e O Globo. Portanto, a venda de assinaturas para pessoas físicas também dezwbfcve ter despencado muito.
Paulo  Roberto, advogado (Piraí/RJ)
Enviado em 18/11/2009 às 22:58:22

"Nos últimos nove meses houve uma pequena recuperação nos índices de venda avulsa do Globo, Estado e Folha em 2009. O IVC registrou um crescimento de 5,5 % em relação aos quatro últimos meses do ano passado." Isso, provavelmente, se deve ao fato de que muitas famílias passaram a fazer parte da classe média e, por isso, puderam comprar jornais mais caros. Entretanto, quando se derem conta de que os "jornalões" fazem parte do "Partido da Imprensa Golpista - PIG", com certeza, vão parar de comprar e as vendas diminuirão novamente.
Zé da Silva  Brasileiro, Bancário Aposentado (Belo Horizonte/MG)
Enviado em 18/11/2009 às 22:36:50

Excelentes os comentários de Marcelo Silvestre. A grande vantagem do OI sobre outros sites e blogs é exatamente o fato de que aquí, além de um quadro de colaboradores bem diversificado, comentaristas das mais variadas tendências oferecem gratuitamente valiosas contribuições. Eu particularmente gosto de ler artigos e comentários bem escritos de pessoas das quais discordo. Na minha opinião pessoal em um debate entre pessoas bem intencionadas é humanamente impossível que um lado possa estar 100% certo e o outro lado 100% errado. Assim é fundamental criar um ambiente educado e civilizado onde as pessoas possam se manifestar livremente.
Carlos N  Mendes, industriário (Santos/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 19:50:17

O artigo demonstra que a jornalismo da internet não está matando os jornais - quem continua os consumindo são justamente as classes A e B, as de maior poder aquisitivo. O que o artigo descortina é uma possível causa para a queda vertiginosa da venda dos jornalões. Eles optaram pela opinião, e aparentemente, quem comprava esses jornais ou tinha outras opiniões ou então preferia ler sobre fatos. O que ficou muito evidente é a queda extraordinária de tiragem desses veículos. Até assusta, e nem dá para saber se é tarde demais para eles se salvarem.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 19:26:02

A cobertura dos fatos que se sucederam às eleições iranianas derrubam seu argumento, Sandro Vaia. O Twitter e o jornalismo cidadão praticado na rua pelos manifestantes existiu, e é jornalismo sim. Gostaria de lembrá-lo que não haviam repórteres na rua, pois foram impedidos pelo regime teocrático. E a cobertura foi muito melhor do que as guerras do Iraque, por exemplo, onde existiam repórteres nas ruas aos montes, todos a convite do exército americano.
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 19:15:55

Concordo com vc, Max Suel. Todos os que escrevem aqui no OI provavelmente são pagos. Mas a credibilidade a que me refiro é justamente da pluralidade de opiniões nos comentários, não dos jornalistas. Eu certamente não estou sendo pago e acho que vc tb não. É exatamente a esse tipo de debate de alto nível que estamos tendo a que me refiro. Aqui temos os de direira, de esquerda, centro, fascistas, radicais e moderados de todos os tipos. É esse o valor agregado, não o artigo principal, que pode ser superficial ou tendencioso. O que vale é o local democrático e aberto a todas as opiniões. E esse local SÓ existe na Internet, não existe na grande imprensa.
Comentário do Autor

Oi Marcelo,
Você mencionou uma coisa muito importante e que geralmente passa desapercebida, até por nós do Observatório. A nossa principal riqueza, patrimonio ou seja lá o que for, não são os articulistas e nem o domínio na Web. É a rede de leitores e de comentaristas de todas as tendências. Nós só conseguiremos sobreviver enquanto mantivermos esta relação de parceria com a rede de leitores e respeitarmos a diversidade e diversificação de opiniões.
Um abraço e volte sempre,
Castilho

Ney José  Pereira, Contador (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 18:46:50

É que os jornalecões brasileiros não fazem questão nenhuma de vender exemplares avulsos em bancas. Principalmente a tal Folha de Notícias Populares de S. Paulo (de S. Paulo, hein!). Acho que eles (os jornalecões, e, principalmente o (ex)-Folhão) têm ódio de jornaleiros!. E o pior são aquelas kombis velhas e fumacentas distribuindo os jornalecões utilizando-se de mão de obra semelhante a trabalho escravo. Mas, o pior mesmo são aqueles "cartazes" horripilantes grudados nas bancas (ilegalmente) por motociclistas (subterceirizados) na madrugada. Em troca de alguns centavos de réis!.
conceicao  duarte, jornalista (sao paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 18:01:46

Os jornais impressos nos obrigam a ler, ou ver textos de gente que detestamos! Além do que, não há nada mais tendêncioso. Feito de forma grotesca, com profissionais de panelinha. Se consideram "intelectuais" ... Lamentável. Aqui, ao menos escolhemos, como no controle remoto da TV, aquilo que queremos ver e ler... Jornal impresso, to fora...
Zé da Silva  Brasileiro, Bancário Aposentado (Belo Horizonte/MG)
Enviado em 18/11/2009 às 17:27:25

Em Belo Horizonte a situação dos impressos está muito complicada. O lançamento do jornal popular "Super Notícia" forçou os Diários Associados a lançar o também popular jornal "Aqui". Isso foi a pá de cal para o tradicional vespertino "Diário da Tarde" que já vinha perdendo espaço e leitores e acabou desaparecendo em meados de 2007. O "Estado de Minas" conhecido outrora como o grande jornal dos mineiros está numa decadência de dar dó. No andar da carruagem só vão sobreviver mesmo os populares porque têm uma outra utilidade também importante que é higienizar o banheiro dos cães...
alvaro  marins, professor (rio de janeiro/RJ)
Enviado em 18/11/2009 às 16:34:57

Ótima notícia! Se a mídia vai mal, é sinal de que o jornalismo vai bem e de que a sociedade está mais bem informada e de que não se deixa mais enganar pelas campanhas da mídia. Mais um passo importante no processo de democratização da sociedade brasileira.
Sandro  Vaia, jornalista (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 15:57:37

"Não conheço um website que coloque repórteres na rua" (Tom Wolfe,ontem,em Porto Alegre). E sem repórter na rua não tem jornalismo.Simples assim.
Max  Suel, Engº (SP/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 15:11:11

Prezado Marcelo: e você acha que quem escreve na NET (aqui no OI, por ex.) é pago por quem ? Você acha que o Sr. Carlos Castilho escreve de graça? Lógico que o portal IG hospeda este pessoal, tem contrato com eles e os paga (acredito que muito bem, por sinal). No fundo todos são empregados e recebem pelo que escrevem. (Max Suel)
Marcelo  Silvestre, Internauta (São Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 14:25:04

A mídia no nosso país está concentrada justamente nas mãos dos que deveriam regulá-la, ou seja, dos legisladores. Além disso, os grandes grupos midiáticos possuem recursos suficientes para formar lobbies em todas as casas legislativas. Acho que a nossa única saída é a Internet. Por isso precisamos tanto lutar contra o analfabetismo digital. Temos que também garantir a universalização da internet e nos mobilizarmos contra projetos que cerceiam a rede, como o do Eduardo Azeredo e a recente tentativa de eliminar concorrentes, atingindo diretamente o portal Terra e o grupo Telefônica. Contra a Globo, serviços como Youtube. Contra os jornalões temos os blogs e o jornalismo cidadão. Contra a Veja e o jornalismo partidário, denúncias por parte do cidadão em sites como o OI. Respondendo ao nosso amigo Max Suel: Sim, quero o fim da grande imprensa. Confio muito mais em um artigo de Internet com cinco mil comentários do que em algo escrito por um empregado (Jornalista?) de uma empresa (Jornal? Rádio? TV?) de uma família (dinheiro e poder?).
Fábio José  de Mello, Jornalista (Descalvado/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 14:05:07

Creio que o autor do artigo não "quis" nada; o autor do artigo "mostrou" que a venda avulsa dos jornalões caiu vertiginosamente, de acordo com dados fornecidos pelo IVC. E que continuem a classificar de "lulopetistas" quem critica esse jornalismo pouco ético que vem sendo praticado no Brasil. Está dando muito certo.
Miro  Junior, Analista (Sao Paulo/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 13:26:45

"A sua principal matéria prima, a notícia, perdeu valor de mercado em favor da opinião." Como todo produtor a dono do jornal teria que se preocupar com a sua mercadoria, qualidade, validade, embalagem, entrega, responsabilidade com o cliente. Isto é uma das belezas do capitalismo, o mercado rejeita produtos adulterados e impróprios para consumo. Só um exemplo: Dá para consumir quem noticia que em 3 meses teremos 36 milhões de pessoas no Brasil com febre suína.
Max  Suel, Engº (SP/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 13:01:23

Belíssimos comentários, e de altíssimo nível. Uma indagação: o que deseja o autor do artigo ? o final da grande imprensa no país ? só porque são críticos ao lulo-petismo quando é preciso ? lamentável a atitude deste jornalista (ex isto ex aquilo)
Dante  Caleffi, Publicitário (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 18/11/2009 às 12:53:41

Segundo os oráculos cibernéticos,a grande imprensa caminha a largos passos para se tornar nanica. Os populares.nada mais são do que panfletos digestivos.Um passada d ólhos e basta. Convívio mais demorado será nas gaiolas,interagindo com seus inquilinos. É mais útil e ecológico. . .
Cristiana  Castro, Advogada (Rio de Janeiro/RJ)
Enviado em 18/11/2009 às 12:14:58

Eu quero que se danem... Quero ver as emissoras passando pela mesma situação.
Carlos  Rajão, Engenheiro (Macaé/RJ)
Enviado em 18/11/2009 às 12:07:06

Quero mais que se afundem. Jornalismo parcial, criador de crises, etc...
Adir  Tavares, Aposentado (Praia Grande/SP)
Enviado em 18/11/2009 às 11:28:37

Hehehehe, bem feito para esses panfletóides de araque, eu não compro mais essa m...!
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Carlos Castilho
* Ex-repórter - revista Fatos & Fotos
* Ex-redator internacional - JB
* Ex-editor internacional - Opinião
* Ex-editor telejornais - TV Globo
* Ex-chefe do escritório da TV GLobo em Londres
* Ex-redator - Cadernos do Terceiro  do Terceiro Mundo;
* Ex-correspondente latino americano  do jornal Público/Lisboa
* Ex-editor internacional do JB;
* Ex-editor associado do The World Paper/ Boston;
* Ex-editor latino-americano da agência IPS - Costa Rica;
* Ex-consultor de advocacy na mídia para a União Européia;
* Professor de Jornalismo Online , Faculdades ASSESC (Florianópolis);
* Professor de Projetos Multimídia (pós-graduação latu senso) no CESUSC / Florianópolis;
* Professor de Jornalismo Online (curso a distância) no Knight Center, Universidade do Texas; 
* Autor do capítulo Webjornalismo no livro No Próximo Bloco - Editora PUC/Rio -2005.
* Autor do prefácio e tradução do livro Jornalismo 2.0, de Mark Briggs, publicado pelo Centro Knight, da Universidade do Texas.
* Mestre em Mídia e Conhecimento pelo EGC/UFSC. 
-Reside em Florianópolis / SC
email ccastilho@gmail.com


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