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DIPLOMA EM XEQUE
Estudantes nas redações

Parabéns ao autor do artigo! É impressionante esta invasão de estudantes nas redações. O pior é que isso acontece nas grandes empresas e é uma cultura arraigada entre os estudantes. Os que conseguem um "estágio" se julgam superiores aos colegas e têm respaldo dos professores para faltar às aulas. É tão ridículo que eles chegam a ser solicitados a "ensinar" aos outros aquilo que aprenderam no dia-a-dia da empresa. É uma inversão total de valores. Quem tem que ser aplaudido por professores e colegas é aquele aluno que se dedica à pesquisa, que está interessado em ver o que há de bom e de ruim no mercado. Claro que a falta de bolsas de estudo que incentivem esses alunos acaba também contribuindo para essa busca por trabalho nas redações.

Luciana Carvalho

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PROVÃO
É preciso dar um basta

Bom, quero aproveitar esses instantes de calor e respiração ofegante após ler esse texto do colega da UFRGS sobre o provão para manifestar o meu apoio à sua postura em relação a esse exame que vem conquistando cada vez mais as mentes de professores, reitores e até de alunos. É preciso dar um basta. Nós, estudantes, temos o dever de protestar contra essa avaliação e as atitudes por parte do MEC que decorrem dela, que são, muitas vezes, ditatoriais e prejudiciais aos cursos de ensino superior. Ao mesmo tempo, é preciso lutar para que o Provão seja um instrumento que possa contribuir para que os cursos sejam mais eficientes para a sociedade, e não um motivo para que eles sejam maquiados.

Bruno Ricardo Leite, estudante de Jornalismo da UFPB

 

JORNALISMO EM CRISE
Estudante no curso errado

Sobre a carta de Beatriz Avner Pimenta, o que um jornalista não faz senão expressar suas opiniões? O papel do jornalista é interagir com o que está acontecendo no mundo e trazer clareza a seu leitor sobre os fatos. Será ociosidade, como diz a estudante de Jornalismo Beatriz Avner, o que fazem os colunistas do Observatório da Imprensa? Como pode uma futura jornalista desconsiderar essa iniciativa de tentar mudar o quadro da mídia brasileira, ditadora de regras que só diz o que lhe convém? A imprensa pode mudar, sim, se todos resolverem falar o que pensam, obviamente com precisão.

Comodismo é ficar sentada criticando o trabalho (bem feito) de quem tem atitude. Sinceramente, acho que esta estudante está no curso errado.

Luiza Nascimento Souto, estudante de Jornalismo, Rio de Janeiro

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Comodismo de ociosos – B.A., Caderno do Leitor (rolar a página)

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