Há violências que não alcançam o estatuto de problema público. Não porque sejam raras, mas porque permanecem fora dos circuitos de visibilidade que definem o que merece atenção jornalística. Em Portugal, episódios de bullying, agressão e discriminação contra crianças brasileiras têm emergido de modo recorrente, mas quase sempre de forma fragmentada, tardia e reativa. Não […]
