quarta, 19 de fevereiro de 2020 ISSN 1519-7670 - Ano 20 - nº 1075

Edição: 28

Projeto Folha97, anotações

Chama imediatamente a atenção a oportunidade do seu lançamento, grudado na reunião da ANJ. Pelo conteúdo e pela forma, é uma evidente demarcação do que pensa a indústria ou o sistema. Forma de singularizar-se num processo cartelizado (do ponto de vista conceitual) que se movimenta coletivamente no campo empresarial. . Convém reparar que na reunião da […]

Competência e imparcialidade

Quando se noticiou pela primeira vez que o Ministério da Educação realizaria um Exame Nacional de Cursos, os professores de Jornalismo da UFSC comemoraram. Confiantes de que construíram um dos melhores cursos do país, e também da dificuldade de ver isso reconhecido quando se está fora do eixo Rio-São Paulo, eu e meus colegas acreditamos […]

Olhos que querem ver

Treva Branca, como diz Saramago em seu Ensaio sobre a Cegueira, é o que melhor define o clima dos debates sobre a qualidade do ensino universitário, a necessidade de avaliá-lo e especialmente a aplicação do provão. Acabar com esse estado é fundamental. Avaliar nossas escolas, nosso trabalho, a qualidade dos nossos cursos, é urgente. Já […]

Dossiê das concessões de TV

Reproduzimos nesta edição, com autorização do Correio Braziliense, uma série de reportagens de Sylvio Costa (Brasília) e Jayme Brener (São Paulo) que constitui um itinerário minucioso e circunstanciado da distribuição de concessões de televisão feita Brasil afora a pessoas direta ou indiretamente ligadas à atividade política. O assessor de imprensa do Ministério das Comunicações, Francisco […]

Servir ao marketing ou à sociedade?

Espírito crítico é a base do bom e velho jornalismo, em todas as áreas, em todos os momentos, um compromisso que todo jornalista deve assumir, todos os dias, com si próprio. Bajulação, manipulação e endeusamento do personagem da notícia é um desserviço prestado à sociedade, razão de ser do trabalho de cada jornalista. E quais […]

Legado de Drummond

A maior lição que Carlos Drummond de Andrade legou a Maria Julieta, segundo ela própria, foi o amor sensual, quase erótico, pela escrita, o papel da escrita, o envelope das cartas, o desenhos dos textos, a ordem das coisas e o trabalho, diário, sistemático, em torno da mesa do escritório. A atração entre filha e […]