Nos últimos muitos anos, Juan Gelman morava num bairro chamado Colônia Condessa, na Cidade do México. Um bairro que, desde a década de 50, serviu e serve de abrigo para pintores, músicos, cineastas, escritores. E poetas, como ele. Foi no apartamento amplo e luminoso, coalhado de quadros, livros e memórias, que às quatro e meia […]
