Nas eleições de outubro deste ano, as determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adquiriram complexidade adicional com o avanço da inteligência artificial, das deepfakes e da capacidade de produzir, em poucos minutos, vídeos, áudios, imagens e textos capazes de confundir, mobilizar ou enganar. A Justiça Eleitoral tem razões óbvias e concretas para ampliar a vigilância. […]
