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OBSERVATÓRIO NA TV
OBSERVATÓRIO NA TV
TVE e TV Cultura, terças-feiras, 22h30
Você pode participar ao vivo
DDG: (0800) 216-689
Fax: (021) 221-0566
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DOS TELESPECTADORES
Petit das Virgens
Natal, RN
Alguns programas de rádio e TV erram ao fazer a pergunta se alguém mataria por amor, tendo como gancho um crime de vingança premeditado que toma conta das manchetes do país. Ao tentar discutir se é justificável ou não alguém matar por amor, os programas induzem voluntária ou involuntariamente o telespectador a achar que o assassino-confesso, Pimenta das Neves, matou sua ex-namorada por amor. A cobertura da imprensa e as investigações até agora indicam claramente que Pimenta premeditou e matou a ex-namorada por vingança, ao sentir-se traído por alguém a quem ajudou a subir na carreira e pela perda da "posse amorosa". O comportamento de Pimenta depois do assassinato indica que ele está com sua saúde mental muito boa e só tem amor a si mesmo, ao contratar um dos melhores advogados do país, simular um suicídio com calmantes e se instalar numa clínica de luxo. Esse crime não pode ficar impune. A imprensa e a Justiça não podem cair na tentação de tratar esse caso como crime passional. Têm sim, responsabilidade de fazer este cidadão ser julgado o mais rapidamente possível e mandá-lo exemplarmente para uma cadeia comum onde estão outros cidadãos menos esclarecidos e menos afortunados.
Giovanni Lorenzon
Campinas, SP
Uma coisa que ainda não vi ser discutida no Caso Pimenta diz respeito às relações internas de uma redação, onde, sabidamente por todos, como eu e vocês, nomeações e elevações de cargos se dão por laços de "intimidade". Coloquei entre aspas a palavra para não deixar transparecer que só em casos amorosos entre chefes e subordinados coisas como a "subida" da Sandra se dão. Não significa que as pessoas que sobem de cargo por laços de intimidade não tenham competência, mas é tão comum essa regra que, em toda e em qualquer redação. quando entra alguém de fora para um alto cargo se costuma fazer "aposta" para se saber quem vem junto. Eu imagino que esse fato, escancarado pelo Pimenta, deve estar incomodando penosamente os diretores da Gazeta Mercantil e do Estadão.
Nelson Barbosa Filho
Sorocaba, SP
Depois do Executivo e do Legislativo, agora chega ao fim, com a total desmoralização, o Poder Judiciário, no caso Pimenta. Acho que os militares estão mais perto do poder a cada injustiça cometida como essa. Vocês não concordam?
Adriano Trigo
Vila Velha, ES
Mais uma vez, a imprensa brasileira se comporta como uma instituição caçadora de bruxas. O caso Pimenta Neves mostra a triste face de um país corroído eticamente. É a história de um jornalista que usa de forma personalista o poder delegado e de uma subordinada que para subir topa qualquer negócio. O caso é, lamentavelmente, mais um triste retrato da realidade social que vivemos. No meio deste caos, a imprensa surge como uma espécie de salvadora da pátria com "coragem" de expor à opinião pública os defeitos dos colegas de profissão. É uma pena que este caso será esquecido até o próximo dramalhão nacional.
Manoel Luiz Menezes Mendonça
Brasília, DF
Quero colocar para a discussão a sensação que eu tive ao assistir no telejornal da Globo ao depoimento do Sr. Pimenta à polícia. Ao vê-lo falando dos benefícios que a vítima teria obtido após seu relacionamento com ele, fui conduzido pela matéria jornalística a considerar a moça como uma espécie de culpada pelo assassinato, e ele como uma espécie de vítima. Neste sentido, parece-me que o depoimento serviu para fazer a opinião pública considerar diminuída a punibilidade do assassino confesso. O que os senhores acham? Aproveito a ocasião para dar os parabéns aos senhores por serem capazes de fazer um programa tão espetacular. Parabéns a todos!
Paulo Weber Junior
Toledo, PR
Acredito que possa ser tema de reflexão o instrumento que a Rede Globo se utilizou para efetuar as gravações. Analisando-se pela vertente de que uma câmera teria sido instalada na pasta de um promotor. Em detrimento das demais emissoras de televisão ou de rádio, que não tiveram acesso ao local.
Ariovaldo Pingo
São Paulo, SP
Boa noite. Independentemente do assunto central discutido hoje (parcialidade da imprensa na cobertura do assassinato da jornalista pelo editor-chefe), um fato lamentável é a gravação feita pela câmera oculta. A Globo deve vir a público dizer a quem subornou para conseguir tais imagens e o culpado deverá ser punido com todo rigor.
Lucio Neto
Natal, RN
É inegável o valor da imprensa. E, neste caso, ela tem que provar aos seus leitores, ouvintes e telespectadores a sua importância na formação da opinião pública. É o momento de mostrar maturidade, isenção, ética e respeito aos consumidores da nossa mídia. Este é o momento em que o feitiço se vira contra o feiticeiro, e milhares de brasileiros estão atentos. A nossa imprensa tem julgado muita gente. Agora chegou a hora de muita gente julgar a competência de nossos jornalistas neste caso.
Mario Monteiro
Niterói, RJ
Interessante é o Senhor Fernão Lara Resende dizer em rede nacional que o fato de o réu confessar (réu confesso) e o jornal publicar como suspeito é um detalhe. É a hipocrisia da classe dominante (a mídia). Não como um todo.
Ricardo
Natal, RN
Acho que todas as notícias que vêm sendo divulgadas pela imprensa, principalmente a televisão, dão conotação muito estranha ao caso, mostrando o rico, a pobre, a mulher, o homem, o que na verdade simplesmente foi o assassinato de uma pessoa. Nada justifica um assassinato, mas será que ela de uma certa forma não procurou? Pergunto: será que se a jornalista não se envolvesse com Pimenta isto teria acontecido?
Otávio Vieira
São Paulo, SP
No meu entender, a publicidade e o jornalismo no Brasil são coisas de "paparazzi": tanto os noticiários quanto os programas televisivos não querem passar a informação ou o fato, e sim o sensacionalismo. O "show" é a audiência. Exemplo disso é a farta e absurda quantidade de comentários sobre o programa No limite. No futebol, por exemplo, o Globo Esporte no sábado iniciou com a chamada "Edmundo inimigo íntimo", referindo-se ao fato de que o Santos jogaria contra o Palmeiras. A imprensa vive usando termos e frases do tipo "guerra", "vingança" etc. E faz o possível para mostrar imagens passadas, que reforcem a violência e as lembranças. Hoje só se vê praticamente notícias de violência, baixaria, fofoca etc. Evidente que tudo deve ser mostrado, porém, a TV hoje só mostra violência, em noticiários, novelas, filmes e programas ("Serginho Mallandro" chega a ser líder de audiência). Ou seja, não é que seu programa seja bom, e sim que é um dos menos ruins. O brasileiro só vê bunda, tchan, pagode, fofoca, balela e muito pouca informação e cultura.. Salvo a TV Cultura.
Eduardo Gomes
Manaus, AM
Dizer que é um "pormenor" o fato de Pimenta Neves ter confessado ainda no domingo o assassinato da jornalista Sandra Gomide, e o jornal tratá-lo como suspeito, é no mínimo uma insensatez, com todo respeito ao diretor do Jornal da Tarde. Ficou patenteado o corporativismo sim! Se fosse outro personagem, fora do meio jornalístico, seria tratado como um furo de reportagem a confissão de um assassinato. E o fato de o próprio jornalista assassino tentar orientar o noticiário de seu crime? E sua indignação na segunda-feira ao reclamar do tratamento dispensado por alguns jornais? Também é um pormenor?
Fernando Magalhães
Mais uma vez uma pessoa conhecida e reconhecida é massacrada pela imprensa. Não defendo o crime, de forma alguma. Mas a mídia, muito corporativa, como está acontecendo cada vez mais, mostra ira, sensacionalismo e mesmo uma ponta de "revide" contra alguém que um dia estava no topo da imprensa. Está claro que muitos que aí estão fazendo essa cobertura jornalística, de um crime tão passional quanto muitos tantos, estão se divertindo contra o "patrão" de ontem... Poucos crimes tiveram esse sensacionalismo torpe...
Helder Bello da Veiga
Curitiba, PR
Antônio Marcos Pimenta Neves, o nome do dia, da semana, ou talvez, do mês na mídia brasileira. Mas por que essa atenção exagerada? Desconfio que, por ele ser um jornalista, e a vítima também, tenha despertado um sentimento "familiar" ou de proximidade pelos autores de tais matérias. Foi um crime hediondo, concordo, digno de receber uma punição rigorosa. Mas quantos Pimentas e Sandras são notícias diárias nos jornais populares e não recebem a mesma atenção? Não seria como um político que depois de ter sua casa assaltada manda reforçar a segurança pública em seu bairro e vai às tribunas expor sua indignação contra a violência urbana, ao mesmo tempo em que os demais bairros continuam vítimas da mesma violência? A imprensa que deixe a sardinha na lata e dê uma olhada para o lado de fora da janela!
Diocele Leite
Mossoró, RN
Gostaria de saber se é possível concordar que um criminoso seja encaminhado a uma clínica, por problemas mentais, com laudo do seu médico particular. Por que o nome da juíza que autorizou esse absurdo não foi revelado? Será que ele não vai fugir como tantos assassinos ricos?
Dorival Bettoni
A Folha construiu ao longo do tempo uma imagem de isenção e independência. Todavia, a leitura dominical que faço desse periódico tem me levado a suspeitar do marketing do jornal. No domingo passado, por exemplo, o caderno Dinheiro trazia um conjunto de reportagens bastante interessante. Na manchete do caderno, anunciava-se um negócio de importação de energia feito por uma empresa paranaense. Dentro do caderno havia dois tipos de reportagem: 1. algumas matérias indicavam uma avalanche de projetos de termelétricas em países vizinhos, cujo objetivo seria exportação de energia para o Brasil. 2. Várias matérias sobre as dificuldades que o Brasil vem enfrentando para acumular um saldo comercial positivo. Havia uma reportagem ligando diretamente o assunto déficit comercial e importação de energia e outras falando sobre problemas para se atingir as metas de saldo comercial positivo. 3. Não se falou, em nenhum momento, das conseqüências da escassez de energia e o conseqüente aumento do preço desse insumo básico na economia. Da maneira como o caderno foi montado, o leitor fica com a impressão de que a Folha tinha como objetivo "melar" o negócio da empresa paranaense. Há outros sinais de parcialidade:
No caso TRT, há um excesso de enfoque sobre a figura de Eduardo Jorge em detrimento do papel desempenhado pelo Judiciário no escândalo, fato apontado por outro leitor da Folha em carta enviada a redação. Até a maneira como a seção Debates e tendências está sendo conduzida, sem a tradicional réplica ao artigo principal. Acredito que a Folha, que ainda tem uma imagem bastante positiva junto ao público, mereça a atenção do Observatório, já que o leitor precisa ser alertado, ou esclarecido, sobre a filosofia editorial do jornal.
Marcelo Prado
Dines, parabéns a você e a toda a equipe pelo programa. Só acho que uma parte da imprensa, não é o caso da TVE, está querendo beatificar a infortunada jornalista, morta brutalmente. Acho que ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém sob nenhum pretexto, mas a Gomide plantou vento e colheu tempestade. Um homem 31 anos mais velho, que podia dar posição e espaço para ela crescer profissionalmente, poderia ser uma boa escolha. Ela só não contava que o descarte deste homem seria muito complicado, e deu no que deu. Só nos cabe lamentar e pedir a Deus que tenha piedade de todos os envolvidos nesta tragédia.
Carlos Araujo Marcelino
Salvador, BA
Eu penso que já que os participantes concordaram com isso e certamente assinaram algum tipo de documento, não há mais o que dizer, porque na verdade o que eles estão procurando no final é mesmo o dinheiro do prêmio. Ë a lei do mais forte falando mais alto, mesmo que esteja errado. Eu particularmente acho o programa totalmente manipulado, como tudo que a Globo faz, ela só mostra o que lhe interessa, o fato já é coisa do passado.
Cláudia Guedes Araújo
Bauru, SP
Gostaria de parabenizar o programa pela discussão extremamente pertinente. Porém, como a imprensa que faz a cobertura do programa pode ser questionada, se tudo na sociedade hoje é mercadoria? A notícia, seja ela real ou imaginária, também não constitui mercadoria? Quais os mecanismos de que a imprensa pode lançar mão para escapar da hegemonia da mercadoria?
Luiz Roberto
Rio de Janeiro, RJ
Apesar de ter ouvido todo o rumor em torno desse programa, não tive a coragem de assistir, talvez por uma dica de minha intuição, Portanto, bem se vê que eu não posso ter uma opinião fundamentada. Mas só o fato de o Dines estar questionando sua qualidade já me dá a certeza de que não presta. Portanto, meu voto é contra a cobertura total da mídia a tal programa.
Edson Delmiro
Santos, SP
Gostaria de saber a opinião de Alberto Dines sobre a seguinte questão: ao noticiar maciçamente o êxito de um determinado programa, não estariam as outras mídias "pegando carona" no sucesso alheio, reproduzindo assim um procedimento bem constante na indústria do entretenimento, ou seja, quem pode produz, quem não pode noticia?
Elaine e Leida
Itaquera, SP
Gostaria de perguntar a Leila Reis qual a opinião dela sobre o seguinte assunto: sabemos que a TV tornou-se o meio de comunicação mais utilizado no país, graças ao alto índice de analfabetos. Hoje as pessoas que procuram se informar melhor recorrem a outros meios. Será que a televisão tem como tendência tornar-se mero entretenimento, ou ainda existe a chance de ser menos deturpada?
Elza Ribeiro
O nome do programa evoca muito bem a situação geral do país, que se encontra no limite em vários setores, principalmente a administração política. O comportamento dos participantes do programa revela muitas vezes as artimanhas criadas para resolver situações muito semelhantes à que enfrentamos cotidianamente. Pergunta para o Gabeira: Você não acha que a identificação maior com o programa seja a expectativa de ver o processo de solução das dificuldades de uma maneira imediata, sumária e idealista, uma vez que o brasileiro é tão carente de soluções?
Emerson
Gostaria de dizer à Sra. Leila que acho que os profissionais que procuram atender à demanda do mercado de consumo agem como mercenários. O limite em questão parece ser definitivamente o da ética. Há que se escolher entre o dinheiro e a fama ou a pureza do caráter. Não acredito que um bom programa de TV deva inspirar-se nas arenas romanas. Essa é a vantagem dos inescrupulosos, eles não têm limites, por isso, tendem a prevalecer... Acho que a televisão prima pela diversão fácil, explorando as fraquezas humanas. Só nos resta lamentar o fato. Nunca vi o programa e tenho certeza que fiz coisas mais interessantes nas oportunidades. Nem sabia, apesar de ler jornais todos os dias, que o programa estava fazendo tanto sucesso.
Ricardo
São Paulo, SP
A razão de revistas e jornais darem tanto espaço ao programa em suas reportagens é simplesmente porque eles vivem da venda de seus produtos. Considerando que muita gente está discutindo o programa, certamente venderão mais exemplares de suas publicações. Jornais e revistas continuam tendo a obrigação de passar "a melhor notícia" ao público. A única diferença é que esta notícia fica no corpo do veículo, e não na capa. O que importa no programa é que ele não incentiva a violência nem o uso de drogas. Convivência é algo complicado, mas não um incentivo à violência. O programa No limite deve ser visto como uma novela.
Helio Luiz Seidel
Curitiba, PR
Esse programa mostra como a mídia pode provocar a degeneração de valores éticos e culturais. O limite é o limite do individualismo, do egoísmo!
Hanelise Marzall
Curitiba, PR
Será que é estratégia para que, às vésperas da eleição, os brasileiros se confundam, e não se concentrem nos principais personagens, os candidatos? Será que é brincadeirinha? Não contentes em bombardearem com péssimos filmes, sem critério na escolha, os momentos de raro lazer dos brasileiros destituídos de condição de ter TV a cabo, DVD, videocassete, PC, ou mesmo TV a cores, os senhores da Globo subvertem o fim de semana com este péssimo exemplo de "cultura da mídia" nacional. Nota zero!
José Ayres
São Paulo, SP
Entretenimento também é notícia. Então não deveria haver notícia sobre futebol no Jornal Nacional. O problema é que este programa reflete a banalização da falta de ética e da brutalidade que está acontecendo no mundo atual e sua crua e nua exposição na mídia. Por falar em Coliseu, não é possível que estejamos vivendo um início do fim de uma civilização?
Bruno Vieira
Juiz de Fora, MG
Discute-se a "realidade" supostamente real de No limite. No meu entender, a escolha dos "personagens participantes" e a edição das fitas proporciona uma grande manipulação do programa. Não estará a mídia iludindo o telespectador e obtendo bons índices de ibope e vendagem baseados em factóides por ela mesma criados?
Eduardo Gomes
Manaus, AM
Como os ilustres debatedores vêem o triste episódio no qual o jornalista e diretor de redação do Estado de S. Paulo, Antônio Marcos Pimenta Neves, de 63 anos, assassinou a tiros a jornalista Sandra Gomide? Não seria interessante o Observatório dedicar na próxima semana um debate ao assunto, envolvendo o universo interno das redações?
Márcio Gonçalves
Senhor Gabeira, o senhor acha que a questão racial foi explorada negativamente no programa?
Marcos
Pergunta para o jornalista Fernando Gabeira: há coisas que as crianças sabem e os adultos esqueceram. O espontâneo e o lúdico, por exemplo. Neste sentido, você não acha bem melhor No limite do que os enlatados violentos e os bonequinhos treinados da Globo?
Marcilio Felippe
Tupã, SP
Me perdoe a Leila Reis, mas No limite não é um fenômeno. É um assunto que está superexposto na mídia, contando com uma promoção gigantesca, utilizando os meios possíveis e imagináveis para obter audiência, de uma platéia já acostumada a outras barbaridades. Dines é claro em sua pergunta sobre se é justificável tanto espaço na mídia, no jornal, na revista. É evidente que não. Trata-se de uma bobagem e deveria ser tratada como tal. Nós começamos a perder a referência do que é ruim e do que é bom. Questiono a função social do jornalista, que estuda 4 anos para promover besteiras em vez de informar.
Orestes Nigro
Torno a perguntar a estes jornalistas tão valorosos: por que a grande imprensa, principalmente no que tange à ação dos donos de jornais, é tão complacente com Fernando Henrique? O que o senhor acha disto, querido Alberto Dines (dos poucos jornalistas que merecem ser assim chamados, hoje em dia)? Por muito menos, puseram a excrescência do Fernando 1º para correr, não é mesmo?
Ronaldo
Ouvi falar que, parece, a Rede Globo vai cancelar o final, pois a Veja revelou antecipadamente.
Tania Mello
Brasília, DF
O país se encanta No limite. Na real, o limite estarrece. Chega de tanta violência.
Ulisses Xavier
Ubatuba, SP
A mídia divulga No limite simplesmente para se aproveitar do prestígio de ibope de que goza o programa. Quem fala sobre No limite vende. Quem não se curva ao gosto do ibope em nome da ética, ou do simples bom senso, não vende.
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