LEITURAS DE VEJA

A interpretação dos sinais

Por Washington Araujo em 27/04/2010 na edição 587

"Sei tudo e não compreendo nada." Esta frase tem o gosto de sentença e de autocondenação. Saber tudo e nada compreender apresenta-se como epitáfio-síntese dos dias e anos atravessados que vivemos. Ao alcance das mãos, teclados conectados a computadores ligados à teia da informação virtual conhecida como internet, o mundo do conhecimento se apresenta. E são papiros com séculos de história, teses doutorais recém-saídas do forno, cozidas no fogo brando da academia, trânsito alucinante de rumores cibernéticos, engavetamento planetário de apreensões muito pessoais do que atende pelo nome de realidade metamorfoseada em sítios e blogues, em breves vídeos, em resenhas do muito que já se escreveu.

Saber tudo é como ouvir o galo cantar. Compreender é como saber seu lugar de canto, seu canto de fala. Saber tudo é estar ciente que amanhece o dia. Compreender é ter olhos para apreciar a gradual transição do escuro claro que delimita a fronteira entre noite e dia.

Ter acesso ao mundo da informação é como estocar toneladas de trigo que, no entanto, permanecerão intocadas pela luz da compreensão. Sabemos que é para o feitio do pão, mas não sabemos como prepará-lo para consumo humano. Tal é o dilema que nos oprime e sufoca.

Reter a informação para sua transformação em conhecimento crítico e transformador passa, invariavelmente, pela leitura do mundo e de seus signos, sem o que a leitura da palavra levará a nada. E esta é a civilização dos signos. Não se lêem apenas palavras. A leitura comporta o reino das imagens e dos sinais. Mas há que saber interpretar.

"Capa transformou-se num viral"

Vejamos, por exemplo, a capa da penúltima edição de Veja (nº 2161, de 21/4/2010). A chamada da capa trazia claridade no enunciado: "Serra e o Brasil pós-Lula". Logo abaixo, como subtítulo-referente, lemos a frase do ex-governador José Serra: "Eu me preparei a vida inteira para ser presidente". 

 

Paremos aqui. O que estas palavras formam? Muita coisa. Exemplo? "Serra, presidente do Brasil pós-Lula". E também: "Presidente do Brasil, Serra se preparou (por) toda a vida". Esquartejemos as construções frasais e teremos: Serra, Brasil, Presidente, Pós, Lula, Vida. Tudo é positivo e, como tal, luminoso. Nada remete à penumbra, à opacidade. É o futuro claro e promissor que a revista apresenta ao Brasil através do olhar de seus milhares de leitores. Mas, ainda assim, o que seria esta capa se contivesse apenas essas 13 palavras? Seria pouco, pois não desvelaria um rosto humano.

É quando entra a imagem. E neste caso a imagem no espelho cativa mais, prende a atenção mais, muito mais que a própria imagem real. Temos o rosto sorridente, manso, terno, de José Serra. Nada de olhos de aço, olheiras, rugas. Ao contrário, a revista optou por uma pose, digamos providencial, em que sua mão direita sustenta o rosto. O detalhe da mão despretensiosa contrastou tanto, ficou tão destoante da imagem que guardamos do político paulista em nossa memória. Ocorre que a foto da capa traz muita similitude com aquelas fotos para segunda orelha de livro de auto-ajuda. Qual seria o título do livro para essa cara?

De qualquer forma, com dois ou três dias da circulação da revista já se encontrava na internet um site reunindo fotos de anônimos imitando a pose de José Serra. O site de Veja estampou: "A capa desta semana, com José Serra, transformou-se rapidamente em um `viral´ – nome que se usa na internet para a divulgação espontânea de um tema ou produto. A fisionomia sorridente e descontraída do tucano levou muita gente a imitar sua pose no site."

A profecia do astrólogo

Se foi um viral meticulosamente planejado, não sabemos, mas captamos a mensagem no sentido de que esforço deveria ser despendido para repercutir mais a capa e, então, por que não aproximar rostos anônimos do rosto do candidato a presidente da República? Foi um estalo. Apesar do deslumbramento de sua equipe editorial com o "achado", há que se informar que esta capa em especial não ganharia prêmio no quesito originalidade: a capa imita a revista Time (19/5/2008) tanto na foto quanto na mensagem francamente simpática. A Time titula sua matéria de capa com Barack Obama com as palavras "E o ganhador é..." A foto do presidente americano arremata a frase. Veja envereda na mesma trilha de sua congênere americana: "Serra e o Brasil pós-Lula".

 

Também não tardaram a espocar teorias conspiratórias na internet dando conta que essa mão no rosto não é a do Serra, que a mão do ex-governador é muito diferente da mão mostrada na capa. Outros saíram em busca de solução para o enigma estilo "alguém sabe de quem é esta mão que está segurando o rosto dele?" E, óbvio, os delírios habituais: "O rosto é de outra pessoa, dona da mãozinha, e fizeram uma fotomontagem".

Quanto ao conteúdo, a editorialização não deixa ponto sem nó. A principal matéria é um primor de satisfação garantida e comprovada: "Com a casa em ordem, Serra vai à luta". Boa seleção de fotos do candidato com direito a dois boxes inusitados. Um para "O decálogo do bom governante", bola levantada para que o candidato Serra elenque "os dez mandamentos que, segundo ele, devem nortear a atuação de um bom presidente da República". E intuo que na falta de melhores opções para utilizar o valioso espaço da revista semanal de maior circulação no Brasil, os leitores encaram box com Oscar Quiroga, o astrólogo preferido de Serra, onde este afirma o que está escrito em suas estrelas: "O tucano será o próximo presidente".

O ranço do passado e a beatitude

É complicado atuar como bom observador da imprensa sem eleger parâmetros ao qual lançar o olho crítico. O fato é que a revista Veja procurou ser equânime com os dois principais candidatos à Presidência da República no próximo mês de outubro – e Dilma Rousseff é a capa de sua edição 2153, de 24/2/2010. Chamada de capa: "A realidade mudou, e nós com ela" e subtítulos "A candidata e os radicais do PT", "Entre a ideologia e o pragmatismo" e "O estado e o capitalismo no mundo pós-crise".

Outro pit stop. Precisamos ordenar melhor os pensamentos. A opção de Veja por frase vazia de sentido, óbvia em seu nada dizer, parece estar ali apenas para cumprir tabela. O que alguém quer dizer quando fala que a realidade mudou e nós com ela? Não seria sempre assim? Quando é que a realidade vai mudar e a gente não? Seremos seres abstratos, avatares agora avermelhados sem qualquer liame ou vínculo com a existência real, palpável?

Veja não descuida de anotar também na capa: "Dilma Rousseff a Veja". De tantas frases por ela pronunciadas, não teria sido educativo lembrar o episódio de maio de 2008, quando o senador José Agripino Maia achou um absurdo o fato de Dilma Rousseff ter mentido durante as sessões de tortura a que foi submetida nos anos da ditadura militar no Brasil? E o que lhe respondeu a personalidade capa de Veja? "Menti sim, senhor senador. Menti, mesmo sob tortura, para salvar a vida de outras pessoas que também lutavam contra os covardes", Digam-me, leitores deste Observatório, esta frase não seria muito mais positiva que a frase bêbada de significados "A realidade mudou, e nós com ela"?

Os subtítulos colocados por Veja têm a sutileza e leveza daquela escada que é bruscamente retirada, às pressas, da personagem da capa: afugenta pelo grau de belicosidade e as incertezas que o futuro nos reserva. É como arrependimento tardio por haver dedicado ao personagem seu mais valioso espaço: sua capa.

 

Vamos à imagem da capa. Temos aqui um rosto em preto e branco emoldurado literalmente por tarja vermelha e com olhar enviesado, como se evitasse a todo o momento nos encarar, face a face, como se plantasse firme recusa em buscar nos nossos olhos o reflexo de seus olhos, se é que me faço entender. Em um mundo que não mais quer ser visto em duas dimensões e já exige que a realidade lhe seja apresentada em terceira dimensão, chega a ser primária a construção da capa da candidata, com seu ranço de passado qual foto envelhecida que é rejuvenescida a toque de caixa. E que contraste com a do candidato em atitude beirando a beatitude em momento em que, pareceu-me, todos os astros estavam em conjunção para parir aquele mágico clique.

O jogo, a árvore e o livro da vida

Que diferença da construção imagética de Veja para o candidato Serra, olhos nos olhos, suavidade, mão milimetricamente posicionada para transmitir segurança, serenidade, proteção ancorando esse cativante sorriso, largo e confiante. Dilma Rousseff não teve que passar as agruras da pensadora que deita platitudes sobre a arte de bem governar. Dilma não desce do Monte Sinai com as tábuas da lei, com seu decálogo para os próximos quatro anos da vida institucional brasileira. Ao contrário, ela é convocada a responder 10 perguntas. Seco assim. O candidato é recepcionado com o vistoso "Decálogo para o bom governante", enquanto a candidata é intimada a responder "10 perguntas para Dilma Rousseff". Simples assim.

Para interpretar o mundo é preciso seguir a advertência e conselho dos velhos profetas do Antigo testamento. Há que se ter olhos para ver e ouvidos para ouvir. Podemos olhar a capa e não ver o que ela está passando, mas algo em nossos sentidos a retém e não é à toa que existem ramos da ciência para o estudo de mensagens subliminares. Nos casos que aqui evoco nada há de subliminar. Tudo é claro como o sol a pino.

Não podemos, portanto, abrir mão de discutir, com a família, no ambiente escolar e também no ambiente onde exercemos nossa profissão, o fenômeno da mídia, especialmente a televisão, mas sem descartar a imprensa escrita (jornais, revistas) para, a partir dela, tentar compreender criticamente o mundo. Há que se ler o mundo – também – a partir dos olhares dos outros, mas para isso é fundamental que os leitores aprendam antes a ler o mundo em que vivem por meio da construção de suas próprias narrativas. Só assim será possível a construção do conhecimento, a transformação do leitor em sujeito de sua própria história. A aquisição do pensamento crítico é resultado da inserção e percepção direta do indivíduo como agente mobilizador na sua realidade.

E, caso falhemos nisso, incorreremos na grave falha apontada por Fernando Pessoa, quando "o jogo de nossa vida não terá sido jogado" – e, acrescento mais, nem a árvore de nossa vida terá produzido seus frutos e muito menos o livro de nossa vida terá sido escrito.

***

Mestre em Comunicação pela UnB e escritor; criou o blog Cidadão do Mundo; seu twitter

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 Alessandro Sobolewski de Lima
 Enviado em: 27/04/2010 11:32:45
Com todo respeito a opinião do observatório não foi isso que ocorreu. O tal site "viral" como quis colocar a própria revista Veja, na verdade se tratava a uma crítica ao modo como se trabalhou a fotografia com photoshop. Tanto isso é verdade, que a própria Veja não inseriu o site em sua resportagem sobre o "viral", que trazia mais caras feias, do que as carinhas bonitinhas que a Veja separou na reportagem tendenciosa. Este é o site: http://meiguiceserra.tumblr.com/ Este é o site que mostra as outras carinhas: http://hariprado.wordpress.com/2010/04/21/encantados-com-o-charme-e-a-simpatia-de-serra-milhares-de-pessoas-aderem-a-sua-candidatura-com-entusiasmo/ Por fim, este era o sentido do site: http://hariprado.tumblr.com/
 Evandro Carvalho
 Enviado em: 27/04/2010 11:35:27
Parabéns, mais uma vez, pelo belíssimo artigo. Tecnicamente, as capas estão perfeitas, um primor de edição. Não é a toa que a Veja, com seus profissionais altamente qualificados, é tida como referência em termos de revista de informação há décadas, para milhares de leitores. Entretanto, a mensagem subliminar embutida sorrateiramente destas duas edições é um primor de desonestidade. Um exemplo de como não se deve praticar o exercício do jornalismo. Indecente.
 Alex Lara
 Enviado em: 27/04/2010 12:19:28
Análise irretocável dos sinais emitidos pela revista Veja que, segundo um velho amigo poderia ser considerada como “aquela revista americana impressa no Brasil”. É palpável o tom partidário e triunfalista da revista do Victor Civita em favor da candidatura Serra. Nossa sorte é que já não somos mais aquela plebe rude que olha apenas o valor de face da revista – que defende o que não é mais defensável como o endeusamento do capitalismo ruinoso que levou o mundo ao caos em fins de 2008, que financia guerras em troca de petróleo, mas oficialmente como medida preventiva de futuros ataques terroristas, o livre mercado das maracutaias a grosso e a granel. A entrevista da Judite Brito dizendo da ação partidária oposicionista de sua ANJ, tema dos últimos artigos do professor Washington, fica ilustrada na faixa com esse texto claro, objetivo, limpo.
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 27/04/2010 14:59:44
Perfeito no tom e na abordagem fiquei pensando comigo quanta coisa sabemos e quanta coisa realmente compreendemos. As capas da revista carro-chefe da Editora Abril só podem ser entendidas com o auxílio luxuoso deste artigo. Interpretar os sinais da mídia requer ler as entrelinhas porque no final das contas o que fica é o escrito nas entrelinhas. Já escrevia Clarice Lispector que "não devemos esmagar as entrelinhas com as linhas". A "tarja vermelha" como medicamento vendido somente com prescrição médica interdita qq ideia de comparação entre as 2 capas e a capa da Dilma deixa muito a desejar. Depois do Instituto-Café Millenium as coisas ficam bem mais claras quanto ao interessa dessa editora dos Civita, O negócio é valorizar cada vez mais o engoco dmeotucano e as frases das duas capas dão conta da distância abissal entre o favoritismo de uma e o ostracismo a que ouytra foi relegada. Parabéns por mais essa tacada no estômago da empresa descomprometida com a isenção e alinhada com jornalismo panfletário, partidário e não sei que mais.
 Ibsen Marques
 Enviado em: 27/04/2010 15:09:19
Pior é que para que se concretize aproposta de um leitor sujeito de sua própria história através de uma análise crítica sobre o mundo e o que se escreve sobre ele é necessário prioritáriamente a famigerada educação e essa. A diferença, para mim, entre a boa e a má propaganda é que a primeira expoõe as reais qualidades do produto para vendê-lo; já a segunda é só olhar a capa da Veja e observar as ações e fotos do ex-governador em movimentações anteriores.
 Álvaro Luiz A. da Silva
 Enviado em: 27/04/2010 16:33:16
Que aula de semiótica! Não seria contrário a chamar esta publicação de ensino a distância . Me atrevo a colocar alguns achismos , mesmo depois de tal aula: a) a situação do PSDB é um tanto complicada - tem um cara frio como pré-candidato, uma certa divisão (por conta do caso Aécio Neves) e ainda vê a candidata petista subir nas pesquisas; b) há muito tempo que o Brasil espera ver uma mulher governar o país; c) Dilma é uma mulher envolvida. Ela consegue unir as imagens da igualdade de gênero e a força feminina. Talvez a mão no rosto tenha sido uma tentativa de deixar o serra mais próximo do público feminino.
 Boris Dunas
 Enviado em: 27/04/2010 16:58:57
O que Washington Araújo e Dioclécio Luz tem em comum? Uma capacidade impressionante de transformar pontos em asteriscos; ovo em bola de pêlos! Ambos teriam muito a ensinar aos veteranos Dorfman e Mattelart. Renovo agora a sugestão a quem tenha tempo e paciência para escrever não um, mas DOIS best-sellers garantidos: "Para ler o Dioclécio Luz" e "Para ler o Moscou Araújo". A propósito, nem o PT conseguiu dar tratamento melhor do que a Veja à imagem de sua própria candidata, o que me remete a uma terceira sugestão, que talvez mereça um ensaio: aquela foto da Norma Bengel no blog da Dilma foi "obra" de vírus ou bactéria?
 Alex Lara
 Enviado em: 27/04/2010 19:00:13
Boris Dunas ou Boris Casoy, aquele de dos garis falando do alto de sua vassouras? Dificilmente o Boris das Dunas conseguiria captar o espírito do artigo. Para esse caso não há educação que melhore o grau de inteligência política e seria miraculoso se o Boris conseguisse entender alguma coisa de smeiótica, signos, Pra você não perder a viagem, leia o seguyinte e quem sabe você não "pesca" algo? ---- A Semiótica (do grego semeiotiké ou "a arte dos sinais") é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação. Como um signo é composto de dois planos complementares - a saber, a "forma" (ou "significante") e o "conteúdo" (ou "significado") - logo a semiótica é uma ciência dupla que busca relacionar a sintaxe (relativa à "forma) à semântica (relativa ao "conteúdo"). Ocupa-se do estudo do processo de significação ou representação, na natureza e na cultura, do conceito ou da idéia. Mais abrangente que a lingüística, a qual se restringe ao estudo dos signos lingüísticos, ou seja, do sistema sígnico da linguagem verbal, esta ciência tem por objeto qualquer sistema sígnico - Artes visuais, Música, Fotografia, Cinema, Culinária, Vestuário, Gestos, Religião, Ciência, etc. No mais foi um deleite a leitura de artigo desse quilate acadêmico. Charles Sanders Peirce manda lembranças.
 Flávio Paranhos
 Enviado em: 27/04/2010 19:49:17
Em janeiro de 2006 publiquei um artigo aqui mesmo no Observatório sobre este assunto (mansagem das capas da Veja), intitulado A relevância pragmática das capas da crise. Link: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=363IMQ002
 Carlos N Mendes
 Enviado em: 27/04/2010 21:12:50
Do ponto de vista jornalístico, entendo que a VEJA pode sim ter seu candidato. Do ponto de vista do caráter e da honestidade, não entendo por quê VEJA não declara abertamente sua opção política - o que a leva a cometer estelionato ideológico. E por fim, do ponto de vista econômico, jamais vou entender como pessoas ricas e inteligentes como os Civita optam por um modelo econômico ineficiente e comprovadamente anacrônico como o praticado pelo partido de José Serra, em detrimento de uma ideologia que, por mais que não lhes desperte simpatia, provou por A mais B que tem mais competência nesse assunto.
 Francisco Alves de Sousa
 Enviado em: 27/04/2010 21:33:30
Caro Washington, você deu uma aula de marketing. Sabemos a preferência da veja e o que ela está fazendo e fará pelo seu candidato. Sem a internet eu jamais leria seu artigo ou sequer tomaria conhecimento dele. A internet vai fazer diferença nesta eleição, exatamente prá neutralizar o apóio da mídia, que vai ser mais engajado que vemos agora. "Eles" criaram o "caçador de marajás" e outros tantos factóides, sei bem que vão transformar o vampiro em um ser humano saudável e vegetariano. Um abraço
 Boris Dunas
 Enviado em: 27/04/2010 23:04:26
Kamerad Alex Lara, o lobo Guará do DF, aqui vai uma curiosidade: sabe por que esse animal está em perigo? Porque, bicho territorial, não admite qquer concorrente à sua volta (incluindo as fêmeas da espécie) e precisa (acha ele lá, o lobo) de um território tão absurdamente grande que sua natureza acaba por contribuir com a própria extinção! Nada como demonstrar na prática o que você entende por semiótica, baseado nos seus conhecimentos profundos do... meu xará Casoy da forma exata que o PT mandou-o assimilar. A sanha difamatória é tão dominante na alma totalitária desses escravos mentais "LOBOtomizados" (ops! desculpe) que mal se agüentam em deitar seus recém adquiridos conhecimentos de almanaque aqui e agora, numa demonstração pueril de servilismo vassalo a seus ídolos, associando os discordantes forçadamente àquilo que sua imaginação estereotipada e obediente o obriga fazer. No mais, fica minha humilde sugestão de leitura: Apocalípticos e integrados, do Umberto Eco, que tb manda lembranças. E ante sque me esqueça, carlos mendes, vá estudar história, sem os fricotes pseudo-intelectuais do Alex, e vê se aprende alguma coisa sobre o que produziram na humanidade (e na realidade) as idéias que você defende.
 Teócrito Abritta
 Enviado em: 27/04/2010 23:19:03
Em tempos de eleições “outros interesses” estão por trás da notícia. Portanto não existe nenhuma razão “ideológica” em “inflar” personalidade A ou B. A revista Veja, por exemplo, já colocou em sua capa o obscuro “Pezão” (Vice Governador de Cabral, aliado de Lula no Rio) ou mesmo o Arruda, nos tempos em que batia asas para Lula. E o comportamento dos blogs que recebem apoio de verbas públicas e se derramam em elogios a Dilma? Portanto o estelionato noticioso é muito mais extenso. Ler mais em “O Filho Médico do Farmacêutico” (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=572FDS008 ).
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 28/04/2010 08:46:56
Teócrito, continue lendo esses tabloides e jornalecos e matenha-se desinformado. O Arruda estava já a um passo de ser vice do Serra. Os dois não só praticam o mesmo tipo de politicagem, como também são grandes alidados. Em relação ao estudo sugerido por Boris, acredito que ele que está precisando dar uma olhadinha pelo menos na história recente da política no Brasil. Siga a trilha DEM = ex-PFL = ex-PDS = a ex e atual ditadura. Todo tipo de politicagem que presenciamos atualmente foi criado por esse partido e bem assimilado pelas aves de rapina. Ao invés de virarmos essa página da história, a imprensa marrom, hipócrita, reacionária e tendenciosa, continua alimentando esses indivíduos no poder, uma simbiose parasitária. A nossa sociedade evoluiu. No governo atual demos um grande passo para o desenvolvimento e por uma sociedade mais justa, igualitária e democrática. O problema é que alguns setores da mídia e da política não acompanharam essa evolução.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 28/04/2010 09:00:42
Vivemos em uma ditadura da imprensa. Meios de comunicação, se é que ainda podemos assim chamá-los, como o tabloide Veja, entraram de cabeça em um grande jogo sujo. Prestam um desserviço à sociedade ao propagarem a desinformação e defenderem interesses individuais. Mas, nessa capa ficou claro os vários crimes que esse panfleto tucano insiste em praticar. Utilizou suntuosamente sua mídia para fazer propaganda antecipada para seu afeto. Isso é grave porque fere direitos fundamentais da sociedade e vai contra a democracia. O TSE deve tomar providências ou estaremos fardados, como na época do coronelismo e do voto de cabresto, a instalar novamente a ditadura do poder econômico e desmoralizar o processo das eleições de 2010. Esse ato caracteriza propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder, e remete ao tráfico de influência e à troca de favores. E é a nossa liberdade e a democracia que estão sendo postas em jogo. Não podemos retroceder aos tempos do coronelismo. Vamos buscar mais dignidade no processo das eleições. Chega de hipocrisia.
 Antônio Luiz Calmon Teixeira Filho
 Enviado em: 28/04/2010 10:21:31
Mais um texto panfletário do articulista de uma nota só. Apesar do (mau) uso da mitologia em artigo anterior e da citação a Fernando Pessoa (Google?), o articulista não consegue se desvencilhar das teorias conspiratórias as mais estapafúrdias. E o mais detestável, e o articulista bem sabe disso e sempre lança mão de tal artifício, é que as teorias conspiratórias sobrevivem e se multiplicam justamente por serem inverossímeis. Não é preciso prová-las, por isso o articulista se resume a criar e disseminar fantasias, para regozijo da turba ignara, que segue o “mestre” sem questionamentos, uma vez que não há fundamentos e/ou argumentos sólidos em seus textos. Nada há para refutar, intelectualmente falando. Já esta na hora, na verdade, já passou da hora, de o articulista apresentar um texto que não seja fundamentado em teorias da conspiração. Talvez não seja possível, pelo simples fato de inexistirem fundamentos que possam amparar o pensamento do articulista. Mas, pela causa, pelo partido, tudo é permitido. Afinal, como apregoa o presidente, “somos ‘nós’ contra ‘eles’”.
 Ibsen Marques
 Enviado em: 28/04/2010 11:05:46
Boris, não esqueça de dar uma olhadinha no que o capitalismo neo-liberal provocou nos continentes sulamericano, africano e também no OM. Não se esqueça também, que de início, todas as ditaduras da extrema direita se firmaram com apoio dos EUA.
 Carlos N Mendes
 Enviado em: 28/04/2010 12:28:39
Mas caro Boris, é verdade, o problema é os Civita estão colocando amizade à frente das finanças. Se Serra assumir a presidência, a nova política econômica do ex-prefeito-vou-cumprir-meu-mandato-até-o-fim com certeza vai dar mais prejuízo à Abril do que manter Dilma e o modus operandi petista, comprovadamente distribuidor e criador de riquezas. Se Civita tem alguma dúvida, basta ligar para o chefe da redação da EXAME, alguns andares abaixo, lá no prédio das Nações Unidas, e perguntar: "Diz com sinceridade, o quê é mais negócio, arriscar com Serra duvidoso ou apostar no certo com Dilma, a petista?" Um abraço.
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 28/04/2010 13:16:57
Faltava só o tocador de berimbau solitário da Bahia de Todos os Santos surgir nesse horizonte democrático com sua sapiência pré-caverna segundo alegoria de Platão... triste país que distribui carteira de advogado...
 andre almeida
 Enviado em: 28/04/2010 13:55:03
Washington, O tal viral da Veja nada mais nada menos foi uma "zoação" com a pose meiga de José Serra. Busque quem começou isso e entenderá. E a Veja, não entendeu, ou não quis entender, e teve a desfaçatez de usar isso a favor de seu candidato.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 28/04/2010 14:05:25
Realmente esse advogado aprendeu direitinho com a imprensa marrom, principalmente com o tabloide PIG. Como no discurso raso de Serra, enrola, enrola e não diz nada. Frases feitas para conclusões sem pé nem cabeça e sem coerência. No molde ultrapassado do DEM (ex-PFL, ex-PDS) e da tucanada: Eu prometo, eu prometo, eu prometo...mas não cumpro. Ou minto e invento, mas não aumento. Quanta hipocrisia, quanta dissimulação. Mais um papagaio de pirata radical e doutrinado. Sem informação, é difícil manter uma opinião. Continue desinformado com o PIG. Estão querendo até recontar a história do Brasil...
 Marilesia Cardoso de Aguiar
 Enviado em: 28/04/2010 14:42:01
Parabéns pelo brilhante texto! Uma análise que mostra a posição do autor, tanto pessoal quanto socialmente, ou seja, sua tendência é pelo apoio a Serra, mas sua função social foi a de criticar a tentativa de subliminaridade da revista, que talvez não seja avaliada pelos que não são profissionais do ramo. Realmente, os leitores menos qualificados de Veja jamais percebem as entrelinhas. Também concordo que houve retoque na foto, até porque Serra está teso, seu pescoço não inclina, como se estivesse apoiado na mão, que é o que acontece com todos os demais rostos mostrados, inclusive Obama. A tarja vermelha, que nunca foi de Veja e sim de Exame, foi para ligar a figura da candidata à agressividade que o vermelho remete. Claro que foi intencional. Mas o que esperar desta turma??? Temos de ficar de olho vivo!!!
 Ibsen Marques
 Enviado em: 28/04/2010 16:14:33
Marilesia, você conseguiria me mostrar onde é possível identificar a posição pró Serra do articulista?
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 28/04/2010 17:22:10
leitor assíduo do Araújo vejo seu esforço - o que é bom - para não puxar a sardinha para o governo ou para a oposição ao governo e com esse texto não é diferente, ele atua como livre pensador, sem levantar bandeiras de partidos. Ocorre que como desmascar armação em cima de armação ficamos com a impressão que o autor defende algumas veze so governo e noutras vezes denuncia o governo. O que importa Marilesia é que ele nos presenteia com doses cavalares de inteligência crítica bem acima da m édia. Outra questão: você acha que o tocador de berimbau Antonio Calmon acredita que o Washigton Araujo é favorável a Serra? Ou o Sandro Vaia? Recomendo-lhe releitura do texto. Nada tens a perder. Garanto.
 Fábio Borges
 Enviado em: 28/04/2010 17:33:01
ISSO é Jornalismo.
 Boris Dunas
 Enviado em: 28/04/2010 19:07:29
Ibsen, Diego e Fábio: ocorre apenas que a Marilesia, enquanto "velha raposa da imprensa", faz a crítica DA crítica, e não se deixa enganar por falsos "sinais", só pq esses sinais convencem até a extrema esquerda de sua "isenção" - precisamente por serem esses mesmos "sinais" desavergonhadamente esquerdistas em sua "rigorosa imparcialidade", entendem? É preciso o olho do lince, o faro aguçado da raposa e a sagacidade extremada que só os velhos lobos da imprensa têm! Essas pessoas especiais nunca cairão no "velho conto da crítica isento-esquerdista disfarçada de crítica isento-canhota mas que no fundo não passa de crítica-direitista-nada-isenta. O azar é que dessa vez o W Araújo caiu na peneira implacável da Marilesia, e não teve de sofrer as agruras de enfrentar a avaliação de uma "profissional do ramo". Em outras palavras: ela só é mais esquerdista do que vocês!
 Sandro Vaia
 Enviado em: 28/04/2010 21:34:46
Diego Mascarenhas: já que você perguntou, não acho que o autor seja a favor do Serra, mas também não acho que seja contra.E pra dizer a verdade, pouco se me dá.Acho as teorias conspiratórias um verdadeiro porre.Estou interessado mesmo em decifrar o "engavetamento planetário de apreensões muito pessoais (...)". Mas já que você me chamou, aproveito para pedir a você e aos seus companheiros de falange para que, no mínimo, respeitem o dissenso e parem de tentar impor o pensamento único, pelo menos enquanto não emplacarem a ditadura com a qual tanto sonham. Mas saiba que ao chamar o advogado Antonio Calmon de "solitário tocador de berimbau", você está, com sua grosseria, prestando uma homenagem a um dos raros integrantes da maioria silenciosa que têm a coragem de afrontar essa avalanche de amoralidade,baixeza e falta de ética que você e seus partidários estão querendo impingir ao País.E para não dizer que discordo totalmente de você, acho que você tem razão em uma coisa: as doses são realmente cavalares- e ficam mais ainda com a sua ajuda.
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 28/04/2010 22:42:35
Sandro Vaia: você já se recompôs da chuva de bons argumentos que lhe sobrecaíram após cometer aquele infame texto em fraquíssima resposta ao lúcido artigo do Araujo? Naquele seu último molotov ficou bem escrito que seus neurônios precisam de lanternagem urgente. Foi bom saber suas impressões e avalio que seu caso é perdido porque lhe falta estofo intelectual como cidadão e falta senso de retidão como jornalista. 1 coisa é certa: sem seus crocs crocs a cena fica mais parada que vengan entonces los toros!
 jaime hofliger
 Enviado em: 28/04/2010 23:17:32
Que bom que a era dos duelos já passou...
 Zé da Silva Brasileiro
 Enviado em: 29/04/2010 08:33:37
É verdade, caro Jaime. Agora os duelos são apenas verbais. Melhor assim. Saem feridos apenas os egos...
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 08:47:48
Mesmo com o pregresso do tabloide Veja e todo esse acinte, ainda há algum ser com o mínimo de censo crítico que não consegue enxergar a propaganda antecipada desse lixo? É o famoso pau mandado. Me engana que eu gosto. Ou já está com a viseira mesmo... O TSE tem que tomar alguma providência.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 08:54:27
Sandro Vaia: Vou repetir, ou você se faz de bobo ou já pôs a viseira, ou é mais um papagaio de pirata doutrinado.Não vou me estender, mas você já teve a curiosidade de olhar um pouco do retrospecto político e dos partidos do nosso país? Algumas das grandes fortunas,que inclusive paga salário de muitos, foram construídas nos sombrios tempos do governo que você apoia.Todo tipo de bandalheira e politicagem foram criados e aprimorados por essas pessoas. O que percebo é que esses mesmos sujeitos que se tornaram PHDs em toda espécie de patranha, atualmente, assumiram, ou foram colocados pela imprensa marrom, o papel de investigadores.Lembro-me como se você ontem dos aviões cheios de dinheiro, das malas pretas, do nepotismo, das comissões de obras, da industria da seca, do coronelismo, das licitações ilícitas,da compra de votos,inclusive para reeleições,do tráfico de influência, do voto de cabresto e do uso do poder econômico, da troca de favores, da armação para distribuição de concessões de rádios, e outros. Lembro-me há um tempo atrás quando o atual governo, dentro de suas atribuições, pensou em fazer a distribuição de rádios, o pânico e a armação que essa imprensa hipócrita fez. Para os afetos, tudo é permitido. Já os adversários têm o direito de ficarem calados.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 08:55:23
Continuando: Todas as armações, boatos e crises, que a imprensa suja, antidemocrática e comprada criou nesses últimos anos, podem ser refurtados. Vocês são aliados das pessoas que criaram todo tipo de politicagem que existe no país e por isso sabem o que e como investigar. Mas, mesmo assim, o atual governo passou imune. Não levanto a bandeira de nenhum partido, apenas desejo justiça e a verdade, doa a quem doer. Se querem encontrar falcatruas e armações, vão fazer uma faxina em seus terreiros. Comece por SP,que está um caos. Vá atrás desse número: 5,5%. No mais, podemos propor um debate com a cúpula dessa atual imprensa investigativa, quando lhes convém. Veremos se sobra algum tijolo em pé.
 Erick Cerqueira
 Enviado em: 29/04/2010 10:46:08
Senhores, vejo que o clima está tenso aqui no debate político (disfarçado de comentários). MAs uma coisa é importante explicar. O marketing viral na internet, é uma grande sacada para difundir uma imagem, uma campanha ou um conceito. Quando a veja utilizou a imagem do brucut Serra com mãozinha no queixo, meio afeminada, a ideia era influenciar justamente esses debates, que ocorrem aqui. E principalmente, influenciar as pessoas a comentárem ou até repetirem a cena meio patética... Procurem por essa capa da Veja e verão ela espalhada por diversos sites. façam o teste no google: digitem "josé serra""mão no rosto". . Encontrarão no mínimo dez páginas de comentários sobre o assunto. Desde págins de opiniõs pessoais sobre a meiguice do candidato até críticas de partidos de apoio ao atual governo. Ou seja, a Veja conseguiu, mais uma vez, vender a imagem do candidato. E quem gosta dele, comenta. Quem não gosta, comenta também (e ainda exibem a capa). E quem quer brincar com a capa, tb comenta e exibe-a, ou faz sátiras. o que importa, pessoal, é que o viral pegou.. Fale bem ou mal, mas falem de mim. Era esse o intuito da capa, e deu certo. Parabéns a Veja, brilhante como o Propagandaminister Joseph Goebbels. Não valia nada, mas foi brilhante, também.
 Ibsen Marques
 Enviado em: 29/04/2010 10:54:33
Caro Boris, a imparcialidade é uma bandeira do jornalismo global (no sentido Globo da palavra) e não da esquerda. Eu, particularmente, duvido de qualquer imparcialidade. Se você escreve, comenta etc, está fazendo um recorte ao escolher assunto e viés. A isenção não existe. Se você chama de esquerdista quem está a criticar o modelo neo-liberal e capitalista de poder, sim, sou esquerdista. O problema é que eu também critico o modelo populista e o totalitarista (de esquerda e direita) também, portanto, ainda busco uma nova proposta de poder que dê conta das minhas convicções. Prá resumir, eu ainda não fui rotulado. As pessoas que se submetem a rótulos se refugiam no senso comum e na crítica superficial.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 11:51:42
Me desculpem pelos vários erros de redação. Escrevi com um pouco de pressa. A última: Slogan: "Nos venderam o Collor. Não vão nos vender esse engodo de PSDB (e DEM) enlatado e vencido. Em relação a essa capa da Veja e os sinais: Não vamos deixar a imprensa marrom nos empurrar goela abaixo essa mistura enlatada, indigesta e vencida de PSDB com DEM (ex-PFL, ex-PDS e atual ditadura). O país não pode retroceder. Temos que lutar por uma sociedade mais justa, igualitária e que busca a evolução.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 29/04/2010 12:17:55
Arnaldo Costa: em primeiro lugar, não falei com você, mas vou responder, porque você me citou nominalmente.Duas singelas perguntas: 1) quem foi que te contou que existiram todas as bandalheiras que você listou ? um passarinho? a tua sogra? um vizinho ? um papagaio de pirata? você adivinhou tudo ? ou foi a imprensa suja,antidemocrática e comprada que noticiou ? 2) você diz que o atual governo, dentro de suas atribuições,ia fazer a distribuição de rádios. E não fez? Por que? Houve troca de favores? Tráfico de influência para manter o voto de cabresto? O governo ficou com medo do pânico e da armação da imprensa hipócrita ? Faltou coragem,então? Quer dizer então que é um governo igual aos outros?
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 14:10:11
Sandro Vaia: Peço desculpas pelos erros de redação. Em relação a seu educado comentário de que não estava se dirigindo a mim, o que posso dizer é que, ao contrário do que você está acostumado, estamos em um ambiente democrático. Aqui não é a redação de nenhum jornaleco ou tabloide semanal onde puxa sacos e paus-mandados se limitam a responder “sim senhor”. Já conheço essa sua retórica e sei exatamente com que tipo estou tratando. Essa sua arrogância, posição de superioridade, intolerância e preconceito, disfarçam a falta de capacidade e de argumentos. Trata-se de uma das várias de nossas diferenças. Isso é uma das características que distinguem a esquerda, da direita. O que a imprensa marrom, você sabe exatamente aos que me refiro, tentou também confundir-nos com aquela história de que isso é relativo. Mais um jogo de conveniência. Fiz o texto com certa rapidez, tentei não me estender muito. Realmente não ficou muito bem escrito. Agora, vou repetir de novo: ou você se faz de bobo ou tem uma dificuldade fundamental para interpretar textos, ou, por último, tem a inclinação para distorcer fatos e informações.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 29/04/2010 14:10:55
Vou insistir: será fundamental para termos uma sociedade mais justa, igualitária e desenvolvida, que a política e a imprensa acompanhem essa evolução. Da forma que está, prestam um desserviço à nação. E, doa a quem doer, teremos que passar a limpo essas tristes páginas da história. Por último, você se faz de ingênuo ao perguntar quem me falou a respeito das patranhas do passado relacionadas principalmente a um dos partidos de prediletos dos meios de comunicação golpista: o DEM(ex-PFL, ex-PDS). Por mais que a imprensa tente varrer para debaixo do tapete, não há como esconder. Da mesma forma, se faz de desentendido ao se referir como teoria conspiratória mais uma escancarada propaganda de capa feita por esse panfleto partidário.
 Cristiana Castro
 Enviado em: 29/04/2010 15:15:33
É. Faltou coragem, eu concordo. Mas não é um governo como os outros pq soube articular no sentido de fazer a discussão vir a tona de maneira definitiva. O debate é uma conquista e conquistas não se perdem. Ó meu entendimento tb tende para a falta de coragem, mas não descarto a possibilidade de uma estratégia em que a outra parte fique tão exposta que auto-destrua. Nesse sentido, a grande imprensa está se enrolando sem a ajuda do governo, o que, apesar, de minha desaprovação, tem rendido lucros extraordinários. Se a imprensa " planetária" age em bloco, de nada adiantaria uma atitude " de cima par baixo", o que nos colocaria na mesma posição da Venezuela. A mídia externa faz o papel da interna o que acaba comprometendo a evolução na " Nação alvo". Ao que tudo indica, até agora, a estratégia governista, de deixar a Imprensa enforcar-se com seus próprios factóides, tem dado certo. Qto ao " viral" de Serra, se deu certo ou não, eu não sei. Aqui na rede foi motivo de deboche desde o surgimento da tal capa. Até o jornalista Marco Aurélio Mello ( do blog Doladodelá ), foi parar dentro da revista Veja. É o fim da linha.
 Boris Dunas
 Enviado em: 29/04/2010 16:34:19
Ao “refurtar” o que ninguém havia “furtado”, Arnaldo, o “A” na lista, repisa a bolorenta mitologia esquerdista de 4 décadas atrás, mil vezes desmentida e desmoralizada. Depois de tropeçar nas palavras, cair nas vírgulas, rolar na sintaxe, afogar-se no raso das próprias idéias e se esborrachar na razão, ele humildemente admite que foi apressado, se expressou mal e para alívio geral dos leitores, avisa: vai “repetir... de novo”(!!!), evidenciando, aí sim, uma das maiores e mais indisfarçáveis diferenças entre a esquerda e a direita...
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 29/04/2010 16:55:46
Atenção, atenção jornalista mais realistas que o Rei, Atentem para esta notícia d ehoje (30/4/2010): O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, parabenizou nesta quinta-feira (29) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua inclusão em uma lista de 25 líderes mundiais publicada pela revista norte-americana Time. Em seu perfil na rede de microblogging Twitter, Serra diz: "Parabéns ao Presidente Lula, escolhido líder do ano pela revista americana Time. É bom para o Brasil". Acessem o link: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/04/29/lula-e-eleito-o-lider-mais-influente-do-mundo-pela-time.jhtm --- Fetia a anotação, ao invés de ficarem como a revista Veja desmerecendo Lula, seu governo e sua candidata, poderiam fazer como Serra e dar os parabéns. Ele não merece Vaia. O Brasil não merece Vaia merece tratamento justo, equânime.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 29/04/2010 17:17:47
Obrogado,Arnaldo: quer dizer que você ficou sabendo de todas as patranhas pela imprensa suja, antidemocrática e comprada, e além de tudo, incompetente, pois não conegue nem esconder as notícias, veja só. Sobre as rádios, ainda espero a tua resposta; por que o governo não conseguiu distribuir as rádios? Faltou coragem ?
 Gersier Lima
 Enviado em: 29/04/2010 19:41:04
É,esse grupo racista sul africano que na era do fhc,com a complacência das "autoridades" da época,burlando as leis brasileiras,como a globo, outra que prega uma ética que nunca teve,havia feito nos anos da "ditabranda",segundo a folha,está fazendo de tudo para alienar os brasileiros incautos.Por trás desses planos com certeza está o olho gordo de voltar a ter as benesses que recebiam de governos anteriores descompromissados com o interesse maior do Brasil,o Brasil para os brasileiros e não para uns poucos privilegiados.Como dizem os nordestinos,vão é se danar mais uma vez,como foi em 2002 e 2006.
 Marilesia Cardoso de Aguiar
 Enviado em: 29/04/2010 21:07:27
Ibsen Marques, se o articulista tivesse preferência por José Serra teria feito este artigo? Por que chamar a atenção para o "dois pesos e duas medidas" da capa de Veja com um e outro candidato, se não estivesse beneficiando Serra? Ou vc acha que isto não é propaganda subliminar? Vc acha que apresentar dez perguntas a Dilma e apresentar um decálogo do bom presidente a Serra não significa um enfoque tendencioso? Para que denunciar se isto não tivesse incomodado o autor? Ou achas que, mesmo sendo eleitor de Serra ele faria este comentário "isentamente" para desencadear esta "guerrilha" que acabo de ler entre pessoas esclarecidas, que pressuponho sejam os leitores do OI? Claro que resta a opção de Marina da Silva, mas... mesmo assim, elogios a Serra não seriam bem vistos. O que sobra disto tudo? Veja bem, não estou criticando o autor. Se encaraste como crítica, não é o caso! Eu tb tenho postura crítica a Serra, que por pouco não apresentou o Arruda como vice. O que pensar disto?
 Cristiana Castro
 Enviado em: 29/04/2010 21:27:58
Putz, tem razão. Arnaldo e Sandro Vaia, desculpem-me por entrado na conversa para falar m..... Não entendo, absoltamente nada, de rádios. Fui no embalo e comentei a imprensa no geral pq li "covardia" como provocação. Vacilei aqui. Não posso falar nada sobre rádios pq não entendo nada do assunto. Vou continuar lendo e aí eu aprendo. Ao resto da galera fui mal...
 Angelo Frizzo
 Enviado em: 30/04/2010 00:22:13
Na minha juventude (anos 50/60) eu e muitos brasileiros da minha idade tivemos que aguentar filmes americanos mostrando cidades da Russia sombrias e tristes. Foguetes russos com esparadrapos. Dirigentes russos com caras de bandidos, com barbas mal feitas, etc. Imagens que "marcaram" muito na cabeça dos idiotas que eramos. Depois nos tiraram a musica, os filmes e quase tudo que vinha da Euopa. Até pouco antes de "inventarem" o genocídio do Iraque, O Sadam era bonitão , bem barbeado, simpático. Depois ...lembram como ele é apresentado até hoje? Essa tática de "marcar " com imagens é antiga...
 Diego Mascarenhas
 Enviado em: 30/04/2010 08:50:07
Marilesia, realmente não captei seu entendimento expresso nesses trechos de seu post: "... se o articulista tivesse preferência por José Serra teria feito este artigo? Por que chamar a atenção para o "dois pesos e duas medidas" da capa de Veja com um e outro candidato, se não estivesse beneficiando Serra? Ou vc acha que isto não é propaganda subliminar?..." Poderia explicar melhor? Será que o autor é assim tão a favor do candidato tucano? Por gentileza discorra mais para trazer luzes ao debate.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 30/04/2010 09:19:28
Sandro: Para finalizar. Você já presenciou alguém ser torturado? Onde você estava na década de 80? Onde estava a tal imprensa investigativa até o governo passado? Onde eles estavam quando as assembleias eram lotadas de parentes de deputados? Tempos em que qualquer obra já tinha o valor da propina embutido. Quando as concessões de rádios no interior do país eram distribuídas para os padrinhos. E hoje vemos espalhadas várias rádios e outros meios de comunicação ligadas a deputados, quase sempre, do PFL (ex-PDS e atual DEM). Onde eles no momento que Maluf governou São Paulo? Onde estavam quando ACM fez fortuna na vista deles? Tanto esse último, quanto Sarney, foram presidentes das casas no governo FHC. Onde essa mesma imprensa que condena o Sarney quando ele era aliado de FHC e presidente do senado? O que quero dizer, é que a imprensa age com um peso e duas medidas. São omissos, cúmplices e coniventes com as falcatruas de seus afetos e, a mesmo tempo, inventam boatos e crises contra seus adversários. Chegaram a varrer a internet tirando qualquer notícia que depusesse contra seus apadrinhados. Estão até reinventando a história do Brasil. Você acha que o que o tabloide Veja faz é sério e ético? Onde estavam quando FHC fez “lobby” e comprou a reeleição? Continua...
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 30/04/2010 09:33:30
Sandro:Conheço muita gente que trabalha na construção pesada, inclusive os donos. Mesmo que queira,não vou me estender sobre isso. Não foi essa imprensa que me contou grande parte da confusão que aconteceu nos governos anteriores.Onde estavam quando havia no congresso a bancada dos empreiteiros?Inclusive com festas regadas a whisky e mulheres?Onde estavam até Arruda ser filmado?Alguns eu sei.Tentando armar uma dobradinha Serra-Arruda para a presidência.E por que passam tanto a mão na cabeça desse sujeito? Para esconder algo?Para tentar fazê-lo parecer o que não é? Para sua informação: o PSDB surgiu dentro do PMDB.Esse partido passou a ser perseguido simplesmente por apoiar o atual governo.Quer prova maior de perseguição que a feliz declaração da presidente da ANJ?Não se trata de investigação e sim perseguição. Quer provas em relação às patranhas do PDS (DEM, PFL) e do tucanato? Olhe a evolução do patrimônio.A desculpa de que já eram de família rica, comigo não cola.Meu pai foi um alto executivo de uma empresa.Além do bom estudo que nos deu,não tinha toda essa facilidade para comprar jatinhos e mansões da forma que esses sujeitos têm depois que se engalfinham na política.A política se transformou principal fonte de renda para muitos desses.
 Armaldo Costa
 Enviado em: 30/04/2010 09:38:30
Finalizando: Sandro, continuo muito bem informado sobre várias patranhas que alguns desses partidos, hoje protegidos pela imprensa, continuam praticando. Se querem ser investigativos, e não perseguidores, estão brincando de cobra cega. Porque estão mais frios que o polo norte. Por isso, tenho certeza que isso é conversa. São astutos, quando lhes convêm. Prestam um desserviço à sociedade. Insisto: A sociedade brasileira evoluiu. Esses sujeitos da velha guarda e alguns da nova, inclusive da imprensa, não acompanharam esse processo. E para caminharmos para um Brasil mais justo, igualitário e moderno, devemos passar a história a limpo. E não varrê-la para debaixo do tapete ou recontá-la da maneira que seja conveniente para os apadrinhados.
 Arnaldo Costa
 Enviado em: 30/04/2010 10:38:03
Sandro, na verdade essa era a 1ª parte da resposta. As outras fazem mais sentido, com ela. Para finalizar. Você já presenciou alguém ser torturado? Onde você estava na década de 80? Onde estava a tal imprensa investigativa até o governo passado? Onde eles estavam quando as assembleias eram lotadas de parentes de deputados? Tempos em que qualquer obra já tinha o valor da propina embutido. Quando as concessões de rádios no interior do país eram distribuídas para os padrinhos. E hoje vemos espalhadas várias rádios e outros meios de comunicação ligadas a deputados, quase sempre, do PFL (ex-PDS e atual DEM). Onde eles no momento que Maluf governou São Paulo? Onde estavam quando ACM fez fortuna na vista deles? Tanto esse último, quanto Sarney, foram presidentes das casas no governo FHC. Onde essa mesma imprensa que condena o Sarney quando ele era aliado de FHC e presidente do senado? O que quero dizer, é que a imprensa age com um peso e duas medidas. São omissos, cúmplices e coniventes com as falcatruas de seus afetos e, a mesmo tempo, inventam boatos e crises contra seus adversários. Chegaram a varrer a internet tirando qualquer notícia que depusesse contra seus apadrinhados. Estão até reinventando a história do Brasil. Você acha que o que o tabloide Veja faz é sério e ético? Onde estavam quando FHC fez “lobby” para a reeleição?
 Fernando Ferreira
 Enviado em: 30/04/2010 20:55:58
Arnaldo, o sr. Sandro Vaia dizem ser um jornalista, que já fez parte da editoria da Folha. Para chegar a editor ,tem que ter uma certa bagagem. Sinceramente o conteudo de suas postagens deixam muito a desejar, argumentos vazios, que não nos passam credibilidade ou se sente impotente em defender os mandatários de 500 anos. Além do excelente texto de Washington Araújo, quero felicitar o Arnaldo pela réplica, tréplica em relação ao Sandro.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 01/05/2010 13:20:21
Voltando ao velho e sábio Nelson Rodrigues: a ignorância no Brasil perdeu a sua modéstia.
 Marcelo Ramos
 Enviado em: 01/05/2010 16:36:16
Pra rimar com o assessor de imprensa do Instituto Millenium: ... e a direita perdeu a vergonha.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 01/05/2010 20:26:01
Felizmente sempre está aí o Marcelo Ramos para confirmar o que eu digo.Além de perder a modéstia, a ignorância agora flerta com a soberba.E se compraz com a mentira.Sinal da vulgaridade de uma era de anomia política e moral.
 antonio carvalho
 Enviado em: 01/05/2010 21:01:19
A "tese" do pig é inesgotável. Cristo Jesus, merecemos mesmo esses politicos zero a esquerda que temos. Haja desinformação...
 Marcelo Ramos
 Enviado em: 02/05/2010 21:36:03
É, o Sandro Vaia é um funcionário que merece o salário. E tá se esforçando pra confirmar o dito, tanto o meu quanto o do Nelson. Agradeço o esforço, Sandro.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 03/05/2010 12:05:32
Marcelo, você tem consciência de que está fazendo uma afirmação falsa e que isso é crime de calúnia?
 Analdo Costa
 Enviado em: 03/05/2010 12:16:23
Quando é repetido pela segunda vez, repete-se novamente, ou repete-se de novo. Tem lógica e português. Nenhum dos dois costuma ser o forte do coronelismo de direita. P.S.: Ao contrário da direita arrogante, não tenho vergonha de dizer que o português não é meu forte. Mas de lógica eu entendo.
 Sandro Vaia
 Enviado em: 03/05/2010 12:33:22
Você tem todo o direito de defender as idéias que quiser, usando os argumentos que quiser.Mas não tem o direito de mentir.Não ajude a criminalizar o debate virtual.Não sou funcionário de ninguém, e se fosse, não haveria demérito nenhum nisso.Só que é mentira.E quem espalha mentiras deliberadamente com o objetivo de desqualificar argumentos alheios está cometendo um crime.
 Marcelo Ramos
 Enviado em: 03/05/2010 12:37:05
Desculpe, Sandro, perdi alguma coisa. Qual das minhas afirmações é falsa?
 Sandro Vaia
 Enviado em: 03/05/2010 13:24:34
Marcelo: está explícito no meu post anterior.
 Marcelo Ramos
 Enviado em: 03/05/2010 17:01:04
Então, Sandro, só mais uma pergunta, pra deixar bem esclarecido: então você não trabalha para o Instituto Millenium? Você não trabalha para a instituição que reúne as 5 famílias donas dos monopólios da informação no Brasil? Você defende com tanto fervor a pauta do Instituto que me levou a esse engano, me levou a pensar que trabalhasse em uma instituição que defende o atraso e a obscuridade, e se esconde sob palavras como "democracia" e "economia de mercado". Mas você não trabalha lá, certo?
 Sandro Vaia
 Enviado em: 03/05/2010 18:14:28
Marcelo: é impossivel para você conceber que alguém possa defender idéias por acreditar nelas sem receber nada por isso? Devo concluir,então,que você,para defender a corrupção e tentar desmoralizar a democracia está pendurado em alguma teta do governo ?
 Marcelo Ramos
 Enviado em: 04/05/2010 09:42:35
Sandro, infelizmente não recebo nada do governo, embora esteja pensando em botar meu site no ar. Bicho, defender as idéias do Instituto Millenium hoje, seria como fazer militância do PSDB. Como não existe militância do PSDB, paga-se diversas pessoas sem filiação partidária, que precisam sobreviver, para balançarem bandeiras na rua. Defender essas idéias, hoje, um cara que com a sua história? De graça? Ou você é um cara muuuuiito altruísta e democrático, ou... deixa pra lá. Na boa, Sandro, espero realmente que você ganhe a vida sem depender desse Instituto.
 Nathália Guimarães
 Enviado em: 09/05/2010 09:23:38
Washington Araújo, agradeço-lhe pelo presente que é esse artigo. Informações importantíssimas foram explicitas com muita clareza e fineza. Parabéns e, mais uma vez, muito obrigada!

Washington Araujo

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