Indice Jornal de Debates A imprensa em questao Caderno da Cidadania O circo da noticia Entre aspas

Edição de Marinilda Carvalho

 

Entre muitos temas interessantes, a interpretação do TSE de que a internet é mídia como outra qualquer, estando portanto sujeita a vetos e restrições, começa a interessar ao leitor. Nesta edição, três cartas repercutem artigo para o Observatório [ver remissão abaixo] de Sérgio Sá Leitão, que não deixou passar em branco a decisão do tribunal, anunciada na véspera do Carnaval. O curioso é que dois leitores concordam com a medida, e nenhum dos três aborda o cerne da questão – e do artigo de Sérgio: a internet, mídia que nasceu livre, já vira alvo de antigas práticas autoritárias, e sem qualquer discussão prévia com a sociedade conectada ou pelo menos com especialistas.

Como é confortável a ignorância da burocracia. Nossos juízes eleitorais por certo desconhecem o debate travado em todo o mundo sobre a legitimidade da intervenção oficial na rede. E legislaram tranqüilamente a respeito do que não lhes compete. Considero este um tema gravíssimo, que ainda vai dar o que falar no Brasil, quando passar esta cegueira deslumbrada com a internet. Aí começaremos a discutir, em vez de lucros, ética, privacidade – e até exclusão.

No mais, causa espanto a carta do leitor Alexandre Costa, que sentiu pena do general Newton Cruz, posto sob fogo cerrado no programa Roda Viva. Estará certo então o governo britânico, que pelas mesmas "razões humanitárias" alegadas por Alexandre livrou o ditador Pinochet da extradição e do julgamento? Na Indonésia, surpreendentemente, o ditador Suharto não está tendo a mesma sorte: deverá ir aos tribunais apesar da idade avançada e da saúde debilitada. Portanto, enfrentar jornalistas hostis na velhice é o mínimo que deve esperar quem semeou maldade na juventude.

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Clique sobre o texto sublinhado para ler a íntegra da mensagem

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Internet e eleição

Mesmo que haja discordância sobre esse aspecto, há pessoas que não querem seus sites favoritos poluídos por propaganda política. Carlos Eduardo Mainier

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O objetivo de tal medida é impedir que em determinados sites, como UOL, Terra, Zipnet etc., apareçam, ao lado dos anúncios, as famosas propagandas políticas. Wanderson Cirillo

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A absurda decisão do TSE proibindo a "propaganda política" pela internet mistura meios completamene diferentes, como a propaganda tradicional na mídia convencional e a veiculação de idéias de conteúdo considerado político pela internet. Luiz Felippe Penna

 

Desrespeito ao idoso

Será que é ético colocar uma pessoa de idade no Roda Viva e fazerem o que fizeram com o general Newton Cruz? Mesmo sendo ele culpado de tudo o que é acusado?
Alexandre Costa

 

Ferraris e jornalismos

Uma das grandes diferenças entre o jornalismo de hoje e o de ontem está sintetizada nesta matéria [ver remissão abaixo]. Antigamente, diante de uma Ferrari, o jornalista diria: eis um símbolo de nossas contradições. A marca da concentração de renda, em um dos países mais injustos do planeta. Hoje, o jornalista diz: poxa, que carrããão. O deslumbramento e a falta de qualquer senso crítico é, atualmente, de dar vergonha. Particularmente nestas revistas, que assumem o papel de porta-vozes da alienação. Aliás, hoje, e cada vez mais, os jornalistas parecem saídos de escolas de propaganda. A grande diferença entre estes dois profissionais é que o publicitário ganha dinheiro com a publicidade que faz.

Carlos Plácido Teixeira, jornalista

 

Pitta & Globo

Que a TV Globo já escondeu a notícia, é notório; que já correu atrás depois que a notícia estava na rua e não havia mais jeito de escondê-la, para defender, como é de sua tradição, o governo, também é fato. Mas a TV Globo à frente de um processo de denúncias de corrupção, para derrubar o prefeito da maior cidade do país e de quebra incluindo outros políticos importantes, especialmente o presidente do Senado, tido como padrinho da casa e amigo íntimo do proprietário da empresa, isso é a maior novidade na imprensa brasileira dos últimos anos, quiçá das últimas décadas. Talvez mais importante que as denúncias contra Celso Pitta, a verdadeira notícia, pelo menos para quem observa a imprensa, é: o que está acontecendo com a Globo? O que a levou a mudar de posição? Ou não mudou?

Carlos Alberto Cândido

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É lamentável que uma potência de comunicação como a Globo venha a público demonstrar competência, empenho e profissionalismo, principalmente no jornalismo em tese investigativo, apenas quando os interesses inconfessáveis de sua direção falam mais alto. É também suspeito, no mínimo, quando algumas figurinhas carimbadas resolvem assumir posições "patrióticas" apenas quando seus interesses individuais-econômico-financeiros- sentimentais estão em jogo. Se a prefeitura de São Paulo, há muito, não é um arraial da probidade, também não podemos nos orgulhar de nossos heróis midiáticos.

Marcos Alfredo, jornalista

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Dona Nicéa pediu que fosse chamada pelo sobrenome de solteira. A mídia em geral atendeu, mas a TV Globo insiste em tascar o sobrenome "Pitta" em todas as matérias. Engraçado, porque até na CBN, do mesmo grupo, a chamam Nicea Camargo. Fica parecendo birra de adolescente. Se querem marcar duro em cima do homem, ao menos respeitem o pedido da mulher.

Edesio Portes, Rio de Janeiro

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Não sou jornalista, mas me preocupo com questões da imprensa. Em 27/3, o repórter da Globo Ernesto Paglia foi intimidado e teve sua pauta rasgada, durante o retorno do "prefeito" de São Paulo ao Palácio das Indústrias, de onde saíra às escondidas no dia 24/3. Isto me fez lembrar de fato ocorrido no Ceará há algumas semanas. Durante matéria sobre desvio de dinheiro na administração da cidade de Hidrolândia, três funcionários do jornal O Povo foram mantidos sob cárcere privado e torturados [ver remissão abaixo para "Faroeste no Ceará"] por simpatizantes do prefeito. Pergunta 1: Será que pela insistência do Executivo em esconder suas ações regrediremos à censura? Pergunta 2: Será que as tentativas de se chegar à verdade se tornarão missão impossível pela onipotência dos governantes?

Pedro Gonçalves, Fortaleza

 

Tabaco patrocina informação

Sou estudante de Jornalismo da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), no interior do estado de São Paulo, e gostaria de registrar aqui minha indignação quanto a uma propaganda que consta do site da ABI (Associação Brasileira de Imprensa). Banner intermitente da empresa de cigarros Souza Cruz diz "A Souza Cruz tem um dedo de importância na história da imprensa brasileira". Jacqueline Nara de Assis

André Motta Lima responde: Jacqueline, como você é estudante, me perdoe, mas não consegui deixar de lado a mania de professor. Certamente você já ouviu seus professores (espero que sim) alertarem para a necessidade de precisão da informação. Especialmente quando a gente quer criticar. O cuidado tem de ser ainda maior. O anúncio da Souza Cruz, que, com a Volkswagen, possibilita a própria existência do sítio da ABI na internet, diz: "Há um dedo da Souza Cruz na história do jornalismo brasileiro...". O "dedo de importância na história da imprensa" foi invenção sua ou ato falho?

 

Observatório é ótimo!

Pena que só hoje entrei neste site. Poderia ter confirmado há mais tempo que meu pensamento não era solitário. Vou virar assídua.

Zelita Viana, Porto Seguro, BA

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Realmente é um grande site este. Parabéns. Ainda ponho fé no ser humano. Assisto sempre ao Observatório na TV. Hoje foi a primeira vez em que entrei no site.

Ribeiro, São Paulo

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Meu nome é Letícia Wendy, tenho 19 anos e estou cursando faculdade de Jornalismo, e para mim, e qualquer outro estudante que seja um mínimo consciente, não existe programa melhor que o Observatório da Imprensa! Aliás, sem "puxa- saquismo" , todos os progamas da TV Cultura são maravilhosos, mesmo os que não são produções da própria emissora. Espero poder conhecer os "bastidores" dos programas. Quem sabe um dia se eu me tornar uma grande repórter?! Até lá, me delicio com a qualidade dos programas e estudo muito, no intuito de um dia estar à altura de participar desse mundo maravilhoso que é a imprensa.

Letícia Wendy

 

Observatório precisa melhorar!

Reproduzo texto que encontrei no Modo de Usar do Observatório: "Você pode tirar melhor proveito da publicação imprimindo-a para leitura off-line (ler em papel é melhor e geralmente mais barato). Dois procedimentos possíveis, a partir do site do Observatório: imprimir diretamente do Netscape (ou outro programa de navegação na rede) ou copiar o texto (comandos Ctrl+A, que seleciona todo o conteúdo da página, depois Ctrl+C, que o copia para uma área de armazenamento do computador) e descarregá-lo dentro do editor de texto (na seqüência, Ctrl+V, comando que descarrega o que foi copiado), para então formatá-lo a seu gosto e imprimi-lo."

Vocês tem certeza do que estão dizendo? É "geralmente mais barato" ler em papel? Qualquer pessoa conectada pode salvar a página que quer ler com calma ou mesmo arquivar em seu computador, sem a menor necessidade de imprimir o arquivo. Respeito a opinião de que ler em papel é "melhor", para mim é mais agradável também. Creio que não preciso argumentar muito (espero), solicito apenas que vocês alterem estas instruções, orientando os leitores (muitos dos quais novatos no uso de computadores) sobre como salvar as páginas, ou mesmo todas elas (sei que existem "softs" adequados para isto e, provavelmente, gratuitos) para posterior leitura. Vocês estariam colaborando para reduzir o desperdício de papel (o que não quer sugerir nada sobre a qualidade dos artigos ; )).

Paulo Capella

Nota do O.I.: Paulo, você tem razão. Em quatro anos (estamos fazendo mais um aniversário!), tudo mudou, no Observatório e na internet. O tamanho de nossas edições quintuplicou, as conexões são mais velozes, salvar páginas virou brincadeira de criança. Agradecemos a observação, e prometemos uma revisão geral nos textos "institucionais" de nosso sítio.

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Estava lendo os textos do Observatório com muita dificuldade. E percebi que vocês usam em sua página uma fonte serifada. O problema das fontes serifadas é que elas não dão leitura em monitor de vídeo. Tentem usar fontes sem serifa. Já existem fontes projetadas para este fim. É o caso da Verdana e da Trebuchet MS, ambas da Microsoft. Vocês encontram essas fontes na página da Microsoft.

Gosto muito da abordagem, do enfoque que vocês dão às matérias.

Daniel Ferreira Leite, webdesigner, Goiânia

 

Nota do O.I.: Agradecemos muito a sugestão, Daniel, e vamos estudá-la com carinho! Para quem não conhece o termo, serifa é aquela "perninha" da letra.

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Gostaria em primeiro lugar de parabenizá-los pelo site. Estive olhando nos Objetivos a Cláusula de Independência, e fiquei com dúvida a respeito da seguinte frase: "Estamos convencidos de que esta nova escala não comprometerá nossos padrões originais no tocante a qualidade e independência – como freqüentemente acontece na mídia convencional quando aumenta a audiência às custas da perda de qualidade."

Parece-me que "às custas" está errado! Não seria "à custa"?

Osvaldo Alencar

Nota do O.I.: Caro Osvaldo, as duas formas estão corretas.

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Com referência à matéria "A retirada do cereal killer" [ver remissão abaixo], será que alguém pode me explicar o que seja um "cereal killer"? Algum tipo de defensivo agrícola que deu errado? Nesse caso, o que este conceito tem a ver com a matéria referida?

Arno Blass

Nota do O.I.: Prezado Arno, "cereal killer" foi um apelido pejorativo que a redação deu ao então novo publisher do Los Angeles Times, saído diretamente de uma indústria de sucrilhos (cereal) para o jornal, com o único objetivo de fazer crescer os lucros. A matéria a que você se refere era uma suíte de todas as outras que já havíamos publicado sobre o LA Times. Mas você tem razão: deveríamos ter seguido a boa regra jornalística e explicado novamente a expressão.

 

JB e Univer$idade

Sou estudante da instituição de ensino mencionada em artigo de Alberto Dines, e estagiário da TVE. Infelizmente, sou obrigado a concordar com a nova grafia do Centro Universitário da Cidade, que, entre seus alunos, se torna cada vez mais conhecido como Univer$idade. É uma pena que a atual crise financeira do Jornal do Brasil faça o veículo se submeter a este tipo de anúncio. Ao que parece, a tendência dos veículos de comunicação é esta. Infelizmente o dono de uma faculdade dá o exemplo oposto ao que os futuros jornalistas deveriam receber. Com isso, as perspectivas em relação às nossas profissões se tornam cada dia mais sombrias.

Pedro Barreto Pereira

 

João Moreira Salles & Marcinho VP

A publicidade dada pela mídia ao caso do Sr. João Moreira Salles e a seus contatos com um pretenso marginal parece ter esgotado os 15 minutos de fama de praxe, e já deve estar caindo no esquecimento do público. Apesar de tudo, o documentário realizado por ele e Katya Lund permanece ignorado, o que é lamentável. Rarom

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É complicado, hoje em dia, acreditar na palavra de alguém; no caso de João Moreira Salles, é mais complicado ainda: Marcinho VP era, ou é, uma pessoa que prejudica indivíduos? Ele era, ou é, traficante? Não se trata aqui de querer jogar a culpa pelo problema das drogas em uma única pessoa, mas de tentar entender o porquê do pagamento ao (ex)traficante; pode até ter sido um adiantamente editorial, mas isso em nada redime os atos que ele cometeu; tal atitude do cineasta pode, na visão de alguns, pode ser interpretada como se aproveitar da desgraça alheia para lucrar. Seria muito mais sensato ele ter feito o pagamento depois do suposto livro ser escrito, ou então usar o dinheiro para programas sociais na favela onde o (ex)traficante vivia.

Daniel Américo

 

Perseguição no Amapá

Nada menos que 28 ações são movidas na Justiça pelo governo socialista de João Alberto Capiberibe contra o programa radiofônico Luiz Melo entrevista e o jornal Diário do Amapá, de propriedade de Luiz Melo. Pesquisa da Federação das Indústrias do Amapá (Fiap), divulgada semana passada, aponta o Luiz Melo Entrevista como o programa de rádio de maior audiência e o Diário do Amapá como o segundo jornal mais lido do estado (o primeiro é o Jornal do Dia). O jornalista Luiz Melo recebeu da Fiap o prêmio "Personalidade da Imprensa". Veja detalhes em <www.ana.com.br>.

Agência de Notícias do Amapá

 

Para onde vai a mídia

Acredito que falta criatividade às matérias, em todos os meios. Com os avanços da tecnologia, ainda não temos o resultado disso nas investigações jornalísticas, salvo raras exceções, em câmeras escondidas e gravações telefônicas. Com o aparato tecnológico, qualquer detetive de jornal consegue informações sobre escândalos sexuais, empresariais, e a mídia em geral não sai da mesmice dos moldes antigos. Será que o estrago da ditadura foi tão grande assim?

Walter A. Topfstedt

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Se nos considerarmos cidadãos de padrão "rasteiro", observando o que se passa nesta terra de ninguém, pelas noticias dos jornais e cenas de televisão, só não ficaremos de cabelos em pé se formos carecas!

A mídia e os "poderosos" vivem inventando termos. O mais recente é "bandas podres". Não seria mais correto "bandos podres" ou "bandos do poder podre" e por aí afora? E onde já se viu um senador proferir palavrões em plena televisão? Ou um vereador mandar uma "banana" diante das câmeras? Há ainda a Lei da Mordaça e o cerceamento da liberdade na Internet pelo TSE. Ora façam-me o favor...

Luis Carlos Pedroso Garcia

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Uma enquetezinha: "Você acha que o Brasil vive num sistema democrático?" Queria lembrar o jugo das mídias a que estamos expostos, um bloco que canta em uníssono com as elites as mais perversas (perdão para a tautologia). Paulo Capella

 

Folha carlista

Enviei a mensagem abaixo à Folha de S. Paulo. Frederico Maia

"Pergunto: quais critérios foram utilizados para selecionar Marcos Vita, em detrimento dos demais candidatos, e sem que eles – inscritos para a vaga dentro do prazo – tivessem tido a chance de a ela concorrer lealmente? Para mim – e para muitos, garanto – só resta uma explicação: a Folha, em sua decisão, cedeu a uma estarrecedora influência carlista. É difícil afastar o pensamento de que o próprio presidente do Senado, direta ou indiretamente, tenha colocado alguns dedos na questão. Lamentável."

 

Conti e Kucinski no Ceará

O Ceará recebeu semana passada dois visitantes ilustres da imprensa brasileira. De um lado, Mario Sergio Conti, autor de Noticias do Planalto. Do outro, o professor da ECA Bernardo Kucinski. Na palestra dos dois, nada de novidade. Valem ainda as idéias do fascinante Abramo. Romeu do Ceará

 

Imprensa em Jales

Tenho acompanhado algumas críticas aqui a jornais do interior, na maioria sem ética e presos a interesses de grupos políticos.

Gostaria então de fazer justiça, informando a seus leitores que temos jornalismo sério em minha cidade, Jales. Aliás, um dos editores do jornal A Tribuna, semanário que se destaca por sua coragem, credibilidade e imparcialidade, não por acaso é um dos observadores deste O.I.. Paulo Reis Aruca tem coragem, e suas matérias sempre nos mostram fatos antes obscuros, sobre os quais os outros jornais aqui da cidade se recusam a falar.

Nilton Cesar Ferreira Lima

 

LEIA TAMBEM

Decisão do TSE ameaça a liberdade na internet – Sérgio Sá Leitão

Faroeste no Ceará

A retirada do cereal killer

Rebelião na redação é lição para a mídia – Argemiro Ferreira

Veja e a Ferrari

 




Continuação do Caderno do Leitor

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