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ALÔ, ANATEL!
Muito azar no Rede Livre
Muito boa, ótima matéria! Ponto positivo mais uma vez para o Observatório. Gostaria de agregar meu relato ao artigo de Marinilda Carvalho sobre o Rede Livre. Sou professor universitário e, como passo muitas horas por dia conectado à internet, decidi associar-me ao provedor, no intuito de reduzir minha despesa mensal com telefone e poder navegar sem me preocupar com o tempo de uso.
Assim, em ingênua e infeliz decisão, filiei-me ao Rede Livre na semana retrasada, pagando então a primeira mensalidade. Passada uma semana, não consegui conectar-me nem uma vez sequer pelo sistema. Pelo visto, meus R$ 38 foram para o espaço (e, mesmo que os recuperasse em ação de pequenas causas os custos de locomoção e "papelada" os consumiriam). É inacreditável o descaso da empresa com o cliente, desamparado pela inação da Anatel. Seria interessante que o Observatório prosseguisse com a cobertura sobre o assunto no próximo número e a mantivesse, já que não apenas o desrespeito pelo contrato entre provedor e usuário continua (sem satisfação alguma ao cliente) como a imprensa ignora solenemente o tema. Parabéns.
Maurício Ramos
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do Rede Livre – M.C
JOSÉ REIS
Belíssimo texto
Parabéns pelo belíssimo texto de Ulisses Capozoli sobre J. Reis.
Claudia Jurberg
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INFORMAÇÃO & SATURAÇÃO
Disjunções dispensadas
Estarei iniciando o curso de Jornalismo na Universidade Federal da Bahia em julho, e leio o OI há dois anos. Tenho 18 anos. Lendo o artigo "A comunicação e as disjunções", de Ivo Lucchesi, faço algumas indagações: desde quando temos que "abandonar" as "disjunções" (citadas pelo autor) para viver uma realidade reflexiva? Desde quando temos que abdicar da tecnologia para qualificar nossas relações humanas? Não somos capazes de tornar insignificantes as "disjunções"?
Pedro Caribé
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