Saturday, 25 de May de 2024 ISSN 1519-7670 - Ano 24 - nº 1289

iG consolida o segundo lugar no levantamento do Media Metrix

E-NOTÍCIAS

AUDIÊNCIA

"iG consolida o segundo lugar no levantamento do Media Metrix" copyright iG.com <www.ig.com.br/ig.com>, 17/11/00

"O iG consolida o segundo lugar de audiência no levantamento do Media Metrix, que está para lançar seu segundo relatório mensal. A pesquisa mostra o iG ocupando o segundo posto entre os portais no critério de visitantes únicos por dia, durante o mês de outubro.

Com oito meses de vida, o portal iG já é o segundo colocado também no levantamento pelo critério que mede tempo de uso do site por seus espectadores (dias de uso por visitante por mês).

Também no relatório do Ibope e-Ratings, o iG revela seu crescimento, passando à quinta colocação no critério de Propriedades (no mês anterior ele aparecia em sexto lugar), que reúne a audiência de todos os sites ou portais de uma mesma empresa.

O Media Metrix mede audiência na rede mundial de computadores e, recentemente, iniciou o levantamento no Brasil. Sua metodologia é baseada na instalação de um software de medição da audiência em computadores domiciliares de uma amostra de pessoas representativa dos usuários de internet do Brasil.

No critério visitantes únicos por mês, o iG passou ao quarto lugar, crescendo 64% em relação ao mês de setembro. Esse critério considera apenas a primeira visita ao portal (contando apenas uma vez, não importa quantas visitas uma pessoa faz a um mesmo endereço, dentro do mesmo mês).

Já em Páginas Únicas Vistas por Visitantes/Mês, da categoria Propriedades, que inclui todos os sites de um mesmo portal, o iG também ocupa o segundo lugar. Em Propriedades, o Media Metrix reúne a audiência de todos os sites ou portais de uma mesma empresa.

No relatório do Ibope e-Ratings, que está para ser divulgado, o iG cresceu, ficando em quinta colocação no critério de Propriedades. O portal do Internet Group é o único com atuação apenas no Brasil nessa lista, atrás de quatro conglomerados internacionais com posições na Internet de vários países."

MERCADO

"Sem Amorim, futuro da AOL volta a preocupar", copyright Valor Econômico, 14/11/00

"Depois de uma chegada desastrosa no mercado brasileiro, a AOL Brasil – principal operação da AOL Latin America, joint-venture entre o provedor americano America Online e o grupo venezuelano Cisneros – conseguiu encontrar o caminho da normalidade sob o comando de Manoel Amorim. O executivo substituiu, em janeiro, a Francisco Loureiro, o primeiro presidente da empresa no Brasil, que durou pouco mais de dois meses no cargo.

Na semana passada, o provedor voltou a ser sacudido pela saída de seu principal executivo. Amorim, ex-Procter & Gamble, se bandeou de mala e cuia para a Telefônica, que controla o Terra, um dos principais concorrente da AOL na região. A princípio, Amorim não terá nenhuma ligação com o braço de internet do grupo espanhol, já que vai tomar conta da operação de telefonia fixa de São Paulo.

‘Recebi uma proposta irrecusável, daquelas que acontecem raramente na vida de um executivo’, justificou ele, na quinta-feira passada, logo após confirmar publicamente sua saída.

A gestão de Amorim foi marcada por duas cartadas arrojadas: a venda de 12% do companhia para o Banco Itaú e o investimento de US$ 20 milhões para ser o patrocinador oficial do Rock in Rio. Por isso, a sua demissão surpreendeu a todos e deixou uma pergunta no ar: como ficam os planos do provedor sem o seu principal timoneiro?

‘Isso gera insegurança no mercado. Eles erraram duas vezes em menos de um ano’, observa Marcos Souza Aranha, que dirigiu até o início do mês o provedor O Site, comprado pelo grupo Cisneros.

Para Aranha, os megaprojetos deixados por Amorim serão tocados por outro time que não terá a mesma capacidade do ex-presidente. Ele acredita que a maior dificuldade da operação da AOL no Brasil é a falta de sinergia entre os executivos americanos e venezuelanos. ‘O grupo Cisneros tem uma visão de América Latina, enquanto a AOL tem outra.’

‘Não vejo grandes problemas. Faz parte do jogo’, discorda Bruno Fiorentini, presidente da subsidiária brasileira do Yahoo! ‘É um profissional brilhante. Mas a AOL vai contratar outro tão bom quanto ele’, concorda Índio Brasileiro Guerra Neto, que deixou a presidência da StarMedia para criar a ITC Ventures.

A história da AOL no Brasil começou problemática e traumática para alguns assinantes. Os anúncios da entrada no mercado foram considerados pela concorrência arrogantes.

‘Eles subestimaram o mercado brasileiro’, disse um executivo de um provedor que pede anonimato. A distribuição dos CDs de acesso também foi um fiasco retumbante. Além de danificar vários computadores, muitos continham músicas de um grupo de pagode em vez do programa de navegação. Outro problema não resolvido até hoje é a questão do domínio www.aol.com.br, registrado pela paranaense América.

Quando assumiu, em janeiro, Amorim começou a virar o jogo a favor do provedor de Steve Case. Costurou o acordo com o Itaú, que garante um público potencial de 1,1 milhão de correntistas-internautas, e começou a alavancar a base de assinantes."

"Fusão Terra-Lycos chega à bolsa", copyright O Estado de S. Paulo/Reuters, 13/10/00

"A fusão entre a Terra Networks e a Lycos Inc. começa hoje a ter suas ações negociadas na Bolsa de Valores de Madri, o que vai incrementar em US$ 7,54 bilhões o valor de mercado da subsidiária da Telefónica para a Internet, elevando-o para US$ 13,85 bilhões.

Com a integração à Lycos, a Terra duplicará seu valor de mercado. Porém sua capitalização vai cair dos US$ 37,64 bilhões alcançados no fim de fevereiro, quando as ações alcançaram o seu preço máximo de 157,65 euros (US$ 134).

A incorporação das ações da Lycos permitirá a Terra recuperar duas posições no ranking de composição do índice Ibex 35, da bolsa de Madri, e alcançar a sexta posição por capitalização em bolsa, passando a empresa de energia elétrica Iberdrola e o Banco Popular."

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