Tuesday, 18 de June de 2024 ISSN 1519-7670 - Ano 24 - nº 1292

Avisos técnicos aos navegantes deste blog

1. Comentários antigos aos tópicos do blog só agora publicados


2. Perda de qualidade do programa transmitido pelas rádios MEC FM e AM do Rio de Janeiro




Comentários antigos aos tópicos do blog só agora publicados


Comentários feitos a tópicos deste blog ficaram escondidos ao longo de muitos meses. Hoje fiz uma atualização que retrocedeu até agosto de 2005. Peço desculpas a todos os que passaram meses, ou semanas (nos casos dos comentários postados em fevereiro e só agora autorizados), sem ter seu comentário publicado.


Quem tiver paciência de ler o que se segue entenderá o que houve.


O programa de edição dos comentários deste blog exibe duas telas de acesso. Na primeira aparecem quatro opções: “inserir textos”, “alterar textos”, “gerenciar comentários”, “alterar configurações”.


A opção “gerenciar comentários”, que interessa aqui, oferece três escolhas: “recebidos”, “autorizados” ou “arquivados”. Quando um desses botões é acionado, aparecem os comentários propriamente ditos. Automaticamente, o programa seleciona o mês em curso. Para que comentários de meses anteriores sejam exibidos, é preciso selecionar um deles numa caixa de opções.


Quando um mês termina, desaparecem da tela comentários referentes a tópicos dos últimos dias do mês anterior. Eles só aparecem caso seja selecionada, para uma das opções (“recebidos”, “autorizados” ou “arquivados”), um dos meses anteriores.


Mas os internautas não têm o compromisso de ler o tópico na data em que foi colocado no site. Para isso existem, nas próprias páginas do Em Cima da Mídia, os arquivos. Então, se a pessoa, por exemplo, comenta no início de março um texto publicado no final de janeiro, esse comentário só se torna visível caso eu, que opero essas páginas do site, me lembre de “varrer” os meses anteriores.


Ora, no início deste mês abril ainda conferi se havia comentários de março. Mas, dias depois, sumiu essa preocupação. Ficaram para trás comentários a tópicos do mês passado. Hoje, voltei aos comentários de março e, por alguma razão, decidi verificar se não havia ainda comentários feitos a partir de tópicos criados em fevereiro. Havia. E também de janeiro (muitos). Resultado: comecei “da capo”, como se diz em música. Verifiquei os depósitos de comentários de todos os meses. Encontrei dezenas. Só não achei comentários encalhados nos meses de maio, junho e julho de 2005.


Todos os que deveriam ser publicados o foram nesta manhã. De agosto passado para cá.


Falta explicar por que existem as três categorias.


“Recebidos” são todos os comentários que os internautas escrevem. Neste blog, os comentários são editados. Ou seja, lidos antes da publicação. São removidas ofensas, possíveis calúnias, linguagem chula. O texto passa por revisão ortográfica e gramatical (salvo raras exceções, quando há muitos textos e pouco tempo).


“Autorizados” são os comentários que passam pelos crivos acima e vêm acompanhados de nome, sobrenome e endereço eletrônico válido.


Quando o comentário inteiro não merece publicação, ele vai para a categoria “arquivados”.


Quando se trata de uma repetição (é freqüente que o internauta não veja seu comentário no site e repita a operação, acreditando não tê-la feito corretamente), ou quando falta até um endereço eletrônico válido, por meio do qual se possa pedir nome e sobrenome ao contribuinte, o comentário é apagado.


Já que, neste décimo primeiro mês de existência do programa do Observatório da Imprensa no rádio, fui obrigado a checar manualmente essas totalizações, informo a quem interessar possa que foram recebidos no período 2.252 comentários. De um mínimo de dois, em maio de 2005 (o programa de rádio estreou no dia 2 e o blog, semanas depois), ao máximo de 635, em dezembro. O número de comentários publicados é ligeiramente inferior. Não pude contar o número de leitores que escreveram. Vários deles se tornaram ‘fregueses’ deste e de outros blogs aqui da casa.


Uma das missões do Observatório da Imprensa é reduzir a carga de mistério que cerca a produção de notícias, informações, conhecimento, interpretações e análises, em suma, o material que constitui o conteúdo dos veículos de comunicação. O mesmo se aplica, com ainda mais razão, à maneira como é produzido o próprio Observatório da Imprensa.


Qualidade do áudio no Rio de Janeiro


Aos ouvintes das rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro informo que houve um problema técnico nessas emissoras, do qual resultou, nas últimas duas ou três semanas, grande perda de qualidade sonora do programa.


O programa do Observatório da Imprensa no rádio é gravado. Trata-se de um texto lido, como se pode perceber. Gravado num programa simples e gratuito, chamado Audacity, ele é enviado por FTP para a Rádio Cultura FM de São Paulo, onde recebe abertura, encerramento e as vinhetinhas sonoras de passagem de um tópico para outro. FTP é a sigla de “File Transfer Protocol”, ou protocolo de transferência de arquivos. É a maneira de fazer com que um arquivo – no caso, sonoro – seja passado de um computador (o meu) para outro (o servidor da Rádio Cultura FM de São Paulo).


Depois de preparado e checado, o programa vai ao ar, de segunda-feira a sexta-feira, pela Cultura FM de São Paulo, às 9 da manhã (às vezes, infelizmente, um pouco antes).


Para as rádios Nacional FM e AM de Brasília, o arquivo segue por correio eletrônico, e a mesma operação de preparação da abertura, do fechamento e da colocação de passagens é feita lá, com padrões sonoros diferentes. A Nacional FM de Brasília põe o programa no ar às 9h05. A Nacional AM, às 12h30.


As rádios MEC AM (10h00) e FM (10h05) não têm servidor que torne possível essa transferência. Seus sonoplastas recebiam o áudio da Rádio Cultura FM de São Paulo por satélite, mas houve um problema com o equipamento. Há duas ou três semanas, têm recebido o arquivo por telefone (mediante o uso de um equipamento conhecido como “híbrida”), com má qualidade.


Não há previsão para o reparo do equipamento. Estamos tentando encontrar uma solução alternativa.


Pedimos desculpas aos ouvintes do Rio de Janeiro, entre eles Sandra Maria de Souza, que escreveu para noradio@ig.com.br e relatou a acentuada perda de qualidade do programa nas rádios MEC AM e FM. Para a Sandra vai também um agradecimento especial. Se ela não tivesse reclamado, a rotina prosseguiria indefinidamente.


O programa é ainda colocado no site Último Segundo, do portal IG, como podcast, dividido em dois blocos. O podcast permite que o internauta ouça o áudio sem necessariamente baixá-lo em seu computador. Ele pode automatizar o recebimento desse arquivo. Clique aqui para chegar à página onde estão os podcasts da seção Brasil do Último Segundo. Eu só consigo fazê-lo com navegador Explorer. Por alguma razão, não funciona com Mozilla Firefox.


Pouco após as 10 da manhã, o arquivo sonoro do dia, em formato MP3, é colocado no site do Observatório da Imprensa, ao lado do texto, para download.


O programa é transmitido também em ondas curtas, às 9h, pela freqüência de 6.170 kHz, na faixa de 49 metros.


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Agradeço a paciência de quem leu.


Não é consolo, mas depois de tudo pronto e editado houve uma pane no meu computador, causada por um conflito com navegador  Opera (já removi da máquina) e toda a formatação do texto acima se perdeu. Ou seja, o presente Aviso foi editado duas vezes. Não há coluna vertebral que agüente isso!