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NETBANCA (edições 131 a 140)
Pesquisa: Beatriz Singer
11 de setembro
nos jornais
Como durante todo
o episódio de impacto da história dos EUA e do mundo,
o Poynter Institute montou uma galeria virtual com as capas dos
principais jornais americanos e internacionais – incluindo os brasileiros
Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo – que foram a
público em 12 de setembro, o day after dos ataques
terroristas ao World Trade Center e ao Pentágono.
São sete páginas
que totalizam mais de 100 capas de jornal. A maioria é americana,
mas diários importantes dos cinco continentes também
marcam presença. Todos, sem exceção, traziam
a primeira página inteira com a tragédia americana.
Já o Newseum,
museu de notícias americano (combinação das
palavras "news" e "museum"), traz uma lista
de 70 jornais americanos e estrangeiros – entre eles O Globo
– e suas respectivas manchetes principais da edição
do dia 12. Clicando no nome do jornal, também é possível
acessar o sítio da publicação.
Tanto no sítio
do Poynter quanto no Newseum é válida uma visita a
outros links internos, que levam a textos de especialistas e pesquisas
dentro do jornalismo. Em inglês.
Poynter.org
– Covering the attack
Newseum
Para webwriters
Contentious
é um sítio americano para quem publica
conteúdo para a mídia online. Simples, feito por um
par de mãos feminino, há dois meses e meio meses não
é atualizado. Mas o que está disponível para
leitura não perde a atualidade: em destaque, está
uma lista detalhada com 10 maneiras de alcançar as necessidades
jornalísticas na rede – entre outros artigos interessantes
que também não sofrem com a desatualização.
Amy Gahran, editora,
redatora e fundadora, usa linguagem informal, em primeira pessoa,
para "conversar" com o internauta. Oferece um serviço
exclusivo no qual, se solicitada, analisa o conteúdo online
de outros sítios. Além disso, disponibiliza fórum
de discussão, pesquisas e arquivo para artigos anteriores.
Em tempo: Amy acaba
de colocar no ar uma reportagem crítica sobre os ataques
terroristas nos EUA. Vale a leitura, pela coragem da jornalista.
Em inglês.
Contentious
Ética oriental
Vale a pena conhecer
o código de ética do jornalismo asiático nos
diversos países do continente. O sítio Asia Media
Ethics é simples, dividido por países com seu
respectivo código. O curioso é que justamente os países
cuja mídia está em destaque internacional – China,
Coréia do Sul, Taiwan –, além de Japão, Indonésia,
Camboja e Tailândia, ainda não disponibilizaram seus
dados.
A Austrália,
apesar de não pertencer ao continente, consta na lista organizada
em ordem alfabética devido à proximidade geográfica.
Primeira na lista, Austrália abre seu código de ética
com um belo preâmbulo:
"Jornalistas
descrevem a sociedade para ela mesma. Procuram a verdade. Conduzem
informações, idéias e opiniões,
uma função privilegiada. Procuram, desvendam,
gravam, perguntam, divertem, sugerem e lembram. Informam cidadãos
e animam a democracia. Dão forma prática à
liberdade de expressão. Muitos jornalistas trabalham
em iniciativas privadas, mas todos têm essas responsabilidades
públicas. Criticam o poder, mas também o exercem,
e deveriam ser responsáveis. Responsabilidade gera confiança.
Sem confiança, jornalistas não cumprem suas responsabilidades
públicas."
Outro código
de ética forte e bonito é o das Filipinas. Todo em
primeira pessoa, faz do código quase um juramento. O último
item, coincidentemente, parece uma lição à
mídia brasileira durante o seqüestro de Silvio Santos:
"Devo me comportar em público ou enquanto exerço
meus deveres como jornalista de forma a manter a dignidade de minha
profissão. Quando em dúvida, a decência deve
ser prevalecer". Em inglês.
Asia
Media Ethics
Sabe o que é?
A novidade na internet
são os weblogs – ou blogs, como são chamados
por seus usuários mais familiarizados. Os blogs são
uma espécie de diário virtual gratuito e de fácil
construção. O E-Media Tidbits é um blog
no qual 14 jornalistas de primeira linha dos EUA, Inglaterra, Suíça,
Alemanha e Itália escrevem notas sobre mídia. Steve
Outing, editor sênior do Poynter Institute e colunista da
newsletter Writer’s Digest, é o editor-chefe.
A abertura para publicar
quando quiser e puder não desestimulou o grupo. Cerca de
quatro ou cinco notas (ou "posts", na linguagem dos blogs)
são publicadas diariamente. Além das notas diárias,
o E-Media Tidbits também oferece newsletter, classificado
de empregos e lista de discussão para quem escreve e edita
veículos online. Em inglês.
E-Media
Tidbits
Comunicação
em duas vias
Desde 27 de agosto
está no ar um novo portal brasileiro para jornalistas e veículos
de comunicação. Trata-se do WebMeio, iniciativa que
visa a distribuição de conteúdo via internet.
Através de um sistema de relacionamento virtual, colaboradores
disponibilizam o conteúdo que produzem e veículos
de comunicação buscam fontes de informação.
Na prática,
o portal pretende viabilizar a venda do trabalho do jornalista através
de seu sistema, que integra veículos de comunicação
de todo o Brasil. Pretende, também, organizar e oficializar
o uso de conteúdo na grande rede, com ênfase e respeito
à Lei do Direito Autoral. Já na semana de estréia,
o WebMeio lançou uma campanha nacional intitulada "Direito
Autoral é Legal!", que conta com a participação
de alguns especialistas no assunto.
Além deste
sistema, o portal irá veicular conteúdo exclusivo
atualizado semanalmente, o Guia Web para Jornalistas e Webwriters.
A seção oferecerá notícias úteis
e artigos de opinião sobre jornalismo e profissionais.
WebMeio
Mais sátira
contra Black
Conrad Black
Envy é mais um sítio da
série de manifestações online canadenses contra
o monopólio da mídia enraizado pelo magnata Conrad
Black. Inaugurada em 1998, a página já recebeu quase
35 mil visitas.
"Finalmente!
Um sítio para todos nós, profundamente invejosos dos
Black, donos do terceiro maior império midiático do
mundo", ironizam os idealizadores do sítio. "Esta
página é uma humilde tentativa de celebrar as palavras
e o mundo dos Black."
Além de críticas
diretas a artigos do National Post, principal jornal canadense
que pertence ao barão da mídia, e ao próprio
Conrad Black, o sítio traz notícias de outras iniciativas
online com objetivo comum: criticar por meio da sátira. O
internauta pode se inscrever para receber a newsletter do
sítio, chamada ironicamente de "Blackmail" (o termo
significa "chantagem" em inglês).
Conrad
Black Envy
Sempre observadores
Jaime G. Filho e
Sol Moras são os editores da página sobre imprensa
do sítio falaê!. Abordam um assunto sério
de forma descontraída – para estudantes, jovens jornalistas
ou interessados no assunto.
"Quem é
a mola mestra no processo de formação das opiniões? A
imprensa? E o que é a imprensa? Quem é a imprensa? Quem
tem formado a SUA opinião? A revista Veja? O
Jornal Nacional? A Folha? O Zero Hora? Há
quantos anos a sua opinião vem sendo formada pelos mesmo
veículos?", pergunta o sítio, provocador.
E em linguagem simples
e firme, explica a proposta da página: "Bem, nada de
errado em se ter uma meia dúzia de formadores de opinião
trabalhando na mente das gentes. Mas também não há
nada de errado em encarar a imprensa com um certo ceticismo. O
exercício do ceticismo é a proposta do falaê!
imprensa. Afinal, ninguém é totalmente isento.
Nem nós. Ou você ainda acredita em coelhinho da páscoa?"
Além de artigos
assinados pelos editores, Josué B. Lôbo mantém
uma coluna intitulada "A notícia comentada". Em
seu último texto, Josué comentou o caso Boechat a
partir da participação do ex-global no Observatório
da Imprensa na TV.
À página
principal, o internauta pode ler pílulas sobre mídia
escritas por Sol. O veículo – novo e, portanto, ainda magro
– será, se continuar crescendo, de grande utilidade para
a conscientização de jovens do papel da mídia
e dos jornalistas na sociedade. Auxiliará também para
a desmistificação de que na imprensa está a
verdade e que se trata de uma fonte de informações
totalmente confiável.
Falaê
– Imprensa
Lei e ética
em Singapura
Dr. Ang Peng Hwa,
professor associado e vice-reitor da Escola de Estudos da Comunicação
da Universidade Tecnológica de Nanyang, montou, há
um ano, um sítio no qual hospeda grande parte do conteúdo
da cadeira que leciona sobre lei e ética da mídia,
em Singapura.
Em uma diagramação
simples, expõe o que ensina, pontos em que ainda trabalhará,
uma breve autobiografia, antigos trabalhos e fontes para pesquisa
na internet. Cada tópico se desdobra em links que
apresentarão outros links, de forma a aprofundar o
assunto de interesse do visitante.
Apesar de estar em
Singapura, sua abordagem de ética e lei na mídia expande-se
para uma análise do assunto em níveis mundiais – ou
pelo menos em países de língua inglesa. Em inglês.
Media
Law and Ethics in Singapore
Gato negro das
pseudociências
Motivador de breves frases, notas
e reportagens profundas, o jornalismo científico é
o centro das atenções no Divulc@t – um sítio
de comunicação de Ciência & Tecnologia com
um time de jornalistas de primeira, composto, na maioria, por espanhóis.
"A C&T é o ‘gato
negro’ de que todo mundo parece fugir", afirmam os idealizadores
do sítio. Reconhecem que o assunto tem ganhado espaço
na mídia, "mas, salvo honrosas exceções,
pouco rigor, superficialidade, desdém e às vezes sensacionalismo
são o pão de cada dia". Como resultado, o Divulc@t
aponta uma sociedade ignorante, mal informada e avessa à
C&T.
Outra preocupação do
sítio são as pseudociências, que estão
ganhando terreno graças aos meios de comunicação,
"que dão voz e legitimidade a afirmações
de astrólogos, bruxos, santeiros, médiuns, curandeiros
e demais ‘profissionais’ das para-ciências", afirma o
sítio, que se diz um verdadeiro gato negro para trazer "azar"
a todos esses ditos iluminados. Em suma, o Divulc@t declara guerra
da informação e da reflexão científica
contra "intoxicação pseudocientífica".
Tentando contornar a atual situação
da C&T, que julga a mais preocupante de todos os tempos da história
da humanidade, o Divulc@t aproveita o conteúdo desenvolvido
por seus autores no tocante à comunicação da
ciência e da tecnologia para esclarecer a mente dos internautas.
A visita é proveitosa para quem se interessa pelo assunto.
Em espanhol.
Divulc@t
Brincadeira séria
O humor canadense se faz presente
no sítio que satiriza o National Post e seu dono,
o magnata Conrad Black. As notícias, atualizadas toda semana,
são forjadas propositalmente. Brincando, o sítio faz
parte da campanha do Guerrilla Media, divulgado no Netbanca
da semana passada, que pretende levantar questões sobre o
papel da mídia no Canadá, onde cerca de 88% dos jornais
estão nas mãos de apenas quatro companhias.
Notícias gerais, de economia,
esportivas e de artes & sociedade expõem o National
Post ao ridículo, enquanto fóruns de discussão
e editoriais tiram o riso da cara e escancaram o problema do corporativismo
na mídia canadense. O "mascote" do sítio,
Conzilla (mistura de Conrad com Godzilla, com corpo de dragão
e rosto do magnata), acompanha o internauta em todas as páginas.
Em inglês.
National
Post – Satire
Comunicação científica à
espanhola
InfocienciaNet é
um sítio sobre comunicação científica
e tópicos relacionados. Segundo Marcelo Sabbatini, editor
associado, "o portal tem como objetivo funcionar como um espaço
de comunicação e de publicação, e também
como incentivo a produção intelectual dos alunos,
professores e colaboradores do Máster Ciencia, Tecnología
y Sociedad: Cultura y Comunicación en Ciencia y Tecnología
da Universidade de Salamanca, Espanha,
responsável pela iniciativa". O projeto demonstra inclinação
ao idioma espanhol e seu respectivo público, "uma vez
que parece haver uma ausência de recursos similares fora do
âmbito da língua inglesa", diz Sabbatini.
InfocienciaNet também
possui uma lista de discussão por correio eletrônico
para debate de temas relacionados com a ciência, tecnologia
e sociedade e para a divulgação dos novos conteúdos
do sítio.
Conta Sabbatini que
o InfocienciaNet foi apresentado pela primeira vez durante a 6th
International Conference on Public Communication of Science &
Technology, em Genebra. Desde então, tenta se colocar como
"espaço de interação internacional, onde
pesquisadores e acadêmicos de Espanha, Europa e América
Latina possam colaborar e intercambiar informação
e experiências e com o objetivo final de compor uma rede Iberoamericana
de pesquisa e informação".
É visita altamente
recomendada a jornalistas que cobrem ciência e interessados
no assunto. Em espanhol.
InfocienciaNet
Rir é
o melhor remédio
Guerrilla
Media é um grupo
sediado em Vancouver, Canadá, composto por críticos
de mídia que criam projetos populares e educacionais voltados
à justiça social. Utilizando-se da sátira como
principal ferramenta política, a Guerrilla Media cria
e distribui paródias de jornais diários, do governo
e de materiais promocionais corporativos. Desde a inauguração,
em 1993, o grupo entra em ação em programas sociais,
ambientais e políticos sempre aplicando um humor ácido
que expõe os interesses dos poderosos e, ao mesmo tempo,
busca soluções.
A idéia do
Guerrilla Media é original e promete bons momentos
aos visitantes. De animações com música e voz
a textos teóricos, o internauta entende o circo da notícia
de uma forma prazerosa e leve. Afinal, atualmente, na mídia
de todo o mundo, só rindo para não chorar. Em inglês.
Guerrilla
Media
A arte de informar deficientes
O National Center
on Disability and Journalism (NCDJ) diz-se um centro que educa para
melhorar a justiça, a precisão e a diversidade das
reportagens noticiosas sobre deficiências físicas.
Trata-se de uma organização sem fins lucrativos que
e pretende desenvolver instrumentos para ajudar jornalistas e educadores
a analisarem, de diferentes perspectivas, as complexas questões
ligadas a às deficiências.
"Como fonte
imparcial, a NCDJ é comprometida com a educação
da complexidade de assuntos relacionados a deficiências. Apenas
por meio de diálogo aberto, diversificado e inclusivo, reportagens
sobre deficiências poderão se tornar mais apuradas",
diz a apresentação da organização.
Para tanto, a NCDJ
oferece dois programas – um para desenvolvimento de pesquisas e
distribuição de material educacional para jornalistas
e educadores, e outro que oferece estágio a estudantes, trazendo-lhes
a experiência ao colaborarem com o material educacional incluído
no programa.
Interessados podem
receber a newsletter do NCDJ inscrevendo-se no mailing, no
próprio sítio. Por enquanto, a recém-criada
página só publicou uma newsletter. O sítio
oferece links para outras páginas sobre o assunto.
Por enquanto, há apenas informações básicas
sobre o centro, mas os responsáveis pelo conteúdo
do sítio garantem que em breve informações
mais aprofundadas estarão disponíveis ao internauta.
Em inglês.
National
Center on Disability and Journalism
Internet
existencialista
A Novaeconomia
é uma revista brasileira que espelha a internet em crise
existencial. Depois de divagar pela linha editorial a ser trabalhada,
optou por trabalhar conceitos e opiniões sobre internet,
revolução cultural e cibercultura.
Temas que prometem
grande projeção no terceiro milênio são
prioridades da Nova-e.inf.br. Entre eles, destacam-se os
que dizem respeito às novas formas de linguagem e comunicação.
Na edição de 31 de julho, a Nova-e reproduz
matéria deste Observatório da Imprensa sobre
o anteprojeto da Lei de Radiodifusão. Outra reportagem, escrita
por Luiz Cirne, defende a internet também como meio para
se chegar ao conhecimento e não apenas meio de incitar ainda
mais o mercantilismo e o consumismo.
Novaeconomia
Observadores da
Associated Press
Os editores administrativos
da Associated Press formaram a Associated Press Managing Editors
(APME). Ativa desde 1931, a associação dedica-se a
desenvolver a prática jornalística dos veículos
membros através de sua relação com a AP. O
sítio da APME é centralizado na conferência
anual de três dias promovida pela organização,
mas há muito do que usufruir além do evento.
A organização
fez seu primeiro encontro anual em 1933, para dar feedback
à Associated Press em benefício dos jornais membros.
A Fundação APME, por sua vez, foi estabelecida em
1988 e isenta jornais de taxas para que esse dinheiro seja utilizado
em projetos educacionais envolvendo o desenvolvimento do jornalismo.
A organização
faz análises regulares da mídia para avaliar a performance
da AP e ajudar a selecionar mensalmente as fotos do showcase
de um parceiro da AP. A visita à galeria das fotos escolhidas
é imperdível.
O sítio oferece
as últimas notícias sobre a agência de notícias
e sobre a própria APME. Disponibiliza, também, uma
série de eventos, programas e pesquisas – como o National
Credibility Roundtables Project Report, o Freedom of Information
Contest, o Journalism Studies Report, entre outros. Pela página,
também é possível tornar-se membro da associação
e se inscrever na conferência deste ano. Em inglês.
APME
Lição de cidadania
O jornalismo cívico
é tratado com tanta importância pela CPN que ganhou
uma página exclusiva. Com a importante função
de fornecer um novo approach da cidadania, o jornalismo cívico
americano nasceu nos anos 90 quando muitos veículos noticiosos
perderam a credibilidade e a população passou a encarar
com ironia e raiva a vida pública.
O jornalismo cívico,
segundo o sítio, propõe uma nova relação
entre o público e a imprensa, a começar pela compreensão
de que jornalistas têm uma responsabilidade fundamental de
fortalecer a cultura civil.
O longo e belo texto
sobre jornalismo cívico é redigido a seis mãos
por Lewis A. Friedland, Jay Rosen e Lisa Austin. Abordando teoria
e prática do jornalismo cidadão e citando diversos
teóricos, os autores dão uma verdadeira lição
da essência da profissão. Em inglês.
Civic
Journalism
Bate-boca
jornalístico
O
Media Professional Forum, sob novo formato desde maio deste ano,
quando passou a fazer parte da CompuServe, apresenta discussões
polêmicas atuais ou antigas que povoam o universo jornalístico,
em especial o americano. Para participar ativamente dos fóruns,
é preciso se registrar gratuitamente. Visitantes interessados
apenas na leitura de comentários não precisam de registro.
Os
assuntos abrangem os mais diversos aspectos da profissão,
desde lições de gramática e semântica
que geram dúvidas até questões de ética,
legislação e casos envolvendo a mídia levados
a tribunais. Um dos destaques nas discussões do sítio
é o desaparecimento de Chandra Levy, estagiária americana
que teve um affair com o deputado democrata Gary Condit.
Outra
seção interessante oferece dicas de jornalismo, de
como escrever bem e de como montar um press release. Há,
também, uma seção com conselhos básicoss
e avançadoss para relações públicas.
Jornalismo
free-lance, jornalismo televisivo e outras especificidades da profissão
são fóruns que valem a visita para jornalistas e simpatizantes.
No Media Pro também há discussões mais gerais,
que tratam de mídia como um todo, falando de mercado de trabalho
e business, controvérsias na mídia, cobertura
de crimes, mídia online, empregos e contratações.
Em inglês.
Media
Professional Forum
Ética
na beca
A
Association for Practical and Professional Ethics (APPE) é
uma associação americana que fica no estado de Indiana,
engajada no estímulo de ensino e aprendizado de qualidade
e interdisciplinar da ética.
A
organização procura facilitar a comunicação
e formação de alianças entre centros, escolas,
faculdades e iniciativas individuais preocupados com o estudo interdisciplinar
envolvendo ética. Para tanto, realiza workshops, encontros
anuais e conferências, e oferece, em seu sítio, boletins
eletrônicos por e-mail, mural de empregos, acesso a publicações
sobre o tópico e indica links para pesquisas mais
profundas. Em inglês.
Association
for Practical and Professional Ethics
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