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OBSERVATÓRIO NA TV
OBSERVATÓRIO NA TV
TVE e TV Cultura, terças-feiras, 22h30
Você pode participar ao vivo
DDG: (0800) 216-689
Fax: (021) 2232-3271
E-mail: obstv@tvebrasil.com.br
DOS TELESPECTADORES
Roberto Claro
Pindamonhangaba / SP
Para o advogado do Idec: por que os bancos não respeitam a Constituição no seu artigo 192, Inciso VIII, que estabelece a taxa máxima de juros em 12%? Não está na Carta Magna? Agradeço, e parabéns pelo programa.
Sérgio Seabra
São Paulo – Jornalista
Por duas vezes, o editor da revista Exame afirmou que "infelizmente, a fila em bancos não é mais notícia". Mas creio que a discussão proposta aqui não é esta. Está em discussão o alto custo dos serviços bancários e o exorbitante lucro dos bancos. Ora, de nada adianta apontar a porta de saída e dizer que o correntista procure outro banco. Todos têm escorchantes taxas de serviço, porque falta, justamente, regulamentação. Os altos custos dos péssimos serviços bancários merecem, sim, muito espaço no noticiário. Assim como o abusivo lucro dos bancos num país de miseráveis.
Mikhail Suslov
São Paulo
Os Cláudios Grandilones, as Sônias Racys e os Georges Vidors da vida jamais dirão que os bancos são os grandes vilões brasileiros. O sonho de todos eles é tornarem-se Migueis Jorges, jornalistas que de tanto apenas atenderem aos interesses do grande capital tornam-se grandes executivos de multinacionais. Ah, imprensa brasileira, como você se vendeu. Até o velho Assis Chateaubriand diria que estão exagerando.
CONTROLE REMOTO
Pobre estudante sem nome
Gosto muito do programa Observatório da Imprensa. É um dos poucos programas da TV brasileira que discutem o papel da mídia na sociedade atual. No entanto, uma coisa me causa imenso desconforto... No início do programa são apresentados os debatedores, com nome, sobrenome e ocupação profissional. No entanto, quanto se reportam ao estudante de Jornalismo da Uerj não se faz referência a seu nome, semestre... ou sei lá, qualquer coisa que o pudesse identificar. Parece que ele é sempre um anônimo qualquer.
Para um programa conduzido com maestria por destacados jornalistas, parece ser um erro infantil não fazer referência ao nome do estudante, que se apresenta como um verdadeiro participante de segunda classe. Gostaria muito de ver esse erro corrigido nos próximos programas. Atenciosamente,
Antônio Célio Timbó
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